Polo reiterado incumprimento da obriga de facilitar durante un mínimo de catro días ao mes o acceso gratuíto ao monumento.
A Dirección Xeral de Patrimonio Cultural da Consellaría de Cultura abriulle este venres un expediente sancionador ao propietario do Castelo de Pambre, situado en Palas de Rei (A Ulloa). A razón é o reiterado incumprimento da súa obriga de facilitar durante un mínimo de catro días ao mes o acceso con carácter gratuíto ao monumento, declarado Ben de Interese Cultural (BIC).
A apertura do procedemento sancionador, que se pode resolver cunha multa económica de até 60 mil euros, prodúcese logo de "reiteradas comunicacións", segundo informou Patrimonio. O 1 de agosto de 2006 envióuselle unha primeira informativa, solicitándolle unha proposta para o cumprimento da lei.
O 6 de setembro de 2007 o director xeral de Patrimonio Cultural, Felipe Arias, reuniuse co propietario para acordar as medidas a adoptar ao respecto do acceso público ao castelo. Logo, o 26 de decembro pedíuselle información en relación coas actuacións realizadas nese senso.
Dilación do proceso por parte do dono
En todo este período en que se produciron diversas comunicacións e xuntanzas co propietario, este dilatou a presentación dunha solución para a apertura, que nunca chegou a facer efectiva, sinalan dende a Consellaría de Cultura.
O Castelo de Pambre, do século XIV, está considerado un dos mellores exemplos de arquitectura militar medieval do país. Conta cunha muralla exterior de planta irregular e con outra interior cuadrangular, que alberga unha capela do século XII e un hórreo.
Expropiaçom já, e reabilitaçom a cárrego de verdadeiros peritos, nom dos"espertos" que fam as desfeitas habituais.
Se temos que aguardar aos "irmandinhos" do BNG @ vigia do castelo, pode durmir tranquilamente.
Que lho expropiem ja,total e un herdeiro do paquinho
Expropiación xa. Cando aprenderemos que o patrimonio galego non só ten valor histórico ou cultural senón que pode ser tamén un importante activo económico?
A torre e os lenzos precisan xa dunha restauración. Calqueira día comezan a cair.
Expropiación? A Constitución garante a propiedade privada, coma é este caso. De expropiación nadiña, iso si, a Xunta actúa correctamente ao esixir as visitas coma Ben de Interese Cultural que é.
Semella que Patrimonio de Lugo andou máis afoute ca no caso do castro de San Cibrao.
Expropiación XA!!!
O QUE FAZ O NACIONALISMO?
A padeira Brites de Almeida não foi uma mulher vulgar. Era nacionalista, grande, com os cabelos crespos e muito forte. Não se enquadrava nos típicos padrões femininos e tinha um comportamento masculino. Nasceu em Faro Portugal, de família pobre e humilde.
O dia 14 de Agosto de 1385 amanheceu com os primeiros clamores da batalha de Aljubarrota e Brites não conseguiu resistir ao apelo da sua natureza. Pegou na primeira arma que achou e juntou-se ao exército português que só com 6500 homens já incluindo 300 arqueiros ingleses naquele dia derrotou o invasor castelhano com um poderoso exército com mais de 30000 homens incluindo castelhanos, franceses e genoveses. Depois da derrota castelhana chegou a casa cansada mas satisfeita, despertou-a um estranho ruído: dentro do forno estavam sete castelhanos escondidos. Brites pegou na sua pá de padeira e matou-os logo ali. Tomada de zelo nacionalista, liderou um grupo de mulheres que perseguiram os fugitivos castelhanos que ainda se escondiam pelas redondezas. Conta a história que Brites acabou os seus dias em paz junto do seu marido lavrador mas a memória dos seus feitos heróicos ficou para sempre como símbolo da independência de Portugal. A pá foi religiosamente guardada como estandarte de Aljubarrota por muitos séculos, fazendo parte da procissão do 14 de Agosto.
A Batalha de Aljubarrota foi uma entre muitas que o invasor castelhano foi derrotado e humilhado em Portugal: http://es.wikipedia.org/wiki/B...
No fim da batalha nenhum comandante português foi ferido. Dos 5 comandantes castelhanos 2 foram mortos, 2 ficaram gravemente feridos e prisioneiros e 1 (D. Juan) fugiu gravemente ferido. Morreram mais de 10000 homens do lado castelhano (em 2004 um historiador espanhol diz que só morreram 3000) e 6000 foram presos. A certeza é que dos 30000 homens do exército comandados por D. Juan I de Castela que invadiram Portugal só menos de metade voltam. Dois rios na zona de Aljubarrota ficaram entopidos com os corpos mortos das tropas castelhanas. O povo matava todos os soldados castelhanos que debaixo de humilhação tentavam fugir até que o Rei de Portugal pediu clemência ao povo pelos derrotados. Foi decretado luto em Castela.
cansinos... se que algúns sodes cansinos con tanto portugués, lusismo e caralladas do que o 99,9% da poboación suda...
comentade as noticias carallo e non fagades máis apoloxía da vosa teoría lingüística que aburre ás ovellas.
Oi que lérias bcngz, cá cada quem comenta o que quiser. Quem es tú para dizer o que se deve comentar ou não?
Que fique claro que eu também estou em dessacordo com algum troll que quer meter o seu comentário venha ou não ao caso, mas a tua pretensão de asimilar-nos a todos os reintegracionistas nessas posições é muito pouco edificante.
Desse 99,9% que falas imagino que terás dados concretos. Seria de agradecer que nos desses a conhecer os estudos nos que fundamentas essa afirmação.
Obrigado
concordo con bcngz.
os comentarios, se veñen a conto. pero tirar de enciclopedia e encher este espazo é, precisamente, unha mala publicidade á causa lusa.
Mas nem eu, nem outros lusistas, nem ninguém é responsável pelo que escrevem pessoas individuais.
Cá cada quem fala por si. O reintegracionismo não é um bloco monolítico em que a opinião de um membro poida ser extrapolável aos demais.
Julgar um coletivo pela atitude de um ou vários dos seus integrantes é, no mínimo, altamente injusto. No mínimo.
O gaviotero é um entranhável troll espanholista. Não todos os espanholistas são trolls.
O LiberdadeGaliza semelha um trollete reintegracionista. Não todos os reintegracionistas são trolls.
Um tal Castrexo (por pôr um exemplo antigo) era um ferrenho troll isolacionista. Não todos os isolacionistas são trolls.