Máis de 190 mil nenos e nenas de Educación Infantil, Primaria e Especial inician esta quinta feira o ano escolar 2008-09.
Un total de 191.565 crianzas de Educación Infantil, Primaria e Especial comezan esta quinta feira o curso escolar 2008-09, un 1,58% máis ca o anterior, segundo os datos facilitados pola Consellaría de Educación.
O sistema educativo público segue a ser o maioritario no noso país: o 68,35% do alumnado, 130.939 nenos e nenas, estudarán en centros públicos; 56.167 (29,32%) farano en concertados e 4.469, o 2,33%, en privados.
Estes deberán repartirse entre os 929 colexios públicos (141 crianzas de media por escola), 209 privados concertados (209 crianzas) e 33 privados (135) que existen, en total, 1.174 centros educativos en todo o país.
Novidades e conflitos
A consellaría salientou o investimento de arredor de 57 millóns de euros realizado en obras de mellora ou de construción de novos inmóbeis en 169 colexios. Tamén resalta como novidades a avaliación de diagnóstico en Matemáticas, Lingua galega e Lingua española para os alumnos que rematan o segundo ciclo de Primaria e 2º da ESO.
Por outra banda, sindicatos educativos e asociacións manteñen diferenzas co departamento que dirixe Laura Sánchez Piñón en diversos asuntos, como por exemplo respecto ao servizo que se presta en comedores escolares (387 xestionados por Educación e 157 polas Asociacións de Nais e Pais de Alumnos), aos horarios e ao número e composición dos equipos docentes.
Bom, valeu isso de «crianzas».
É curioso, penso no medo que pode entrar a um jornalista na hora de escrever um Ç num titular. A mudança não seria muita:
«Sete de cada dez crianÇas do país estudarán este curso nunha escola pública»
Mas acarreta outras mudanças. E todas juntas são demais para quem quer passar despercebido.
Ainda que na realidade, os jornais não querem passar despercebidos... (?)
De todas maneiras, o Ç é letra bem galega que Rosalia utilizou. Se soubessem argumentar bem o seu discurso, não teriam medo (os jornalistas) de escrever CRIANÇAS.
Os 209 privados concertados é uma barbaridade que o bipartito de "esquerdas" parece não querer arranjar.
Ensino público e em galego!!!!!
Triacastela, Samos, Paradela, O Íncio, Portomarim, Baleira e Abadim ficarão sem primária neste novo ano leitivo.
Trás vários meses protestas e movilizações. Mágoa que Vieiros não deu nem dá cobertura a esta notícia.
...co bonito que e picaro, cativo, pequeno, neno.
Vaia, chairego, líchesme o pensamento.
Polos vistos, algum gosta máis do "crianza" que das crianças.
...e nom me refiro a 2#, que escreveu a cousa máis atinada e importante das que lim em Vieiros de uns dias para acô.
O dos privado-concertados é delictuoso.
Onde hai governo de esquerda neste impaís? Com quem foi que se reuniu primeiro a Conselheira do ramo? Gostaria de ver fazendo o mesmo a umha conselheira do Bloco, teria que passar polo aro igual? Quem o sabe? mais eu suspeito que si.
"Atado y bien atado" se repararmos nestes "detalhes" temos de conclír que na Galiza governan os mesmos desde fins de Julho de 1936.
#5 #6 :-D
#3 #4 E logo "crianza" (criança) não é uma palavra galega? Ademais, criança é uma palavra de género neutro (serve para o masculino e feminino). "Pícaro", "cativo", "pequeno", "neno", se reparas, só as escreveste(s) na forma masculina. Uma linguagem não sexista deveria advogar polas soluções dúplias ("cativos e cativas", "nenos e nenas") ou, como atinadamente faz Vieiros, apostar nas formas neutras. Sobre isto recomendo-vos o Manual Galego de Língua e Estilo, que tem um capítulo dedicado na íntegra a estes temas.