O goberno portugués saca a concurso público a construción do primeiro tramo da liña que unirá a capital lusa coa española.
O presidente da Xunta e representante na última Cimeira Ibérica das comunidades españolas lindeiras con Portugal, Emilio Pérez Touriño, reclamaba o cumprimento dos prazos acordados para a entrada en funcionamento en 2013 dos TAV Vigo-Porto, Lisboa-Madrid e Aveiro-Salamanca.
Fixéronlle pouco caso ao noso presidente os xefes dos Executivos español e portugués, José Sócrates e José Luis Rodríguez Zapatero, que ao termo do cumio expresaban o seu compromiso con esta data só para o tren rápido entre as capitais de ambos os dous estados.
Se temos en conta que Portugal aposta tamén polo TAV a Salamanca como principal saída cara a Europa, fica relegada a un segundo plano a conexión de Galiza co Norte de Portugal, un proxecto de tanta ou maior relevancia no desenvolvemento da economía do noso país -e da rexión portuguesa- que o que vai unir as cidades galegas con Madrid.
"Imposíbel a este ritmo"
Non é a primeira vez que dende o Eixo Atlántico se alerta desta circunstancia. Este luns, após a un reunión da Comisión Executiva, o presidente Luís Filipe Menezes manifestou de novo a súa preocupación polos atrasos no proxecto: "Aínda hai condicións para cumprir o prazo, se andamos á présa, mais, se o ritmo é o que foi até agora, non me parece que sexa posíbel".
Menezes anunciou ademais que os 34 municipios galegos e portugueses que conforman o Eixo vanlle escribir ao ministro luso de Obras Públicas, Mário Lino, "para lle lembrar que o cumprimento dos prazos non debe ser condicionado pola liña Lisboa-Madrid".
Primeiro tramo portugués do Lisboa-Madrid
Namentres, o Goberno portugués puxo este mesmo luns a primeira pedra para a posta en funcionamento da conexión a tempo e xa fala do que van custar os billetes (arredor de 100 euros), informan os medios dos país veciño.
Nun acto público na localidade de Évora, Sócrates anunciaba o lanzamento do concurso para a concesión, construción e mantemento, por 40 anos, dun dos dous tramos en que se divide a obra, o Poceirão-Caia (o outro é Lisboa-Poceirão), de 167 quilómetros.
Todos contra a alta velocidade!!!
Non o TAV!!!
Apoiemos a autonomia do Norte Portugués. Fagamos a nosa euro-rexión coas nosas infraestructuras, Lisboa non nos interesa.
O que não faz sentido é o TAV a Madrid. O do eixe Atlântico é fundamental. O nosso aeroporto internacional está em Porto.
Isso é vertebrar o território. O demais são politiqueos.
Mas há que ter também uma rede ferroviária regional que ainda não temos e que muitos pretendem fazer esquecer falando de TAVs. Ainda estamos no século XIX.
E temos um monopólio chamado Monbus que faz o possível por atrancar o desenvolvimento dum transporte barato e ecológico como é o trem. De facto o seu presidente foi o primeiro em ser recibido por Tourinho quando chegou à Junta.
O TAV está relacionado com os aeroportos. O resto dos caminhos de ferro para o uso local, que permita deixar o automóvel na casa para ir a trabalhar.
E os sociatas portugueses outros traidores. A nós e ao norte de Portugal.
Ora bem,
« O TAV nunca substituirá ao cavalo»
(dixo a égua)
Na Europa das regiões, Portugal é uma região da Península Ibérica, em competição directa com a Catalunha, a Galiza, o País Basco e a própria região de Madrid. Do mesmo modo, Lisboa é uma grande cidade da Península Ibérica, em concorrência directa com Madrid, Barcelona e Valência.
[02-06-2008] [ Jornal de Negócios (on-line) ]
Bom simplesmente dizer o que é obvio, não em chave "rosaliana" ou chorimicas sim em chave de ter mais cabeça, de gerir de outro geito, a galiza, nos os galegos devemos trocar o nosso geito de gerir.
Somos periferia para o estado espanhol, somos periferia para portugal, então só NÓS é que podemos e debemos, trocar a situação da galiza, ca de fora não se vai investir em nada que nao seja turismo e espolio de energias,
Isso sim temos 3 aeroportos ineficientes, e 3 portos exteriores, e paseos maritimos nem te conto.
A Irlanda começa agora a asfaltar as suas estradas depois de ter investido em tecnologia e em sectores a longo praço que agora dao rendimentos.