O presidente da Comisión de Desenvolvemento da rexión, Carlos Lage, defende a descentralización como xeito máis eficiente de dinamizar a economía.
Carlos Lage, representante do goberno portugués no Norte / Foto: Jornal de Notícias
Carlos Cardoso Lage, presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N) de Portugal, afirmou este luns que a rexión "precisa dunha ben temperada emancipación política, á que a rexionalización dará acceso", informa o Diário de Notícias.
As CCDR son entes rexionais a Unión Europea, a nivel estatístico, considera equivalentes ás Comunidades Autónomas españolas. Concretamente están consideradas 'Nomenclaturas de Unidades Territoriais para fins estatísticos' de segundo nivel (NUTS-2). Utilízanse, entre outras cousas, para a redistribución rexional dos fondos estruturais da UE.
"Precisamos dunha especie de Simplex (paquete de medidas para combater a burocracia e modernizar a administración pública portuguesas) político descentralizador que lles dea aos municipios o que é, ou debe ser, dos municipios; ás rexións o que deberá ser das rexións e, ben entendido, ao Estado central, o que deberá e terá que ser seu", afirmou Lage.
Ollando cara a Galiza
O presidente da CCDR-N fixo as declaracións este luns no Palácio da Bolsa do Porto, nunha conferencia promovida pola universidade da cidade. Ademais considerou que, "infelizmente", o Norte de Portugal "non está en condicións de estabelecer metas tan ambiciosas como as da veciña Galiza". "Non podemos. Esa oportunidade perdeuse anos atrás", dixo.
Para Carlos Lage, Galiza posúe dúas vantaxes que a rexión Norte non ten: "unha economía española dinámica que puxa pola economía das súas rexións e un goberno rexional electo e competente que coida da vida da rexión galega".
Na opinión do mandatario da CCDR-N, para conseguir que a economía da rexión portuguesa despegue, cómpre a mobilización das cidades, das empresas, das universidades e dos centros de investigación que deben ser quen de dinamizar a sociedade achegando a súa creatividade.
A que vem esse derrotismo de "nom podemos" ou "pedemos a oportunidade anos atras"...Galiza e o Norte de Portugal (ou seja Galiza Norte e Galiza Sul) xaora que podem e as posibilidades que este pais galaico tem som abraiantes...Nom podemos leixar quea staras mentais que afectam o nosso passado condiciomnem o nosso fituro. Nom e nom..Os tempos som chegados..ja e tempo de erguer a cabeza e retrucar com dignidade...Agora olhamos cara Bruxelas e cara o mundo...rem que olhar cara a Lisboa ou Madri que o unico que nos ham lembrar e o que nom paga a apena que lembremos, ou seja o discurso da dependencia...Adiante Galiza GALAICA!
Existe de facto um atraso de mais de trinta anos na regionalização. Essa lacuna no reordenamento administrativo do território português, contribuiu para que o norte de Portugal, seja nos dias de hoje a região mais pobre da Europa ocidental. Tal factor não é culpa "de Lisboa", mas sim dos próprios "nortenhos". Por incrível que pareça, foram os partidos do "centrão" (PS+PSD)no poder no norte de Portugal, os seus grandes opositores , de forma a defender o caciquismo autárquico, profundamente implantado, que seria posto em causa num processo de regionalização.
Para serenar os ânimos "galicistas", não existe (nem nunca existiu!) no norte de Portugal uma consciência regional, muito menos uma uma noção de "Galécia" que se sobreponha à identidade portuguesa.
As casas nom se (re)construem polo loussado. No entanto os deixar a Galiza e o (Norte)Portugal sempre se vam topar. Malia os seculos de centralismos e humilhazons e sabendo que as circunstanzas de uns nos fossem as do outro no desenvolvemento historico dasua relazom co poder centralizador trata-se ir abrindo vagarinho, derrubando preconceitos, desconfianzas e puras ignoRRancias magnificadas des Lisboa e Madri. O xorne antropologico galaico e latente, malia o seu secular agochamento. De facto o proprio estado portugues originou-se linguistica e espiritualmente no genio galaico, logo espalhado cara ao Sul luso-mocarabe aos que agasalhou a lingua (malia estes incorporarem parte da sua bagagem cultural ao estado de matriz galaica) e logo, so co degoiro lisboeta de esquecer a Galiza Nai, xurdiu o invento da nazom lusitana, sem nengum tipo (este nom) de siso nem rigor historico, geografico nem cultural...Jaora que podemos sonhar, o futuro construese hoje e poucos sabem o acontecer de manha
Como diz o hino da Galiza-mãe, «os tempos são chegados». Só com a autonomia da Galiza do Sul é possível o progresso desta grande nação celta. Posteriormente (será que ainda a verei?), deverão ser dados passos para a reunificação da antiga Galécia.
Do Porto a Ribadeo, um só país!
"Como diz o hino da Galiza-mãe, «os tempos são chegados». Só com a autonomia da Galiza do Sul é possível o progresso desta grande nação celta. Posteriormente (será que ainda a verei?), deverão ser dados passos para a reunificação da antiga Galécia.
Do Porto a Ribadeo, um só país!"
Há cada maluco!
Apoio "galegodosul"...Que nom che tirem do direito a sonhar, cando o sonho tem logica, razom e futuro...Quem vivem ancorados em antigos conceitos e preconceitos e velhos temores e fronteiras mentais inmudabeis nom quereram que nada mude no entanto o medo e o complexo de inferioridade os consome...O futuro fica na Europa nom os velhos estados artificiais criados por comenenzas dinasticas a margem das evidencias etno-linguisticas e culturais...As unions naturais som tam espontaneas como o foi pra os romanos ou pra os suevos entender a cornixa noroccidental da Penin. Celtiberica como um unidade cultural e antropologica....Xaora que passaram seculos e o desconhecemento persiste, mais ja nom e o que foi e o futuro nom se detem...Umha nova linguagem politica construese e, ainda que paseninho, a Galecia tem tantas posibilidades nesta Europa futura como as evidencias economicas e culturais ja se estam a plasmar em iniciativas comuns...E isso nom e retorica (ainda que habera que aturar insultos e seguro que a manipulazom madrilenho-lisboeta pora atrancos e Salazar e Franco tardam ainda em morrer de tudo, mais morreram e nos seguiremos caminhando)
Portugaliza sempre!!
Eu acho que há que contar a hestoria de verdade, falar mais do tema, porque quando cruzo a fronteira o coraçao di-me que estou no meu mundo cultura, os nomes dos povos, os apelidos, para que seguir, viva.
Sempre desviando o tema do assunto. Portugal deve permanecer unido para poder resistir a espanholização.
Quem tem que unir-se a Portugal somos nós!
A "autonomia" não é nenhuma autonomia!