A UFGCs afirmara -en relación coa detención de tres independentistas- que a formación política estaba "disposta a atentar".
NÓS-Unidade Popular (NÓS-UP) presentou este martes unha denuncia no xulgado de instrución nº 1 de Compostela contra a Unión Federal de Gardas Civís (UFGCs), "en defensa dos seus dereitos como legal e lexítima organización política galega", por un presunto delito de calumnias.
O pasado 15 de decembro, un día despois da detención de tres persoas que relacionaron con Resistência Galega, a UFGCs realizou unhas declaracións públicas onde afirmaba que a operación non debería rematar aí, xa que hai organizacións como AMI ou NÓS-UP que "están dispostas a atentar", aínda que "non teñen artellado un dispositivo conxunto".
A Dirección Nacional de NÓS-UP afirmou nun comunicado que con esta demanda pretenden "facer fronte á sistemática intoxicación promovida por instancias policiais e alimentada por algúns altofalantes mediáticos contra a actividade política da esquerda independentista galega".
Ademais, o responsábel de Organización da formación, Bruno Lopes Teixeiro, dixo que "non se descartan outro tipo de accións de protesta".
Os de Nós-UP deveriam começar a plantexar-se por que geram tantas antipatias. Chiringuito de quatro amigos que buscam o autocompracemento. Nom nego a sua parte de razom, mas se o independentismo a dia de hoje tem esta escasa acolhida social é em parte graças ás suas idioteces; veja-se o projecto de Causa Galiza: ei foi boicoteado coas suas pintadas, queimas de fotos e tonterias variadas. E assim pretendem conseguir o respeito para eles e a independência para Galiza?
"Atlántico":
Infinitamente más antigua y negra, y sin nada positivo para persona alguna, es la de aquéllos que juzgan antes de que se pronuncien los jueces. Es una postura totalitaria que, por tanto, está reñida con la democracia.¿Es que no has oido hablar de la Constitución Española? porque te has puesto por montera la presunción de inocencia.
En la Guardia Civil se equivocan a veces, por supuesto, como todos los individuos o como todas las instituciones humanas. Algunos de sus miembros se comportan a veces de forma reprobable e incluso son llevados a los tribunales, sí, pero de ahí a juzgar al Instituto y a toda su obra como tú lo haces media un abismo y sólo queda explicado o bien por odios o por resentimientos irracionales o bien por activismo político. ¡Perdón!, puede haber otra razón: que repitas (sin espíritu crítico alguno) lo que has oido o alguien te ha enseñado. En ese caso, deberías apartarte de esa gente, porque son los merecedores de lo que te acabo de decir.
Si quieres hacerte un bien a ti mismo, recuerda 3 cosas:
- 1ª = La Constitución y/o la Democracia nos exige la presunción de inocencia.
- 2ª = No confundas las partes con el todo.
- 3ª = Utiliza siempre la capacidad crítica que, como en todos los seres humanos, tu inteligencia posée: nos ayuda a decir y a hacer menos tonterías; nos ayuda a ser más justos; nos ayuda a comprender mejor todo lo que nos rodea.
Não, não, nada disso. Poucas cousas há que sejam mais negras que a história da Guardia Civil espanhola, e muito menos há que sejam "infinitamente" mais negras.
Marina, diz-lhe isso aos juízes da AN, a ver o que te dizem.
MARINA: lo de la presunción de inocencia díselos a los torturados por la GC. Igor Portu y Mattin Sarasola.
Diz em (#3) galegoportuguesa: «Os de Nós-UP deveriam começar a plantexar-se por que geram tantas antipatias. Chiringuito de quatro amigos que buscam o autocompracemento. Nom nego a sua parte de razom, mas se o independentismo a dia de hoje tem esta escasa acolhida social é em parte graças ás suas idioteces...» (Etc.)
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COM.- Vejamos se em breve sou capaz de comentar e esclarecer a "cousa":
1.- Começo por avisar que nem sou independentista galego nem pertenço, portanto, a nenhuma organização partidarista nem independentista nem "dependentista". Quero dizer que o que vou comentar vai dito desde o distanciamento da ideologia e militância independentista galega.
2.- Dentre os partidos, com certeza sem tantos "militantes" como os partidos nacionalistas espaÑoles ("dependentistas" de USA?), pEpE e pEsoE, mas também, proporcionalmente, com mais militantes, NÓS-UP talvez seja o mais coerente e democrático. (Sem dúvida para ser mais coerente e democrático que os partidos nacionalistas espaÑoles acima citados basta muito pouco...).
3.- As deficiências de NÓS-UP e dos outros partidos independentistas galegos e mesmo dos "soberanistas" (BNGa) se acham na carência de meios de comunicação, em grande medida devida ao escasso "sentimento" galeguista da gente galega, comparado com o "sentimento" catalanista ou basquista (?) na Catalunha e em Euskádi.
4.- Os média "galegos" são todos nacionalistas espaÑoles e bem arreconchegados à "derecha", mais próxima do Asnar do que o Piqué, por exemplo. Portanto, esses média noticiam o relativo ao galeguismo em geral negativamente, carregando sempre a notícia de conotações pejorativas ou degradantes.
5.- Queria também fazer ver (a quem quiser abrir os olhos) como esses média, nacionalistas espaÑoles, dão notícia de "sucesos" que nada têm a ver com o independentismo galego, mas, por exemplo, com cidadãos portugueses ("lusos" quase sempre na nmenclatura de alguns média): não são pessoas, não são, cidadãos, mas apenas "lusos".
6.- De igual modo (e diria que mais ou menos com a mesma xenreira) dão notícia do referente aos grupos independentistas ou a grupos que eles mais ou menos "torticeramente" ligam com o independentismo, ainda que estejam radicalmente errados.
7.- Se a isso acrescentamos a política não declarada, mas patente, emanada e promovida desde as instituições do reino de espaÑa ("uno e inconsútil" ou "indiviso e indivisible", como desde o princípio dos tempos ficou estabelecido pela divina providência... espaÑola), já temos explicadas as filtrações "de fuentes autorizadas" que nunca se sabem, ou através de entidades interpostas, como no caso (não o diz a GC, mas um não-sindicato desse instituto militar).
8.- Enfim, que estamos no reino bourbónico de espaÑa, onde ainda os direitos fundamentais são peneirados e permitidos segundo o tipo de cidadãos ao ver das "autoridades competentes", que são todas num "totum revolutum" cada vez menos indistinto. Pobre Montesquiu!!!