O sindicato afirma que a nova executiva toma represalias contra os traballadores que se posicionaron coa candidatura de Xurxo Álvarez.
As liortas internas no Sindicato Labrego son unha constante dende que o pasado mes de novembro Carme Freire se converteu na nova secretaria xeral logo de vencer á candidatura liderada por Xurxo Álvarez. Agora a CIG entra tamén no conflito acusando á actual dirección de “purgar” a aqueles traballadores que non están conformes coa liña oficial.
O último enfrontamento ten lugar logo de que o SLG decidise prescindir dunha traballadora de Silleda que tiña un contrato “fin de obra”. Dende a CIG aseguran que pode haber nos vindeiros meses até 25 despidos entre o persoal técnico do sindicato agrario.
Dende o sector oficial do SLG negan que haxa “purgas”, tal e como afirma a CIG. Fontes consultadas por Vieiros acusan ao sector liderado por Álvarez de deseñar unha estratexia que busca “deslexitimar” á actual dirección. Segundo esta versión, os problemas radican na decisión de prohibir que aqueles traballadores que non estean dados de alta en tarefas do agro poidan formar parte dos órganos de dirección. Porén, aseguran que o apoio que ten a a liña crítica entre a afiliación é “moi escaso”.
E quem manda à UPG (=os que controlam a direcção da CIG) opinar sobre o que se passa dentro de uma outra organização? O que entendem estes por independência sindical?
Fode muito não controlar, verdade? Mal que vos pesar, a maioria da massa social do SLG está com Lídia Senra, quem à sua vez o está com Carme Freire. Deixai de amolar.
Para corroborar o escasso que é o apoio a Álvarez, avonda com falar com ao menos dez afiliados do SLG. Se quer constituir um sindicato paralelo (algo com o qual já ameaçou... muito fode não mandar), que o faça. E o resto de organizações e partidos políticos do país, que não interfiram, que ninguém lhes deu vela neste enterro.
Outro capítulo do matonismo made in UPG, intromissom numha organizaçom soberana incluída. Espero que o resto da direcçom da CIG (o nom sumetido à UPG) obrigue a Seixo e companhia a ter um pouco de respeito nom só polo SLG, mas também polas bases da CIG, que assistimos a tam lamentável espectáculo dos nossos dirigentes.
O SLG hai anos que tiña que estar na CIG, porque Unións Agrarias (=UGT=PSOE) está papándolle todo o campo coas súas anovadas ideas, e dese devalo último teñen moita culpa ás actuais dirixentes e a anterior. Quen fixo Comisiós Labregas?
a ver, non son da CIG nen do SLg, mas fson do BNG, e polo que me din os meus companheiros do SLG e polo que eu puiden ver en Touro, xa me diredes que fai Lidia nunha pequena asemblea en Touro, as duas partes estan mas ou menos iguais , e o que queren as duas é mandar e eliminar as outras. Somos todos iguais e non hai democracioa, pero o carallo e que ao final dicimos que onde non hai democracia nen no PSOE ou no PP, pero nos nosos pasa o mesmo. A merda todos. E polo menos no Deza de onde eu son, nions non ten ideas novas, simplesmente traballa como o PP. E levano de calle, coa axuda do responsabel do Slg que non vale. Ala saudos a todos e todas.
Caramés, de onde tiras isso de que as duas partes estão "mais ou menos igual"? Só um dato: de cada DEZ delegados, SETE apoiam a Carme Freire. Noutras palavras, Álvarez só representa o 30% do SLG (na verdade é o vinte e muito, mas redondeio à alça). De "mais ou menos igual", nadinha de nada.
#4 Duvido muito que ao SLG lhe fora melhor integrando-se na CIG ou noutra organização sindical 'generalista'. Aproveitar sinergias seria proveitoso, é claro, como sempre que se procura a unidade de acção, mas daí à integração dista muito... e muito menos a interferir numa organização soberana.
O SLG pertence aos seus afiliados, que são quem pagam os salários dos profissionais do sindicato e dos cargos sindicais liberados. Aos seus afiliados, não aos da CIG ou da UPG, igual que a CIG pertence aos seus afiliados e não ao SLG.
Logo queixaram-se de que falam das suas desputas internas quando não deixam em paz que uma organização soberana resolva as suas cousas portas adentro. O que querem, criar uma cissão como em Adega, um Sindicato Labrego Upegalheiro? Polos céus, que ânsias de poder tão mal contidas...
galeguzo: a CIG tem que defender os interesses dos trabalhadores que e' o que esta a fazer. se nom e' a CIG, quem vai defender os trabalhadores do SLG dos abusos da cupula sindical (por muito maioritaria que for)?
#8 A CIG nom está a defender o direito de trabalhador nengum, está a trabalhar de matom da UPG. Que vergonha!
#10 pois daquela os trabalhadores leva-na clara, ja podem ir procurando um advogado porque, se as cousas som como comentam os "entendidos" de Vieiros, semelha que nom tenhem quem os defenda...
Deixadevos de parvadas e facede un sindicato forte en defensa do agro.
Onde o respecto das maiorias cara as minorias?
Acaso terá que ser a UGT-CCOO quen defenda aos traballadores/as?
Supoñendo que haxa loitas, non se ten dereito a pelexar por ter máis forza?
E que Lidia-Carmen teñen que ser a verdade e Xurxo a mentira e falsedade?
Repito, facede un Sindicato Forte e deixade liortas que non teñen senso.
Na unidade non reside a forza?Pois veña aclarade ou tamén o SLG vai quedar só co S.
Lidia-Carme têm o apoio do 70% das afiliadas e afiliado do SLG, que é a quem se devem. As liortas está-as a protagonizar Álvarez (quem na sua candidatura levava o parente do director de um conhecido meio de comunicação galego), a quem lhe fode não ter ganhado.
A força reside na unidade, mas não em te unir com quem te quer destruir. Já sabes aquilo de "melhor só do que mal acompanhado".
#13 E quem disse que estejam com problemas os trabalhadores do SLG? Até o de agora, somente um representante da CIG, o qual dá para pensar de se com efeito se trata de um problema real ou de tirar as cousas de contexto. Por enquanto, só perdeu o seu emprego uma pessoa, e afirmar que se trata de represálias políticas é antecipar conclusões.
O problema é que se estão a misturar aqui duas cousas: as supostas 'discriminações' cara ao sector minoritário (questão política) e as supostas 'purgas' nas estruturas da organização (questão político-laboral).
Se o SLG despedir um empregado, terá de demonstrar que tem causas objectivas para fazê-lo: negligência, descida voluntária do rendimento, faltas disciplinárias muito graves, etc. Do contrário terá de ir a juíço (com o consequente gasto económico e de imagem).
E isto aconteceria COM CADA DESPEDIMENTO. Agora, a sério: acha alguém que qualquer organização pública correria o risco de perder tempo, dinheiro e imagem (eventualmente MUITO DINHEIRO e MUITA IMAGEM) por se dar o capricho de realizar purgas políticas? Sejamos sérios, por favor.
Os recursos económicos do SLG, como os de qualquer outra organização ofertadora de um serviço público são limitados, e não se pode dar o luxo de gastá-los em sufragar despedimentos. Mesmo no caso de realizar VINTE despedimentos (que são o mínimo que vaticinou o representante da CIG) não motivados, o qual no mínimo seria despedimento improcedente (quando não nulo), o SLG poderia enfrentar-se a pagar indemnizações de mais de 50 mil euros que suporiam, sem dúvida, a sua desaparição. SERIEDADE, POR FAVOR!
#14 A UPG, como garante da ordem pré-estabelecida :D
Corrijo no anterior comentário a ordem das preposições do penúltimo parágrafo do dito comentário: "... o SLG poderia enfrentar-se a pagar EM indemnizações MAIS DE 50 mil euros...".
#15 os que o dizem som os proprios trabalhadores. o que fica claro depois de ler a tua mensagem é que nom tens conhecimento directo da situaçom, que nom tens falado com nemhum trabalhador e que, en definitiva, falas por falar ou, mais precisamente, estas a extrapolar de forma preconceituosa ao SLG os esquemas dos conflictos que se tenhem produzido noutras organizaçoes. mas as cousas nem sempre som o que parecem.
prescindir dunha traballadora de Silleda que tiña un contrato “fin de obra”
Se a citada trabalhadora tinha um contrato para realizar um determinado trabalho, que finalize o contrato não significa que seja despedida. Simplesmente finalizou o contrato.
Outra cousa é que ela deseje que esse contrato fosse prorogado, o qual é moi lógico. Mas falar de despedimento improcedente e outra lérias não vem ao caso.
#13 hai 2 dias Sara_Mago
repito: quem defende aos trabalhadores do SLG? a COAG?
Parece que aqui esta o fundo da questão. É a COAG o problema???
Se alguem quer que o SLG tenha outro tipo de relacionamento coa COAG tem que saber que essa decisão corresponde aos menbros do sindicato, que já nos pronunciamos ao respeito no último congresso. Onde, por certo, nao foi aprovada a proposta defendida pola Executiva.
E dizer a Executiva propuxo algo e os delegados decidimos que não. Evidentemente os mesmos delegados que votamos MAIORITARIAMENTE a nova Executiva.
Exemplo claro de democracia interna.
E moito se poderia falar das practicas "genuinamente democráticas" de certo sector minoritário do SLG, e de certas manobras que fixeram, e outras que pretenderam fazer, nas elecções comarcais para elegir os delegados.
E é que, se calhar, se falamos de representação autênticamente democrática, podemos encontrar que entre esse 25% de delegados que apoiaram a candidatura minoritária, alguns deles foram elegidos de digamos que "daquela maneira".
Aver, galeguzo, ti ou moi mal informado estas ou tes moitas ganas de contaminar a información. En primeiro lugar, xa recoñeceron o despido improcedente , e polo tanto, xa recoñecen que non teñen motivos para botarme, e por suposto, xa pagaron por "darse o capricho". En segundo lugar, eu, como calquera traballadora vou a defender os meus dereitos laborais, e, se estou afiliada a un sindicato é para que me defendan. Paréceme unha falta de respeto que se diga que os traballadores do SLG non temos problemas, eu si os tiven.Outra cousa, estou dacordo contigo en que o SLG son os seus afiliados, e os afiliados do Deza xa deixaron moi claro o seu posicionamento neste tema apoiándome en todo momento.
Con respecto ó comentario de Afonso do contrato "fin de obra". Eu aceptei este tipo de contrato (cousa que non faría nunha empresa privada "convencional")porque partía dunha confianza. Sobra decir que eu facía moitas máis cousas das que se recollían no contrato, e que eses traballos quedaron sen continuidade, e decir, non remataron esas "obras".