A banda de Aríns publica novo disco, Xigante, que presentarán en directo na Sala Capitol de Compostela o 12 de abril.
Ruxe Ruxe regresa á ruta e aos escenarios con Xigante, un álbum con estética setenteira (de aí tamén o vídeo no que pasean por riba de Compostela coma se fosen Godzilla) e son igualmente clásico, máis rockeiro. O disco estará na rúa o 12 de abril, o mesmo día que presentan os seus novos temas nun concerto na Sala Capitol. Como eles recoñecen, están "que suben polas paredes" por regresar aos escenarios.
Claro está que os grupos non normalizades o galego pero o traballo de RUXE RUXE por Galiza, pola nosa identidade como pobo é imprescindible.
Como di un bo amigo, calquera pobo que seguir existindo, necesitaría ter un RUXE RUXE cantando na súa lingua.
Pois kerido amigo dos Ruxe, non hai un programa na TVG de música pq os televidentes afíns ao psoe no te escuchan música galléga, tan comprometida con el nacionalismo i con el idioma, q orror!
A música é a nosa manisfestación cultural diferencial máis viva e ben merece un programa á altura da súa calidade e diversidade. O difícil sería darlle voz a todo canto hai, desde o folk até o jazz pasando polo rock. Creo que na TVG non se coida a audiencia máis xove. O que é absurdo porque é a súa futura audiencia.
Por favor; o Luar nem é um programa de música nem o pretende. É um contentor de variedades, que nom che é o mesmo. Programas de música eram Atlántico, Clipmania ou Chambo.
No tema musical ainda ha moito auto-odio, cada vez menos, pero existe, está claro que se nom se lhe da um pulo importante como seria um programa de música na TVG, a cousa irá a mais. Mas nom pode ser um programa qualquera, pois estou seguro que as empresas musicais galegas, espanholas, a SAGE, etc. intentariam copar com seus grupos o espaço, e depois estaria o tema da língua, pois seguramente os grupos "importantes" merecedores de entrevistas e projecçom de seus videos e músicas no programa, seriam os que cantam em Inglés ou Castelám, reproducindo assim o que acontece em moitos outros ámbitos, e teriamos um programa com grupos como Cómplices, Victor Coyote, The Ellas, Siniestro Total, Luz Casal, Delux, etc... protagonizando o espaço e fazendose ver como os representantes com éxito da música galega, como os ejemplos a seguir, esse nom sería um bó programa para potenciar a música e a língua. Precisamos outra cousa.
Escrever galego na norma internacional é salvar a nossa língua. Porquê?
1- A Galiza era uma Nação desde extremo norte da actual Galiza para sul até ao rio Tejo. A língua culta e oficial era o Galego em todo o território sendo estável mais de SETE SÉCULOS até à colonização castelhana.
2- A Galiza estava ocupada pelo reino de Leão.
3- Vários fidalgos galegos tentaram libertar a Galiza sem o conseguir.
4- Até que um grupo de galegos Chefiados pelo galego D. AFONSO HENRIQUES se revoltou contra o reino de Leão e declarou a independência de todas as terras da Galiza a sul do rio Minho com a excepção de São Félix dos Galegos (província de Salamanca) e parte da Extremadura espanhola lindeira a Cáceres. Com a constituição do reino de Portugal os galegos da parte da Extremadura e os de São Félix dos Galegos ficaram isolados até hoje.
5- O reino de Portugal não foi por se tornar independente que mudou os seus habitantes e idioma. Continuaram a falar a sua língua materna o GALEGO. Este galego foi expandido por todo o mundo devido a Portugal dominar durante séculos todo o comércio internacional da costa ocidental e oriental de África, Índia , Ásia até ao Japão.
6- Enquanto o Galego ganhava prestígio internacional através dos portugueses era esmagado na Galiza que entretanto ficou sobre o domínio Castelhano. Foram os “Séculos os Escuros” em que os Castelhanos humilharam os galegos, religiosamente, literalmente e materialmente. Foram séculos de escravidão castelhana. Os piores trabalhos estavam destinados aos nossos pais galegos.
7- Enquanto os galegos do sul que entretanto passaram-se a chamar de portugueses conservaram a nossa língua a sul do rio Minho e nas terras que reconquistaram aos mouros. Pelo contrário a norte do rio Minho ficamos colonizados, privados de evolução linguística, impuseram-nos o analfabetismo como regra . Tornaram o idioma galego enfermo com a mistura de palavras castelhanas.
8- Então o nosso idioma galego embora enfermo sobreviveu heroicamente principalmente nos meios rurais da Galiza mas sem apoio escolar.
9- É por isso que hoje existem várias ortografias na Galiza resultado da falta de escolaridade e da influência negativa do colonizador castelhano.
10- Pelo contrário a sul do rio Minho preservou-se a nossa língua galega original sem as enfermidades castelhanas e foi-se actualizando naturalmente protegida da colonização. Por isso é fundamental que as Figuras Galegas deixem de falar e escrever o politicamente correcto e passem a escrever na norma internacional do galego e não na da RAG que só serve para destruir a cultura galega.
Sou Galego tenho 48 anos e decidi escrever sempre em galego do século XXI. Na norma internacional adoptada por mais de 250 milhões de falantes nativos no Brasil, África, Ásia , Europa e Oceânia . Norma oficial na União Europeia; Mercosul e União Africana. Nós galegos temos uma grande vantagem sobre as línguas minoritárias catalã e basca. Temos o terceiro idioma mais falado no mundo ocidental.
Vamos todos recuperar o tempo perdido nos humilhantes séculos escuros eliminemos a castelhanização da nossa língua escrevendo puro galego na norma internacional actual.
Temos o privilégio dos nossos irmãos galegos do sul terem preservado o nosso idioma e expandido por todos os continentes do mundo.
Se todos começarmos a escrever na normativa internacional não há RAG que resista com NEOCOLONIALISMO.
MinhoGalego
Escreva os dias da semana em GALEGO:
Domingo, Segunda-feira, Terça-feira, Quarta-feira, Quinta-feira, Sexta-feira, Sábado.
Os nomes têm uma origem na Igreja Domingo era o dia do Senhor , 2ª feira era o segundo dia de festa (deriva feira). Domingo era o dia do Senhor mas era também a inauguração da feira de gado do povo em toda a Grande Nação Galega desde o norte da actual Galiza até ao sul junto ao rio Tejo (cidade portuguesa de Santarém). A igreja dêu-lhe o nome mas o povo reforçou e associou às feiras (eram festas) que se realizavam nos dias da semana. Embora se tratassem de feiras principalmente de gado, em cada dia da semana havia variações. Ao domingo as feiras tinham de tudo, mas nos outros dias em cada um era mais de vacas ou de porcos ou de aves, até terras eram negociadas nessas feiras. Depois da reconquista cristão aos mouros a sul do rio Tejo pelos portugueses este tipo de feiras estenderam-se até ao estremo sul de Portugal.
Nome Significado
Domingo (dia inaugural da feira de gado em toda a GRANDE antiga Galiza)
Segunda-feira (dia da segunda feira de gado em toda a antiga Galiza)
Terça-feira (dia da terceira feira de gado em toda a antiga Galiza)
Quarta-feira (dia da quarta feira de gado em toda a antiga Galiza)
Quinta-feira (dia da quinta feira de gado em toda a antiga Galiza)
Sexta-feira (dia da sexta feira de gado em toda a antiga Galiza)
Sábado ( descanso)
Galiza e não Galícia porque nossos pais antes da colonização castelhana assim
falavam. Galícia foi sempre o nome “hablado” pelos castelhanos.
Que crime fizeram os galegos para a RAG os pôr hoje a escrever português com a ortografia do século XV em vez da norma internacional?
Elimine as enfermidades de nosso idioma resultantes da colonização castelhana. Escreva puro galego do século XXI com a norma ortográfica internacional actual.
Pedra Corado