Esta é unha das case 200 queixas recollidas na cidade da Coruña polo programa Liña do Galego, nos 10 meses que leva funcionando.
Imaxe da rolda de imprensa
A Liña do Galego botou a andar a finais do ano pasado, como resultado dunha iniciativa da Mesa Pola Normalización Lingüística. A finalidade deste proxecto é ofrecer asesoramento e apoio ante aqueles casos nos que sexan vulnerados os dereitos que, por lei, se lle recoñecen ao noso idioma. A Mesa e a Concellaría de Educación de Coruña ofreceron unha rolda de prensa conxunta para facer balance dos resultados recollidos na cidade, onde se rexistraron 181 queixas, 25 consultas e nove chamadas de parabéns.
De entre as 181 queixas chaman a atención a da imprenta Porvén, que engadía un sobreprezo aos traballos impresos en galego. Á Liña do Galego chegaron dúas queixas de particulares que encargaron a impresión de textos en galego que chegaban á empresa preparados para plasmarse no papel. Tratábase dun recordatorio da primeira comuñón e unha invitación de voda. En base a estas queixas A Mesa pediu á empresa que suprimira o sobreprezo e esta rematou por acceder. Outro caso é o dun xefe de sección do Carrefour, quen respondeu a unha empregada que falaba en galego coa seguinte frase: "Burra, no me hables en lenguas menores". No que se refire á súa división por sectores, o Concello da Coruña rexistrou 109 queixas, a delegación da administración galega seis e o ensino 28. As queixas referidas ás institucións públicas son maioría, e só 19 chegan de empresas privadas.
Ao falar das 25 consultas recibidas, o presidente da Mesa, Carlos Callón, afirmou que "algunhas das consultas foron de persoas que queren dar a coñecer casos de discriminación mais que non se atreven a dar o paso de presentar unha queixa pola especial vulnerabilidade das súas situacións". Callón valorou de forma positiva o funcionamento da Liña do Galego, que definiu como unha iniciativa "útil e innovadora".
A concelleira de Normalización Lingüística da cidade, Ermitas Valencia, afirmou que este proxecto constitúe un termómetro para eles, permitíndolles avaliar o funcionamento da propia Concellaría.
Nin PORVÉN (fato de ultraconservadores como na libraría Arenas), nin o CARREFOUR vanme ter como cliente. É a liña que esta "xente" entende co conto do galego.
O que di o titular paréceme tan aberrante que de verdade me costa crelo.
Moi de acordo co primeiro intervinte, Porvén xa está na miña lista negra.
Já está bem de tanto "buenismo". Já nom há que incentivar...há QUE PUNIR a quem nom passe polo aro e acabou-se. REPRESSOM. há que REPREMER as suas atitudes fascistas.
Non sei cando se produciu o caso denunciado en Porvén, nós casamos o anos pasado e non nos cobraron nengún sobreprezo polas invitacións en galego...
O que di o titular e o que están dicindo moitos indicios e moitas situacións ás que nos afrontamos os que non claudicamos frente o supremacismo españolista, é que o galego como idioma e cultura, están necesitados dunha lei contra da xenofobia e a discriminación. Unha lei especifica contra a galegofobia como xa as hai contra a homofobia ou o racismo. Unha lei que poña a esta xentalla no seu sitio, porque unha cousa é non usar o galego e outra discriminar a quen o usa. Dabondo temos algúns cando imos o médico ou facer xestións con xente que fai sibilinamente todo o que pode por foder sen que se note. Pois polo menos que, para cando se note, que caia o peso dunha Lei.
Rosa Díez: "Non nos interesa a identidade dos galegos"
El gallego es un dialecto regional. Es sólo para hablar entre gallegos. El español es internacional .
El gallego y el portugués eran iguales pero después del gallego estar prohibido 3 siglos los idiomas se quedaron desfasados en el tiempo. Ahora ya es otro.
Los gallegos tienen que asumir que fueron asimilados . Hoy son españoles.
Nesta situação catalães e bascos não tinham dúvidas!!
O galego/português hoje é uma língua universal .
Oficial em 10 Estados soberanos se incluirmos a Região Autónoma de Macau na China.
Idioma oficial no Mercosul, União Africana (onde o espanhol não é) União Europeia e com tradução permanente nas Nações Unidas.
A Galiza só terá futuro como região ou país galego com a recuperação da sua língua nativa. Abram os olhos galegos não se deixem enrolar com dialetos da RAG.
Se têm um idioma nativo e materno com origem milenária nos vossos antepassados que vos projeta no mundo porque irão trocá-lo por um simples dialeto artificial por adopção sem futuro!.... feito á pressa pela RAG para continuarem da dependência de Madrid.!!
Menos mal que están os de Galicia Bilingüe, que sen dúbida van denunciar e resolver este tipo de situacións pouco bilingües
HISTÓRIA do IDIOMA GALEGO/PORTUGUÊS com visão brasileira
Fala-se galego/português nos oito países que integram a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP):
Angola (África), Brasil (América do Sul), Cabo Verde (África), Guiné-Bissau (África), Moçambique (África), Portugal (Europa), São Tomé e Príncipe (África), e Timor- Leste (Ásia).
Também fala-se galego/português nas seguintes regiões:
Galiza (província da Espanha, Europa); Guiné Equatorial, (África), Goa, Diu e Damão (Índia, Ásia); Macau (China, Ásia), Málaca (Malásia, Ásia) e Zanzibar (Tanzânia, África).
Trata-se da quinta língua mais falada do mundo, por cerca de 250 milhões de pessoas, em quatro continentes.
Se Portugal é o portão de entrada da Lusofonia no Velho Continente - a Europa -, o Brasil é o gigante do bloco.
Originária do tronco indoeuropeu e derivada do latim vulgar, a língua galega/portuguesa desenvolveu-se na Galiza e Lusitânia, que compreende Portugal e a província espanhola da Galiza, a partir do fim do século III antes de Cristo, quando o Império Romano conquistou a região e instituiu o latim como língua oficial. A Galiza fica no noroeste da Espanha e ao norte de Portugal.
No século VIII, os árabes começaram a dominar a Península Ibérica, até o século XII, quando Portugal foi criado. Surge o galego-português. Um dos primeiros documentos escritos nessa língua é de 1198, um poema, conhecido como Cantiga da Ribeirinha, do trovador Paio Soares de Taveirós.
Em 1385, a dinastia Avis oficializa a língua portuguesa, que entre os séculos XV e XVIII é espalhada na África, Ásia e América.
Na Galiza entre finais do século XVI e até ao fim do século XVIII o idioma galego foi extinto e proibido e a administração galega foi substituída por castelhanos. Situação colonial mantida até hoje. Recentemente a situação da Galiza é de neocolonialismo sendo uma nação transformada em região autónoma pelo Estado Central. Por isso o Galego se fala e se escreve muito mal na Galiza.
No Brasil, a língua portuguesa sofreu influências do tupi-guarani (América do Sul), do iorubá (Nigéria, África) e do quimbundo (Angola, África), bem como de imigrantes europeus. Por exemplo: os amazónidas, no dia a dia, utilizam grande número de palavras tupis; na Bahia, termos de línguas africanas; e o sotaque paulistano sofreu influência da acentuação italiana.
Mas, embora com sotaques tão diversos, num país continental, o Brasil manteve sua unidade lingüística.
O belenense - natural de Belém do Pará, Estado da Amazônia Oriental - é o cidadão brasileiro que mais lembra a língua portuguesa lisboeta, ao flexionar o "tu" com o verbo - Tu
HISTÒRIA da CRIAÇÃO DA LUSOFONIA
Dia da Cultura Lusófona: 5 de Maio
A CPLP foi criada, por iniciativa do Brasil, em 17 de julho de 1996, em Lisboa, Portugal, com os seguintes objectivos: concertação (neologismo, mas de amplo significado social) político-diplomática entre seus membros; cooperação económica, social, cultural, jurídica e técnico-científica; e promoção e difusão da língua portuguesa.
O bloco da Lusofonia reúne oito países: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe, e Timor-Leste; três observadores associados: Guiné Equatorial, Senegal e Maurícia; e regiões de língua portuguesa, como Galiza, Espanha; Macau, China; e Goa, Índia.
Os órgãos decisórios da CPLP são a Conferência de Chefes de Estado e de Governo (Cúpula da CPLP), que ocorre a cada dois anos; e a Conferência de Ministros das Relações Exteriores, anual.
O órgão executivo da CPLP reúne-se mensalmente no Conselho de Concertação Permanente (CCP), integrado pelos embaixadores dos estados-membros residentes em Portugal.
A CPLP conta com um Secretariado Executivo, com sede em Lisboa.
O Instituto Internacional de Língua Portuguesa (IILP), criado por iniciativa do governo brasileiro, em 1989, é sediado na cidade de Praia, Cabo Verde.
A CPLP tem uma população calculada em cerca de 250 milhões de habitantes e área de 10.742.000 quilómetros quadrados.
O homem que idealizou a CPLP.
José Aparecido de Oliveira é o idealizador da CPLP. Nascido em Conceição do Mato Dentro, Minas Gerais, em 17 de fevereiro de 1929, foi jornalista; secretário da Agricultura de Minas Gerais; secretário do Governo de Minas Gerais; e secretário do Interior e de Justiça de Minas Gerais.
Eleito deputado federal por Minas Gerais. em 1962, foi destituído do cargo, em 1964, pela ditadura recém instalada, e novamente eleito deputado federal, em 1982.
Criou a Secretaria de Cultura de Minas Gerais; foi ministro da Cultura, em 1985, e governador do Distrito Federal, quando conquistou, para Brasília, o título de Património Cultural da Humanidade.
Coordenou o acto constitutivo do Instituto Internacional da Língua Portuguesa, documento assinado em 3 de novembro de 1989; em outubro de 1992, foi nomeado embaixador do Brasil em Portugal, apresentando suas credenciais ao então presidente Mário Soares, em 12 de janeiro de 1993.
Em março e abril de 1993, o embaixador José Aparecido de Oliveira visitou os países africanos de língua portuguesa e propôs a criação da CPLP. Dessa data, até 27 de maio de 1994, quando vice-chanceleres de sete países de língua portuguesa se reuniram em Lisboa e aprovaram a Declaração e os Estatutos da CPLP, houve um vaivém diplomático e político intenso. Em 17 de julho de 1996, nascia, oficialmente, a CPLP.
É preciso que todas as Nações e Povos do mundo saibam:
1—Que a GALIZA existe.
2—Que o idioma Galego existe e é o pai do português.
3—Que o nosso idioma é um dos mais falados do mundo (com cerca de 250 milhões de falantes, oficial em 10 países e nas organizações mundiais mais importantes como na União Europeia, Mercosul, União Africana e com tradução permanente nas Nações Unidas).
Para isso só falta a GALIZA ENTRAR NA LUSOFONIA: http://pt.wikipedia.org/wiki/C...
http://pt.wikipedia.org/wiki/A...
Los gallegos siempre fueron BURROS.El haber sido asimilados fue una suerte.
Galicia es de los españoles
Los gallegos tienen que asumir que fueron asimilados. Galicia es de los españoles. No a las televisiones portuguesas en la Galicia . En la Galicia sólo castellano.
El gallego es castellano con escritura torcida
TELEVISIONES PORTUGUESAS En la GALICIA en canal abierto NO
Galicia es castellana.
Si prefiere vivir como español que me quede.
Si prefiere vivir como gallego inmigre para Portugal.
Ahí vivirá con sus orígenes celtas
#15
TELEVISÔES PORTUGUESAS NA GALIZA SIM
Galiza é dos Galegos o não dos colonizadores/ocupantes castelhanos.
As televisões portuguesas na Galiza é um direito dos galegos e Espanha não está a cumprir a directiva da União Europeia nesse sentido.
Dá aos galegos mais alternativas de informação e programas em geral.
Contribui para a recuperação do nosso idioma nativo.
Aumenta a cultura dos galegos como galegos.
Possibilita que os galegos vivendo como galegos possam superar a cultura castelhana na Galiza.
È uma arma das mais poderosas para transformar os galegos para pensarem melhor em galego.
Os portugueses (são descendentes de galegos) mantiveram a herança da nossa cultura galega que nos foi roubada pelos castelhanos a partir do século XVI e até hoje não nos foi devolvida.
Televisões portuguesas na Galiza já.
#13 #14 #15 español
Galiza é uma Nação esteja livre independente ou ocupada.
Espanha não é nação é uma espécie de iuguslávia quando morreu Tito tudo acabou. Galiza nunca acaba Espanha sim depende da conjuntura política.
Galiza é dos Galegos.
A gente que mora na Galiza se quere viver em espanhol que emigre para Espanha. Os galegos autóctonos devem continuar na Galiza em galego da Galiza ou galego de Portugal.
Os administradores do foro devem ser mais responsáveis e anular elementos perturbadores como o comentário #13 e 14. Nos foros de La Vanguardia ou Público há um serviço de denúncia de comentários que sobrepassam a opinião e que são simples insultos de gente ingnorante. Já vos poderiades pôr a trabalhar nisso.