O BNG denuncia que o PP segue a impedir que se poida falar no noso idioma nesta institución, cando si se pode empregar noutras administracións da U.E.
No Consello de Ministros da Unión Europea, na Comisión Europea, no Comité das Rexións ou nas denuncias dirixidas ao Valdedor do Pobo. En todas estas institucións se pode empregar a nosa lingua previa comunicación. Non obstante, escoitar o galego no Parlamento da UE é aínda unha arela, unha reivindicación que o BNG defende dende que entrou na Eurocámara en 1999.
Este martes celébrase o Día Europeo das Linguas, unha data que os nacionalistas aproveitan para exixir que as linguas galega, vasca e catalá poidan ser empregadas polos eurodeputados de Galiza, Euskadi e Cataluña. Denuncian que o PP español está a impedir esta posibilidade a través da súa representación na Mesa do Parlamento Europeo. Segundo explica a voceira do BNG en Bruxelas, Ana Miranda, esta decisión vulnera o cumprimento da Carta Europea de Linguas Rexionais e Minoritarias do Consello de Europa. Na súa opinión, a estratexia de multilingüismo é interesante para ir cara unha Europa plurilingüe, polo que é necesario avanzar na situación das linguas non oficiais na UE.
Máis parvoíce. O galego está a ser traduzido polos seviços de traduçom do Parlamento Europeu.
O que deveriam pensar alguns é por quê quando se fala "galego" em Bruxelas a única cabina que nom trabalha é a portuguesa.
Os isolatas sempre autolimitando-se e buscando entraves onde precisamente nom os há. É na Galiza onde mais está proibido o galego
Que vai estar prohibido! O que queira falar galego no parlamento europeu claro que pode. É moi simples, reparem:
1) Encarreguem a tarefa de redigir o texto a um português (ou a um galego reintegracionista).
2) Deam o texto para ler a um galego.
3) Voilà!
NB: ainda que oficialmente fique claro que o que se leu foi português, sabemos bem (entre nós) que foi galego, ou nom?
No parlamento galego nom está proíbido o galego, pode-se falar a vontade, que perguntem os do BNG a Camilo Nogueira e demais galegos e galegas que por ala andaram.-
O que devia preocupar aos do Bloco é que o galego onde sim está pribido e nas cortes em madri, é dizer a espanha
O mais impresionante é que o blocom tem uma política nesta matéria diferente da dos seus representantes nestes organismos, Quem fixa a política linguística de Quintana?, uma mestura da Fraga e a Marisol
Falar galego sim que se pode. Escrever em norma ILG-RAG é que nom deixam :)
E efectivamente, em Madrid sim que está totalmente proibido. Falado, escrito e por sinais de fume.
Para saber mais acerca do português da Galiza e a defesa dos nossos direitos perante instituições europeias:
Reportagem na TV portuguesa
em You tube
http://www.youtube.com/watch?v...
Valentes *st*p*d*c*s diz a Ana Miranda essa...
O que é proibido no parlamento Europeu é o dialecto artificial que a RAG está a tentar vender aos galegos.
O idioma nativo e materno galego já há muito que é falado e reconhecido como língua oficial no parlamento Europeu.
http://br.youtube.com/watch?v=...
Moi grave,os lusistas e os espanolistas atrancando o paso do galego.Ao final seran os catalans os que miren por nos.Catalan,galego e euskara linguas oficiais, e que rabeen os imperialistas.
A nossa língua está na Europa. Pode-se usar e DE FACTO OUTROS A USAM.
#10 Escreveu:
"Moi grave,os lusistas e os espanolistas atrancando o paso do galego"
Sr. Independência queres a independência de quê?
De qual ilha da ria galega?
Porque se queres a independência da Galiza não é com o idioma castelhano ou com o "portunhol" da RAG.
Só a nossa língua nativa e materna limpa dos séculos escuros dá à Galiza o estatuto de País.
Tu não és nenhum independentista mas sim um "cavalo de Tróia" dentro da Galiza.
Os isolatas dizem que o galego teve um desenvolvimento separado do Galego/português durante os séculos escuros.
Mas pode-se chamar desenvolvimento a:
- Um idioma proibido na Galiza nesse periodo.
- Idioma que deixou de ser escrito.
- Idioma falado só em casa e no mundo rural.
-Idioma que se transmitiu de pessoa a pessoa e de pais para filhos de OUVIDO com todas as deturpações daí resultantes.
- Os galegos obrigados a "hablar" castelhano em vez de falar o seu idioma nativo original da Galiza.
Temos é de ficar satisfeitos com a sorte de a parte a sul da Galiza se tornar independente desta humilhação e conservar a nossa língua materna.
Esta sorte permite-nos recuperar a nossa língua e cultura. Não podemos é fazer o jogo do castelhano colonizador.
Ana Miranda:ben,defendendo a nosa lingua e o noso país en Europa.
Os españolistas din que non precisamos do galego en Bruxelas porque xa hai o español.
Os lusistas din que non precisamos do galego en Bruxelas porque xa hai o portugués. Non veñen sendo todos eles traidores á patria galega?
Autodeterminacao,deberías saber que os idiomas non son o producto da aristocracia.É o pobo o que vai facendo a riqueza lingüística.A clase alta colle un cacho pequeno diso facendo un código identificador de clase.
Vemos outravolta como o lusismo é un movimento clasista no social,traidor no político e baleiro no cultural.
(dun debate cos Cavalheiros da Fe en chuza)
aquí estades lanzando torpedos contra a lingua galega por non perder o costume. Por ir contra a nosa presenza internacional e seguir a submisión colonial aprendida na casa, aínda que por outras vereas, sodes capaces de marear a calquera coas vosas mentiras a medias(...)
Só estamos dicindo que lle botedes ese rollo, por exemplo a quen estuda Tradución e Interpretación e verá que o seu posíbel posto de traballo en Europa sobra, igual do que sobra o idioma chamado galego. Iso é un harakiri cultural e político e parece mentira que o apoiedes, dáme igual se sodes españolistas ou lusistas.
(...) aquí o único que había era unha noticia a favor da lingua galega, pero a Lei de Berto 2.0 di que calquera ataque á lingua galega será apoiado (con matices) polo reintegracionismo.
Ah: e autodeterminasao, no teu pequeno relatorio sobre a Disgraça de Deus que supón falar e escribir galego esqueciches a Rosalía de Castro e a Curros Enríquez, seguro que foi subconscientemente.
E a Pondal, que escribía con ll, g e j, ou sexa, en grafía etimolóxica. E en galego!
#14, #15, #16, #17 e #18 . Têm toda a razão no que dizem. Só que a conclusão dos princípios que defendem é o oposto:
Tudo o que afirmo em #12 e #13 é pura verdade. Concordo que a língua galega é o resultado de muitos séculos de culturas dos nossos antepassados e isso deve ser respeitado.
É por isso que não aceito que por motivos políticos em manter os galegos sub-alternizados aos castelhanos se queira tirar partido da desafalbetização dos galegos durante os séculos escuros, fins do século XV a VIII para destruir o nosso idioma nativo e vender-nos um dialecto artificial que em nada respeita a nossa cultura e antepassados galegos.
Pelo contrário o “portunhol” que a RAG nos está a vender como se fosse um produto comercial mantém vivo a colonização linguistica do galego em relação ao castelhano e tenta pretectorar a humilhação dos séculos escuros.
O galego depois de passar a fase de dialecto é reconhecido oficialmente como idioma a partir do século IX.
O galego antes da opressão castelhana nos séculos XV a VIII era idioma oficial e falado durante o reino da Galiza que compreendia tal como o anterior reino Suevo a actual Galiza para sul até ao rio Tejo (e não só o rio Douro como pensam muitos galegos).
Os isolatas dizem que o galego teve um desenvolvimento separado do Galego/português durante os séculos escuros de fins de XV a fins de VIII.
Mas pode-se chamar desenvolvimento a:
- Um idioma proibido na Galiza nesse periodo.
- Idioma que deixou de ser escrito.
- Idioma falado só em casa e no mundo rural.
-Idioma que se transmitiu de pessoa a pessoa e de pais para filhos de OUVIDO com todas as deturpações daí resultantes.
- Os galegos obrigados a "hablar" castelhano em vez de falar o seu idioma nativo original da Galiza.
O que a RAG está a fazer é tentar apagar a nossa cultura original e substituí-la pela castelhana através do dialecto artificial “portunhol”.
Para compreender esta questão é preciso associar-se o conhecimento da história.
Por volta do ano 711 quase toda a Peninsula Ibérica foi invadida e ocupada por árabes.
Para os povos da Galiza ocupada por Castela e da Galiza livre (Portugal) pode dizer-se que a sua história começou com a reconquista cristã e reposição da herança da matriz humana, linguista e territorial do Reino Suevo. A relação com os povos da antiga Lusitânia e Galécia não tem quantitivamente a relação que oficialmente se dá devido às invasões que estes territórios sofreram e deslocações de populações.
No século VIII a Galiza foi uma zona de guerra até que Dom Afonso um chefe asturiano reconquistou toda a Galiza de hoje, Norte e Centro de Portugal aos muçulmanos e foi restabelecido o território, tecido humano e línguistico que tinha existido no Reino Suevo. Nasceu então o Reino da Galiza, praticamente com a mesma caracterização do Reino Suevo. Dom Fernando, rei de Leão e Castela, notabilizou-se consolidando as reconquistas e quando faleceu em 1065 reconheceu as diferentes nacionalidades e repartiu os seus domínios pelos filhos: Sancho ficou com o Reino de Castela, Afonso com o Reino de Leão e Astúrias, e Garcia com o Reino da Galiza (e portanto com o condado de Portugal transformado mais tarde em reino independente por galegos que não queriam depender do rei de Leão e Castela após este ocupar a Galiza). Depois de varias lutas entre os irmãos, morto Sancho e destronado Garcia, Afonso VI de Castela ocupa todos os reinos criados pelo seu pai, tornando-se assim rei de Leão, de Castela e de Galiza. O rei Garcia da Galiza foi transformado em figura decorativa obrigado a prestar vassalagem ao rei castelhano. Muitos galegos opuseram-se e por isso dois terços da Galiza, o condado de Portugal tornou-se independente. A outra parte (Galiza de agora) ficou colonizada por Castela até hoje.
A sul do rio Minho nasceu um reino feito por galegos que continuou a reconquita cristã para além do rio Tejo até ao sul. Até ao século XIX o reino chamava-se reino de Portugal e Algarves. Sendo Portugal a Galiza independente e Algarves as terras reconquistadas aos mouros a sul do rio Tejo( hoje as províncias do Alentejo e Algarve).
O galego começou a chamar-se numa primeira fase galego-português por ser a língua falada nos dois reinos um independente (Portugal) e outro colonizado por castela (Galiza).
Em finais do século XV os castelhanos eliminam a administração galega na Galiza pondo no seu lugar fidalgos castelhanos e extinguem o idioma galego oficialmente.
A língua galega foi proibida pelos castelhanos e por isso o galego-português ficou a ser conhecido somente como português.
Temos é de ficar satisfeitos com a sorte de a parte a sul da Galiza se tornar independente desta humilhação e conservar a nossa língua nativa e materna.
Esta sorte não têm catalães e bascos. Permite-nos recuperar a nossa língua e cultura. Não podemos é fazer o jogo do castelhano colonizador perdendo tempo com o “portunhol”. Três séculos de proibição do nosso idioma já não foi suficiente?
O que a RAG está a fazer é aproveitar-se da miséria alheia. Neste caso os castelhanos a aproveitar-se da desalfebatização que os próprios fizeram com a colonização da Galiza.
Se temos como língua materna e nativa uma das mais faladas do mundo porque teremos de adoptar um dialecto isolacionista espanholista que só serve para atrazar a Galiza?
Só a recuperação da nossa língua NATIVA e MATERNA nos permite ser respeitados como país.
Galiza para os galegos quem não estiver bem que vá embora!
A Galiza e a Irlanda têm muito em comum.
A Irlanda do Norte está ocupada pelos ingleses.
A Galiza do Norte está ocupada pelos espanholistas.
A Irlanda do Sul é um país independente.
A Galiza do Sul é um país independente (Portugal).
Duas simples regras que evitam muitos erros em galego:
- Não há palavras galegas com ñ (isto é castelhano) em galego escreve-se nh
- Não há palavras galegas acabadas em n (isto é castelhano) em galego acabam em m
http://br.youtube...
http://br.youtube...
http://br.youtube...