O sindicato nacionalista acusa a Consellaría de Educación de ceder á chantaxe de centros "con idearios ultraconservadores e reaccionarios".
Logo de que este xornal revelase que a Consellaría de Educación volveu subvencionar este ano a colexios privados que non permiten a existencia de aulas mixtas, a CIG-Ensino anuncia que vén de presentar un contencioso administrativo diante do Tribunal Superior de Xustiza de Galicia (TSXG). Os servizos xurídicos do sindicato pretenden que se anule a orde publicada o pasado 27 de agosto no DOG polo que se subscriben e modifican os concertos educativos. Por medio desta orde, a Xunta volve destinar fondos públicos a cinco centros vinculados ao Opus Dei e que separan a nenas de nenos nas aulas (Las Acacias, Montecastelo e Aloya en Vigo; Montespiño e Peñarredonda na Coruña)
A CIG-Ensino considera que “é totalmente incomprensíbel e inaceptábel” que a Consellaría de Educación subvencione “ao cen por cen” centros que “incompren flagrantemente a lexislación, imposibilitando un ensino coeducativo”. O sindicato nacionalista considera que a consellaría está a ceder á presión “de centros vinculados a posicionamentos retrógrados e con idearios ultraconservadores e reaccionarios”.
Hai que lembrar que a LOE (Lei Orgánica da Educación) aposta pola coeducación de nenos e nenas. Este mesmo ano, unha sentenza do Tribunal Supremo deulle a razón ao goberno de Castela-A Mancha que decidiu retirarlle en 1999 as axudas a aqueles centros que segregaban o alumnado por razóns de sexo. Nun primeiro momento os tribunais anularon esta decisión, pero o Tribunal Supremo considera que a administración pública ten dereito a exixir aulas mixtas naqueles centros privados que axuda a financiar.
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Poderia-se explicar qual é a legislação que estes centros incumprem, exactamente? Ou esta apreciação da CIG é uma apreciação, digamos, fundamentalmente vaga em relação ao «espírito das leis»?
un goberno de progreso, como o do bipartito, non pode permitir esta subvención
O pavero son eses que defenden a segregación de nenos e nenas, coma no franquismo, por seccións. Non sexamos parvos, detrás deste ideario hai un xeito de ver a sociedade máis propio de hai catro décadas. Cos meus cartos non quero que se incentive unha cultura machista.
A segregación é contraria á Constitución: non valen os idearios anticonstitucionais!
Espero que a CIG tamén impugne a violación dos dereitos lingüísticos neses e noutros centros públicos e privados.
Falando em violação de direitos linguísticos, por que a CIG não se mete com os seus "companheiros" de grémio que estão a incumprir a normativa vigente no referente à utilizão da nossa língua nas aulas.
Parece que não se entendem algumas cousas. Faço uma pergunta mais clara: em que pedaço legislativo, estatal ou autonómico, se proclama a obrigatoriedade de que os nenos e as nenas estejam misturados nas mesmas aulas? Agradecedria que se citasse lei ou regulamento e artigo em questão.
Se essa obrigatoriedade existe, então mal para a CIG: nesse caso, este sindicato não deveria exigir à Xunta que privasse estas escolas de subsídios: o que deveria é exigir à Xunta, como a todos os organismos públicos competentes, que *obrigasse* estes centros a misturarem nenos com nenas, pondo fim desta forma a uma conduta ilegal. Aliás, seria interessante que a CIG fizesse notar que as administrações teriam sido conniventes com a existência destas condutas ilegais.
Ora bem, se é legal colocar nenos e nenas em aulas diferentes (isto é, se está permitido e não se pode perseguir com a lei na mão), a conto de quê exige a CIG que a Xunta ponha fim ao concerto económico com estes centros? A que são do Opus? A que a Xunta deve dar dinheiro a uns centros sim, porque estes são "normais" e a outros não porque são "reacionários"? Se a Igreja Católica exigisse à Junta de Castela e Leão que pusesse fim aos concertos económicos nos quais dominam os professores com tendências "rojo-separatistas", como qualificaríamos a tentativa dos bispos? Tentativa de discriminação com base em motivos ideológicos, talvez?
Continuando com o que diz Caotinha, redundo com o argumento que já coloquei noutros comentários. Os professores do ensino público têm o privilégio (que não o direito) de enviarem os seus filhos à universidade sem pagarem de matrícula nem um céntimo. Os meus pais, por exemplo, que trabalhavam servindo cafés e almorços (ele) e levando as contas duma mediana empresa (ela), não tiveram esse esse direito, e portanto pagoram, ademais da minha matrícula, a sua correspondente parte de impostos para pagarem a educação dos filhos dos professores públicos da CIG-Ensino (que ganham todos eles mais que os meus pais, sem dúvida, ainda que trabalham menos). E com estes quartos que fazemos, Moltres? É claro que, dada a quantidade de professores da pública que estão filiados na CIG (alguns deles com um compromisso com o ideário nacionalista e progressista mínimo), este sindicato nunca vai reparar neste "pequeno" problema. Já com os professores da privada deve ser diferente: como a maioria deles suponho que não estarão sindicados, provavelmente o corporatismo da classe funcionária não os afecte.
Parabéns Vieiros, por ir de vangarda informativa. Ánimo! A palabra é de quen a traballa
Vejo que os meus comentários não são respondidos, mas sim são votados em contra. A que se deve? Incapacidade de responder não será, porque como todos sabemos, a esquerda possui a supremacia total da capacidade dialéctica e lógica (não como a direita, que tem que impor as suas cousas «a la chita callando», consciente da impossibilidade de defender o seu egoísmo à luz pública). Sem dúvida o silêncio dos que votam em contra das minhas minhas opiniões é devido à modéstia.
Pelo menos digam-me se é verdade ou é mentira a afirmação da CIG (ou de Vieiros) de que ter aulas de nenos e aulas de nenas viola «flagrantemente» a lei, e qual lei é essa.
Segue abaixo um texto censurado e borrado por Vieiros. Vieiros é um dos meios de comunicação na Galiza ocupada por Castela onde há maior liberdade de expressão. Por isso é fácil quantificar a extrema opressão da colonização castelhana. A dependência financeira perante a Junta para divulgação do “portunhol” da RAG como de um produto comercial se tratasse é uma das justificações... mas há outras...
«O assunto mais importante na Galiza no momento é a nossa língua nativa e materna, sem isto estar resolvido nada mais interessa! A recuperação da nossa língua nativa é a base indispensavel para todo o desenvolvimento da Galiza e dos galegos.Não ganho nada por querer reintegrar a minha lingua nativa e materna mas há quem viva de forma parasita por ser isolasionista sabendo que está a matar a Pátria GALEGA. Peço desculpa pelo tamanho do texto mas o assunto é fundamental para todos os galegos e galegas. Será um texto valorado como óptimo para os patriótas e péssimo para os espanholistas.
História do IDIOMA GALEGO
I-Introdução
Temos de diferenciar o que é um idioma nativo de uma língua de adopção.
Por exemplo o Galego é um idioma nativo para Galegos, Portugueses e de todos os Galaico-portugueses espalhados pelo mundo.
O Galego/português é o idioma de adopção de Angolanos, Brasileiros, Moçambicanos, São tomenses, Caboverdianos, Macaenses, Timorenses e Guineenses. É também idioma de adopção sem ser oficial em muitos territórios do mundo em especial no antigo Estado Português da Índia.
Um idioma de adopção é uma língua que já existe criada por um povo diferente sendo depois ensinada e implementada a uma região ou a um país.
Pelo contrário um idioma nativo é criado durante periodos milenários e representa o expoente máximo da cultura e raizes de um povo. É isto que estão a querer roubar-nos.
II-Nascimento do Galego
Quando os romanos chegaram à peninsula Ibérica encontraram um povo com uma origem e dialeto (ainda não era idioma) nativo comum resultado de culturas milenárias descendentes de maioritariamente celtas e ainda lusitani, cónios e gróvios (mais tarde seriam também assimilados visigodos e suevos) em toda a parte ocidental atlântica.
Dividiram este povo administrativamente em duas províncias a Galécia (em latim Gallaecia ou Callaecia) e a Lusitânia (em latim Lusitania).
A Galécia ficava a norte do rio Douro. A cidade mais importante e capital histórica era Bracara Augusta, a actual cidade Portuguesa de Braga.
A Lusitânia era todo o território do actual Portugal a sul do rio Douro, a província da Estremadura Espanhola e parte da província de Salamanca. A cidade mais importante e capital histórica era Ermita Augusta actualmente a cidade de Mérida na Estremadura Espanhola. Os povos destas províncias romanas tinham já um passado comum o seu dialecto já era muito uniformizado e destinguia-se dos restantes povos da peninsula Ibérica devido à sua matris maioritariamente Celta. O Galego teve uma grande evolução a partir do século II com a assimilação do latim vulgar falado pelos romanos incorporando léxicos como: pré-celtas, celtas, basco, germânicos e provençais.
III-O Galego durante o Reino Suevo
O Reino Suevo teve início no ano de 409 e foi a mais antiga estrutura política das regiões que incluia a actual Galiza , Norte e Centro de Portugal depois da queda do domínio romano. Este Reino é o berço do futuro Reino da Galiza não só pelo contributo da consolidação do idioma galego como as fronteiras desde Reino e a caracterizazão humana ser praticamente a mesma do futuro Reino da Galiza e ainda hoje incluindo o norte e centro de Portugal. Foi o primeiro reino que se separou do Império romano e cunhou moeda. Os suevos eram um povo germânico que entrou no noroeste da Península Ibérica mas com pouca população. Rapidamente tomaram o controlo do território devido à grande capacidade de organização, mas com o seu número reduzido não modificaram grandemente a cultura, pelo contrário foram até assimilados. http://pt.wikipedia.org/wiki/R...
As duas palavras conhecidas mais antigas escritas em Galego cunhadas em pedra “ Pai e Filho” atribui-se à época do Reino Suevo.
Os suevos introduziram o catolicismo no ano de 449 nos territórios a norte do rio Tejo ( Galiza, Norte e Centro de Portugal). http://pt.wikipedia.org/wiki/I...
Mais tarde os visigodos ocuparam o Reino Suevo, mas não alteraram nada a nível de população, língua e cultura, mantiveram as dioceses suevas de Tuy, Braga, Orense, Iria, Bretonha, Lugo, Astorga, Viseu, Coimbra, Idanha e Porto.
IV- O idioma Galego subreviveu durante a invasão muçulmana e a reconquista Cristã
Por volta do ano 711 quase toda a Peninsula Ibérica foi invadida e ocupada por árabes.
Para os povos da Galiza ocupada por Castela e da Galiza livre (Portugal) pode dizer-se que a sua história começou com a reconquista cristã e reposição da herança da matriz humana, linguista e territorial do Reino Suevo. A relação com os povos da antiga Lusitânia e Galécia não tem quantitivamente a relação que oficialmente se dá devido às invasões que estes territórios sofreram e deslocações de populações.
No século VIII a Galiza foi uma zona de guerra até que Dom Afonso um chefe asturiano reconquistou toda a Galiza de hoje, Norte e Centro de Portugal aos muçulmanos e foi restabelecido o território, tecido humano e línguistico que tinha existido no Reino Suevo. Nasceu então o Reino da Galiza, praticamente com a mesma caracterização do Reino Suevo. Dom Fernando, rei de Leão e Castela, notabilizou-se consolidando as reconquistas e quando faleceu em 1065 reconheceu as diferentes nacionalidades e repartiu os seus domínios pelos filhos: Sancho ficou com o Reino de Castela, Afonso com o Reino de Leão e Astúrias, e Garcia com o Reino da Galiza (e portanto com o condado de Portugal transformado mais tarde em reino independente por galegos que não queriam depender do rei de Leão e Castela após este ocupar a Galiza). Depois de varias lutas entre os irmãos, morto Sancho e destronado Garcia, Afonso VI de Castela ocupa todos os reinos criados pelo seu pai, tornando-se assim rei de Leão, de Castela e de Galiza. O rei Garcia da Galiza foi transformado em figura decorativa obrigado a prestar vassalagem ao rei castelhano. Muitos galegos opuseram-se e por isso dois terços da Galiza, o condado de Portugal tornou-se independente. A outra parte (Galiza de agora) ficou colonizada por Castela até hoje.
V-O Idioma Galego durante a ocupação mulçumana e depois da independência de Portugal
O idioma galego continuou a ser o usado pelos povos do antigo Reino Suevo, mesmo durante a ocupação muçulmana da Península Ibérica. Uma língua é o resultado de sentimentos e cultura de um povo durante muitos séculos. O primeiro documento escrito que se conhece em Galego é do século IX. Por isso é considerado oficialmente o galego como idioma desta data. Neste documento perante a qualidade da escrita reconhece-se já como um idioma formado e não um simples dialecto. Essa fase já o galego teria passado há vários séculos. Pela qualidade do documento escrito em galego no século IX pensa-se que o idioma já estaria constituído deixando de ser um simples dialecto pelo menos no século VI.
O galego conhecido internacionalmente com este nome, comum à Galiza e a Portugal, teve pelo menos setecentos anos de existência oficial como língua culta e plena, mas as derrotas que os nobres galegos a norte do rio Minho sofreram ao tomar partido pelos bandos perdedores nas guerras pelo poder em finais do séc. XIV e princípios do XV provoca a colonização da nobreza galega e a dominação castelhana, levando à opressão e ao desaparecimento público, oficial, literário e religioso da língua até finais do século XIX. São os chamados "Séculos Escuros". O galego em Portugal, por seu lado, durante este período gozou de protecção e desenvolvimento livre, graças ao facto de Portugal ser na verdade uma Galiza livre e ter sido o único território peninsular que ficou fora do domínio linguístico do castelhano. Durante pelo menos sete séculos teve uso como língua culta, fora dos reinos da Galiza e de Portugal, nos reinos vizinhos de Leão e Castela. Escrevendo em galego, por exemplo, o rei castelhano Afonso X o Sábio, as suas "Cantigas de Santa Maria". A sua importância foi tal que se considera a segunda literatura durante a Idade Média só depois do Occitano. http://pt.wikipedia.org/wiki/L...
Depois da independência de Portugal os portugueses não mudaram de idioma, continuaram a falar galego. Os próprios portugueses durante séculos ainda se consideravam galegos. http://pt.wikipedia.org/wiki/G...
Portugal era dois terços do Reino da Galiza, a idependência nada teve a ver com o querer separar-se do resto da Galiza mas sim o tornar-se independente de Leão e Castelha que tinham ocupado a Galiza. Desde a independência de Portugal até ao ano1300 , nos reinados de D. AfonsoI, D. SanchoI, D. AfonsoII, D.SanchoII e D. Afonso III os portugueses diziam que falavam GALEGO.
http://pinhoada.blogspot.com/2...
Só o Rei D. Dinis sendo poeta e escritor começou a chamar ao idioma GALEGO-PORTUGUÊS ou GALAICO-PORTUGUÊS. O Idioma continuou a ser o mesmo tanto na Galiza ocupada por Castela como na Galiza independente que passou a chamar-se Portugal . http://pt.wikipedia.org/wiki/D...
VI- Séculos escuros tentativa dos Castelhanos extinguirem o idioma galego
Depois de derrotas militares dos galegos com os castelhanos por finais do séc. XIV e princípios do XV assiste-se à colonização da Galiza pelos castelhanos no pior sentido. Os galegos foram oprimidos económicamente e culturalmente, foi extinto o idioma galego pelos castelhanos assiste-se ao desaparecimento público, oficial, literário e religioso da língua nativa.
http://gl.wikipedia.org/wiki/S...
A nobreza galega foi substituída por castelhanos. Os galegos passaram a ser colonizados e os castelhanos a mandar.
http://gl.wikipedia.org/wiki/L...
Com a extinsão oficial do Galego-Português na Galiza não fazia sentido a língua continuar-se a chamar Galego-Português. O idioma passou a partir daí a chamar-se simplesmente PORTUGUÊS.
Com a extinsão oficial do galego na Galiza:
- O idioma deixou de ser escrito.
- Passou a ser falado só em casa.
- Falado maioritariamente pela população menos culta dos campos.
- Passou a ser um idioma de ouvido sujeito às maiores deturpações.
Quando em finais do século XIX altas personalidades galegas querem salvar a língua nativa, ela não está morta mas tem muitas enfermidades resultantes da opressão castelhana durante séculos. Os galegos falam muito mal o seu idioma nativo e materno, está cheio de castelhanices e por não haver escrita muitas das palavras foram deturpadas.
Pelo contrário na Galiza livre ( Portugal) a língua esteve livre de colonização, o galego foi conservado e aprefeiçoado na escrita à oralidade de origem galega/portuguesa. Por isso o IDIOMA GALEGO do SÉCULO XXI é o PORTUGUÊS de HOJE como JÁ o ERA no SÉCULO IX http://www.xornalgalicia...
Em Vieiros: http://www.vieiros.com/blog/am...
VII- A União Europeia obriga o Estado Espanhol a reconhecer as línguas minoritárias
Antes deste direito o galego era proibido. Agora o Estado tenta inventar um dialecto artificial que afaste os galegos dos seus irmãos da fala, negando-nos o direito de recuperar a nossa língua nativa e materna. Estão a fazer um crime cultural e colectivo de nos impor a troca do nosso idioma nativo e materno por um dialecto artificial de adopção da RAG. É o mesmo que obrigar um pai a rejeitar um filho saudável e adoptar um estranho defeituoso. http://br.youtube...
Os galegos têm o direito de receber em canal aberto os canais de televisão portuguesa para ouvirem o seu idioma nativo, original, materno actualizado http://br.youtube...
Os galegos têm o direito de influenciar o desenvolvimento da sua língua nativa e materna: http://br.youtube...
Há políticos galegos que sabem falar galego mas não o defendem http://br.youtube...
Galegos e portugueses têm a mesma origem cultural: http://br.youtube...
A Galiza é uma Nação colonizada . O galego-português na norma internacional é um meio imprescidível para a descolonização da Prátria Galega.
Se no parlamento Europeu oralmente o Português e o Galego são a mesma língua porque será que o Estado espanhol através da RAG quer isolar o galego na norma escrita e não aceita o padrão internacional? E gasta milhões de Euros dos nossos impostos a criar um dialecto padrão isolasionista artificial?
É uma questão política com receio da Galiza ganhar autonomia e força como Nação.
Porque a nossa língua ao contrário do catalão e basco por exemplo tem uma dimensão mundial sendo falada em todos os continentes por quase 300 milhões de pessoas e é oficial em 10 países incluindo a Região Autónoma de Macau na China.
Acresce ainda o facto que sem ser idioma oficial é também a língua materna falada e escrita de milhões de pessoas de territórios em vários continentes, com destaque para a Índia, no antigo Estado Português da Índia ( Goa, Damão, Diu, Dadrá e Nagar-Aveli) que foi português durante 5 séculos.
É também língua oficial das principais organizações mundiais como na União Africana (onde o espanhol não é), no Mercosul e na União Europeia onde oralmente é reconhecido como galego.
O galego e o português foi a mesma língua oficial falada e escrita na Galiza livre (Portugal) e na Galiza ocupada até os castelhanos a terem extinguido oficialmente na Galiza ocupada. Só a reintegração da nossa língua nativa e materna faz acabar com a colonização linguística dos galegos. A RAG tenta impor definitivamente a colonização castelhana da língua e isolar os galegos dos povos que falam a nossa língua nativa e materna. Tudo porque se teme das vantagens económicas e culturais que a Galiza obtém por entrar num mercado de cerca de 300 milhões de pessoas. Por isso todos os galegos e galegas se devem opôr ao dialecto “portuñol” da RAG. Nós temos como língua nativa e materna uma das mais faladas do mundo, não precisamos de a trocar por um dialecto criado artificialmente pela RAG para nos isolar no mundo.
Se na Galiza se continuar a escrever o dialecto “portunhol” da RAG ou o galego-português medieval enfermizado e descaracterizado e deturpado devido aos séculos escuros de opressão, o galego nunca passará de um dialecto regional isolacionista sem qualquer utilidade e por isso morrerá no tempo. Ficará somente a supremacia do idioma colonizador o castelhano. A Galiza continuará uma colónia espanhola desrespeitada até a sua própria identidade pelos e pelas espanholistas "Rosas Díez" por exemplo. http://br.youtube.com/watch?v=...
Esta senhora nunca falou quando o galego foi proibido na Galiza pelos Castelhanos. Fala agora da constituição do ocupante colonizador castelhano para legitimizar o neocolonialismo da Galiza. A Galiza é uma Nação. Que autonomia temos para fazermos uma constituição com a vontade galega e não com a castelhana? As regras do jogo estão viciadas pelos castelhanos. Só queremos viver como galegos.
Na Galiza tem de se falar em primeiro lugar o idioma GALEGO e não “portunhol” da RAG ou castelhano.»
1#,6# E 8#; Majorinus!
A segregación prohíbese no artigo 14 da Constitución:
"Artigo 14
Os españois son iguais ante a lei, sen que poida prevalecer discriminación ningunha por razón de nacemento, raza, sexo, relixión, opinión ou calquera outra condición ou circunstancia persoal ou social."
O 53.1 establece que para que poda existir segregación debe ser aprobada por lei expresa que a autorice e que non sexa contraria ó contido esencial do art. 14 CE.
"Artigo 53
1. Os dereitos e liberdades recoñecidos no capítulo segundo
deste título vinculan a todos os poderes públicos. Só por lei, que en todo caso deberá respectar o seu contido esencial, se poderá regular o exercicio de tales dereitos e liberdades, que se tutelarán de acordo co previsto no artigo 161.1.a)."
Por outra banda, concordo en que a CIG debera instar o cumprimento do ordenamento ... empezando polos seus afiliados!
Un saúdo. (E desculpas por non estar todos os días en Vieiros).
#10 Diz: "A segregación prohíbese no artigo 14 da Constitución:"
Sem se exercer na Galiza o direito à autodeterminação não há legalidade de Estado de acordo com a carta das Nações Unidas.
A constituição é espanhola. Que poderes têm os galegos para imporem nela os seus dieitos? O jogo está viciado pelos castelhanos.
Mesmo assim na constituição estrangeira espanhola há direitos galegos que não estão a ser respeitados.
Autodeterminação da GALIZA com todas as consequências. Fim à colonização e opressão castelhana.