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Movimento Defesa da Língua perante as declarações do Sr. Mariano Rajoy

Perante as declarações do Sr. Deputado Mariano Rajoy na sessão do pleno do Congresso do dia de ontem o Movimento Defesa da Língua deseja manifestar que:

Enviada por luiz luiz o 13/12/2007 08:53 ás 684 visitas

- A Galiza é uma região europeia que conforma com o Norte de Portugal uma Euro-região

- A língua natural da Galiza é o galego, ou português, da mesma forma que na República portuguesa

- A aprendizagem da língua castelhana na Galiza e Portugal não corre perigo e está garantida na actualidade.

- O ensino deve ser na língua natural, isto é, o português galego.

- A correcta naturalização da língua na Galiza e recuperação de usos não chegará pelas políticas de "normalización" existentes há mais de duas décadas, mas só será possível com o inter-relacionamento cultural, económico e social com Portugal e resto da Lusofonia.

- Isto passa pela introdução maciça da língua portuguesa no ensino e dos mass-media portugueses ao abrigo dos documentos europeus apoiados por todos os governos democráticos, como a Carta Europeia das Línguas Regionais ou Minoritárias do Conselho da Europa.

- Actuar contra uma comunidade que apela para que sejam garantidos os seus direitos colectivos, inclusive em aspectos tão pouco transcendentais como a recepção de televisões transfronteiriças, é ir contra os direitos humanos e impróprio de representantes políticos democráticos.

www.mdl-galiza.org
imprensa@mdl-galiza.org


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Comentarios (7)

OBSERVADOR #1 13/Decembro/2007 OBSERVADOR

Avante sempre!!!!!!!

Xeonllo #2 13/Decembro/2007 Xeonllo

Concordo. O Mariano Rajoy é un ignorante que dá noxo.

Mcnally #3 14/Decembro/2007 Mcnally

Los territorios no tienen lenguas naturales. El concepto de lengua propia se restrunge al hecho de que una lengua surgiera en un determinado territorio, sin más. La lengua materna de los ciudadanos de un territorio no tiene por qué coincidir con una lengua "propia" de ese territorio.

La Carta Europea de las Lenguas regionales o Minoritarias habla de derechos de hablantes, no de derechos de lenguas. Hay países que la han ratificado en los mismos términos que España y se limietan, como debe de ser, a garantizar los derechos lingüísticos de los hablantes de estas lenguas, sin impedir recibir la enseñanza en una lengua mayoritaria, y mucho menos si es la oficial de todo el estado (casos de el Reino Unido).

Las teorías de que la enseñanza en un territorio sólo debe ser en la "lengua natural" de ese territorio es una solmene estupidez, ya que obligaría a que la enseñanza en Irlanda sólo fuese en irlandés, prohibiéndola en inglés. En Finlandia se puede estudiar en sueco, que es lengua oficial en todo el territorio.

La vinculación lengua-pueblo-suelo (territorio) es nacionalismo puro decimonónico, esencialmente antidemocrático y negador de la autodeterminación y la libertad del individuo, al que hipoteca a supuestos y falsos derechos colectivos del pueblo monolingüe y uniforme. Sostener determinadas teorías herderians a estas alturas de la historia debería avergonzar a quien lo hace: es puro fascismo.

La Carta Europea de las Lenguas establece en su artículo 7.1.g que los Estados deberán proveer los medios necesarios para que los hablantes de otras lenguas en el territorio donde se hable una lengua minoritaria para que éstos puedan aprenderla si así lo desean. ¿Cómo interpreta ese colectivo este artículo? Me gustaría saberlo. En absoluto se dice en tal texto jurídico (no exigible legalmente, por otra parte, ante ningún tribunal internacional) que la enseñanza ha de ser en un nterritorio en la "lengua natural" (por propia) de ese territorio. A ver si dejamos de manipular a la gente con delirios nacionalistas repudiados en todo Estado democrático. Por cierto, ¿Cuál es la "lengua natural" de Argentina? ¿En qué lengua o lenguas habría de ser la enseñanza en Australia o en los EEUU? ¿Cómo se pueden decir en un comunicado tantos disparates jurídico-políticos?

Si el señor Rajoy garantiza a los gallegohablantes de Galicia la enseñanza íntegramente en Gallego cumple de sobra con la Carta Europea, como lo hacen otros países. Para acabar, galicia es parte de España y no de Portugal, lo cual no quiere decir que ésta no sea una nación respetable. El castellano es una lengua de Galicia, además de ser una lengua oficial de Galicia, como lo es de Chile o de Méjico. La verdad es la verdad, aunque a algunos les escueza.

Menudo comunicado. Delirante.

Maeloc-do-Rouco #4 15/Decembro/2007 Maeloc-do-Rouco

Aco o unico DELIRANTE e o que nom respecta nem a Historia nem a Realidade (mesmo a actual!!)...A lingua galego-portuguessa xaora que e a "natural" (nascere) de Galiza, do mesmo jeito que o castelhano e natural de Castilha e o norugues de Noruega...E DELIRANTE duas vezes ja que incorre em contradiccom ao implicitamente reconhecer o irlandes como lingua natural de Irlanda, malia a sua minorizazom a respecto do idioma da antiga metropoli inglesa> galego, malia as politicas seculares de estigmatizazom PSICOLOGICA, SOCIAL E CULTURAL, "doma y castracion" e tuda clase de torpezas exercidas desde o poder castelhano-espanhol segue a ser o idioma maioritario de Galiza...Por outra banda a lingua de Portugal nom deixa de ser umha variante do tronco comum galego-portugues, NADO (Natural) nambalas beiras do rio Minho...O demais nom som mais que justificazons imperialistas e berros de quem se resiste a perder os seus privilegios..O poder politico, economico e mediatico esta do lado espanhol, mas os vencelhos historico-culturais velai estam pra quem os queira comprovar..A lingua natural de Argentina existe na mesura em que voce pode rerconhecer como nazom a nazom argentina e a sua lingua seria o espanhol (argentino) por ser um territorio resultante dum virreinato colonial...Mais dentro da Argentina ha a nazom "mapuche" coa sua lingua NATURAL que e o mapuche..Se queres enlear com discussons semanticas afina bem que podes sair mal-parado..E pra delirante delirante (DELI-RRANCIO) o nacionalismo espanhol que tenta imponher as suas formas tanto em Arrigorriaga como em Sa Pobla, como em Ortigueira, como em Melide, como alo onde pisa e pede direito de pernada...A Nazom Espanhola e-che um delirio que tira a pesadelo...Co bem que poderiamos estar tudos juntinhos (em irmandade co resto das nazons e povos da Terra) de houver um minimo de respecto e mais conhecemento reciproco e menos imposizons SECULARES de UM sobre OS DEMAIS POVOS PENINSULARES...Falamos do galego-portugues ou do catalam-valenciano, ja que pouco queda do astur-leones ou do alto-aragones, um mais venzelhado ao galaico-portugues e outro mais ao catalam e as linguas de Oc. Cultura e o que fai falta desde esses poderes politico-economico-MEDIATICOS...madrilenhos ou madrileiro-provincianos..E menos delirios, que ja nom esta nem os Reis Catolicos, nem Filipe II, nem o conde-duque, nem Godoy, nem Primo de Rivera, nem Franco...Rematarom os VOSSOS DELIRIOS

Mcnally #5 15/Decembro/2007 Mcnally

Pois eu saio á rúa e vexo que moitos galegos falan en español, sobre todo nas áreas urbáns. O que non vexo é que falen a túa lingua (non creo que cheguedes a 2.000 en toda Galicia os falantes dela). Está claro quen se nega a ver a realidade.

Vincular pobo-lingua-terra é antidemocrático (mellor predemocrático). Hoxe en día en Europa non existe case ningún exemplo de pobo como suxeito xurídico-político cuxos membros non teñan mási dunha lingua (non digo a nivel individual: Islandia e case para de contar). Xa ves que non se me da mal entender o portugués. Perdoarás que che responda en galego, que aínda que é un idioma distinto pódelo entender ben (ata entendes o español, e que sorte tes por isto, coido que non o sabes apreciar).

Que te divirtas nos teus delirios lusófonos o soña cos anxiños.

Lembra que as túas teses sobre linguas naturais non se aplican en ningún país de Europa. Xa sei: están baixo o imperialismo. Non coma Cuba que defende con uñas e dentes a súa lingua natural, o español. ¡Que risa, tía Felisa! Pobres, que frustrados debedes vivir algúns.

Tonio #6 15/Decembro/2007 Tonio

"Vincular pobo-lingua-terra é antidemocrático (mellor predemocrático)"

Constitución Española de 1978, Artículo 3.

«1. El castellano es la lengua española oficial del Estado. Todos los españoles tienen el deber de conocerla y el derecho a usarla. »

Constitution du 4 octobre 1958. République Française

Article 2 :

«La langue de la République est le français»

E assim... Eu não vejo que os estados tenham nenhum problema em vincular as suas fronteiras com um povo (onde o canto à nação una é constante) e uma língua, concedendo às vezes alguns sub-status peculiares às línguas que não pertencem a dita "comunidade nacional" na sua integridade. Dentro das línguas "não-tão-oficiais-como-a-oficial" estão as vinculadas efectivamente a um território (v.gr: a galega, a catalã, o bretão) e aliás a um povo (ou "autonomia" ou "X" ou o que quiser; «2. Las demás lenguas españolas serán también oficiales en las respectivas Comunidades Autónomas de acuerdo con sus Estatutos.» art. 3 constituição espanhola)

E como a Galiza também é Estado pode exigir requisitos aos cidadãos (pagar uns dados tributos, cumprir dadas leis, etc...). Nada tem de extraordinário. A língua galega, diga-se o que se quiser, tem vinculada a sua oficialidade à CAG e não ao indivíduo isolado galego-falante (o que é logo é comprovado quando o dito cidadão empregar o seu galego em diversos pontos do Reino Espanhol, fora do voluntarismo; a Audiência Nacional vem de equiparar "catalão" com "silêncio" o que é toda uma declaração de intenções).

Se o galego não é língua própria de nenhuma parte, então talvez o galego deveria estar no sistema escolar de toda Espanha (quando na realidade, todavia tem de ultrapassar diversas resistências até na Galiza).

Também há outras línguas (chinês, árabe, romeno, híndi, tâmil), com uma importante presença de falantes no Reino da Espanha mas sem nenhum direito linguístico (nem educativo) condenados eles também a uns "supuestos y falsos derechos colectivos del pueblo monolingüe y uniforme...".

Maeloc-do-Rouco #7 17/Decembro/2007 Maeloc-do-Rouco

A ver McInally...Hei-che deixar delirar porque vexo que nom tes remedio...Eu moro em Londres e escoite gente falar polaco, galego-portugues (que de luso nom tem nada meu...sabes tu onde esta a Lusitania?? Nom estaras a delirar de ignoRRancia??), escoito a gente falar linguas e linguas diversas (mais de trescentas seica se falam nesta vila na que moro desde ha moitos anos)...Quer dizer isso que a lingua natural (Latino "nascere")de Londres nom e o ingles?? Venha ouh venha...segue cos teus delirios...Nom estamos a falar de ningumha tese, senom que falamos de siso comum...E postos a falar de Europa, que e o espelho "concavo" no que moitos crem olhar a "Arcadia" (puro papanatismo) direi-che que na propria Irlanda o "gaelico" segue aser considerada a "native language" (mesma origem "nascere")...ainda que nem sequer em Dingle o fale ninguem ja...moito ao seu pesar...Algo que nos podemos civilizadamente evitar...
Nom fai falha liscar a Cuba pra comprovar que o colonialismo cultural subsiste neste Estado Espanhol (de cultura oficial castelhano-andalusa)....So fai falha olhar a deturpazom secular e constante da nossa toponimia (El Nino de La Guia / La Estrada / La Rua / Carballino etc)...Quem delira?? Delira o que se pode permitir delirar impunemente porque o aparelho economico-mediatico e cultural esta da sua beira...Assim gentes como o tal McInally permiten-se esse paternalismo insultante com que pretendem fazer-nos ver o "desencaminhados" que estamos..Perdoa McInally, somos-che o demo, mais como dizimos por aco "o demo tam pouco e tam mau"

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