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Estamos a preparar o galego para o futuro?

12:50 10/06/2008

Com o passar dos anos, muito tenhem mudado as circunstáncias em que se desenvolve o nosso principal sinal de identidade: o galego. Ao mesmo tempo, foi mudando a própria língua e a atitude da comunidade galegófona quanto a ela. Fala-se menos e transmite-se muito menos às novas geraçons. Basta só olhar para a língua usada polos filhos e filhas de umha grande parte de militantes nacionalistas, impotentes perante a nova correlaçom de forças idiomática.

No Dia das Letras de cada ano costumam escrever-se muitos artigos em que se realizam ‘diagnósticos’ da situaçom, mesmo em jornais escritos habitualmente em espanhol: ‘falta de promoçom’, ‘a igreja nom se galeguiza’, ‘contexto político opressivo’, ‘auto-ódio’, ‘atitude do espanholismo’... Porém, existem outros elementos responsáveis polo declínio da língua aos quais, incompreensivelmente, continua sem dar-se releváncia algumha. Esses elementos, nom obstante, multiplicam a sua importáncia de ano para ano. Quero salientar dous deles: a urbanizaçom da sociedade e o isolamento no contexto internacional que padece o galego.

A urbanizaçom da sociedade chegou já ao último cantinho da Galiza, polo menos no que di respeito à vontade das e dos jovens de imitar hábitos de vida urbanos. É umha vontade bem simples de satisfazer, reconheçamos, com o espectacular progresso comunicacional, no campo audiovisual por exemplo, que estám a viver as sociedades ocidentais. Com este processo em curso, o galego também deveria deixar de ser a língua doméstica e agrária que tem sido, mas facilmente podemos constatar que está longe de ser assim. Recorremos ao espanhol para pôr nome a qualquer objecto ou conceito da vida contemporánea e, nom é preciso dizer, para denominarmos qualquer cousa que, em geral, se compra ou se vende, isto é, praticamente todo o que usamos nos dias de hoje. Continuar a pôr os mesmos exemplos de ‘castelhanismos’ que eu estudei na escola (pueblo, Dios, bueno, carretera...) passou a ser, neste contexto, imensamente redutor. Há quem faga meritórias adaptaçons morfológicas de algumhas palavras, mas devemos perguntar-nos se existe algumha política lingüística capaz, nom só de deter a desfiguraçom formal do galego, mas também de conseguir socializar umha forma nem que seja timidamente galega da ingente quantidade de palavras que cada dia penetram nas falas galegas, através de relaçons comerciais cada vez mais diversificadas. Continuar a confiar, neste enquadramento, nos laboratórios terminológicos que nos proporciona a Real Academia Galega, ou os diferentes departamentos universitários, é tam irrealista como pensar que vamos normalizar o galego obrigando a memorizar a gramática a todos os galegos. Porque se continua entom a desconsiderar a relaçom das nossas falas com as outras variantes do galego-português, saudáveis na medida em que disponhem de meios de comunicaçom fortes que minguam radicalmente este problema?

Também som mui poucas as vozes que se atrevem a tratar com seriedade outro, digamos, ‘problema da língua’, de crescente importáncia: fortalece-se a impressom popular de que a subsidiaçom permanente de umha língua minoritária, desnecessária para as relaçons internacionais, é um esforço inútil. Há muitos anos que essa sensaçom popular existe, mas sempre foi tratada como um simples ‘preconceito’. Porém, a comunicaçom com o exterior continua a avançar e nom parece que o ‘preconceito’ vaia recuar. Cada vez som menos os jovens que chegam aos 25 anos sem ter visitado mais de um país estrangeiro. Parecerá constataçom simplificadora, mas muito menos se se perguntar aos avós deles se sequer chegárom a sair meia dúzia de vezes da sua comarca. Contra isto, os discursos do ‘legado cultural’, da ‘identidade’, etc., nunca deixarám de ter validez, mas é previsível que continuem a perder importáncia.

A luta pola sobrevivência
Por ocasiom do debate parlamentar sobre o acordo que aproxima as ortografias de Portugal e do Brasil, realizado em Lisboa, Carlos Reis, um dos seus grandes defensores, fijo umha advertência aos detractores do mesmo: daqui a algumhas décadas só um clube selecto de quatro ou cinco línguas continuarám a lutar pola sobrevivência. Portugal, continuava, nom deveria perder o trem desse clube recusando-se a fortalecer-se, neste caso através de um acordo ortográfico com o país lusófono mais forte: o Brasil.

Eu nom pido a ninguém que renuncie à defesa da mais minoritária das línguas, mas creio que seria um exercício de responsabilidade reflectir sobre umha hipótese que de facto já está instalada no senso comum da maioria das pessoas, também das galego-falantes: é evidente que em poucas décadas aquelas línguas que nom disponham de um ou vários estados para promovê-las tenhem um futuro incerto. Haverá quem diga agora, claro: ‘o galego há-se de falar se os galegos querem’ ou ‘se nom desapareceu em oito séculos, porque nom vai sobreviver agora?’ Sim, sempre haverá quem se refugie num optimismo vazio, disfarçado de patriotismo se o contexto o requer, mas o preocupante é que esse discurso centraliza a actividade de umha boa parte dos agentes culturais e lingüísticos deste país, incapazes de pensar o futuro com sequer 20 anos de antecedência, como ficou demonstrado desde a aprovaçom da Lei de Normalizaçom Lingüística. Como noutros assuntos (urbanismo, ambiente...) a responsabilidade política reside precisamente em ver além do ano em curso, da leirinha. O populismo ortográfico, como outros, poderá tornar-nos o caminho mais fácil agora, mas costuma nom ser o melhor para o futuro, cada vez mais presente.

Nom sou dos que penso que que a adopçom do ‘nh’ vai pôr todas as pessoas a falar galego, mas preocupa-me que parte do nosso mundo cultural continue instalado no ‘lamento’, virando as costas às reflexons que pedem avanços mais decididos no caminho da integraçom no mundo lusófono. Entretanto, a Internet provocou que se multiplicassem as pessoas que já caminham nesse sentido. Som ainda minoria, mas a motivaçom que as move marca significativamente a diferença. Será que vem luz no fundo do túnel, apesar das difíceis circunstáncias de isolamento que padece o reintegracionismo na actualidade?

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Comentarios (96)

Brais #1 10/Xuño/2008 Brais

Utilizo a norma ILG-RAG porque é a que está vixente. Ás veces, lendo artigos coma este no que se fala da necesidade de "levar ao contexto internacional" a nosa lingua, acabo case por darlle a razón aos reintegracionistas. A situación do noso idioma é dramática e semella que non acabamos de darnos contas.

Xeonllo #2 10/Xuño/2008 Xeonllo

Eu penso que a única forma de que o galego non desapareza é que sexa a ÚNICA lingua oficial en Galiza, e iso non tería porqué ser necesariamente coa independencia. Coido que a independencia non é imprescindible para que o galego sexa única lingua oficial. En Suíza, por exemplo, hai tres ou catro linguas oficiais. No estado español debería respetarse a existencia de linguas diferentes do castelán de maneira efectiva, e a única maneira efectiva é que esas linguas sexan oficiais en exclusiva no seu territorio. Iso significaría que toda a prensa sairía nesa lingua, no noso caso en galego. ¿Por que non vai ser posible? ¿Non se fala de facer cambios na constitución? Pois un podía ser ese. E debemos ser conscientes de que a nosa lingua, o galego-portugués, é unha lingua moi falada no mundo.

galeguzo #3 10/Xuño/2008 galeguzo

Meu muito prezado Eduardo, subscrevo cada frase deste teu artigo, em especial três ideias:
1) a de que pouca gente saiu do país ou do seu "habitat" imediato
2) a de que o castelhano é a fonte de inspiração para a terminologia referente a qualquer cousa mais ou menos "nova", mesmo a gíria juvenil
3) o último parágrafo

Sobre isto último, certo escritor de sona, chamado mesmo de "escritor nacional" e premiado por essa condição, tem chamado de "traidores à pátria" um grupo de gente polo simples facto de serem reintegracionistas. Ao tempo, escritor, como tantos, não tem inconveniência em escrever num jornal redigido integramente em espanhol e no qual costuma haver artigos ou notícias que põem em causa qualque iniciativa de normalização do nosso idioma. Quem é que é o traidor?

Abraços.

croiosdetector #4 10/Xuño/2008 croiosdetector

Magnífico artigo! Está moi ben expresado o que o reintegracionismo pretende para o noso idioma, simplemente, unha mudanza estratéxica. Por aqui vamos mal, estamos a tempo de mudar.

croiosdetector #5 10/Xuño/2008 croiosdetector

O mais incríbel do asunto é que a xente galega que ten contacto co portugués é cada vez mais consciente das vantaxes que temos como lingua. Iso non significa que muden de idioma se falan español, pero os galego falantes son conscientes de que non están sós no mundo, que temos futuro pero tamén presente. Parabéns eduardo maragoto polo artigo!

croiosdetector #6 10/Xuño/2008 croiosdetector

E continuo, a Real Academia Greleira (RAG) turra co de Galiza/Galicia dando por finiquitado un acordo do 2003 que contempla o uso das duas formas. Seguimos un século e medio despois cos mesmos medos e as mesmas teimas. Continuamos co medo a ter unha lingua internacional. De ser minoritaria apoiaríamola igualmente, sempre defenderiamos o noso idioma sexa como for, pero a nosa lingua é internacional, meus queridos greleiros, .... e non nos habedes parar...

EVAZSOU #7 10/Xuño/2008 EVAZSOU

Bom artigo.

O caminho está claro para muitos de nós. E se escolhemos este caminho é porque temos arelas soberanas e ainda mantemos esperanças de ter um modelo de língua vivo, útil, competitivo e culto a um tempo, um modelo que estamos a construir (já que os que tinham que fazer não fazem) fortemente fincado na nossa tradição oral e literária, mas a enxergarmos futuro.

Saúde,

Ernesto

suso #8 10/Xuño/2008 suso

Todos os reintegratas somos capazes de utilizar a norma RAG, pola simples razão de que é a norma do castelhano, que aprendemos na escola. E muitos de nos a utilizamos em certas ocasiões. Por exemplo, se escrevo uma nota sobre uma nota para a ANPa da escola da minha filha, pois que lhe vou fazer, prefero escrever em norma espanhola pois sei que a gente o vai ver como galego. Pola messma razão, todos os que escribides em norma espanhola, mas concordais com que "o galego serve para comunicar-se com 300 milhões de lusófonos, blah, blah blah..." não deveriais ser capazed de escrever em norma portuguesa? Mesmo pensando que escribides "português, isto e, outra língua muito parecida ao galego..." Parece-me a mim que sois algo preguiceiros, e mui pouco patrióticos...

rinlo #9 10/Xuño/2008 rinlo

Dear xeonllo, keep dreaming.

Eu penso que o galego deve voltar ao mundo lusófono donde nunca deveu sair. Talmente como aquele presidente espanhol de Quintanilla de Onésimo.

O português nom só é o nosso passado, é o nosso futuro: dessistam tam cedo como for possível os senhores erre-que-erre, por favor.

lourentia #10 10/Xuño/2008 lourentia

Amigo Suso, eso de que os que non utilizamos o portugués somos "preguiceiros e moi pouco patrióticos" está ben para que llo contes tomando unhas cervexas aos colegas en Compostela. Acaso un non pode defender a soberanía política e tamén a política. Acaso unha Galiza independentente non pode conservar o idioma propios? Acaso a única solución a todos os nosos males é acoubillarnos debaixo de paraugas coloniais (para uns Madrid e para outros Lisboa)? Acaso unha Islandia independente non conserva o islandés? Acaso en Filandia non se fala finés?

Amigo Suso, come un pouco de caldo e deixa de insultar coa fame. Unha Galiza independente, con soberanía para unha verdadeira normalización non tería problemas, nin se avergoñaría do idioma dos seus vellos.

ferreirogz #11 10/Xuño/2008 ferreirogz

Lourentia, os nossos velhos nom escreviam o nosso idioma, porque os espanhóis os mantivérom no analfabetismo forçado. A melhor maneira de conservar e dar nova vida ao galego dos nossos velhos é escrevendo-o com o seu secular sistema gráfico, e nom adaptando-o às convençons gráficas do espanhol.

croiosdetector #12 10/Xuño/2008 croiosdetector

Lourentia, moi ben! hai que ir a polo fácil! Como é tan fácil manter o idioma, vamos pola independencia que é un pouco máis difícil, pero só pouco mais... :-D:-D:-D:-D

De verdade, vivides nas novelas. Estamos noutro mundo nenos! ou non usas internet ti? o galego ten saída internacional, é tan difícil velo? Estou a ver que sí...

Normalización convosco nunha "Galicia" independente? Pánico dades, prefiro ser anormal..

arinspunk #13 10/Xuño/2008 arinspunk

Como dizia O Xabarim:
cada dia somos mais

au revoir RAG

galeguzo #14 10/Xuño/2008 galeguzo

#12 Muito bom o comentário :D

Por certo, um colunista da Coz chama-nos hoje "lusismo residual", pobre "flipao" :D

Celso #15 10/Xuño/2008 Celso

A Xeonlo #2:

A oficialidade única e exclusiva do galego (constitucionalmente impossível na altura) não acarreteria necessariamente médios de comunicação exclusivamente em galego. Os médios privados são empresas "livres" do "livre mercado" (consagrado na Constitución Española, sic, como em galego ;-) ), e podem utilizar o idioma que quiserem, desde que não haja uma lei que o impida (o qual seria aberrante). Ou é que eu não poderia, agora, publicar um jornal inteiramente em vietnamês?

Outra cousa é que os subsídios oficiais para a promoção (?) do galego vaiam aos médios aonde vão.

Saúde,
-celso, lusista residual

coitelo #16 10/Xuño/2008 coitelo

E máis...

Xeonllo #17 10/Xuño/2008 Xeonllo

Celso:

Eu penso que podería facerse unha lei de discriminación positiva para reflotar o galego da grave situación na que se atopa. Unha lei de discriminación positiva como hay outras. Como hai outras, repito.

Por tanto, claro que é posible. Por lei debería obrigarse, polo menos temporalmente, a que toda a prensa saíse en galego. A prensa escrita e a radio e tv. Poder poder facerse, e de aberrante non ten nada.

Maiakovsky #18 10/Xuño/2008 Maiakovsky

Oh, si. Todos os medios en galego por lei.
E de paso, un castelo nas nubes.
E un cabalo vermello. E a lúa de facedora de tartas.

A posibilidade dun goberno xacobino-nacionalista que chegase a ter nunca a posibilidade de facer ese tipo de cousas (á marxe da súa utilidade) é semellante á de que calquera de nós lle toque a lotaría. Sen xogar, para máis inri.
Esa 'discriminación positiva' requerería, en realidade, o revés, a saber: que os ricos tivesen interese en empregar o galego. Entón non farían falta leis ningunhas de excepción, que xa verías coma todos todiños, e os medios incluídos, pasaban polo aro.
Volvendo ao mundo real, agora que xa non fican bolcheviques para asaltar os ceos, e todos están contentiños coas marabillas da sociedade de mercado...

Creo que os reintegratas levan razón. Nun contexto global e económico sen mudar onde só o 'útil' inmediatamente ten posibilidades de sobrevivir alén do uso arqueolóxico e anecdótico (o mesmo está a pasar coas humanidades) hai que escoller as opcións máis prácticas que menos nos violenten. Anque tranquilos, nese caso todos pasaremos polo aro, querendo ou sen querer. En vista dos avances estatísticos do castelán, a xeración actual asistirá ao galego totalmente fagocitado e reducido a un 20% de vellos e falantes. A inmensa maioría terá ou pasado ao monolingüismo castelán ou terá dominado o portugués e quizaves se exprese nel...

lavesedo #19 11/Xuño/2008 lavesedo

concordo con #18. Como di el/ela, os reintegratas levan razón. Só os miopes e os que non queren ben o galego poden seguir a teimar en mantelo afastado do portugués. Iso tamén o pensamos moitos utentes da norma RAG, pero na miña opinión hai pasos máis doados e precisos ca unha mudanza de normativa: aposta verdadeira polo acceso aos medios de comunicación, á cultura en xeral lusófona, inserción do portugués nos curricula educativa, apoio ao nacemento de iniciativas de intercambio como Ponte nas ondas!, non discriminación da produción cultural de todo tipo en galego-portugués na Galiza, tomar de vez o portugués como referente en neoloxismos, linguaxe científica, etc., apoio ás institucións galegas que colaboran na lusofonía, darlle unha boa barrida ao bochinche RAG-ILG, etc.

mceleiro #20 11/Xuño/2008 mceleiro

Para descolonizar a Galiza antes os galegos têm que descolonizar as suas mentes.

O reintegracionismo implica em muitos âmbitos permitir-se o luxo de virar as costas à Espanha, e poder ser competitivos "de seu", e não depender dos subsídios, condicionados por um poder espanholista que nunca permitirá por definição normalizar a língua.

É a única saida cara diante. A insubmissão à oficialidade, nós mesmos fazer o futuro, sem delegar em ninguém.

AGIL #21 11/Xuño/2008 AGIL

Diz Xeonllo em (#2): «Eu penso que a única forma de que o galego non desapareza é que sexa a ÚNICA lingua oficial en Galiza, e iso non tería porqué ser necesariamente coa independencia. Coido que a independencia non é imprescindible para que o galego sexa única lingua oficial. En Suíza, por exemplo, hai tres ou catro linguas oficiais. No estado español debería respetarse a existencia de linguas diferentes do castelán de maneira efectiva, e a única maneira efectiva é que esas linguas sexan oficiais en exclusiva no seu territorio...»
COM.- Vou ir por partes (nada pudendas).
1.- Há bastantes anos, eu, acirrado "lusista" (em coerência com o meu acirrado "hispanismo", que não "espaÑolismo"), me comprometi a passar-me ao "isolacionismo" ou "ILGaísmo", se os isolacionista "en bloque" se passavam ao independentismo, mas real e não de boca pequena, como fazem alguns, poucos agora (Ferrín, Cabana, os da FPG e poucos mais).

2.- Nem assim a independência garantiria a sobrevivência do Galego. (Já estamos nessa situação, de sobrevivência, grave, como alguns de toda a ideologia reconhecem...) O caso de Irlanda é paradigmático, como o é, noutra ordem de cousas, Israel.

3.- Menos ainda podes esperar, caro Xeonllo, que o reino bourbónico de espaÑa mude o discurso NACIONALISTA dominante entre as classes dirigentes espaÑolas (incluídas as "autonomistas"): UNA (= única) é a "lengua nacional del reino"; "las demás", para além de ESPAÑOLAS (portanto, não internacionais, UNICAMENTE TERRITORIALMENTE ESPAÑOLAS!!!), têm a condição oficial de DIALETOS, porquanto o seu uso depende, em cada caso, da vontade do usuário e não da territorialidade em que este se ache. Aludes à situação suíça; podes acrescentar a belga. Mas a espaÑola acha-se nos antípodas e sem perspetivas de que mude NUNCA.

4.- Por isso, a ÚNICA ESPERANÇA REAL PARA O GALEGO é internacionalizá-lo (e ainda assim). Ensumi-lo no castelhano, formalmente, e no espaÑOl, administrativamente, como faz o raivoso isolacionismo do ILGa (que tomou posse -quase violenta- da esmorescente RAGa, lá, por volta de 1982, sob o comando dum Constantino García, que chegou a secretário da RAGa... Hoje é secretário um avantajado discípulo seu em isolar as falas galegas, Manolo González, junto com... Citemos, citemos nomes: Ferrín, Ferro, Charo, Santamarina, Ramón Lorenzo... Que se pode esperar de todos eles, que se entregaram com armas e bagagens -académicas ou literárias- ao inimigo?!) e a "Xunta de Galicia", órgão do reino de espaÑa, e os seus "paniaguados" não só não dá esperanças de sobrevivência ao Galego (e aos seus utentes, como tais), mas acelera a sua desaparição.

Pensai-o bem, caros e confiados não reintegracionistas: Apenas o reintegracionismo pode ser PRINCÍPIO (SÓ PRINCÍPIO, NÃO PANACEIA) para a sobrevivência, primeiro, e para a real normalização, depois, das falas galegas.

Xarope #22 11/Xuño/2008 Xarope

É que nom há mais que engadir.

Só dizer às pessoas que escrevem em RAG por uma "estranha" fidelidade, que pensem se a RAG, etc ... som mercedeores dessa "fidelidade" ...
(esses, que cada vez que podem, acuitelam polas costas o galego e a Galiza)

chairego #23 11/Xuño/2008 chairego

Que raiantes sodes. eu vou crear a minna propia norma e a tomar todos polo cú.

Xarope #24 11/Xuño/2008 Xarope

chairego,

se fas mais uma normativa nem se vai notar. Até porque isso já é o que fam os teóricos académicos e seguidores da RAG: por acaso alguém (nem os próprios académicos) respeita a norma da RAG ???

(de facto: há norma RAG além da norma RAE ???)

chairego #25 11/Xuño/2008 chairego

Pois nin unha nin a outra. Polo caminno do medio.

Xarope #26 11/Xuño/2008 Xarope

Pois fale .

AGIL #27 11/Xuño/2008 AGIL

ESTA ES LA LEY DEL REINO DE ESPAÑA (Deixo o artigo no castelhano original):
...................................
2008 junio 11.- GARA > Idatzia > Kolaborazioak
Txomin Ziluaga Arrate (Profesor de Ciencia Política de la UNED):
EUSKAL HERRIA, SUJETO DE DERECHO

Decimos sí a nuestro derecho a decidir, decimos sí a nuestro derecho a convivir con las demás personas y pueblos del mundo, y tenemos todo el derecho a decir no a los aparatos represivos y opresores del Estado español, del Estado francés

En una de sus últimas entrevistas públicas, en mayo de 2008, el Teniente General Andrés Casinello, quien fuera Director de los Servicios Secretos del Gobierno español y del Servicio de Información de la Guardia Civil, imputado y exculpado en el caso GAL, preguntado por el éxito de los GAL, responde: ...No quiero hablar de ese tema. No se lo dije a Garzón, estaría feo hablar ahora».

Primera reflexión. ¿Habrán leído esto Garzón, el rey de España o quien impidió que se tratase el tema GAL en el Parlamento, el ministro de Interior Pérez Rubalcaba? Es pensable que sí. ¿Nueva investigación del Estado de Derecho? Pensable que no. ¿Por su falta de investigaciones podrían ser encausados como posibles encubridores del GAL? Pensemos un poco.

Dice Casinello: «Toda la vida se ha hablado con ETA, unos y otros, porque me parecería absurdo que no se hiciera. Es una obligación. La paz hay que buscarla siempre».

Segunda reflexión. Si habla con ETA un español, del poder, ello parece lógico y hasta necesario. Si lo hace un vasco será detenido, investigado, incomunicado y/o torturado -según Amnistía Internacional-, juzgado y condenado simplemente por haber querido hablar y/o intercambiar ideas y problemas con una organización socio-política de su propio pueblo. Investigaciones a miles.

Según Casinello, «la Guardia Civil es una parte del Ejército alquilada al Ministerio de Interior». Alquilada para qué. Alquiler de Patrol, armas, pagas y primas mensuales, controles, cuarteles, capas, tricornios y botas frente a la población civil, civil y vasca, desde la Sakana a todo el sur de Euskal Herria. Luego el Gobierno español dice que el Relator de Naciones Unidas está también contra el Estado español.

En el País Vasco, en democracia, se podría plantear un referéndum popular sobre la Guardia Civil, sobre su violencia o sobre su alquilada dependencia de Garzón, de la Audiencia Nacional o del Ministerio de Interior. El triunfo del «Que se vayan» sería atronador. Sería de Derecho. Los dirigentes actuales del PSOE y PP sienten el imán del gran estado-nación de la vieja y retrógada España imperial y miran hacia atrás. Para ellos su estado es como un todo. No quieren cooperar con la actual evolución de la Unión Europea. El histórico conflicto político del pueblo vasco con el Estado español tratan de negarlo y/o neutralizarlo. El GAL judicial a tope. Control y manipulaciones de los medios de comunicación. Al Parlamento catalán, cepillazo. Negocios y corrupción «controlada» con dirigentes políticos y ejecutivos.

Hacia dónde va el PSOE en la presente legislatura cada vez está más claro. A la España de notables y monarquías, de militares y fuerzas represivas, de banqueros, multinacionales y latifundistas. El actor Pepe Rubianes decía «que se vaya a la mierda la puta España», al parecer refiriéndose a esa España del pasado-presente.

El pueblo vasco dijo en referéndum no a la OTAN. Y decía que no a los tanques alemanes Leopard. No a los aviones de combate yanquis y franceses. No a la Guardia Civil y policías represivas. No a los submarinos y portahelicópteros de combate. No al ejército encargado -entre sus funciones ficticias- de la defensa de las costas españolas de enemigos inexistentes y no a sus miles de millones de presupuesto. Y el pueblo vasco obró en conciencia y en Derecho. Fue y es un no al Ministerio de Interior español y a la corrupción del Estado, no sólo de sus fondos reservados, sino de sus jueces y medios de comunicación corruptos.

Decimos sí a nuestro derecho a decidir, decimos sí a nuestro derecho a convivir con las demás personas y pueblos del mundo, y tenemos todo el derecho a decir no a los aparatos represivos y opresores del Estado español, del Estado francés. Y, como decíamos en anteriores artículos, por sus manifestaciones, el lehendakari Ibarretxe defiende el derecho democrático del pueblo vasco a decidir sobre sí mismo, plasmado ya en su segunda pregunta. De igual manera el presidente español Zapatero defiende los aparatos del Estado recurriendo al no y al Tribunal Constitucional. La elección democrática es cada vez más clara y ojalá abra un mejor futuro para todos.

http://www.gara.net/paperezkoa...

chairego #28 11/Xuño/2008 chairego

empezando pola ñ/nh -> nn e a tomar todos polo cú.

Xarope #29 11/Xuño/2008 Xarope

Que sim home, que sim: Que já te escuitamos.

Podes começar com a tua ortografia "do medio" quando quiseres, que aqui ninguém cha vamos proibir ..

Xarope #30 11/Xuño/2008 Xarope

Apenas um apontamento.
O nome das letras em galego é masculino :

"empezando POLO ñ/nh -> nn e a tomar todos polo cú."

Claro que na tua ortografia ("lingua") "do medio" nom sei como será ..

Saúde.

aldaraonline #31 11/Xuño/2008 aldaraonline

Xarope:

Apenas um apontamento. Se a ortografia ("língua") "do medio" de chairego é mesmo "do medio" então o nome das letras nem é masculino (Galego) nem feminino (Castelhano), mas "híbrido" ou "ambivalente" ou "equidistante"´. Proponho a arroba: "empezando pol@ ñ/nh -> nn e a tomar tod@s polo cú."

Saúde igualmente. ;-)

chairego #32 11/Xuño/2008 chairego

Na minna ortografia cada letra tèn un xénero. A parte estou pensando en adoptare o alfabeto cirílico.

aldaraonline #33 11/Xuño/2008 aldaraonline

chairego #32:

De acordo, podes fazer o que quiseres. Fica à vontade. ;-) Mas a tua brincadeira de uma ortografia "do medio" explica claramente que ainda que uses tu, ou tu e um número reduzido de pessoas, essa grafia, seguirá sendo língua galega, ainda que lhe ponhas um outro nome. Podes mesmo dizer que é "Chairego", mas o idioma será o Galego. Artificiosamente terás a imagem de que é "outro idioma", mas na realidade seguirá sendo Galego vestido de "cirílico chairego", algo parecido ao que normativiza a RAG, só que a RAG escolhe a língua espanhola e a sua norma, e não o cirílico. É respeitável, mas não é útil.

semoncho #34 11/Xuño/2008 semoncho

ρεκυ&p1;ερεμωσ ω αλ&ph1;αβετω ΓΡΕΓΩ &ch1;α!!

banhos-gz #35 11/Xuño/2008 banhos-gz

Que fantástico artigo, caro Eduardo; alguns comentários contrários mas semelham orneios que pensamento reflexivo e sério.

Lourentia está trastocado quer ver luz mirando ao escuro, meu Deus

Uma vez mais obrigado polo texto

galeguzo #36 11/Xuño/2008 galeguzo

Compatriota chairego (eu também o sou), isso do galego escrito com caracteres cirílicos já foi inventado há uns quantos anos ;-)

Como exemplo podes ler o n.º 21 do Constantinopla, o boletim da AGAL na comarca de Compostela (ligação: http://www.agal-gz.org/blogues.... Na página 2 podes ver um naco de um mapa da zona de Compostela e arredores em perfeito galego-cirílico ;-)

OBSERVADOR #37 11/Xuño/2008 OBSERVADOR

Parabéns pelo artigo. Mas, sobretudo, parabéns aos comentadores/as!

vigues73 #38 12/Xuño/2008 vigues73

ARTICULO DE HOY EN FARO DE VIGO:

PP y PSOE rechazan considerar el gallego idioma oficial preferente
09:03
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El PSdeG matiza que ya es la lengua prioritaria de la Xunta, salvo excepciones, y los "populares" acusan al BNG de tratar al castellano como un idioma extranjero X. PORTO / SANTIAGO Aunque con matices distintos, PP y PSdeG-PSOE rechazaron ayer la exigencia del BNG de que el gallego sea declarado "idioma oficial preferente" en la comunidad, relegando al castellano a "un idioma cooficial que debe ser respetado en los usos individuales". Tanto populares como socialistas son contrarios a "posiciones beligerantes" que tendrían efectos contraproducentes en los ciudadanos a la hora de impulsar el gallego.


Una pregunta; A qué porcentaje de población gallega representan PP y PSOE en nuestro parlamento??
¿De verdad creeis que un 10% de población puede imponer sus criterios al otro 90%??

Xarope #39 12/Xuño/2008 Xarope

vigues73: mas, quem estava a falar aqui de impor nada ?

E contudo: o castelám é um idioma estrangeiro. Que problema há em afirmar uma cousa objectiva ?

Maeloc-do-Rouco #40 12/Xuño/2008 Maeloc-do-Rouco

Jaora, outro "democrata" dos votos, a democracia e algo mais ca a aritmetica eleitoral partitocratica, e umha sociedade civil dinamica, responsabel, critica e informada...Se agardas que pola tua logica deixemos as maiorias achantar com que elas queiram nem haveria etica nem responsabilidade MORAL alem da soma de votos acadados numha consulta cada catro anos a que se apresentam uns cantos partidos politicos com determinada influenza na sociedade, bem a traves do seu peso mediatico (TV, radio, jornais, em-linha), economico, etc...Nom e tudo tam simples e a democracia e moito mais ca isso...deixar morrer umha lingua milenaria e dumha irresponsabilidade moral (genocidio cultural) que quero pensar que nem PP enm Pesoe queiram caminhar esse caminho...Nos, como sociedade civil somos parte da sociedade e temos direito a expressar a nossa opiniom e a oferecer alternativas inclussivas pra achega-las a sociedade na que acreditamos...Eu, aco em Londres tenho participado numha cheia de foros encol disto (de fazer a democracia mais participativa e a sociedade mais critica -pra comezar cara sim propria- e informada multilateralmente e sem preconceitos...Em Galiza estamos a anos luz disso e por isso se escoita o que se escoita...Lembro que o galego nom se impom...o galego existe como o castelhano...O que sim se impuxo (ajudado polo auto-odio secular e a diglosia subseguinte) foi o castelhano em Galiza a traves da escola, igreja, administrazom de justiza, meios de comunicazom, estigamtizazom social e um longuissimo etcetera..e impuxose polo feito hegemonico de ser a lingua hegemonica do estado ,que ate ontem (e ainda hoje em moitos eidos, sobre tudo a nivel mediatico) foi o unico poder coercitivo no nosso pais...Ninguem impide falar castelhano, ingles ou vietnames em Galiza...orabem, se o galego nom pode ser a lingua veicular no pais que a criou daquela sinceramente estamos convidando a sua desaparizom..E isso nom e nem o 90 por cento nem o 10 por cento...Seria a completa desparizom da lingua de gerazons e gerazons de gentes, a maior parte de-les analfabet@s...(os pouquinhos que estudaram fazia-no ...em castelhano!!!) EM QUE LINGUA ESTUDACHES TU??? EU, FILHO DE GALEGO-FALANTES -E COMA MIM 0 99 POR CENTO DOS GALEGOS ESTUDADOS- SO ESTUDEI EM GALEGO...A ASIGNATURA DE GALEGO!!! (e grazas)...Se a ti che da igual ... a mim produce-me magoa e vergonha...Umha auto-derrota...Como imos achantar com isso??

mceleiro #41 12/Xuño/2008 mceleiro

PP+PSOE=1.454.773 Votos no seu melhor resultado histórico, as passadas Gerais ao Parlamento espanhol.

População galega: 2.772.533 habitantes, sem contar a diáspora

PP+PSOE representam ao 52.47% dos galegos censados na Galiza.

Se calculamos os galegos da diáspora (incluida a diáspora no resto do estado espanhol) apenas chegariam ao 40%

Haveria de engadir que estes partidos têm uma rede caciquil estruturada, que faz que muitos dos votos não sejam ideológicos, senão para comprar favores.

vigues73 #42 12/Xuño/2008 vigues73

Xarope: Creo que no has leido los comentarios de Xeonllo acerca del Gallego como única lengua, obligar a toda la prensa a que sea úncamente en gallego, .... Menos mal que ya algún otro le dijo que baje del globo.

Mceleiro: Qué intentas decirnos al comparar votos con población? Que todos los demás que no fueron a votar son amigos tuyos y piensan como tú?, un poco de seriedad por favor. PP+PSOE repersentan mucho más que el 52% de la población gallega, porque si no el BNG estaría al borde de la mayoría absoluta.

Maeloc-do-Rouco: Gracias por ilustrarnos con tu idea de lo que es una democracia. Permite no obstante que cada uno tanga la suya (Entre otras cosas en eso consiste). Por cierto tengo verdadera curiosidad por saber qué es eso del auto-odio y la auto-derrota, no es la primera vez que lo oigo, pero de verdad no se a qué os referís con ello.

danielo #43 12/Xuño/2008 danielo

Vai tornar a RAG en reintegrata?
Vai pasar a xente a escribir en reintegrata pola salvación do galego?
Imos proclamar a independecia e prevalencia do galego a curto prazo?
Por favor...

O diagnóstico do Eduardo e correcto pero eu non concordo coas solucións, por irreais.

O achegamento práctico á lusofonía que pode valorizar a nosa lingua vai vir pola ensinanza conxunta de galego e portugués e por unha invasión da cultura lusófona en galicia.

Educación conxunta? Habería que ver como, pero podería adicarse algunha das horas de galego nas escolas/institutos (que agora, ensinan o galego coma lingua extranxeira nas aulas!) ou simplemente portugués coma lingua estranxeira 2.

Invasión da cultura? Tvs e radios portuguesas en gz, inclusión de noticias do ámbito lusófono na axenda dos medios públicos, o tempo de gz e portugal na galega, series portuguesas e en portugues na tvg, campamentos xuvenis en portugal, programa "erasmus" masivo con portugal e brasil; cambios nas subvencións ós medios (+ galego e +portugues)...

E algo máis? si, a implicación dos que si cren isto (que se fale galego dentro de 30 anos) é importante. hai os reintegratas si que son un exemplo.
cultura dende a base, política dende a base.

OBSERVADOR #44 12/Xuño/2008 OBSERVADOR

Vigues: O que quer dizer MCeleiro é que sem querer exageraste um pouco as percentagens de PP e PSOE. Não tinha eu reparado em que votantes de ambos os grupos políticos coincidissem tanto na Galiza. Obrigado!

itsmi #45 12/Xuño/2008 itsmi

Caro vizinho chairego, podes expor as tuas opinions sendo um pouquinho mais educado, sem ser brutalhám ("a tomar todos polo cú"), sem ser racista (esse "denantes morto que português" lembra-me a aquele "antes puta que gallego" do refraneiro espanhol), e, resumindo, comportando-te como uma pessoa normal, que, como chairego, fas-me sentir vergonha.

Além disso parece que criache umha conta em Vieiros unicamente para criticar o reintegracionismo (o qual está bem, mas gostava de que o usasses também para opinar sobre outras cousas). Aconselho-che informar-te um pouquinho mais.

Xarope #46 12/Xuño/2008 Xarope

danielo, concordo em todas e cada uma das medidas e propostas que fas.
E porém, repara em que há diversas vias para chegarmos à valorizáçom da nossa língua desde uma perspectiva também internacional: haverá quem -como já fazemos alguns- passe a escrever em Agal ou padrom. Pois bem, nom se passa nada: tudo soma.

Doutra banda, do "tinglado" ILG-RAG-.. melhor esquecermo-nos.

Saúde.

prometeo #47 12/Xuño/2008 prometeo

Con anterioridade ao franquismo,pero sobre todo durante o Réxime, díxoselle a xente que o galego non era unha lingua e que con ese dialecto de bárbaros (a mofa foi unha arma constante e moi efectiva) non se ía a ningunha parte. Dahí o auto-odio e o menosprezo que moitos sentiron, e senten aínda hoxe, cara a súa propia lingua.

Eu coñezo algúns pais(andan sobre os 30 anos), sempre falaron o galego e fálano todos os días, excepto cos seus fillos. Supoño que todos coñecedes casos similares e incluso, algúns, poidestes padecer, isto mesmo, na vosa propia infancia.

Fai pouco, entraron na empresa, onde traballa un bo amigo meu, uns rapaces do sur de Portugal. Apenas coñecen o castelán, non lles fai falla porque o traballo que realizan ten que ser en portugués. O xefe de equipo, un rapaz novo, que é da Coruña comunicase con eles chapurreando en inglés e con algunhas palabras soltas en galego(o meu amigo enténdese con eles en galego). Seguramente, no seu momento, os pais do xefe de equipo, pensaron que o galego(recoñecido xa coma unha lingua) non lle ía servir de nada ao seu fillo.

laurinha #48 12/Xuño/2008 laurinha

Maragoto, é muito bom e preciso o teu texto, só ha que olhar os comentários, dos que som isolacionistas, que dificuldades para contorna-lo

um grande beijo Laurinha

fouze #49 12/Xuño/2008 fouze

Adiante com a língua própria do País, quem diz medo havendo GALIZA?
Parabens Eduardo pelo artigo.

Caotinha #50 12/Xuño/2008 Caotinha

Bom artigo dun excelente activista da língua. Por que será que o único activismo linguístico neste país é o reintegracionista?

zudre #51 12/Xuño/2008 zudre

Si Caotinha, moi ben... é certo, os reitegracionistas tendes a verdade absoluta e só vós, verdadeiros oráculos do país, seredes quen de salvar a lingua de desaparecer... Quen me dese ter os coñecementos e a capacidade necesaria para ser reitegracionista!!! Ogallá algún día a elite intelectual consiga espallar a VERDADE polo país, e a maioría iletrada caia na conta do seu erro... Talibáns hainos no ILGA e en AGAl! Ninguén ten toda a verdade, e todos vogamos na mesma dirección...

Xarope #52 12/Xuño/2008 Xarope

Zudre,

o problema é que alguns vogades e vogades .. e contudo semelha que nunca dades chegado a nengures, mas é que ainda por cima parece que em contas de avançar andamos recuando .. !

Olha, escama-me muito aqueles que andades a falar sempre nas "verdades absolutas" dos demais ... afinal parece-me que o fam aqueles que falando em "verdades absolutas" nom querem testar os resultados das diferentes políticas e estratégias e é uma simples maneira de evitar pôr os seus próprios planteamentos a prova para verificar se estavam errados ou nom.

Pois venha, falemos em "verdades absolutas" até que quede o derradeiro, que a vida real e os resultados empíricos nom interessam .. !!

lavesedo #53 13/Xuño/2008 lavesedo

si caotinha si SÓ VÓS facedes activismo lingüístico...non hai mestres traballando na galeguización do alumnado, non hai voluntarios a traducir para o galego ferramentas informáticas, non hai xente que perde o posto de traballo por negarse a non falar o galego, non hai denuncias por discriminación, non hai MNL, non hai correlingua,... o que acontece é que somos poucos, entre uns e outros somos moi poucos, pero algunha semella que gostaría de estar máis en minoría.

Maeloc-do-Rouco #54 13/Xuño/2008 Maeloc-do-Rouco

Vigues 73, imos ver...Nem eu pretendo ilustrar a ninguem (esse comentario denota umha intencionadissima perverssom pola sua parte que tratarei de ignorar porque eu tendo a falar de assuntos e nom de personaliades)...estou num foro e fago umha achega que, bardante os seus comentarios nos que afirma que pola aritmetica eleitoral aqueles que nom acadam a cantidade de votos numha conxuntura eleitoral perdem o direito practicament a opinar (que e o minimo e o maximo a que podemos aspirar nesta circunstancia)...Mais nom som eu quem "permite" ou nom que a gente tenha a sua ideia de democracia ou de tirania ou de qualquer -ismo que se lhe ocorra...de onde e que tira voce semelhante conclussom -outra perverssom das suas???...mal imos por ai...- (seguramente polo meu trabalho e por onde tenho o meu lar estou mais afeito que voce a conviver e trabalhar com gente que nom e que tenha umha opiniom distinta da minha, senom que tenhem distinto "ethos" e conceizons da vida e da morte, religiom, origem etnica etc etc...e podo-lhe dizer que nom tenho mais problemas que os normais, mais o de de "nom permitir" que a gente tenha a ideia do que queira o unico que o fai e voce que manifestamnet simplifica e maximaliza a um tempo a sua ideia de democracia (e do que sederiva da mesma) em base a umha conxuntural soma aritmetica (sem parar-nos a pensar no conteudo dessa democracia, na participazom cidada, no dinamismo da sociedade civil e do seu pensamento critico, no analise rigoroso dos fatos e comunidaes que componhem os distintos ambitos da sociedade, das suas sinergias, etc etc etc...Nom se trata de ilustrar nem de "permitir" nem nada do que voce moi renartemente me atribue sem fundamento algum ,mais que a sua -com tudos os respectos- retorta e infundada perverssom dos comentarios alheios...
No que atinge ao comentario de auto-derrota e auto-odio nom sei se remitir-lhe ao "Sesame Street" ja que se nom sabe o que significa "auto-odio" ou "auto-derrota" tam pouco sabera o que significa "ontem", "cabelo" ou "domingo"...Por favor, sejamos serios se e que queremos...Simplesmente lhe direi que no 1910 o 90 por cento da populazom galega tinha como UNICA lingua o galego...Essa populazom -analfabeta na su pratica totalidade...com tudo o que isso supom alem do deesconhecemento da escritura da lingua falada- falava umha lingua agrafa e jamais tuvo a oportunidade de estudar nem de ver dignificada a sua cultura numha escolarizazom e numha rotina social e academica normal em qualquer outro pais...Caseque cem anos depois diremos que o 99 por cento da gente que ESTUDOU ALGO na Galiza fixo-o EXCLUSSIVAMNETE EM CASTELHANO, case o 99 por cento da gente que tinha como lingua materna o galego tuvo qu lhe pregar a Deus EXCLUSSIVAMEnT EM CASTELHANO, a administrazom de justiza funcionava UNICAMENTE EM CASTELHANO pra umha popuiplazom que FALAVA EXCLUSSIVAMENTE EM GALEGO...E a seguir. o que isso supom desde o ponto de vista da auto-estima dumha sociedade artelhadora dum feito cultural unico e universal nom se pode nem atisbar num calculo aritmetico e moito menos numha soma de votos cada catro anos...So agardo que "me permita" expressar a minha opiniom sem atribuir-me o desleixo e a repressom das opinions alheias so porque ao seu discurso lhe convenha...Compre ter mais classe. digo-lho com tudo o respecto que voce nom semelha ter nem gardar...APERTINHAS

croiosdetector #55 13/Xuño/2008 croiosdetector

Concordo bastante co que di Danielo. É certo, debe haber fomento das relacións coa lusofonía para ver que falamos unha lingua internacional.

A partir de ahí, xa falaremos de como converxer co sistema. Sen presas, pero sen pausa.

E isto beneficianos a todos os galegos, galegofalantes e españolfalantes.

Vigues73: Non cres que sería interesante que o PP se sumase a isto, sobretodo a parte liberal? Estamos falando de xerar riqueza e postos de traballo.

Só un dato, Extremadura está apostando pola lusofonía e eles non falan galego. É mágoa que nos non traballemos nesta dirección.

aldaraonline #56 13/Xuño/2008 aldaraonline

Maeloc-do-Rouco #54,

O certo é que mereceria um estudo a forma em como se vê um idioma sem saber escrevê-lo, nomeadamente numa sociedade como a nossa onde a maior parte do saber cultural, laboral, educativo, etc., é transmitido através da escrita. Conheço pessoas que não sabem escrever em Galego em nenhuma forma gráfica (nem na ortografia espanhola nem na galego-portuguesa), como muitas e muitos de vós conhecereis, e tenho reparado em que há uma enorme distância na forma de ver o próprio idioma entre alguém que tem uma referência escrita (em geral) e alguém que a não tem.


Eu não entendo porque se acusa o reintegracionismo de "elitista". Imagino que será fácil atacar por esse lado. Mas o reintegracionismo não ataca práticas individuais nem pessoas polo facto de escreverem à espanhola. O que se faz desde o reintegracionismo é propor uma solução gráfica coerente, histórico-etimológica e integradora das falas galegas no seu tronco linguístico próprio. Isso não é elitista no seu pior sentido, mas útil. É precisamente dar-lhe sentido à língua, enchê-la de utilidade. Quem quer o melhor para um filho procura para ele que possa ter uma educação que lhe possa ser útil, procura para ele que tenha materiais úteis para a sua vida. Quem estime o Galego procurará dar-lhe utilidade.

No reintegracionismo não somos "iluminados", nem cremos no reintegracionismo como uma verdade revelada. Quem nos chama isso, quem fala de nós assim, é porque não consegue refletir em base a argumentos e "argumenta" contra as pessoas, mas não rebate argumentos. Quem diz isso nada explica, nada argumenta, só refere características inventadas a quem não as reclama para si, confronta pessoas e grupos, mas não confronta argumentos, não expõe razões, motivos para uma escrita dependente do Espanhol, para uma dependência do universo linguístico do Espanhol.

Vê-se claramente que o reintegracionismo expõe razões e argumentos integrados na etimologia, na história da língua, na língua no momento atual, razões económicas, sociais, etc., para explicar o sentido da sua proposta, da nossa proposta. Mas o isolacionismo não tem saída para autodefinir-se. Apenas refere uma identidade linguística baseada em fatores sociais, ou sócio-linguísticos. Isso acontece desde há muitos anos. O isolacionismo não tem quaisquer argumentos filológicos porque parte de uma ideia prévia para justificá-la. Desde posições anti-reintegracionistas não há propostas independentes alternativas ao reintegracionismo. O isolacionismo é uma forma espanhola de ver o Galego. O reintegracionismo não condena que a prática escrita individual de muitas pessoas na Galiza seja a de um "Galego" vestido de Espanhol, que é normal num contexto de dominação linguística. O que o reintegracionismo faz é propor, como já se apontou, um caminho coerente e útil para a língua.

Maeloc-do-Rouco #57 13/Xuño/2008 Maeloc-do-Rouco

aldaraonline
Concordo co que diz, mais esta dirigido cara mim??...(desculpa os erros, estou a utilizar um teclado ingles e nom sei como incluir certos caracteres tipograficos do galego)...APERTINHAS A TUTTI QUANTI

lavesedo #58 13/Xuño/2008 lavesedo

a túa mensaxe #56 di cousas moi interesantes, aldaraonline.
Se ti falares con calquera defensor convencido da norma RAG, -eu non o son moito, aínda que a use-, claro que só vai empregar argumentos non filolóxicos para defender a súa postura. Ti tiraslles importancia a estes argumentos, pero 600 anos de colonización, de persecución e minusvalorización son por desgraza argumento de moito peso. Fomos e somos unha colonia e como tal actúa a nosa poboación, como colonizados. Cando se di que o reintegracionismo é elitista, faise porque é certo que só unha pequena parte da poboación, -canto? 1% +ou-? nomeadamente con formación universitaria, o emprega. Eu, na mensaxe #18, coloco unha serie de medidas fundamentais, na miña opinión, para comezar ese camiño "coerente e útil" de achegamento á lusofonía do que non gustan tan só os que non queren o noso idioma. E sei que coma min pensan moitos isolacionistas. Agora, temos que aturar nestes fíos e noutros lugares o continuo menosprezo, a arrogancia de quen nos chama españolistas, de quen se cre, abundan os comentarios nesa liña, único e verdadeiro defensor do idioma. Ti non o fas, pero moitos outros si, eses son os iluminados, aldara.

Xarope #59 13/Xuño/2008 Xarope

Lavesedo:

depois falas em que os argumentos dos demais nom tenhem base .. :

- conheces a todos os reintegracionistas para afirmar (como fas) que som(os) apenas uma pequena percentagem da populaçom universitária ?? Que saberás ti se eu sou obreiro, catedrático, condutor de autocarro ou churreiro ????

- os ciganos som uma percentagem baixa da populaçom galega ... a alguém lhe ocorreu chamá-los de "elitistas" ?? .. (????)

aldaraonline #60 13/Xuño/2008 aldaraonline

Maeloc-do-Rouco #57

O primeiro parágrafo estava dirigido a ti. Era apenas um comentário.

Com o teclado inglês podes escrever em Português perfeitamente. Ânimo!

croiosdetector #61 13/Xuño/2008 croiosdetector

Teñamos paz todos ho!

Todos estamos dacordo nunha cousa, que queremos que o galego non desapareza.

Durante estes 27 anos a estratexia oficial, por suposto totalmente lexítima, foi por un lado que foi tentar manter o idioma separandose do portugués de portugal e do brasil.

É claro que os resultados non son bos.

Pois agora poderiamos tentar outra estratexia diferente, e apostar pola estratexia reintegracionista, como di Sarille no seu magnífico libro, apostar pola relación coa lusofonía para salvar o idioma.

Xa veremos como se concreta a plasmación gráfica e converxencias terminolóxica, léxica, etc..

Ou dicindo doutro xeito, vamos dar paso a novas ideas. Necesitamos un cambio de estratexia para a lingua. Pois nada, tentémolo.

lavesedo #62 13/Xuño/2008 lavesedo

Xarope, aprende a ler, anda corre. Onde digo eu que os reintegracionistas sexades o 1% da poboación universitaria, rapás???
Eu dixen que unha pequena porcentaxe da poboación GALEGA, -e PREGUNTEI canto podería ser un 1% máis ou menos??-, era reintegracionista.
(O que non sei xa é porque carallo me molesto en che explicar nada, rapasiño)

aldaraonline #63 13/Xuño/2008 aldaraonline

lavesedo #58, dizes "Ti tiraslles importancia a estes argumentos, pero 600 anos de colonización, de persecución e minusvalorización son por desgraza argumento de moito peso. Fomos e somos unha colonia e como tal actúa a nosa poboación, como colonizados."

Seguindo e segundo esse fio argumentativo, temos que seguir assim, como colonizadas e colonizados. Pois eu não concordo com isso, e não por sermos uma percentagem menor ou maior tenho mais razão ou menos. Tu dizes que somos menos as e os reintegracionistas, e usas isso como argumento de "validez" da proposta isolacionista. Pois não serve como argumento. Se seguimos esse "argumento", pode-se dizer que a população galega sente que é espanhola e então toda aquela pessoa galega que não se sinta espanhola deve abandonar as suas ideias porque ''somos uma pobre colónia e estamos condenadas/os a seguir sendo-o'' (sic). Pois eu não concordo com isso. Somos uma colónia, pois, mas não temos necessariamente que seguir sendo-o. E a língua está espanholizada, pois, mas não necessariamente tem de continuar neste estado. De facto, a espanholização maior da língua em muitos aspectos está a dar-se nos nossos dias, pois a geração de minha avô e do meu avó tinham um Galego que era um excelente Português em muitos aspetos, não só fonéticos, mas também léxicos, usando palavras que depois nos vendem como "lusismos" (querendo dizer que com "lusismos" que não são galegas). Eu não considero que elas e eles falassem um Galego "elitista". Eu recolho a memória delas e deles e uso a norma que mais se aproxima da sua fala: o Português padrão. Mas não é por se aproximar da sua fala que a escolho, mas polo facto de ser capaz de ver que para além da fala está a língua, e que uma fala está inserida numa língua. Quem chamar a isso "elitismo" é livre, mas eu chamaria "elitismo" a isolar o Galego, um elitismo inútil, um luxo absurdo, desnecessário.

O reintegracionismo não propõe uma norma para que fique nas elites. Propõe uma visão aberta do idioma, para além de uma simples ortografia, porque a língua é mais do que a ortografia, mas também é ortografia, para todas as galegas e todos os galegos, não apenas para o reintegracionismo. Por isso a luta reintegracionista exige também uma mudança para além da ortográfica, uma mudança no relacionamento com o resto do nosso universo linguístico, a recepção das TVs portuguesas na Galiza, a emissão de música portuguesa e brasileira (que a há, ainda que não a passem, ou muito pouco, e há muita e excelente, muito melhor do que a espanhola em geral) etc. "Elitistas" seríamos se tencionássemos que o povo não pudesse aceder a esta visão aberta e útil do idioma. Mas o reintegracionismo quer partilhar, não quer ficar com uma língua útil apenas para o movimento reintegracionista, mas para toda a sociedade galega. E uma língua ÚTIL. Isso não é "elitista". Além disso, se somos "elitistas" porque sejamos uma percentagem baixa da população, ...que foi Rosalia na altura em que decidiu escrever em Galego? Era Rosalia "elitista" por ser uma percentagem mínima da população galega? Não concordo em absoluto. Rosalia era só ela "contra o mundo", como se costuma dizer, embora já houvesse algumas outras pessoas e tivesse ao seu lado o seu homem, mas numa solidão social e cultural enorme em comparação com a gente que na atualidade escreve numa norma reintegrada (AGAL ou padrão).

Há uma distorção no uso do termo "elitista" para a caraterização do reintegracionismo, porque tão elitista pode ser um reintegracionista como um isolacionista. Mas o "elitismo" terá a ver com as qualidades pessoais, com traços psicológicos, não em função de ser reintegracionista, ou de escrever simplesmente em galego com a ortografia internacional. Além disso, que uma pessoa tenha formação universitária não a converte em "elitista". Mas também nisso erras. Há muita gente sem qualquer formação universitária a empregar uma norma reintegrada, mas tu olhas para aquelas pessoas que ocupam algum lugar de representatividade no reintegracionismo e costuma ser assim, costumam ter uma formação universitária, mas também as e os isolacionistas mais radicais costumam ter formação universitária, e não por isso se usa a mesma caraterização com elas e eles, não por isso se lhes chama "elitistas". Ou achas que abundam na RAG aquelas pessoas que não têm formação universitária? Se reparas nas pessoas que defendem o isolacionismo com maior ímpeto, verás que costumam ter formação universitária.

O "menosprezo" de que falas é relativo. Eu não me referi com "menosprezo", nem com "arrogancia", a ti (acho), mas se reparas na forma em como é tratado muitas veces o reintegracionismo e as e os reintegracionistas, se tivesses a empatia necessária para fazeres isso, verás que não há tanta "arrogancia" nem "menosprezo". Eu não te chamo espanholista, só constanto que usas uma forma gráfica que tu própria podes ver que é colonizada, já que usas essa palavra. O reintegracionismo só quer devolver-lhe ao Galego a sua dignidade. E para isso é preciso desfazer a falsidade de que o Galego é um idioma diferente do Português. Não há "elitismo" nisso, há preocupação real polo idioma. Não digo que tu não a tenhas, ou que não haja gente que use uma grafia espanhola que a não tenho, mas que esse é um caminho errado, incoerente, desnecessário, inútil. Que é "legítimo"? Talvez. Mas é um suicídio cultural e linguístico que não nos podemos permitir.

Obrigada pola leitura das minhas palavras, lavesedo. Obrigada a todas e todos.

Xarope #64 13/Xuño/2008 Xarope

Lavesedo,

pois reitero-che o mesmo:

- os ciganos som uma percentagem baixa da populaçom galega ... e a ninguém lhe ocorreu chamá-los de "elitistas" .. (????)


Aldaraonline,

pois é. Sabemos a diagnose (¡ ai mi madriña, que colonizados andamos ! Buaaaa !!!) ... e continuamos porém polo mesmo rego ..
(Galicia-Galiza berço mundial do masoquismo .. ???)

Pois venha: "Galicia" .. e "gallego" !, que som termos da "nosa evolución natural, forzada ou non, que non podemos obviar !!!!"

PLASPLASPLAS !!!


PD: já chega de choramingueiros e velliñas !!!!

AGIL #65 13/Xuño/2008 AGIL

Composición da RAGa en data: día (13), mes (Junho) ano (2008)

Presidente: Barreiro Fernández, Xosé Ramón (UNIVERSIDADE ESPAñOLA DE COMPOSTELA)
Secretario: González González, Manuel (UNIVERSIDADE ESPAñOLA DE COMPOSTELA E ILGa, DA MESMA UNIVERSIDADE ESPAñOLA)
Vicesecretario: García-Bodaño Zunzunegui, Salvador (SIMPATIZANTE DO ILGa)
Tesoureiro: Fernández-Albalat, Lois Andrés (?????????????)
Arquiveiro/Bibliotecario: Axeitos Agrelo, Xosé Luís (???????????)

Alonso Montero, Xesús (UNIVERSIDADE ESPAñOLA DE COMPOSTELA E SIMPATIZANTE DO ILGa, DA MESMA UNIVERSIDADE ESPAñOLA)
Álvarez Blanco, Rosario (UNIVERSIDADE ESPAñOLA DE COMPOSTELA E ILGa, DA MESMA UNIVERSIDADE ESPAñOLA)
Cabana Yanes, Darío Xohán (SIMPATIZANTE DO ILGa, DA UNIVERSIDADE ESPAñOLA DE COMPOSTELA)
Díaz-Fierros Viqueira, Francisco (UNIVERSIDADE ESPAñOLA DE COMPOSTELA)
Fernández del Riego, Francisco (??????????????)
Fernández Freixanes, Víctor (SIMPATIZANTE DO ILGa, DA UNIVERSIDADE ESPAñOLA DE COMPOSTELA)
Fernández Rei, Francisco (UNIVERSIDADE ESPAñOLA DE COMPOSTELA E ILGa, DA MESMA UNIVERSIDADE ESPAñOLA)
Ferro Ruibal, Xesús (SIMPATIZANTE DO ILGa, DA UNIVERSIDADE ESPAñOLA DE COMPOSTELA)
Franco Grande, Xosé Luís (SIMPATIZANTE DO ILGa, DA UNIVERSIDADE ESPAñOLA DE COMPOSTELA)
Gallego Domínguez, Olga (???????????????)
García González, Constantino (UNIVERSIDADE ESPAñOLA DE COMPOSTELA E ILGa, DA MESMA UNIVERSIDADE ESPAñOLA)
Gil Merino. Antonio (????????????????)
González Suárez- Llanos, Camilo (SIMPATIZANTE DO ILGa, DA UNIVERSIDADE ESPAñOLA DE COMPOSTELA)
Illa Couto, Xaime (???????????????)
Lorenzo Vázquez, Ramón (UNIVERSIDADE ESPAñOLA DE COMPOSTELA E ILGa, DA MESMA UNIVERSIDADE ESPAñOLA)
Méndez Ferrín, Xosé Luís (SIMPATIZANTE DO ILGa, DA UNIVERSIDADE ESPAñOLA DE COMPOSTELA)
Neira Vilas, Xosé (?????????????????)
Pozo Garza, Luz (??????????????????)
Río Barja, Francisco Xavier (UNIVERSIDADE ESPAñOLA DE COMPOSTELA E ILGa, DA MESMA UNIVERSIDADE ESPAñOLA)
Rodríguez Ruibal, Euloxio
Santamarina Fernández, Antón Luís (UNIVERSIDADE ESPAñOLA DE COMPOSTELA E ILGa, DA MESMA UNIVERSIDADE ESPAñOLA)
Torres Fernández, Xohana (????????????????)
Torres Queiruga, Andrés (UNIVERSIDADE ESPAñOLA DE COMPOSTELA E ILGa, DA MESMA UNIVERSIDADE ESPAñOLA)
Villares Paz, Ramón (UNIVERSIDADE ESPAñOLA DE COMPOSTELA E PRESIDENTE DO CONSEllO DA CULTURA GALEGA)
Vacante.................
.....
INSISTO: DE QUE SÃO REPRESENTATIVOS? Da sociedade galega ou apenas das "classes académicas" do reino bourbónico?

Pode neste Reino a política -organização do estado- impor-se às ciências da linguagem? Sem dúvida, mais do que noutros estados, repúblicas ou reinos. Temos bem evidente o caso da RAGa ( = ILGa = Universidade espaÑola ...). Alguém pode duvidá-lo?

Sabe alguém se algum académico dissentiu razoadamente da última falcatruada da RAGa (= ILGa = USC, espaÑola...)?

NOTA FINAL.- Corrijam ou completem os dados, "please".

aldaraonline #66 13/Xuño/2008 aldaraonline

Obrigado polo trabalhinho de escreveres o anterior comentário, AGIL.

E isso que lavesedo em #58 dizia que "Cando se di que o reintegracionismo é elitista, faise porque é certo que só unha pequena parte da poboación, -canto? 1% +ou-? nomeadamente con formación universitaria, o emprega."

Quando lavesedo fala "da poboación" fala da população da Galiza, que nem toda fala em Galego. Deve também considerar-se que ele fala da "poboación" do país, não da população do idioma, quer dizer, das e dos falantes, pronto, das e dos utentes. No nosso idioma, a maioria da população escreve com a grafia histórico-etimológica, sejam universitárias/os ou não, pronto, que sabe escrever. Em Portugal usa-se a grafia histórico-etimológica e não se requerem grandes conhecimentos para usar esta grafia. Só numa visão micro da língua, estabelecendo Língua=Nação, pode interpretar-se a nossa língua como restringida a um território como o da Galiza autonómica, ou o da Galiza autonómica e as comarcas orientais da chamada Galiza irredenta.

Não somos estrangeiras e estrangeiros a escrevermos um idioma estrangeiro. O Galego, quer dizer, o Português, é o idioma nacional da Galiza, e as e os utentes deste idioma somos tão galegas e galegos como qualquer um/a. "Elitistas"? Não, obrigada.

chairego #67 13/Xuño/2008 chairego

Imos ver logo filólogos, o serbio, o croata e o bosníaco, son o mesmo idioma? Logo porque lle chaman distinto e o escriben diferente?

Eu creo que esto do galego e portugués máis que o que sexan por natureza é o que queiramos que sexan os que o falamos.

E eu personalmente non quero que se lle chame portugués ao que
falo nin que se achegue máis a el do que está. Así de doado.

En canto ao de que teriamos que integrarnos no lusografia e lusofonía por sere ese o caminno para que non desapareza o galego e sexa unha lingua útil, e que son mais falantes e demais,...pois pareceme ben triste e venderse de mala maneira.

Xarope #68 13/Xuño/2008 Xarope

- "Imos ver logo filólogos, o serbio, o croata e o bosníaco, son o mesmo idioma?"

SIM, O SERBO-CROATA.

- "Logo porque lle chaman distinto e o escriben diferente? "

POR UM DIFERENCIALISMO ABSURDO ?

- "Eu personalmente non quero que se lle chame portugués ao que
falo"

VALE, E DAÍ? OUTROS NOM QUEREM QUE SE LHE CHAME ESPANHOL AO QUE FALAM (P. EX. OS ARGENTINOS) ... E POR ISSO NOM DEIXA DE SER ESPANHOL ..

- "En canto ao de que teriamos que integrarnos no lusografia e lusofonía por sere ese o caminno para que non desapareza o galego e sexa unha lingua útil, e que son mais falantes e demais,...pois pareceme ben triste e venderse de mala maneira."

- CLARO, É MELHOR MORRER "CON LAS BOTAS PUESTAS, COMO BUENOS ESPAÑOLES", QUE ISSO NOM É "VENDERSE" .. NOM SIM ?

SAÚDE.

Maeloc-do-Rouco #69 13/Xuño/2008 Maeloc-do-Rouco

aldaraonline.
Podes-me dizer como podo escrever em Galego co teclado ingles?? Nom o sei por isso pergunto e perguntei moitas vezes...obrigado polos folegos, mais informazom e o que me compre tamem...Obri

No que atinge a tua opiniom encol do uso que figeches de "corunhes" pra te referir a LKK nom lhe hei dar moitas mais voltas, ja que imagino que nom estuvo no teu animo ofender nem minimamente a ninguem..simplesmente direi-che que o facto de LKK ser um jornal editado na Corunha nom engade absolutamente NADA e inclue um aspecto do jornal totalmente desnecessario e que pode dar doadamente a interpretazons pola sua reiterazom num texto mais bem cativeiro: primeiro, tratando o tema que tratamos e o posicionamento beligerante de LKK contra a acepzom "Galiza" e contra o galeguismo e o soberanismo em geral; segundo, porque nom e a primeira vez que se repite e se asume com umha preguiza intelectual enorme o absurdo preconceito encol da Corunha bem artelhado entre o "vazquismo" e a propria LKK e terceiro, que o que nom achega informazom normalmente engade connotazom (@s que estudaram jornalismo sabem do que falo e @s que nom seguro que tambem), que nom e tam visibel, mais inevitavelmente obvio e tangivel (...o jornal ese corunhes...) Umha Apertinha

chairego #70 13/Xuño/2008 chairego

Pois non Jarope, son serbio, bosniaco e croata meu. Vai logo ali e dilles que son uns diferencialistas absurdos a ver que che contan caro Jarope je.

"VALE, E DAÍ? OUTROS NOM QUEREM QUE SE LHE CHAME ESPANHOL AO QUE FALAM (P. EX. OS ARGENTINOS) ... E POR ISSO NOM DEIXA DE SER ESPANHOL .."

Aplicando a tua regra de tres: outros non queren que se lle chame galego ao que falan...e por iso non deixa de ser galego.

Non, non e mellor morrer coas botas; postas ou sen elas...Non sei a conto de que vén esa parvada ¿? que dis...

Estas ti un pouco despistado se pensas que os que non estamos de acordo co reintegracionismo somos espannolistas e que e eiqui os mesias-salvadores son os do 'galiza', estreleira e demais poses.

Se ti pensas que a unica maneira de que o galego non morra é chamarlle portugues e grafalo con esa normativa...pois eu non o penso asi...hase ver...

O que non sei e se tamen pretendes cambiar a bandeira azul e branca e non sei,...outras cores, verde, vermella,...baixamos os pantalons e que nos colonicen agora un pouco os do outro lado do minno...que os do outro lado de pedrafita xa nos deron bastante polo colon, o caso e variar.

E pasara o mesmo...seguirase a falar galego onde superviviu e onde sempre...ao mellor desta, con tanta autovía non...

zudre #71 13/Xuño/2008 zudre

Xarope, polo que dis en #52... precisamente no meu comentario #51 digo que talibáns hainos en todos lados... eu persoalmente non teño moi claro cal é o camiño a seguir, pero o que non pode ser é que pensedes que só vós facedes polo idioma, porque non é así... nin que o problema de perda de falantes sexa por culpa da norma escollida, primeiro porque habería que ver como o conxunto da poboación acollería a oficialización dunha norma de converxencia co portugués (cando xa hai quen bota as mans á cabeza co tan traído e levado "grazas"). Independientemente eu si que creo que é necesario un achegamento, pero non sei en que termos... Saúde!

Xarope #72 13/Xuño/2008 Xarope

Chairego: levas razom.

1) logo, valenciano e catalám tampouco som o mesmo idioma, nom sim?

2) quem aqui nom quer que se lhe chame também galego ao nosso idioma? É incompatível dizer castelám com dizer espanhol ..?


3) por que onde acabam os argumentos 'linguísticos', vos ponedes a desbarrar? Quem dixo aqui que quer mudar a bandeira da Galiza pola doutro país ??
Entom vós por usar a ortografia espanhola temos que pensar que queredes trocar logo a bandeira da Galiza pola roji-guarra .. ??

4) ainda nom vos subistes os pantalons da exploraçom rectal que nos estám a fazer "nuestros hermanos de allende padornelo" ... e já sodes quem de ver que os portugueses, que tam pouco interesse mostram por nós (cousa que curiosamente também lho reprochades), vam fazer o mesmo connosco.
Admiro a vossa capacidade de augúrio em "condições tam difíceis" .. :DD

5) já vemos que a sobrevivência do galego é, na tua opiniom, uma questom de isolamento, de aldeínha, de vacas, ...

Que bonito, meu ... mas vamos aviados !!!

Saúde.

Xarope #73 13/Xuño/2008 Xarope

Zudre,

o problema já nom é o voluntarismo, activismo ou motivaçom que cada sector puder esgrimir. O problema é os resultados que para além do voluntarismo e activismo de cada quem se conseguem.

Olha, o único achegamento* que tem que fazer o galego é o ortográfico. E duvido ainda se pôr achegamento* entre parenteses, porquanto é achegar-se (também) à sua própria grafia histórica, à ortografia do galego antes de que irrompesse a ortografia do castelám na escrita da nossa língua.

E por último: sectores espanholistas contrários ao galego vai-nos haver sempre. De resto, o conjunto da populaçom nom se ia importar muito com a mudança (como de feito já tampouco o fai agora).

Se a gente bota as maos à cabeça com cousas como "grazas" é porque nom há qualquer razom linguística, histórica ou filológica que justifique essa soluçom (nunca ninguém na Galiza dixo "grazas"), e porque como outras palavras (como por exemplo "Galiza")antontem era lusismo, ontem era permitida ou recomendade e hoje torna a ser "lusismo" ... e amanhá, que será ?

Como nom vai botar a gente as maos à cabeça ?? Mostremos e trabalhemos numa norma estável, nom numa feita a anacos, dependente de como se ergueram esse dia os "académicos" da "academia" ... !

Saúde !

AGIL #74 13/Xuño/2008 AGIL

Bom, parece que o nome e CONDIÇÃO FUNCIONARIL E IDEOLÓGICA dos académicos de número da RAGa carece de toda e qualquer importância para os isolacionistas... É que não há nada a comentar? Nem sequer o erro, meu, de situar no ILGa algum académico que não parece militar na ideologia ILGaeira?

zudre #75 14/Xuño/2008 zudre

Si xarope, pero botarlle a culpa dos malos resultados aos que estamos chegando á norma é un pouco simplista, non cres? Igual sucede que a campaña "normalizadora" que por parte da administración galega se leva facendo nas últimas décadas non só non está sendo positiva senon que está colaborando bastante na perda de falantes. E a cousa parece que sigue, porque este goberno... en fin, chega con dicir que o outro día en en Política Lingüística me atenderon atenderon en acstelán... E tes toda a razón en que é imprescindible chegar a unha norma estable, e que os do ILGA son uns incompetentes está claro, iso é outro debate distinto.
E ao achegamento ao que me refería antes: com xa dixo alguén neste fío, o que é necesario é, antes de andar con leas de normas, levar a cabo outras medidas como a introdución do portugués no ensino medio (lingua e literatura), a emisión das canles de TV e radio portuguesas no país... Porque polo demais, eu non creo que unha persoa escolarizada dende pequena seguindo a norma AGAL teña máis competencia en portugués (independiantemente de q

zudre #76 14/Xuño/2008 zudre

Si xarope, pero botarlle a culpa dos malos resultados aos que estamos chegando á norma é un pouco simplista, non cres? Igual sucede que a campaña "normalizadora" que por parte da administración galega se leva facendo nas últimas décadas non só non está sendo positiva senon que está colaborando bastante na perda de falantes. E a cousa parece que sigue, porque este goberno... en fin, chega con dicir que o outro día en en Política Lingüística me atenderon atenderon en acstelán... E tes toda a razón en que é imprescindible chegar a unha norma estable, e que os do ILGA son uns incompetentes está claro, iso é outro debate distinto.
E ao achegamento ao que me refería antes: com xa dixo alguén neste fío, o que é necesario é, antes de andar con leas de normas, levar a cabo outras medidas como a introdución do portugués no ensino medio (lingua e literatura), a emisión das canles de TV e radio portuguesas no país... Porque polo demais, eu non creo que unha persoa escolarizada dende pequena seguindo a norma AGAL teña máis competencia en portugués (independiantemente de q

zudre #77 14/Xuño/2008 zudre

Si xarope, pero botarlle a culpa dos malos resultados aos que estamos chegando á norma é un pouco simplista, non cres? Igual sucede que a campaña "normalizadora" que por parte da administración galega se leva facendo nas últimas décadas non só non está sendo positiva senon que está colaborando bastante na perda de falantes. E a cousa parece que sigue, porque este goberno... en fin, chega con dicir que o outro día en en Política Lingüística me atenderon atenderon en acstelán... E tes toda a razón en que é imprescindible chegar a unha norma estable, e que os do ILGA son uns incompetentes está claro, iso é outro debate distinto.
E ao achegamento ao que me refería antes: com xa dixo alguén neste fío, o que é necesario é, antes de andar con leas de normas, levar a cabo outras medidas como a introdución do portugués no ensino medio (lingua e literatura), a emisión das canles de TV e radio portuguesas no país... Porque polo demais, eu non creo que unha persoa escolarizada dende pequena seguindo a norma AGAL teña máis competencia en portugués (independiantemente de q

zudre #78 14/Xuño/2008 zudre

non sei que chambonada acabo de facer... continúo:

...teña máis competencia en portugues (independientemente de que consideremos galego e portugués unha ou dúas linguas). E ao revés, eu escribo, como vés, na norma do ILGA e non teño problema en ler en portugués (cousa que fago amiúdo) ou en entender letras dalgúns dos meus grupos favoritos que cantan nesa lingua...

Xarope #79 14/Xuño/2008 Xarope

zudre,

a respeito da normativa, pois se quadra que ti ou eu, que somos pessoas preocupadas e interessadas pola Língua, talvez nom nos importemos muito (durante um tempo) com as mudanças que podam ir fazendo os que na teoria tenhem a competência (legal e inteletual) para fazê-las.

Mas quando, passado um tempo, te apercebes que isso é um trajecto feito ao chou, que o que antontem era "lusismo", hoja já nom o é (e mesmo é recomendado o seu uso) ... e amanhá 'já veremos', pois mandas para a merda ao ILG, a política linguística e a academia inteira toda ..

Pois se isso nos acontece anós, quê nom lhe acontecerá às pessoas que nom se importam muito com o assunto?

Isto é: a normativa nom é o único, mas é muito, mui importante.

A respeito do que assinalas sobre o jeito de nós aproximar, pois só dizer que concordo completamente. O problema é que nem esse caminho encetarom .. : é mais fácil estudar português na Extremadura espanhola do que na Galiza (?????).

E a respeito de que alguém que domine a norma Agal tenha mais competência (no mínimo escrita) em português do que outrem que escreva só em norma rag, pois entendo que é uma apreciaçom pessoal tua, porquanto creio que a lógica (e o que se pode observar dos utentes de galego que se veêm por internet, etc .. ) dim o contrário.

Bom, todavia, saúde !

Gaviotero #80 14/Xuño/2008 Gaviotero

Algunos lo están preparando de la única forma que saben: con violencia.

http://www.libertaddigital.com...

¡¡¡GALICIA BILINGÜE!!! ¡¡¡NO AL TERRORISMO NACIONALISTA GALLEGO!!!

aldaraonline #81 14/Xuño/2008 aldaraonline

Maeloc-do-Rouco #69 disse:

"aldaraonline.
Podes-me dizer como podo escrever em Galego co teclado ingles?? Nom o sei por isso pergunto e perguntei moitas vezes...obrigado polos folegos, mais informazom e o que me compre tamem...Obri"

Bom, vou explicar de modo simples para esclarecer a tua pergunta. Desculpa se explico algo que já sabes, mas é que não sei até ionde sabes e nem sequer que sistema operativo usas, etc.

Bem, imagino que usas Windows Xp. Se usas algum outro sistema operativo, pode dar-te uma ideia. Não mudam tanto de uns para outros.

Em primeiro lugar, devo indicar que tu no teu PC tens "dous teclados", por assim dizer. Um é o teclado físico, que é um teclado inglês (como dizes), e outro é o teclado virtual especificado e sincronizado com o primeiro para o sistema operativo saber que teclado físico estás a usar, e "sincronizar-se" com ele, que será também o inglês, imagino.

Mas quero advertir-te de que se mudares o idioma do teclado nas opções do sistema operativo, estarás a desligar a sincronização entre o teclado físico e as opções no sistema operativo, e as teclas que tu vês não se corresponderão com as que aparacerão no écrã.

Também não sei em que idioma tens o sistema operativo. Mas explico em Galego e em Inglês.

1) Galego:

"Painel de controle -> "Opções regionais e de idioma" -> Idiomas -> Serviços de texto e Idiomas de entrada -> carregas no botão Detalhes. --> E em "Definições" adicionas o teclado português de Portugal. Não é preciso retirares nenhum outro teclado que houver selecionado (neste caso o Inglês), mas sim modificar a preferência.

2) Se tens o sistema operativo em Inglês vais a:

Start -> Settings -> Control Panel -> Regional and Language Options;

Em Regional Options alteras as duas caixas para Portuguese(Portugal) e Portugal respetivamente.

Em Languages, carregas em Details e nos Default Input language selecionas Portuguese (Portugal) - Portuguese.


Bem, se tiveres quaisquer dúvidas o melhor é consultares alguém que saiba um pouco de informática simples, porque isto não é nada complicado, mas faz-se melhor em pessoa. Além disso, aconselho comprares um teclado português se tiveres como, para que ao modificares as configurações do teclado no sistema operativo vejas mesmo as teclas de "ç" e "~" que no teclado português estão onde no teclado espanhol estão o "ñ" e o "ç". Também mudam os acentos. Se conheces onde estão as teclas em cada teclado (inglês, português, espanhol,...), vai ser indiferente o teclado físico que uses porque apenas terás de mudar as opções de idioma no SO.

Bem, é mais fácil do que parece. Muita sorte!

Beijos

unhagrandechea #82 14/Xuño/2008 unhagrandechea

Gaivioteiro: A persoas coma ti vai adicado o noso logo.


Ven o I SERAN RAMON CABANILLAS en Cambados - ACTUACIÓN DE TREIXADURA . DIA 21 DE XUÑO ÁS 21 HORAS
Máis información en

Maeloc-do-Rouco #83 14/Xuño/2008 Maeloc-do-Rouco

#80...A nom-violencia comeza por um mesmo e refirese nom so a umha rejeccom da violencia fisica. E umha a actitude intelectual que persegue o inclusionismo e o dialogo permanente e perpetuo...A sua intervenzom (alem de postar um venzelho cara um jornal que fomenta a violencia verbal a base de mintiras e calumnias -dende cando a AMI esta venzelhada ao BNG?????...dende cando ha umha equazom constante e repetida entre o nacionalismo galego ou o espanhol ou o chines ou o ingles ou checo ou irlandes ou bretom ou o canadiano ou argentino ou dinamarques ou o ghanes ou cornico ou o sueco, etc etc e o terrorismo??? que e terrorismo e quem som terroristas pra voce??? (pido-lhe umha resposta porque os seus arroutos exclamatorios e maximalismos nom semelham mais ca barruntes de comunicazom violenta...ainda que se calhar no seu caso e noutros isso tem mais ca ver com os seus valores e a sua educazom, mais que com a sua ideologia, polo que acho que pode nom ser enteiramente culpa sua...Em qualquer caso, nom sei em Vigo, mais em Londres conhezo alguns centros nos que, gente coma voce, pouco proclive, ja nom so ao dialogo, a escoita e ao intercambio das mais variadas experiencias senom mesmo a "humanizazom" do proximo ou daquel@s com quem nom partilha a sua cosmovissom, poderiam aprender umha coussa ou duas de gente que sim sufriu o terrorismo e de gente com um escuro passado no que participou em accons violentas (nom julgamos nem as pessoas nem aos seus pensamentos e valores senom aos actos e as actitudes)...E mesmo voce poderia atopar acougo e reconciliarse com a sua especie e a comezar consigo proprio...Apertinhas

Maeloc-do-Rouco #84 14/Xuño/2008 Maeloc-do-Rouco

aldaraonline...Muitissimo Obrigado pola ajuda...tentarei de seguir os passos (nom e que a computazom seja o meu, mais farei um esforzo)...Obrigado Sempre

aldaraonline #85 14/Xuño/2008 aldaraonline

Maeloc-do_Rouco #84:

Tem cuidado porque o que estás a mudar é a configuração do teclado no sistema operativo, mas tu vais ter diante sempre o teclado inglês, e, portanto, tens de saber que ao lhe dares a um tecla não vai sair o que está impresso nela (fisicamente), mas o que a configuração do teclado no Sistema Operativo reconhece.

O melhor que podes fazer é pedires-lhe ajuda pessoal "em vivo" a algum amigo/a que saiba modificar as configurações do teclado, como apontei anteriormente.

Se queres, também podes experimentar a usares os "atalhos" do ALT que colo a seguir, onde encontrarás os símbolos seguidos por números a três ou quatro cifras. Para se obter o símbolo desejado, deve teclar-se primeiro a tecla ALT e, sem se soltar, devem-se teclar as cifras correspondentes à nossa direita no teclado numérico uma depois doutra.


â = ALT + 131 [a circunflexo minúsculo]
 = ALT + 0194 [a circunflexo maiúsculo]
à = ALT + 133 [a grave minúsculo]1
À = ALT + 0192 [a grave maiúsculo]2
á = ALT + 160 [a agudo minúsculo]
Á = ALT + 0193 [a agudo maiúsculo]
ã = ALT + 0227 [a com til minúsculo]
à = ALT + 0195 [a com til maiúsculo]
ê = ALT + 136 [e circunflexo minúsculo]
Ê = ALT + 0202 [e circunflexo maiúsculo]
è = ALT + 138 [e grave minúsculo]3
È = ALT + 0200 [e grave maiúsculo]4
é = ALT + 130 [e agudo minúsculo]
É = ALT + 144 [e agudo maiúsculo]
î = ALT + 140 [i circunflexo minúsculo]5
Î = ALT + 0206 [i circunflexo maiúsculo]6
ì = ALT + 141 [i grave minúsculo]7
Ì = ALT + 0204 [i grave maiúsculo]8
í = ALT + 161 [i agudo minúsculo]
Í = ALT + 0205 [i agudo maiúsculo]
õ = ALT + 0245 [o com til minúsculo]
Õ = ALT + 0213 [o com til maiúsculo]
ô = ALT + 147 [o circunflexo minúsculo]
Ô = ALT + 0212 [o circunflexo maiúsculo]
ò = ALT + 149 [o grave minúsculo]9
Ò = ALT + 0210 [o grave maiúsculo]10
ó = ALT + 162 [o agudo minúsculo]
Ó = ALT + 0211 [o agudo maiúsculo]
ü = ALT + 129 [u com diérese minúsculo]11
Ü = ALT + 154 [u com diérese maiúsculo]12
û = ALT + 150 [u circunflexo minúsculo]13
Û = ALT + 0219 [u circunflexo maiúsculo]14
ú = ALT + 163 [u agudo minúsculo]
Ú = ALT + 0218 [u agudo maiúsculo]
ù = ALT + 151 [u grave minúsculo]15
Ù = ALT + 0217 [u grave maiúsculo]16
ç = ALT + 135 [cê cedilhado minúsculo]
Ç = ALT + 128 [cê cedilhado maiúsculo]
ª = ALT + 166 [abreviação para o feminino terminante em -a]17
º = ALT + 167 [abreviação para o masculino terminante em -o]18
° = ALT + 248 [abreviação para o masculino terminante em -o]19
¹ = ALT + 0185 [Álgebra: elevação numérica à primeira potência = x¹]
² = ALT + 253 [elevação numérica à segunda potência, e.g., a²; raiz quadrada, e.g., 4², ²A]
³ = ALT + 0179 [elevação numérica à terceira potência, e.g., a³; raiz cúbica, e.g., 9³, ³A]
¢ = ALT + 923 [abreviação de centavo]
£ = ALT + 156 [símbolo da esterlina]
© = ALT + 0169 [abreviação de direitos de autor]
® = ALT + 0174 [abreviação de marca registrada]
™ = ALT + 0153 [abreviação de marca comercial ou industrial]
± = ALT + 0177 [símbolo matemático do mais e menos]
÷ = ALT + 0247 [símbolo matemático da divisão]
‰ = ALT + 0137 [símbolo da percentagem]
½ = ALT + 939 [metade, um meio, uma metade]
¼ = ALT + 940 [um quarto, uma quarta parte]
¾ = ALT + 0190 [três quartos]
… = ALT + 0133 [reticências, geralmente numa citação]

- = ALT + 0151 [travessão comprido, usado para separar frases, substituir parênteses e, mormente, evitar a repetição de termo já empregado]


ð = ALT + 0240 [símbolo linguístico do d fricativo dental intervocálico: e.g., obrigado /obrigáðu/, nada /náða/]20


š =