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GALEGO PARA ESTRANXEIROS

En Gales ferve a nosa cultura

O Centro de Estudos de Bangor inaugura a primeira Residencia de Escritores Galegos e organiza diversas conferencias ou recitais

Redacción - 12:50 18/09/2008

De linguas minorizadas entenden moito en Gales, e de aí o seu interese en achegarse á cultura e ao idioma galego. Unha oportunidade téñena no Centro de Estudos Galegos de Bangor, onde poden aprender nocións da nosa lingua, historia e narrativa galega contemporánea. No que vai de ano, o centro, que dirixe Helena Miguélez Carballeira, organizou un bo número de actividades, entre as que se atopan recitais, presentacións, conferencias ou mesmo un congreso internacional.

Visitas de Chus Pato ou María do Cebreiro
Un destes actos foi unha xornada sobre poesía e tradución, que contou coa presenza da canadense Erín Moure e a escritora ourensá Chus Pato. Ambas falaron da dinámica de traducir en diferentes linguas, da literatura galega e mesmo ofreceron un recital poético bilingüe que atraeu a numerosos interesados ao Drama Rehearsal Room universitario. Ademais, tamén nestes últimos meses inaugurouse a Residencia de Escritores Galegos coa estadía de María do Cebreiro Rábade Villar. A poeta e profesora da Universidade de Santiago aproveitou a súa estadía para participar en Aberystwyth nunha conferencia sobre linguas minorizadas nun man a man coa tamén poeta e profesora universitaria Menna Elfyn ou para participar dun recital musicado onde cantou algúns dos seus propios poemas.

Entre outras actividades tamén se celebrou un congreso internacional en colaboración coa Universidade de Liverpool "Saíndo da nación: máis aló do nacional na produción cultural galega contemporánea". Alí, investigadores e artistas de diferentes partes do planeta reuníronse para falar sobre a literatura galega contemporánea e sobre os novos espazos teóricos e creativos que esta ocupa. Ademais, os alumnos que quixeron achegarse até Galiza tiveron a súa oportunidade coa participación en cursos de verán de lingua e cultura galega para estranxeiros levados a cabo en Santiago de Compostela.


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Comentarios (1)

ZeCastroCurunha #1 19/Setembro/2008 ZeCastroCurunha
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En el final de la semana pasada leí un texto en Vieiros.
El texto fue presumiblemente eliminado por la redacción de Vieiros.
No estoy de acuerdo con ningún tipo de censura.
Por lo tanto, aunque no estoy de acuerdo con algunas conclusiones, decidí publicarlo.
Por la libertad de prensa tras el texto que he copiado en Vieiros:



“”««O meu amigo que usava em Vieiros o nome “ LiberdadeGaliza” pediu-me que publicasse este texto em VIEIROS porque os seus textos têm sido censurados e por último foi cortado o acesso a Vieiros presumivelmente pela sua redacção.


O QUE É SER NACIONALISTA:

“A padeira Brites de Almeida não foi uma mulher vulgar. Era nacionalista, grande, com os cabelos crespos e muito forte. Não se enquadrava nos típicos padrões femininos e tinha um comportamento masculino. Nasceu em Faro (Algarve) Portugal, de família pobre e humilde. O Reino de Portugal tinha sido fundado só há 240 anos e os portugueses sentiam-se ainda galegos.
Mais do que nacionalismo português havia um sentimento contra Castela e Leão pelo facto de pouco tempo antes os independentistas galegos terem sido esmagados por exércitos desses reinos.
Para o povo português a derrota castelhana em Aljubarrota para além de ser decisiva para Portugal representava um ajuste de contas com Caslela e Leão pelo que tinham feito aos irmãos independentistas galegos.
O dia 14 de Agosto de 1385 amanheceu com a notícia da invasão de Portugal pelo exército castelhano constituído por mais de 30000 homens criando as condições para a batalha de Aljubarrota. A padeira Brites de Almeida não conseguiu resistir ao apelo da sua natureza. Pegou na primeira arma que achou e juntou-se ao exército português que só com 6500 homens já incluindo 300 arqueiros ingleses naquele dia derrotou o invasor castelhano que tinha um poderoso exército com mais de 30000 homens incluindo castelhanos, franceses e genoveses. Depois da derrota castelhana chegou a casa cansada mas satisfeita, despertou-a um estranho ruído: dentro do forno estavam sete castelhanos escondidos. Brites pegou na sua pá de padeira e matou-os logo ali. Tomada de zelo nacionalista, liderou um grupo de mulheres que perseguiram os fugitivos castelhanos que ainda se escondiam pelas redondezas. Conta a história que Brites acabou os seus dias em paz junto do seu marido lavrador mas a memória dos seus feitos heróicos ficou para sempre como símbolo da independência de Portugal. A pá foi religiosamente guardada como estandarte de Aljubarrota por muitos séculos, fazendo parte da procissão do 14 de Agosto.
A Batalha de Aljubarrota foi uma entre muitas que o invasor castelhano foi derrotado e humilhado em Portugal. Versão castelhana indesmentível: http://es.wikipedia.org/wiki/B...
No fim da batalha nenhum comandante português ficou ferido. Dos 5 comandantes castelhanos 2 foram mortos( Juan de Rye e Pedro Álvarez Pereyra), 2 ficaram gravemente feridos e prisioneiros ( Pero López de Ayala e Gonzalo Nuñez de Guzmán ) e 1 (o Rei D. Juan I de Castela) fugiu gravemente ferido, beneficiando da clemência do Rei de Portugal. O rei D. Juan de Castelha ostentou falsamente o título de Rei de Portugal sem nunca o ter sido porque nunca foi aclamado pelo povo nem em cortes e foi derrotado militarmente pelos portugueses. Morreram mais de 10000 homens do lado castelhano (em 2004 um historiador espanhol diz sem fundamento que só morreram 3000) e 6000 foram presos. A certeza é que dos mais de 30000 homens do exército comandados por D. Juan I de Castela que invadiram Portugal só menos de um terço voltam. Chegaram a casa só menos de 7000 homens muito feridos. Dois (2) rios na zona de Aljubarrota ficaram entopidos com os corpos mortos das tropas castelhanas. O povo matava todos os soldados castelhanos que debaixo de humilhação tentavam fugir até que o Rei de Portugal pediu clemência ao povo pelos derrotados para que alguns podessemregressar a casa. Só este pedido de clemência do Rei português que o povo obedeceu, permitiu o regresso de menos de 7000 dos derrotados onde se incluia o Rei D. Juan de Catela após humilhação popular. Das mãos da padeira Brites de Almeida foi salvo e feito presioneiro o comandante castelhano Pero López de Ayala já com dentes, pernas e braços partidos, quase sem vida, pelo exército português que o queria vivo para dar informações e ser peça de negociação da paz definitiva. Na sociedade machista da época a humilhação foi tão grande que os castelhanos se dividiram em duas explicações, uns diziam que Brites de Almeida não era uma mulher normal tinha grandes mãos com seis dedos em cada uma, outros que tinha sido um sonho ou uma lenda. A verdade é que a biografia desta mulher está documentada desde o nascimento até à sua morte. A grande superioridade numérica de nada valeu aos castelhanos. Nesta batalha morreu a élite do exército castelhano, fidalgos e nobres dos mais importantes. Foi decretado luto em Castela por 2 anos.


Deste facto histórico temos de tirar duas conclusões:

Primeira- Os portugueses só com 6500 homens ganharam contra um exército com mais de 30000 porque usaram a inteligência. Quando o Rei de Portugal sobe da invasão estava à mesma distância de Aljubarrota que as forças castelhanas e ainda teve de reunir as tropas. Teve a inteligência de empurrar os castelanos para o melhor local para os portugueses vencerem a batalha e conseguiu. Ou seja conduziu a guerra antes de começar.
Com este facto histórico não se pretende insentivar a violência mas a inteligência. Hoje não é com guerras ou guerrilha que a Galiza conquistará a sua autodeterminação conforme está consagrado no direito na carta das Nações Unidas. Os patriótas galegos têm meios políticos e económicos para inverter esta situação de forma à Galiza deixar de ser um terriutório colonizado onde a vontade castelhana prevalece. É só usar a INTELIGÊNCIA.

Segunda- Os portugueses depois de derrotarem os castelhanos, destruiram a elite não só do exército de castela, mas também dos aliadas destes franceses e genoveses. Podiam então Portugal invadir Castelha e ocupá-la. Hoje tiríamos os portugueses colonizadores e os castelhanos terrorista a lutar pela sua independência. Mais uma vez Portugal mostrou inteligência por saber que um povo não pode ser livre se subjugar outros. Aproveitou a vitória para se solidificar como país soberano e começou a sua expansão comercial ultramarina ainda no reinado desde Rei vencedor em Aljusbarrota e sendo um povo pequeno criou o maior império do mundo. Desenvolveu a arte de navegação que a outra potência marítima mundial a Inglaterra só 200 anos depois conseguiu chegar aos mesmos sítios. E só foi obrigado mais tarde a dividir o mundo com Espanha porque homens como Cristóvão Colombo e Fernão de Magalhães aprenderam a arte de navegar em Portugal e zangaram-se com o Rei português indo oferecer os seus serviços a Castela. Os portugueses souberam sempre melhor lidar com os nacionalismos veja-se o caso do Brasil não houve guerras de libertação, antes da independência o nome do Estado Luso era: Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves. Portugal era o território que se tornou independente da Galiza, os Algarves eram as terras reconquistadas aos mouros e povoadas (a sul do rio Tejo). O Brasil acabou por ser independente porque o rei de Portugal o deu ao seu filho coroando-o como o Imperador Pedro I.
Pelo contrário a tradição castelhana é oprimir os nacionalismos. Franco foi o homem da oportunidade perdida de fazer o Reino Unido de Espanha.
Depois da vitória tinha todas as condições para fazer uma federação de Estados com todas as nações e não um Estado totalitário que oprime as outras nações.
Na época da batalha de Aljubarrota a monarquia era absoluta, mas chamava-se aos nacionalistas REBELDES. Hoje na dita monarquia democrática chama-se aos nacionalistas TERRORISTAS. Assim não dá! Torna difícil a paz. O nacionalismo é um problema político e são os políticos que têm de resolver.


Nota: Batalhas com esta dimensão entre Portugal e Castela houve 3 em épocas diferentes ganhas por Portugal além de outras mais pequenas para defender a integridade de Portugal. A independência de Portugal foi conquistada com muito sangue e não oferecida.
Relevante foi também as 3 derrotas de Napoleão de França aliado a Castela derrotado e humilhado nas três invasões. A inteligência foi sempre decisiva na vitória. Nós galegos temos que aprender com o passado e com inteligência construirmos o futuro. Somos um povo colonizado economicamente e culturalmente.”

Autor
INDEPENDENTISTA »»””

Nota final.
Parece que este punto de vista fue criticado por dos veces en Vieiros:
Una vez publicados por: Usuário LiberdadeGaliza.
Un segundo momento en publicado por: Usuário INDEPENDENTISTA

Vieiros cuando él era libre de impresesa se descatadamente en el primer lugar en rankigns las páginas más populares en Google.
Cando comenzó a condenar los nacionalistas disminuyó con la distancia a la red segundu lugar. http://www.google.com/Top/Worl...
No meu fraco Galego-português tenho de dizer á redacçom de Vieiros ou têm um jornal dixital aberto sem censura para os galegos oprimidos poderem dar a sua opinion sobre o que tem sido a colonizaçom castelhana na Galiza e terá um jornal com muitos leitores , ou polo contrário terá poucos leitores mas receberá dinheiro do governo espanhol por contribuir com a morte da nossa língua materna o GALEGO-PORTUGUÊS e impor o dialecto o PORTUNHOL que se tenta por opçon dividir os galegos entre si e estes dos irmóns da fala em todo o mundo. De nada vale falar de qualquer assunto da Galiza se o fundamental que é o respeito pela sua identidade, cultura e língua não forem resolvidos. Tudo o resto é como diz o brasileiro , é enrrolar o povo. Peço desculpa aos leitores de Vieiros mas perante a censura detectada copiei e reproduzi esta mensagem histórica.

Zé Castro
Curunha Galiza Europa

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