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ADVERTENCIA

O risco sísmico aumentará ao asolagar as minas d'As Pontes e Meirama

Adega exixe que a Xunta volva facer estudos de impacto que valoren estas posíbeis consecuencias.

Redacción - 19:00 01/04/2008

Adega organizou este martes unha conferencia de prensa en Santiago para denunciar que os plans para encher as concas mineiras das Pontes e de Meirama (Cerceda) poden traer canda si graves problemas medioambiental e incluso catástrofes. A organización ecoloxista convidou ao acto ao profesor da UDC Xoán Ramón Vidal Romaní, que dirixe o Instituto Universitario de Xeoloxía Isidro Parga Pondal. Vidal Romaní salientou que os plans para encher as antigas explotacións mineiras de auga poden incrementar os riscos sísmicos nas dúas zonas. Este experto lembrou que tanto en Meirama como nas Pontes hai dúas fallas activas: “encher cunha profundidade de 200 metros a explotación de Endesa (en referencia á conca das Pontes) supón unha presión hidrostática terríbel”.

Vidal Romaní dixo que a actividade sísmica en Galiza nos últimos anos xa era considerábel. O director do Instituto Universitario de Xeoloxía subliñou que hai estudos nos últimos anos que fan fincapé na sismicidade das zonas das Pontes e Meirama. A respecto da primeira localidade, Vidal Romaní lembrou que no século IV antes de Cristo se rexistrou un terremoto de magnitude 9. O director do Instituto Universitario dixo que “eu son funcionario da UDC e como tal teño a obriga de poñer isto en coñecemento da Administración”.

Na conferencia de prensa tamén interveu a paleontóloga Aurora Grandal, que tamén pertence ao Instituto Universitario de Xeoloxía. Esta especialista denunciou que se se asolaga unha conca como a das Pontes sería “unha perda irreparábel de materiais fósiles irrepetíbeis”.

O catedrático de Bioloxía Ramón Varela afirmou que tanto Endesa nas Pontes como Unión Fenosa en Meirama buscan a solución máis fácil e económica. Varela pide que a Xunta revise a concesión de licenza ambiental nas Pontes e que non chegue a concederse a de Meirama.


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Comentarios (4)

BonKarallan #1 1/Abril/2008 BonKarallan

É 1 de abril e eu xa estou tremendo.

piorno #2 2/Abril/2008 piorno

Convido a todo o mundo a observar as Pontes através do Google Earth ou do Google Maps. Só vendo a imagem do satélite é que se pode ter umha ideia da desfeita realizada ali.

Mesmo a umha escala pequena, com a imagem da Galiza, a erosom provocada nas Pontes é notoriamente visível.

ecoe #3 2/Abril/2008 ecoe

Que pregunten en ITOIZ si hai tremores ou non e a escalas ascendentes (algúns da 3) despois do enchido do pantano!

PedraCorado #4 4/Abril/2008 PedraCorado

Título: O idioma galego é português. O mesmo povo a mesma língua.

P: Quais os territórios que constituíam a Nação galega?
R: Integrados no Estado espanhol a actual Galiza, municípios falantes do galego das Astúrias, Leão, Zamora, San Felices de los Gallegos/ São Félix dos Galegos (província de Salamanca) e municípios da Estremadura espanhola de origem e matriz humana galego/portuguesa a norte de Cáceres. Em Portugal as províncias do Minho, Trás-os-Montes e Alto Douro, Douro Litoral, Beira Alta, Beira Baixa e Beira Litoral. Do actual território de Portugal desde a cidade de Santarém ( rio Tejo) para norte era tudo Galiza.

P: Quem são os portugueses?
R: Os portugueses são uma parte do povo galego que se tornaram independentes do Reino de Leão que na época ocupava a Galiza.
Um grupo de galegos chefiados pelo cidadão Galego Dom Afonso Henriques libertou do Reino de Leão parte da antiga Galiza ( a sul do rio Minho) e a essa parte deu-lhe o nome de Reino de Portugal.

P: Antes da colonização da Galiza pelos castelhanos que língua era falada pelos portugueses e galegos?
R: Os portugueses são galegos que depois de libertarem quase toda a parte da Galiza a sul do rio Minho do reino de Leão criaram o Reino de Portugal. O nome “portugueses” foi criado só depois. A matriz humana e a língua que falam é galego. Só após a fundação do Reino de Portugal esses galegos começaram-se a chamar portugueses. Começaram também a chamar à língua galega português. A nossa língua galega/portuguesa esteve a partir do século IX estável e comum aos actuais territórios de Portugal e Galiza mais de setecentos anos de existência oficial como língua culta e plena. A colonização castelhana veio oprimi-la na Galiza pelo contrário em Portugal, durante o período de opressão ("Séculos Escuros") gozou de protecção e desenvolvimento livre, graças ao facto de Portugal ter sido o único território peninsular que ficou fora da colonização e do domínio linguístico castelhano. Por isso a ortografia do português é o galego actualizado do século XXI sem as enfermidades e humilhações da colonização castelhana.

P: Portugal é maior do que os territórios da antiga Galiza porquê?
R: O Galego Dom Afonso Henriques fundador de Portugal começou a reconquistar a sul do rio Tejo as terras ocupadas pelos mouros formando o Portugal moderno de hoje. As terras reconquistadas foram povoadas por galegos. Por isso toda a matriz humana dos portugueses é galega sejam a norte ou a sul do rio Tejo. As ilhas dos Açores e da Madeira foram descobertas desabitadas, sendo também povoadas por galegos.

P: Há mais algum território em Espanha em que o galego esteja a ser oprimido?
R: Há Olivença e Táliga. No dia 20 de Maio de 1801 num acto terrorista de pura traição o exército espanhol ocupa Olivença e Táliga roubando e massacrando cobardemente a população civil. Mantém até hoje ilegalmente a ocupação face ao direito internacional. Olivença e Táliga tinham sido reconquistadas pelos portugueses aos mouros para o mundo cristão em 1230. Foi povoado por galegos/portugueses. Os habitantes de Olivença e Táliga são filhos de galegos/portugueses e não castelhanos. O chamado idioma português de Olivença é galego. A Espanha depois de muitos crimes de morte e atrocidades físicas prosseguiu uma forte acção terrorista e roubos sobre a população civil de Olivença e Táliga . Em 1840, proíbe o uso da língua galega/portuguesa. Enquanto Espanha não resolver este caso não tem força moral para falar que é vitima de terrorismo.

Conclusão:
Galego e português são o mesmo idioma. O galego a sul do rio Minho preservou as origens a norte é que sofreu enfermidades com a humilhante colonização. A norma ortográfica que se usa em Portugal tem mais de 250 milhões de utilizadores falantes nativos em todo o mundo.
Quem quiser uma Galiza descolonizada e salvar o nosso idioma aprenda a escrever na norma internacionalmente reconhecida. O verdadeiro galego é língua oficial na União Europeia, Mercosul e União Africana.
A norma da RAG só serve para dividir os galegos para manter a humilhante colonização.

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