Ceivar acusa a dirección do centro penitenciario de "externalizar custos", encomendándolles aos internos traballos que son responsabilidade dos funcionarios.
Centro Penitenciario de Aranxuez
A organización Ceivar informou esta quinta feira de que a dirección do centro penitenciario de Aranxuez, a uns 50 quilómetros ao sur de Madrid, sancionou os presos independentistas José Manuel Sanches e Sánti Vigo por se negaren a facer labores de limpeza.
Ceivar enmarcou esta situación nunha política por parte dos responsábeis do centro de "externalizar custos", encomendándolles traballos aos internos -limpeza, repartimento de paquetes- que son responsabilidade dos funcionarios. Deste xeito, afirman, reducen custos e minan a solidariedade de grupo.
Neste senso, salientaron que a totalidade dos presos do módulo en que están Sanches e Vigo "aceptaron a imposición do cárcere por medo a represalias ou suspensión de calquera 'beneficio penitenciario'".
A negativa dos dous militantes independentistas leva consigo a prohibición de saíren ao patio polas tardes durante 30 días. Os avogados iniciaron os trámites necesarios para que a sanción sexa anulada, aínda que dende Ceivar manifestaron o seu escepticismo ante a posibilidade de que a medida, ao igual que noutros sucesos deste tipo, prospere.
Tiñan que ter o estatus de prisioneiros de guerra, recoñecido pola Concvención de Ginebra, e os seus dereitos asociados.
Se forom julgados por tribunais especiais e lhes forom aplicadas medidas que nom se lhes aplicam aos presos sociais, como a dispersom; creio que podemos considera-los pres@s polític@s; independentemente do que opinemos das suas acçons. É, esse tratamento excepcional e mesmo alegal (caso a dispersom) do Estado o que @s converte em tais.
Gallizo, Gallizo...Gallizo (Serám isto ameaças terroristas?)
E que nem sequer foram julgados!
Mais uma nova monstra da democracia à espanhola
#5 Falava do colectivo de pres@s todo.
Concordo com a tua #3 mensagem.
Qual é o colectivo dos pressos todos ao que te referes?
Se são os independentistas galegos nengum deles foi julagado ainda.
Aos "Lisboetas" que escrevem en Vieiros:
Deixem de comentar outros asuntos. Comentem a situaçom humilhante da Galiza colonizada na Europa dita democratica em pleno século XXI.
Os espanholistas tratam criminalmente os patriotas galegos, catalães ou bascos como se fossem pedófolos.
Sr "Lisboeta" vocês em Portugal têm uma das mais baixas taxas de criminilidade do mundo, nom têm "terrorismo", són conhecidos como um povo de brandos custumes. Porém toda a história de Portugal é feita com guerras e batalhas com os castelhanos na defesa da integridade de Portugal.
A derrota mais humilhante para os castelhanos foi em Aljubarrota em que uma uma mulher, de seu nome Brites de Almeida, padeira com a pá do forno a ferver ajudou o exército luso a derrotar o poderosos exércitos invasores castelhanos reforçados com franceses. http://pt.wikipedia.org/wiki/B...
http://pt.wikipedia.org/wiki/P...
Agora sr "Lisboeta" pense se os seus antepassados nom tivessem derrotado muitas vezes os castelhanos,Portugal era hoxe uma colónia de Espanha como é a Galiza.
Polo passado guerreiro dos portugueses tenho a certeza que os nacionalistas lusos se tornavam ton "terroristas" que transformavam os bascos da ETA em santos comparativamente.
Obs: gaviotero se estivesses em Aljubarrota a padeira dava cabo de ti à pazada.
O QUE FAZ O NACIONALISMO?
A padeira Brites de Almeida não foi uma mulher vulgar. Era nacionalista, grande, com os cabelos crespos e muito forte. Não se enquadrava nos típicos padrões femininos e tinha um comportamento masculino. Nasceu em Faro Portugal, de família pobre e humilde.
O dia 14 de Agosto de 1385 amanheceu com os primeiros clamores da batalha de Aljubarrota e Brites não conseguiu resistir ao apelo da sua natureza. Pegou na primeira arma que achou e juntou-se ao exército português que só com 6500 homens já incluindo 300 arqueiros ingleses naquele dia derrotou o invasor castelhano com um poderoso exército com mais de 30000 homens incluindo castelhanos, franceses e genoveses. Depois da derrota castelhana chegou a casa cansada mas satisfeita, despertou-a um estranho ruído: dentro do forno estavam sete castelhanos escondidos. Brites pegou na sua pá de padeira e matou-os logo ali. Tomada de zelo nacionalista, liderou um grupo de mulheres que perseguiram os fugitivos castelhanos que ainda se escondiam pelas redondezas. Conta a história que Brites acabou os seus dias em paz junto do seu marido lavrador mas a memória dos seus feitos heróicos ficou para sempre como símbolo da independência de Portugal. A pá foi religiosamente guardada como estandarte de Aljubarrota por muitos séculos, fazendo parte da procissão do 14 de Agosto.
A Batalha de Aljubarrota foi uma entre muitas que o invasor castelhano foi derrotado e humilhado em Portugal: http://es.wikipedia.org/wiki/B...
No fim da batalha nenhum comandante português foi ferido. Dos 5 comandantes castelhanos 2 foram mortos, 2 ficaram gravemente feridos e prisioneiros e 1 (D. Juan) fugiu gravemente ferido. Morreram mais de 10000 homens do lado castelhano (em 2004 um historiador espanhol diz que só morreram 3000) e 6000 foram presos. A certeza é que dos 30000 homens do exército comandados por D. Juan I de Castela que invadiram Portugal só menos de metade voltam. Dois rios na zona de Aljubarrota ficaram entopidos com os corpos mortos das tropas castelhanas. O povo matava todos os soldados castelhanos que debaixo de humilhação tentavam fugir até que o Rei de Portugal pediu clemência ao povo pelos derrotados. Foi decretado luto em Castela.
#7. Pois entom tenho de reconhecer que estava desinformado, cuidava que Ugio Caamanho e Xiana Rodrígues já foram julgados, e devo rectificar 3#:
Se forem julgados por tribunais especiais e lhes som aplicadas medidas que nom se lhes aplicam aos presos sociais, como a dispersom; creio que poderemos considera-los pres@s polític@s; independentemente do que opinemos das suas acçons. É, esse tratamento excepcional e mesmo alegal (caso a dispersom) do Estado o que @s converteria em tais.
Desculpai.
>>Polo passado guerreiro dos portugueses tenho a certeza que os nacionalistas lusos se tornavam ton "terroristas" que transformavam os bascos da ETA em santos comparativamente.<<
Isso é verdade, que o digam os soldados de napoleão os últimos a tentarem que se queixavam que os portugueses não faziam batalhas a sério, só os iam matando ao longo de todo o caminho ... ou o próprio Napoleão que ficou furioso por não ter conseguido conquistar a capital de Portugal (ao contrário das outras capitais da europa), apesar de ter invadido Lisboa. É que D. João VI tinha acabado de transferir a capital do império junto com toda a corte para ... o Rio de Janeiro que aí se manteve quase até à independência do Brasil.
Saudações Lusas
#10:
Não há nada que desculpar meu, cá estamos para deixar as nossas opiniões e na medida do posível de ampliar conhecimentos cos comentários doutros companheiros.
E concordo contigo, são PRESOS POLÍTICOS!
#8:
Mais um gajo que se cre com direito de dizer os que os demais foreiros podem ou não podem comentar.
Cá cada quem comenta o que quiser, ou é que imos instituir a censura intra-foreiros?