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En defensa de catalán, éuscaro e galego

Profesores de diversas universidades do Estado 'maniféstanse' contra o Manifiesto

"Para o nacionalismo lingüístico español a lingua castelá é superior, cómoda, fácil e útil, virtudes todas que son sempre o produto de circunstancias naturais, nunca da imposición e da represión".

Redacción - 13:50 19/07/2008

O xornal español Público publica este sábado un texto asinado por un grupo de catedráticos e profesores de diversas universidade do Estado onde defenden a idea de que o castelán, lonxe de estar en perigo, mantén tales vantaxes sobre o catalán, o galego e o éuscaro que a súa defensa exacerbada só pode ter un móbil ideolóxico.

"Para o nacionalismo lingüístico español a lingua castelá é superior, cómoda, fácil e útil, virtudes todas que son sempre o produto de circunstancias naturais, nunca da imposición e da represión", afirman.

"As linguas dos demais son, pola contra, molestas, arcaicas, antieconómicas e francamente prescindíbeis. Ao tempo que a defensa do castelán se axusta por definición a un pulo democrático, a das restantes linguas responde a espurios e cavernarios intereses marcados por esa felonía que identifica o Manifiesto por la lengua común", consideran.

Carlos Fernández Liria e Montserrat Galcerán, da UCM, Pedro Ibarra, da UPV, Juan Carlos Moreno Cabrera e Carlos Taibo, da UAM, Arcadi Oliveres, da UAB e Jaime Pastor, da UNED asinan o texto.

Poden ler o texto orixinal e íntegro na web do xornal.


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Comentarios (9)

AGIL #1 19/Xullo/2008 AGIL
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Uma comentante diz aos outros comentantes (a esse artigo de Público) que lhe parece mal que os galegos, os bascos e os catalães possam trabalhar em lugares do reino em que se fala castelhano e ela não possa trabalhar onde não se fala castelhano...
A comentante ou é parva ou faz-se:
1.- Os galegos, os bascos e os catalães (não todos!) sabem duas línguas. Não me parece que os hispanófonos sejam tão parvos que nem aprendem outra língua diferente da sua.
2.- Dificilmente um espanhol unilingue não pode trabalhar continuando unilingue, mesmo na Galiza (sobretudo), em Euskal Herria ou nas Catalunhas.
3.- Mesmo que seja funcionário... Neste caso, depende.
4.- O OBJETIVO DOS MANIFESTANTES A FAVOR DO CASTELHANO e, em geral, do nacionalismo espaÑol institucionalizado é exterminar as línguas e culturas diferentes e conseguir a uniformização linguística e cultural deste reino bourbónico. O resto são endrôminas...

ManoelGalego #2 20/Xullo/2008 ManoelGalego
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Há quem não saiba que o GALEGO-PORTUGUÊS é a mesma língua desde o século IX e é uma das mais faladas e importantes do mundo. O portunhol ou galenhol que a RAG está a enventar tipo "aviário" é que não serve para nada senão para gastar milhões dos nossos impostos.
Saiba porque o verdadeiro idioma galego é português

1ª Porque portugueses e galegos têm a mesma origem humana?

O Reino da Galiza tinha um povo com origem comum, com a mesma matriz humana (descendentes de suevos, celtas e visigodos diferente dos castelhanos) com idioma próprio e formado desde o século IX. Correspondia aos territórios que hoje fazem parte a Galiza, municípios vizinhos galegofalantes e Portugal até ao rio Tejo. A cidade portuguesa de Santarém era o território a sul do Reino da Galiza onde começava o Reino muçulmano.

2ª Qual o motivo da independência da Galiza a sul do rio Minho e a criação de Portugal?

Na época o Reino da Galiza era dependente do Reino de Leão de Afonso VI e este entregou o governo das terras galegas a sul do rio Minho ao primo do Rei da Galiza Conde D. Henrique, criando assim o Condado Portucalense e separando-o do Reino da Galiza, para prestar vassalagem directamente ao Reino de Leão, o que provocou um grande descontentamento entre a nobreza galega.
Os galegos a sul do rio Minho não se queriam separar dos do norte para dependerem directamente do Rei de Leão. O cidadão galego D. Afonso Henriques apoiado pela nobreza galega revoltou-se e nascia, em 1139, o Reino de Portugal e a sua primeira dinastia, com o Rei Afonso I de Portugal (D. Afonso Henriques). Só a 5 de Outubro de 1143 é reconhecida a independência de Portugal pelo rei Afonso VII de Leão e Castela, noTratado de Zamora, assinando-se a paz definitiva.

3ª Como a sul do rio Tejo a população tem origem galega se nunca foi território do Reino da Galiza?

Os galegos do sul do rio Minho comandados pelo cidadão galego D. Afonso Henriques primeiro Rei e fundador de Portugal, após a independência conquistaram aos muçulmanos todos os territórios a sul do rio Tejo que fazem parte do Portugal de hoje. Após as conquistas esses territórios foram povoados por galegos. Mais tarde as ilhas dos Açores e Madeira foram descobertas desabitadas e foram povoadas por portugueses que na verdade são galegos que cambiaram de nome após a independência.

4ª Porque o idioma que os portugueses falam é conhecido por português e não por galego?

O idioma galego teve setecentos anos comuns a Portugal e Galiza de existência oficial como língua culta e plena, mas as derrotas que os nobres galegos sofreram ao tomar partido pelos bandos perdedores nas guerras pelo poder em finais do século XIV e princípios do XV provoca a assimilação da nobreza galega e a dominação castelhana, levando à opressão e ao desaparecimento público, oficial, literário e religioso da língua até finais do século XIX na Galiza. São os chamados "Séculos Escuros". O galego em Portugal, por seu lado, durante este período gozou de protecção e desenvolvimento livre, graças ao facto de Portugal ter sido o único território peninsular que ficou fora do domínio linguístico do castelhano. Após a criação do Reino de Portugal o galego começou a ser chamado de galaico-português ou galego-português. Durante os "Séculos Escuros" de opressão castelhana o idioma galego foi extinto oficialmente na Galiza e imposto a castelhano. Só nos meios rurais e familiares continuou a ser falado. Os galegos foram desalbefabetizados no seu idioma materno e bombardeados com o castelhano. Pelo contrário os portugueses durante esses séculos tiveram a maior expansão da sua História, a língua que falavam era a usada por todos nas transações comerciais por toda a África oriental e ocidental, Brasil, Canadá atlântico, Índia e toda a Ásia incluíndo o Japão e China. O idioma que os portugueses falavam por todos os continentes era o galego-português, mas estava extinto pelos castelhanos na própria Pátria Galega por isso começou a ser olvidada a palavra galego restando só português como o nome do idioma.

5ª Porque a RAG nos está a criar um novo idioma com norma escrita diferente se o galego com desenvolvimento livre foi conservado pelos portugueses?

É uma questão meramente política. O receio que alguém ainda tem, que a Galiza se torne independente se tiver um idioma, com uma norma escrita de valor internacional. O português/galego é o idioma oficial de 10 países, incluindo a Região Autónoma de Macau na China. Adiciona ainda que sem ser idioma oficial é também a língua materna de milhões de pessoas de territórios em vários continentes, com destaque para a Índia no antigo Estado Português da Índia ( Goa, Damão, Diu, Dadrá e Nagar-Aveli) que foi português durante 5 séculos. É também língua oficial na União Africana, no Mercosul e na União Europeia. É a língua materna de mais de 300 milhões de pessoas de países de todos os continentes do mundo.
Se o verdadeiro galego, conhecido hoje como português devido à opressão na Galiza pelos castelhanos não valorizasse o nosso país os españolistas não o tentavam afastar dos galegos o mais possível com a invenção do “portuñol”, gastando com isso muitos milhões de euros dos nossos impostos. O galego-português é um dos idiomas mais falados e importantes no mundo.

O “portuñol” da RAG não tem qualquer futuro e é uma arma para destrocer e destruir o que resta do galego na Galiza. Na verdade o galego do século XXI é o português tudo o resto é política de destruição da nossa cultura e idioma materno. Faça como eu, diga não ao “portuñol” tente escrever o melhor galego-português que sabe.
Veja estes filmes:
http://br.youtube.com/watch?v=...

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http://br.youtube...

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unhagrandechea #3 21/Xullo/2008 unhagrandechea
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Moi bo o manifesto feito con moito coherencia e sen rencor e sen odio, non como está feito o españolista.Realmente se hai un idioma en perigo no noso pais ese é o galego.
Visitanos en http://www.unhagrandechea.org....

galeguzo #4 21/Xullo/2008 galeguzo
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#2 Manoel, o que tu fazes é spam.

#1 Brilhante comentário, Agil. E feliz que o Público adopte uma estratégia bem menos equidistante da que o El País.

galeguzo #5 21/Xullo/2008 galeguzo
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Por certo, do Público também resgato este inteligente comentário:

* * * *
Parece que hay muchos que creen que los bebes ya nacen sabiendo castellano, y que por eso es lengua común. Deberían recordar más a menudo que nacemos sin lengua, que aprendemos la que nos da de mamar y que para 8 millones de españoles ésta no es el castellano. Los catalanohablantes aprendemos castellano desde pequeños y nuestro esfuerzo nos lleva, lo que luego nos permite acceder a la administración pública en toda España. No nos viene caída del cielo, sino que tenemos que hacer el esfuerzo de aprender una segunda lengua, la castellana, que no es nuestra lengua nativa. Hablan de la lengua común como si de un equipo de serie se tratase, olvidando que de serie sólo les viene a ustedes. Los demás tenemos que ponernos el equipo, y pagarlo con nuestro esfuerzo, aprendiendo el castellano además de nuestra lengua materna.

LOIS_DE_SILAN #6 21/Xullo/2008 LOIS_DE_SILAN
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"Mientras se rechazan determinadas políticas alentadas por los gobiernos autonómicos que se limitan a reclamar para las lenguas respectivas las mismas prerrogativas de las que disfruta el castellano en Madrid, en Sevilla o en Valladolid,..."

Na Galiza nin iso!, aquí, empezando polos da Mesa, confórmansevos con que o galego teña o mesmo estatus que ten o castelán NA GALIZA. Os deste manifesto contramanifesto polo menos entenderon que o da igualdade hai que referilo ós territorios respectivos de cada ligua.

Por outra banda, abraia a celeridade coa que Vieiros está retirando novas relevantes sobre as linguas españolas ...

ManoelGalego #7 22/Xullo/2008 ManoelGalego
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A causa da Galiza não é ideológica. Galiza é uma Nação.
É uma desgraça nacional que praticamente só parte da esquerda a defenda.
A direita em todo o mundo é normalmente defensora das suas origens e cultura, veja-se na Catalunha por exemplo. Infelizmente pelo contrário na Galiza nasceram homens como franco, fraga e rajoy que sacrificam a Pátria pela sua promoção pessoal em Madrid e por isso não merecem ter o seu nome escrito em GALEGO-PORTUGUÊS em maiúsculo.
Veja este vídeo: http://br.youtube.com/watch?v=... o “vira casacas”.
Vamos todos fazer um esforço em escrever em galego-português porque mais vale escrever com erros em português na norma internacional do que em “galenhol” ou “portunhol” da RAG como lhe queiram chamar.
O idioma dos nossos pais desde o século IX foi o GALEGO-PORTUGUÊS durante 7 séculos até à opressão castelhana. É esta a única língua com poder de tornar a Galiza uma Nação soberana no mundo livre da vassalagem a Madrid.

Gaias #8 22/Xullo/2008 Gaias
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A unica lingua nada na Galiza, e patrimonio de todolos galegos chamase GALEGO.
O castelan e un dialecto do idioma galego-portugues.
Nos temos que defender o noso. Pq e o que nos identifica como un pobo con identidade propia e con algo que aportar neste mundo globalizado no que vivimos. O galego enriquecenos.
Os que defenden este manifesto antigalego,catalan e euskera o fan por envexa e por fachas. Pq non teñen unha lingua propia coma nos que non sexa o castelan, e pq saben que somos nazon por ter identidade e queren erradicarnola, que e o que tentou sempre o nacionalismo español o longo da sua historia. Xa fora cos indixenas ou cos galego,catalans e vascos.
Para eles español e o lolailo, os touros, a cruz e os castelan.

baltar69 #9 22/Xullo/2008 baltar69
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anque eu estou de acordo con manoelgelego en moitas cousas, non podo concordar con esa petición súa de escribir en galego-portugués anque sexa mal.
os idiomas son corpos vivos e como tales non evolucionan en condicións de laboratorio se non que o fan en contacto e desgaste con outros factores sociais, económicos e xeográficos.
ós galegos roubáronnos, durante moitos séculos, a nosa língoa, pero tamén nos roubaron as materias primas, a poboación, a conciencia e o orgullo de ser unha nación de séu. pero con todo eso hai que vivir e non podemos coroar a xohana de raíña de galicia nin asentarlle a cabeza sobor dos ombreiros a pardo de cela e moito menos recuperalo carbón queimado en meirama ou nas pontes reclamando os actuais accionistas da privatizada endesa. teremos que construila nazón co que temos, con toda esa herencia imperfecta e tamén con ese idioma escindido e castelanizado por tantos séculos de paulatino desgaste.
ahora ben, o que non podemos xá e contar con madrí para nada. eles, os trastámara, os hasburgos, os borbóns, a súa nobleza e o clero, tan ben representado ahora polo noso arzobispo rouco, foron até hoxe fieles sostedores dunha caterva de grupos económicos con formas totalmente colonialistas que utilizaron os pobos da península para as súas empresas de enclave mentras enriquecían a metrópoli. cá publicación estes días dos balances do estado central e as autonomías, os expertos funcionarios do ministerio de solbes seguen a propagalo bulo da hipotética limosna que o noso país precisa para seguir existindo e do abismo no que se caería si buscamos máis autogoberno.
é todo mentira, son cálculos interesados e que para nada teñen en conta xa non soio o esquilmado se non o que continúan a esquilmar.
o problema non somos nos. nin a nosa economía nin a nosa fala, a outra mula con esa alforxa. o problema é pensar que o séu idioma ten o peso que ten e que o resto non ten nengún. pero é mentira, xa digo: madrí contribúe con pouco máis do 15% do pib e recauda case o 50% dos tramos impositivos e o galego, nas súas diferente formas e variedades, ten un área de influencia de case 300 millóns de falantes en catro continentes. e sí, haberá que facer un traballo grande para fixalo cerca de esta lusofonía, pero non acado que debamos transformalo en portugués: non fuxamos do demo para aliarnos con satanás.
pero, sexa como sexa, que lles quede claro a éstes do manifesto que esa españa pola que laian, acabouse.

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