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O SÁBADO 13 DE SETEMBRO

Silleda prepara unha homenaxe nacional ao galeguista Alonso Ríos

Persoas de todo o país acudirán a Camporrapado para recoñecer a figura do político, ao que se lle dedicará tamén un roteiro lembrando a súa persecución.

Redacción - 10:30 09/09/2008

O político, escritor e mestre Antón Alonso Ríos recibirá o sábado 13 unha homenaxe nacional no seu lugar de nacemento, Camporrapado, na parroquia de Cortegada, en Silleda. Segundo explicou Matías Rodríguez da Torre, da Comisión pola Memoria 'Siñor Afranio', a data escollida para a homenaxe servirá de antesala para a presentación dun roteiro de lembranza de Alonso Ríos, e prodúcese poucas semanas despois de cumprirse o 121 aniversario do nacemento do político agrarista.

"Xa viña sendo hora de que na súa casa natal se recoñeza a súa figura", explicou. Alonso Ríos, unha das figuras máis salientábeis do galeguismo durante a Segunda República, foi perseguido despois do levantamento militar de 1936 e acabou exiliado en Bos Aires, encabezando o Consello de Galiza despois da morte de Castelao.

Fuxindo dos seus perseguidores, Alonso Ríos, caracterizado como o seu trasunto, o Sinhor Afránio, atravesou as provincias de Pontevedra e Ourense, cruzou Portugal, chegou a Casablanca e dende alí embarcou até Bos Aires. Parte dese percorrido lembrarase mediante o proxecto Roteiro do Afránio, que se presentará a finais de mes e que contará tamén cunha exposición divulgativa.

O acto de homenaxe nacional, ao que está convidada xente de todo o país, terá lugar o 13 de setembro ás seis do serán. Abrirase cunha intervención musical de Roberto Sobrado. Despois intervirán o bisobriño de Alonso Ríos, Xulio Carballo Arceo; a alcaldesa de Tomiño, Sandra González; o delegado de Medio Rural en Pontevedra, Gonzalo Constenla e a conselleira de Cultura e Deporte, Ánxela Bugallo, que lembrarán os distintos aspectos do político galeguista.

A homexa está organizada pola Comisión pola Memoria Siñor Afranio, a Asociación sociocultural Adellis e a Consellaría de Cultura, ademais doutras institucións, entre elas consellarías e concellos.


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Comentarios (10)

Gaviotero #1 9/Setembro/2008 Gaviotero
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El homenaje será en todo caso regional, porque a pesar de tipos como Alonso Ríos, Galicia sigue siendo una Comunidad Autónoma, pues aquí la única Nación reconocida es España.

Galezio #2 9/Setembro/2008 Galezio
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Obviamente, e Cosovo segue a ser Servia para os servios ainda...Mas não se tratar disso, trata-se que se Vieiros continua a permitir aos "babosos" babosear eu vou-me para GZnacion onde esta "perla" não existir!!
Sres. de Vieiros, sabemos que este elemento é um doente (enfermo) obsessionado com a Espanha...Não se trata de coutar a liberdade, senão que as enfermidades mentais nos contageiem a resto de leitores...Sabemos que uma cousa é o estado Espanhol e outra o que digamos cá...É mais, o dia que a Espanha respeite nossa cultura e língua galegas como respeita o castelhano em Madrid, eu serei mais "espanholista" que este, o que acontece é que este defende à Espanha fascista que mata por ideias, e se Vieiros lhe não põe freio às asneiras deste doente eu não vou gastar mais energia absurdamente.E não é censura, é sentido comum.

Carlinhos #3 9/Setembro/2008 Carlinhos
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Dedicados ao senhor Gaviotero cum profundo sentimento (nom digo de quê).

http://br.youtube.com/watch?v=...

http://br.youtube.com/watch?v=...

Lisboeta #4 9/Setembro/2008 Lisboeta
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O que faz falta é avisar a malta ...

http://br.youtube...

El_pastorrr #5 9/Setembro/2008 El_pastorrr
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Gaviotero, ejem ejem ejejejejem:


El Parlamento de Cataluña, recogiendo el sentimiento y la voluntad de la ciudadanía de Cataluña, ha definido de forma ampliamente mayoritaria a Cataluña como nación.

fillotolo #6 9/Setembro/2008 fillotolo
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Gaivota, rexión son as catro paredes nas que vives carentes de personalidade e dende logo de cultura. Agora ben un país coma Galiza cunha cultura e lingua diferenciada é unha nación pois as rexións meu amigo so definen un espacio.
Para co entendas ti na túa cabeza non tes unha nación, senón que tes unha rexión demasiado pequena.

Galaico2008 #7 11/Setembro/2008 Galaico2008
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Exemplo de deputados galegos que falaram em Galego no parlamento europeu:

http://br.youtube.com/watch?v=....

LiberdadeGaliza #8 12/Setembro/2008 LiberdadeGaliza
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O poder político do colonizador espanhol permite que todos aqueles que nom aceitem ser colonizados e reprimidos como ser humanos na Galiza sexam apelidados de RADICAIS.
Quem serón os RADICAIS os colonizadores que permanentemente oprimem ou os oprimidos galegos que só querem viver na sua terra como galegos.
É claro que os RADICAIS são os colonizadores espanholistas que hai séculos que nos oprimem diariamente na nossa terra.
Hai discriminación lingüística en Galiza? Nom só lingüística mas em tudo. Na verdade os galegos têm o direito à INDIGNAÇÃO. Os RADICAIS são os colonizadores, os colonizados têm o direito de tudo fazerem para defenderem os seus direitos HUMANOS. Chamar RADICAIS aos galegos é mais uma humilhação. A Galiza é uma NAÇÃO ocupada por tiranos espanholistas. Acabe-se a colonização que xá nom hai RADICAIS galegos. Os ocupantes querem dividir a Galiza impondo o castelhano nas Nações ocupadas. A sra Rosa por exemplo olvida que Galiza é uma nação e como tal tem o direito de ter a sua própria lingua e nom a do ocupante.
http://br.youtube...
http://br.youtube.com/watch?v=....
http://br.youtube...

LiberdadeGaliza #9 13/Setembro/2008 LiberdadeGaliza
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Trocar um idioma por um dialecto é burrice.
Trocar um idioma materno por um dialecto de opçon maior burrice é.
Trocar um idioma com expresson internacional por um dialecto minoritário e artificial mais burrice ainda é.
Aceitar a colonizaçom com resignaçom nom têm qualificaçom!!

LiberdadeGaliza #10 13/Setembro/2008 LiberdadeGaliza
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O QUE FAZ O NACIONALISMO?

A padeira Brites de Almeida não foi uma mulher vulgar. Era nacionalista, grande, com os cabelos crespos e muito forte. Não se enquadrava nos típicos padrões femininos e tinha um comportamento masculino. Nasceu em Faro Portugal, de família pobre e humilde.
O dia 14 de Agosto de 1385 amanheceu com os primeiros clamores da batalha de Aljubarrota e Brites não conseguiu resistir ao apelo da sua natureza. Pegou na primeira arma que achou e juntou-se ao exército português que só com 6500 homens já incluindo 300 arqueiros ingleses naquele dia derrotou o invasor castelhano com um poderoso exército com mais de 30000 homens incluindo castelhanos, franceses e genoveses. Depois da derrota castelhana chegou a casa cansada mas satisfeita, despertou-a um estranho ruído: dentro do forno estavam sete castelhanos escondidos. Brites pegou na sua pá de padeira e matou-os logo ali. Tomada de zelo nacionalista, liderou um grupo de mulheres que perseguiram os fugitivos castelhanos que ainda se escondiam pelas redondezas. Conta a história que Brites acabou os seus dias em paz junto do seu marido lavrador mas a memória dos seus feitos heróicos ficou para sempre como símbolo da independência de Portugal. A pá foi religiosamente guardada como estandarte de Aljubarrota por muitos séculos, fazendo parte da procissão do 14 de Agosto.
A Batalha de Aljubarrota foi uma entre muitas que o invasor castelhano foi derrotado e humilhado em Portugal: http://es.wikipedia.org/wiki/B...
No fim da batalha nenhum comandante português foi ferido. Dos 5 comandantes castelhanos 2 foram mortos, 2 ficaram gravemente feridos e prisioneiros e 1 (D. Juan) fugiu gravemente ferido. Morreram mais de 10000 homens do lado castelhano (em 2004 um historiador espanhol diz que só morreram 3000) e 6000 foram presos. A certeza é que dos 30000 homens do exército comandados por D. Juan I de Castela que invadiram Portugal só menos de metade voltam. Dois rios na zona de Aljubarrota ficaram entopidos com os corpos mortos das tropas castelhanas. O povo matava todos os soldados castelhanos que debaixo de humilhação tentavam fugir até que o Rei de Portugal pediu clemência ao povo pelos derrotados. Foi decretado luto em Castela.

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