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Porén, non se especifican medios técnicos

O Parlamento solicita que se poidan ver canles portuguesas no noso país

A iniciativa, presentada polo BNG, contempla que as emisións das televisións e radios galegas tamén se poidan ver en Portugal.

Redacción - 14:36 09/04/2008

O Parlamento aprobou esta cuarta feira reclamar que se facilite a emisión das televisións e das radios portuguesas en Galiza e que se lle traslade ao goberno portugués o interese en que as cadeas do noso país se reciban no veciño.

A través dunha iniciativa do BNG, emendada por PSdeG e PPdeG e da que finalmente saíu un texto conxunto, exíxeselle á Xunta que se dirixa ao goberno español para que, "no prazo temporal máis inmediato posíbel", se lle dea cumprimento a estas peticións, recollidas na Carta Europea de Linguas Minoritarias, subscrita polos estados español e portugués.

Medios técnicos

No entanto, na resolución non se especifican os medios técnicos para facer efectivo o acordo e alúdese á utilización das "posibilidades técnicas precisas". Na súa redacción inicial, o BNG facía mención expresa á concesión dun novo múltiplex para a emisión en formato dixital.

Pola súa banda, o popular Diego Calvo lamentou que non se tivese en conta outra das súas peticións: a de garantir a participación de operadoras galegas nun posíbel concurso da nova frecuencia que permitirá estas emisións en formato dixital. Tampouco se incorporou a alusión do PPdeG a que as emisoras españolas tamén se reciban en Portugal.


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Comentarios (24)

luimipi #1 9/Abril/2008 luimipi

entón...a TVE,Antena3,Tele5...etc terán que verse no Portugal pra que nos poidamos ver as súas canles???

Iso non é o que di a Carta Europea!.

Afonso_ch #2 9/Abril/2008 Afonso_ch

Homem suponho e espero que quando dizem "nossas" se estejam a referir a TVG, Rádio Galega e similares, não as espanholas em castelhano. ~De facto na última linha fai-se referência a isso.

Ainda que com esta gente todo é posível!

Isso sim, uma grande notícia, que esperemos poida ser efectivizada em breve!

Morcego #3 9/Abril/2008 Morcego

Esperemos que os "meios técnicos" não seja motivo para que a recepção das TVs portuguesas, na Galiza, seja adiada eternamente.

Felicito o Bloco pela iniciativa!

arzaya #4 9/Abril/2008 arzaya

Home, por unha vez doulle a razón ao PP. O lóxico, no sec. XXI é que todas as TV españolas se poidan ver en Portugal e as portuguesas en España. Ora ben, parece que só os galegos temos interese en ver a TV portuguesa (os extremeños terán?), polo que o normal é que aquí vexamos as portuguesas e os canais galegos se vexan en Portugal (ou sexa a TVG e locais). Ora ben, teñen interese os portugueses na TVG..eu penso que só os norteños podería...por iso talvez o lóxico sería TVG no norte de Portugal e RTP na Galiza

piorno #5 9/Abril/2008 piorno

Trata-se da primeira repercussom política da intervençom galega na Assembleia da República em Lisboa no passado e histórico dia 7 de Abril, onde o Presidente da Agal, Alexandre Banhos, fizo mençom expressa dessa já velha reivindicaçom do movimento reintegracionista.

Veremos se a iniciativa hoje aprovada no Parlamento galego, pola que todos nos felicitamos, nom fica apenas no papel e se traduz em factos concretos e reais.

Queremos ver as televisões na nossa língua, com todos os sotaques e entoações possíveis. O próximo passo, as rádios e televisões do Brasil!

;)

OBSERVADOR #6 9/Abril/2008 OBSERVADOR

Piorno leva razão. É a primeira repercussão política do acontecido na Assembleia da República.

Agora vão andar às corridas, Pesoes e Benegês, por ser os mais lusistas de todos.

Ainda nos vamos rir um pouco daqui a várias semanas.

GALICIEN #7 9/Abril/2008 GALICIEN

O máis preocupante é que as licenzas que tenhas as privadas concedidas pela xunta de Fraga (ex.às do CORREO GALLEGO E A COZ DE GALICIA) son canles espanholeiras.

GALICIEN #8 9/Abril/2008 GALICIEN

As canles que emitiran na Galiza deberían de ter o galego como lingua maioritaria nos seus contidos, incluidas as canles espanholeiras.

GALICIEN #9 9/Abril/2008 GALICIEN

A TVG EUROPA, é puro lixo. Non tenhen contidos infantís, cinema, desporto nada de nada e só fala de TOURINHO.
A TVCi, mesmo a canle de Aragón pasa debuxos animados. Os galegos de fóra que temos fillos , queremos que as nosas crianças falen galego.

zemalves #10 9/Abril/2008 zemalves

É uma medida importante,ninguem tem dúvidas que foi a partir galego que nasceu e se criou a lingua portuguesa. O galego de hoje é o português na sua forma mais pura e primitiva.Refiro-me ao galego falado nas pequenas aldeias, e não ao galego espanholado que acaba por ser uma espécie de portuñol!Temos todos que defender a nossa lingua, sejamos nós portugueses, brasileiros, africanos, timorenses, ou galegos.A lingua portuguesa, que hoje é falada por mais de 200 000 000 de pessoas, nasceu na Galiza e os galegos só têm razão para se orgulhar e não como vejo muitas vezes,vergonha de a falar!
Felicito o Bloco por esta iniciativa! Um abraço de Portugal!

Serradeaires #11 9/Abril/2008 Serradeaires

Excelente! Mais que sexan so as da RTP, que as outras... e a mesma hora, para cadrar os programas :)

Inxel #12 10/Abril/2008 Inxel

É unha nova de vulto. Parabéns ao grupo nacionalista. Nunca entendín iso das fronteiras aéreas (tampouco as outras). Agora agardemos que no congreso un novo xorne democrático baixe en forma de pomba sobre as súas señorías e que, por fin, comprendan o despótico e indecente que resulta manter comunidades de cidadáns "libres" sometidas a restricións no seu lexítimo dereito a elixir a información, a diversión ou a cultura que lles pete.

Inxel #13 10/Abril/2008 Inxel

E que non nos queiran facer comungar coa andrómena das "dificuldades técnicas". É moi vella, sobada e estúpida esa desculpa. Sempre están metendo o cidadán no saco dos idiotas.

Galezio #14 10/Abril/2008 Galezio

Alguma trampa teria que haver para que os PPepinos e os Psinos apoiaram! Para nós podermos ver sua TV, eles têm que se "castrapizar" primeiro?
PS
Bom, e alguns no Bloco há também que nisto da língua são abondo "cabestros" também...Eu não esquezo que fai anos tivem que deixar o BNG porque diziam que o que eu escribia não era galego!! E se o fazia como bloqueiro tinha-o que fazer "ben"!!-Sic!

GalizaLivre #15 10/Abril/2008 GalizaLivre

Mais cedo ou mais tarde esta será a sua ortografia.

Escrever em galego na norma internacional é a garantia de manter viva a nossa língua galega e dar à Galiza projecção no mundo.
A pseudonorma “portunhol” da RAG está errada cientificamente e só serve para nos isolar mais no mundo, dividir e gerar a confusão entre galegos e matar o idioma galego.
O lamentável é a RAG ser suportada com o dinheiro dos nossos impostos para executar genocídio linguistico e cultural.
A norma ortográfica internacional do galego/português resulta do acordo entre vários países que a adoptaram. É escrita por mais de 250 milhões de falantes nativos em países espalhados por todos os continentes do mundo. Temos o terceiro idioma do mundo ocidental.
Se eliminar as enfermidades de nosso idioma resultantes da colonização castelhana escreve naturalmente na norma internacional. A norte do rio Minho com a colonização castelhana sofremos com a falta de escolaridade em galego durante séculos. Isso provocou uma escrita inculta e feita pelo ouvido sem o respeito pelas normas científicas. Não nos podemos olvidar que os portugueses são galegos que libertaram 4/5 da nossa Nação e se tornaram independentes do reino de Leão que na época ocupava a GALIZA. Com a independência de Portugal não mudaram as pessoas nem a língua. Continuaram a falar e a escrever galego, embora posteriormente lhe chamassem português pela projecção que Portugal começou a ter no mundo, contrastando com o “apagamento” da Galiza vítima da ocupação e colonização castelhana. Contudo tivemos sorte de a sul do rio Minho o idioma galego gozar de protecção da colonização e conservar-se devido à escolaridade obrigatória no nosso idioma materno.
Esta colonização foi uma exploração económica e cultural criando muitas deformações linguísticas.
Os galegos tiveram de falar e escrever castelhano para terem um simples trabalho na maior parte das vezes com salário de miséria. Cambiaram o nome de nossa Nação de GALIZA para Galícia. Que tal os galegos obrigarem os castelhanos a falar e escrever Galego em Madrid para terem trabalho?
E se obrigasse-mos os castelhanos a dizer ESPANHÍCIA em vez de Espanha? E CASTELÍCIA em vez de Castela? Gostavam? Foi isto que nos fizeram.
A GALIZA não é uma questão ideológica. É uma Nação milenária colonizada em pleno século XXI na Europa que se diz democrática. Temos que denunciar o “portunhol” que o Estado espanhol inventou através da Real Academia Galega para dividir os galegos e destruir o nosso idioma. É um crime cultural de genocídio pago pelas próprias vítimas através dos nossos impostos. A ortografia galega não se deve isolar. Tem de ser actualizada dentro da norma internacional já cuidada cientificamente para anular os séculos de opressão e colonização castelhana. Antes da colonização castelhana o idioma galego/português já estava formado e foi língua oficial, culta, religiosa e falada na verdade por todo o povo desde o litoral norte da península até ao sul em Cáceres na estremadura espanhola durante 7 (sete) séculos. Só a colonização castelhana a norte do rio Minho tem deformado o nosso idioma.
Galegos e Galegas façam como eu não escrevam em “portunhol” (RAG). A Galiza como Nação e o galego como idioma só tem viabilidade escrito dentro da norma internacional.

Saudações
GALIZA LIVRE

galeguzo #16 10/Abril/2008 galeguzo

Reacções da AGAL, MDL e Plataforma para a Recepçom das Televisões e Rádios Portuguesas na Galiza, assim como valorizações técnicas em:

http://agal-gz.org/modules...

OBSERVADOR #17 10/Abril/2008 OBSERVADOR

Esta notícia saiu na capa de Vieiros por que?

Porque foi no ParlamentiÑo onde tomaram a decissão de "solicitar".

Entanto no ParlamentiÑo "solicitam", outros vão e falam para todos na Assembleia da República.

piorno #18 10/Abril/2008 piorno

#4 arzaya

«Home, por unha vez doulle a razón ao PP.»


Desculpe, mas isso nom é exacto. Dá a razom e coincide com o PP em algo muito mais fundamental do que isso.

As normas gráficas que você segue fôrom aprovadas em 1982 polo governo de AP (hoje PP), mediante Decreto. O tristemente famoso Decreto Filgueira. Nunca esqueceremos que o maior defensor e propulsor do isolacionismo foi Fraga Iribarne e os seus governos.

piorno #19 10/Abril/2008 piorno

#4 arzaya

«Home, por unha vez doulle a razón ao PP. O lóxico, no sec. XXI é que todas as TV españolas se poidan ver en Portugal e as portuguesas en España.»


O lógico é que os galegos podamos receber as rádios e TVs que falam na NOSSA língua, em todas as suas variantes, entoações e sotaques. É o que diz a Carta Europeia das Línguas Regionais ou Minoritárias:

http://www.agal-gz.org/portuga...

Que se saiba, como muito bem se diz na notícia em baixo, em Portugal nom existe nengumha regiom de fala espanhola:

http://www.agal-gz.org/modules...

Portanto, o argumento do PP da reciprocidade é um argumento falaz e claramente dilatório. Também nom chama a atençom que o PP galego defenda a difusom do espanhol em Portugal.

arzaya #20 10/Abril/2008 arzaya

Eu coincido no PP na reciprocidade da emisión. Se nós vemos a RTP é coa condición de que poidan ver a TVG, como se pode ser reintegracionista sen querer que Portugal coñeza a Galiza actual?

arzaya #21 10/Abril/2008 arzaya

A ortografía que uso está apoiada polo PP, o PSOE e o BNG. Ou sexa, en termos políticos, a maior parte da sociedade galega

Neo #22 11/Abril/2008 Neo

Notícia sobre este assunto no Jornal de Notícias de hoje,
http://jn.sapo.pt/2008/04/11/t...

«Galiza pede ao Governo televisões lusas


A pressão para conseguir que as televisões portuguesas sejam recebidas na Galiza continua. Anteontem, o parlamento local aprovou por unanimidade pedir ao Governo espanhol, no "prazo mais imediato possível", a recepção das emissões de rádios e televisões lusas. A proposta foi aprovada pelos três grupos parlamentares da câmara galega."Isto demonstra que se trata de uma reivindicação de todo um povo, que clama por dar este importante passo para começar a reverter a artificial separação comunicativa entre Portugal e a Galiza", disse o director da Fundação Via Galego.

A questão é velha, mas com a adopção da Televisão Digital Terrestre(TDT) e o consequente fim do sistema analógico urge planear uma solução. Para que tal seja possível, é preciso que o Governo espanhol autorize um multiplexer adicional ao sistema, o que, segundo foi divulgado, implica um investimento de 15 milhões de euros.

A iniciativa prende-se com o interesse de manter viva a língua galega, considerada "variante do Português", numa altura que os galegos se consideram muito pressionados pela cultura castelhana.»

LOIS_DE_SILAN #23 11/Abril/2008 LOIS_DE_SILAN

A recepción das en galego de Portugal, das en catalán, das en castelán, das en francés, das en ..., todo iso estavos moi ben; mais, o verdadeiramente importante évos que aquelas que se refiren na súa programación, específica ou xeral, ós intereses relevantes para A Galiza e que emiten dende o territorio español garantan a súa recepción na Galiza en galego como a garanten, no seu caso, en castelán en Castela. O resto pode ser, coma sempre, moito fume!

Por outra banda, seguro que o mellor sería termos nós na Galiza abondosas TVs que emitiran en galego da Galiza para a Galiza e mais para o resto do mundo. Non creo que cambiar de amo ou aumentar o número de amos nos axude moito a deixarmos de ser escravos!

Trovador #24 12/Abril/2008 Trovador

Parabéns ao Parlamento !

Concordo com #5 em que o seguinte passo é poder ver as TVs brasileiras.

Este facto teria duas vantagens:
1.º) O sotaque do português do Brasil percebe-se muito melhor que o de Portugal.
2.º) Ao estar Brasil territorialmente afastado nom teriam medos, nem as autoridades espanholeiras nem os galegos culturalmente alienados, ficando este facto no que é: uma questom puramente linguística e cultural (nom política).

Actualmente só se pode ver a TvRECORD (http://www.rederecord.com.br) através de Canal+, pagando 20 €/mês. Nem R nos oferece essa possibilidade, aos galegos e imigrantes brasileiros na nossa terra....

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