A conselleira de Vivenda asegura que fai falta espazo para construír máis vivenda protexida.
Teresa Táboas di que se precisa máis vivenda protexida
Parques empresariais para xerar emprego e riqueza e non para especular. Esta é a máxima que defendeu este domingo a conselleira de Vivenda, Teresa Táboas, nunha entrevista concedida á Radio Galega. Táboas garantiu que todos os empresarios que presenten un proxecto con garantías terán chan “con infraestrutura do século XXI”. A conselleira sinalou que o seu departamento non quere que o solo industrial se convirta, como ten sucedido, nun simple negocio para especuladores.
Con respecto ao problema do acceso a unha vivenda, a conselleira nacionalista subliñou que a maioría das familias galegas poden acceder a pisos protexidos porque están destinados a rendas de até 3.500 euros mensuais por unidade familiar. Porén, Táboas dixo que en Galiza “sobran” empersas interesadas na construción de vivenda protexida pero “falta solo”.
"Táboas dixo que en Galiza “sobran” empersas interesadas na construción de vivenda protexida pero “falta solo”"
Ha, ha, ha, ha, ha. Simpatica esta mulher!!!!
Antes de nada, porque na rádio fala aos empresários e não aos cidadãos hipotecados até as orelhas ou com alugueres que comem quase a totalidade do salário?
Agora logo os parques empresariais são competência da Conselharia de Vivenda? Ahhhh, claro, quando de passo se mete vivenda livre, é lógico....
O que sobra:
1- Especuladores
2- Políticos sem vergonha
3- Solo clasificado como Urbanizável
3- Concelhos sem planeamento (Exemplo: Sárria, 13.000 habitantes, obrigatoriamente deveria tê-lo segundo todas as leis do solo desde o ano 1953, e no 2007 segue sem ele)
4- Intervenções que com o apoio "supramunicipal" da Junta estão a passar por riba de toda legislação.
5- Polígonos industriais, portos exteriores e infraestructuras sem pés nem cabeça. Acaso é viável o porto exterior da Corunha ao lado do de Ferrol?
O que falta:
1- A figura do plano territorial
2- A planificação das infraestructuras seguindo critérios urbanísticos e não os caprichos de déspotas e empresários.
3- Uma empresa pública de construção de vivenda protegida. Não rebaixa a qualidade para obter benefícios e cria postos de trabalho estáveis.
4- Aplicar as sanções (a os grandes empresários, não ao paisano no galinheiro)
5- As competências necessárias para poder levar com êxito a política de vivenda e o urbanismo.
6- Uma conselheria de vivenda que faça algo, a parte de declarações.
7- Mão firme e políticas de controlo do preço da viventa fronte ao liberalismo total.
8- Fortes impostos para os posuidores de 3ª, 4ª,5ª,...etc vivenda
Senhora conselheira, os actuais partidos do governo levavam no seu programa uma urgente nova lei do solo ante as aberrações da anterior. Onde ficou a urgência?
Estão a permitir com a política de feitos consumados a destruição do nosso litoral, quando não colaborando com os especuladores abertamente.
A política de aluguer para jovens está corrupta até as orelhas. Os beneficiários não são os verdadeiros necessitados, senão os "niñitos de papá".
A linha de política de vivenda que você leva é a de Paco Vázquez na Corunha: agasalhar com hectáreas e hectáreas de solo público às constructoras a cámbio de fazer um pequeninho equipamento, e quando se faz vivenda protegida, a cámbio permitem construir às inmobiliárias um número excesivo de vivenda livre. Ademais existe um fraude brutal com a concesão e a venda das vivendas protegidas, que terminam nas mãos de pessoas de alta renda e com múltiples vivendas. Outras vezes a vivenda protegida vá localizada nos piores sítios, reservando o solo "bom" para a livre.
VAIA A MERDA COM O DE QUE FALTA SOLO. PARA O QUE FALTA SOLO É PARA ZONAS VERDES E EQUIPAMENTOS, E SOBRA PARA A CONSTRUÇÃO DA AUTÊNTICA MERDA QUE SE FAZ NA GALIZA.
A ESTE PASSO TAMBÊM VÁ FALTAR PARA A AGRICULTURA, POIS ENTRE TANTA MARBELHINHA E PARQUE EÓLICO NÃO HAVERÁ ONDE PLANTAR UMAS CEBOLAS....
"Táboas dixo que en Galiza “sobran” empersas interesadas na construción de vivenda protexida pero “falta solo”"
Ha, ha, ha, ha, ha. Simpatica esta mulher!!!!
Antes de nada, porque na rádio fala aos empresários e não aos cidadãos hipotecados até as orelhas ou com alugueres que comem quase a totalidade do salário?
Agora logo os parques empresariais são competência da Conselharia de Vivenda? Ahhhh, claro, quando de passo se mete vivenda livre, é lógico....
O que sobra:
1- Especuladores
2- Políticos sem vergonha
3- Solo clasificado como Urbanizável
3- Concelhos sem planeamento (Exemplo: Sárria, 13.000 habitantes, obrigatoriamente deveria tê-lo segundo todas as leis do solo desde o ano 1953, e no 2007 segue sem ele)
4- Intervenções que com o apoio "supramunicipal" da Junta estão a passar por riba de toda legislação.
5- Polígonos industriais, portos exteriores e infraestructuras sem pés nem cabeça. Acaso é viável o porto exterior da Corunha ao lado do de Ferrol?
O que falta:
1- A figura do plano territorial
2- A planificação das infraestructuras seguindo critérios urbanísticos e não os caprichos de déspotas e empresários.
3- Uma empresa pública de construção de vivenda protegida. Não rebaixa a qualidade para obter benefícios e cria postos de trabalho estáveis.
4- Aplicar as sanções (a os grandes empresários, não ao paisano no galinheiro)
5- As competências necessárias para poder levar com êxito a política de vivenda e o urbanismo.
6- Uma conselheria de vivenda que faça algo, a parte de declarações.
7- Mão firme e políticas de controlo do preço da viventa fronte ao liberalismo total.
8- Fortes impostos para os posuidores de 3ª, 4ª,5ª,...etc vivenda
Senhora conselheira, os actuais partidos do governo levavam no seu programa uma urgente nova lei do solo ante as aberrações da anterior. Onde ficou a urgência?
Estão a permitir com a política de feitos consumados a destruição do nosso litoral, quando não colaborando com os especuladores abertamente.
A política de aluguer para jovens está corrupta até as orelhas. Os beneficiários não são os verdadeiros necessitados, senão os "niñitos de papá".
A linha de política de vivenda que você leva é a de Paco Vázquez na Corunha: agasalhar com hectáreas e hectáreas de solo público às constructoras a cámbio de fazer um pequeninho equipamento, e quando se faz vivenda protegida, a cámbio permitem construir às inmobiliárias um número excesivo de vivenda livre. Ademais existe um fraude brutal com a concesão e a venda das vivendas protegidas, que terminam nas mãos de pessoas de alta renda e com múltiples vivendas. Outras vezes a vivenda protegida vá localizada nos piores sítios, reservando o solo "bom" para a livre.
VAIA A MERDA COM O DE QUE FALTA SOLO. PARA O QUE FALTA SOLO É PARA ZONAS VERDES E EQUIPAMENTOS, E SOBRA PARA A CONSTRUÇÃO DA AUTÊNTICA MERDA QUE SE FAZ NA GALIZA.
A ESTE PASSO TAMBÊM VÁ FALTAR PARA A AGRICULTURA, POIS ENTRE TANTA MARBELHINHA E PARQUE EÓLICO NÃO HAVERÁ ONDE PLANTAR UMAS CEBOLAS....
"Táboas dixo que en Galiza “sobran” empersas interesadas na construción de vivenda protexida pero “falta solo”"
Ha, ha, ha, ha, ha. Simpatica esta mulher!!!!
Antes de nada, porque na rádio fala aos empresários e não aos cidadãos hipotecados até as orelhas ou com alugueres que comem quase a totalidade do salário?
Agora logo os parques empresariais são competência da Conselharia de Vivenda? Ahhhh, claro, quando de passo se mete vivenda livre, é lógico....
O que sobra:
1- Especuladores
2- Políticos sem vergonha
3- Solo clasificado como Urbanizável
3- Concelhos sem planeamento (Exemplo: Sárria, 13.000 habitantes, obrigatoriamente deveria tê-lo segundo todas as leis do solo desde o ano 1953, e no 2007 segue sem ele)
4- Intervenções que com o apoio "supramunicipal" da Junta estão a passar por riba de toda legislação.
5- Polígonos industriais, portos exteriores e infraestructuras sem pés nem cabeça. Acaso é viável o porto exterior da Corunha ao lado do de Ferrol?
O que falta:
1- A figura do plano territorial
2- A planificação das infraestructuras seguindo critérios urbanísticos e não os caprichos de déspotas e empresários.
3- Uma empresa pública de construção de vivenda protegida. Não rebaixa a qualidade para obter benefícios e cria postos de trabalho estáveis.
4- Aplicar as sanções (a os grandes empresários, não ao paisano no galinheiro)
5- As competências necessárias para poder levar com êxito a política de vivenda e o urbanismo.
6- Uma conselheria de vivenda que faça algo, a parte de declarações.
7- Mão firme e políticas de controlo do preço da viventa fronte ao liberalismo total.
Senhora conselheira, os actuais partidos do governo levavam no seu programa uma urgente nova lei do solo ante as aberrações da anterior. Onde ficou a urgência?
Estão a permitir com a política de feitos consumados a destruição do nosso litoral, quando não colaborando com os especuladores abertamente.
A política de aluguer para jovens está corrupta até as orelhas. Os beneficiários não são os verdadeiros necessitados, senão os "niñitos de papá".
A linha de política de vivenda que você leva é a de Paco Vázquez na Corunha: agasalhar com hectáreas e hectáreas de solo público às constructoras a cámbio de fazer um pequeninho equipamento, e quando se faz vivenda protegida, a cámbio permitem construir às inmobiliárias um número excesivo de vivenda livre. Ademais existe um fraude brutal com a concesão e a venda das vivendas protegidas, que terminam nas mãos de pessoas de alta renda e com múltiples vivendas. Outras vezes a vivenda protegida vá localizada nos piores sítios, reservando o solo "bom" para a livre.
VAIA A MERDA COM O DE QUE FALTA SOLO. PARA O QUE FALTA SOLO É PARA ZONAS VERDES E EQUIPAMENTOS, E SOBRA PARA A CONSTRUÇÃO DA AUTÊNTICA MERDA QUE SE FAZ NA GALIZA.
A ESTE PASSO TAMBÊM VÁ FALTAR PARA A AGRICULTURA, POIS ENTRE TANTA MARBELHINHA E PARQUE EÓLICO NÃO HAVERÁ ONDE PLANTAR UMAS CEBOLAS....
meu...non tes que repetirte como allo para que nos enteremos...
Cando Tareixa di que "falta solo" está referindose a solo para vivenda protexida...
A parte das trapalleiras trolas e inexactitudes, indicarche que paco vázquez non recollia cesións dos promotores, era máis grave eximiaos de tais obrigas...
A política da consellaria de vivenda vese no PAU de Navia, exemplo dalgo que se planificou no 93 e foi con este goberno cando se rematou de executar.
No PXOM de Vigo vaise conseguir uns niveis de vivenda protexida inauditos, en toda a cidade.
En fin, nada que ver co descrito, en dous anos o que non se fixo en 16. E sempre co atrapallamento do PSOE: recordemos que propuxo o 40% de vivenda protexida, o BNG e Táboas, e que dixera o PSOE e Caride, que era unha barbaridade que co 30% da lei estatal chegaba...agora pretenden abandeiralo nos medios, xa veremos como tentan bloquealo na realidade.
Como sempre hai que apoiar ao BNG e non aliarse co PP e PSOE para atacalo...saúde e patria ;-)
En Vigo non haberá non haberá Plan. Isto di Vigoblog
"Permítanme, como noutras ocasións, pecar de atrevido nas predicións, pero é algo que me gusta, e como nada me xogo no embite, pois iso.
Nada cambiou dende que o dixeramos daquela. Unicamente unhas eleccións por medio e unha cortina de fume a base de desviar a atención do principal cara ao asunto do 40%, sen que nada ou case nada daquilo que advertiran que había que corrixir as Consellerías de Política Territorial e de Cultura, se cambiase. Tanto é así que a cousa chega ao absurdo e ao descaro de buscarlle unha solución paralegal ao tema da fábrica ilegal de casiñas de madeira en Chan do Labrador, insistindo erre que erre na chanchullada de Amador Fernández e do BNG, a pesar da contundencia do informe da Consellería de Política Territorial no sentido contrario.
Como se todo o problema fose o do fiasco do 40%, os grupos municipais do PSOE e do BNG ignoran outravolta a legalidade e venden un producto que saben sobradamente que está caducado. ¿Por que o fan?: por razóns puramente oportunistas e electorais. Dan a apariencia de que efectivamente cumpren as súas promesas, achéganse a maio con tal coherencia e logoxaveremos: o BNG dirá que os do PSOE da Xunta paralizan a cidade e Caballero quedará ben enunciando o tópico aquel de que os intereses de Vigo están por riba, mesmo, dos do seu propio partido". Recomendo ós lectores de Vieiros que se remitan a Vigoblog e as informacións referentes á Amador Fernandez e a fábrica de casiñas de madeira prefabricadas "Las cinco Jotas".
Os do BNG sodes uns caraduras.
Ah estupendo, os visionarios seudoprogres de salón pasando por enrriba da decisión unánime dos veciños e veciñas de Candeán.
A ordenación que contempla o PXOM é fundamentalmente para mellorar a ordenación viaria da parroquia, a mesma desde hai décadas, e para ter chan industrial.
Cal é o único pecado que cometeu a ebanisteria que leva tres décadas nesa ubicación? Que os seus donos non son da corda de PSOE nin de PP. E por teren descoidado a regularización da súa situación, algo que mentres noutras ninguén pon problemas porque é de pura lóxica, neste caso sí por razóns de mísera política partidaria, fundamentalmente do PSOE.
E así poderiamos seguir co resto.
Agora a situación é que PSOE está pola aprobación e o PP, xunto cos promotores se negán. Se non mudou nada e o 40% de vivenda protexida é unha cortina de fume porque mudan de opinión?
A cousa é clara, a única forza responsábel, que pensa ne cidade e non en intereses particulares e partidarios é o BNG, e o tempo vai demostralo como ocorre sempre. Ainda que lle pese aos pseudo progres de salón españolistas, e os que se deixan atrapallar a cachola por eles.
Saúde e bo nadal ;-)