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Cimeira Ibérica en Braga

Galiza-Norte de Portugal especializarase na produción de coches ecolóxicos

O acordo -que vai xerar un investimento de 150 millóns para a eurorrexión- asinarase na tarde deste venres, na primeira xornada do cumio entre os estados portugués e español.

Redacción - 11:40 18/01/2008

Os estados portugués e español van asinar un acordo para que o eixo Galiza-Norte de Portugal se converta nunha zona especializada na produción de vehículos ecolóxicos utilitarios.

O primeiro paso para a concreción do acordo de colaboración vai ser dado esta tarde, en Braga, durante a primeira xornada da Cimeira Ibérica, segundo publica Jornal de Negócios.

Máis información no diario Público.


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Comentarios (1)

Maeloc-do-Rouco #1 19/Xaneiro/2008 Maeloc-do-Rouco

Opiniom dum eu-naviego no Portal Galego da Lingua (encol de se Asturies e ou nom a Navarra de Galiza)
Isso provavelmente podia passar quando o velho reino astur-leonês-galego era um, mas hoje em dia nom.
Os espanhóis confundem aos asturiaos com galegos porque muitas vezes nom diferenciam o acento, e uns e outros colocamos os pronomes depois do verbo, e hai muita cousa que para um espanhol som comuns em giros e expressões, ainda que galegos e asturiaos as distingamos perfeitamente.

Astúrias nom é a Navarra da Galiza, Astúrias é o Aragóm dos países cataláns. Pois nom som ao meu ver a mesma cousa o caso navarro e o aragonês.

Si é certo que galegos e asturiáns poderiamos tirar proveito e até beneficio de termos outro tipo de relações com Galiza mas isso depende muito mais dos grupos e organizações asturiás que das galegas, e até passaria por assumirem o galego como língua patrimonial de astúrias, que o é, pois os eu-naviegos somos asturiás e e essa realidade administrativa nom é doada de mudar, mas é cousa difícil, mui difícil.
Só tes que olhar um caso, o do Astúrias e Leom, e a perrecheira que se montam com o nome da língua ou si isto e Astúrias ou Leom. O que passa no nacionalismo catalam que ante a fracçom do idioma, dim pois apresentemonos todos como valenciá, que mais tem dizer que em catalunha a língua em vez de catalám e valenciá; isso em Astúrias é mui difícil, senom ha tempo que o nome da língua seria asturleonés e as organizaçoes agiriam sob esses parámetros; por certo o asturleonês ao leste do rio Órbigo hai muito que nom existir, já os mapas dialectológicos mais antigos nom o sinalavam.
Aragom é hispanófono, mas isso nom impede que no seu estatuto se reconheza o catalám como língua de Aragom e que existam organizações como Chunta, que assumem a catalanicidade da franja de ponent ou franja de aragom, e isso em Astúrias nom se da em nengures.
Asturias como aliás um pouco passa em todo sitio, está num processo de unformizaçom linguística espanhola acelerado, e nada se fai por mudar isso, e hoje em dia para um galego falante o asturiám oficial é percibido como uha forma vulgar do espanhol, e para os espanhóis todos tamém, e para a grande maioria dos asturiaos tamém com o que isso nom facilita a normalizaçom, e aos problemas de distáncia linguística, em Astúrias nom lhes dam importáncia, bom, tampouco a outras muitas cousas.
Total eu nom olho as cousas como tu as vês, senom que os asturiãos perceberiam isso como imperialismo galego, um dos seus demos familiares, e dito isso a racionalidade ia desaparecer de qualquer analise sereo.
Oxalá as cousas foram doutro jeito mas olho-o muito difícil por nom dizer imposíve

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