A versión do navegador libre na nosa lingua atópase en fase beta, mais xa está dispoñíbel na web de Mozilla.
Anunciárase para arredor do Día da Patria, pero houbo que agardar a que pasase o verán para que a versión do Firefox en galego fose oficial. Na web de Mozilla xa se pode descargar o navegador na nosa lingua, grazas ao traballo dun amplo grupo de persoas voluntarias.
Até o momento, podíase 'galeguizar' o Firefox instalándolle un engadido. Agora xa é posíbel descargar directamente o instalador na nosa lingua. O galego forma parte das novas traducións, polo que se atopa na sección de 'betas', xunto a outros idiomas como o islandés, o hindí, o bengalí ou o tailandés.
Segundo se informara no seu día, a fase beta pode durar arredor dun mes. Despois dese tempo, o Firefox en galego estará xunto ás máis de corenta traducións en diferentes linguas do mundo.
No menu do meu Firefox, que tenho desde o mesmo dia que saiu, meses atrás, diz:
Ficheiro - Editar - Ver - Histórico - Marcadores - Ferramentas - Ajuda
Dentro do menu Ficheiro, por exemplo, põe:
Nova janela
Novo separador
Abrir endereço...
Abrir ficheiro...
Fechar
etc.
Nom é galego por nom ter ññññññññññ?
O Firefox já estava em galego. Com umha concepçom ampla da língua, esta poderá avançar.
«A nossa língua vive e floresce em Portugal»
Castelão
E agora floresce também na rede, num mundo globalizado. Nom ponhamos portas nem limites à língua. Rompamos as fronteiras, linguísticas e mentais, que outros nos impugérom.
ñañaña portu ñañaña xa estaba ñañaña
"Lei de Berto, 2.0: calquera avance da lingua galega será posto en cuestión polo reintegracionismo."
Amén.
Viva o galego independente...! Parabéns aos que fixeron posible esta iniciativa.
Por fin! ... e no mac tamén funciona. Ben polo Raposo de Lume e polo galego.
#1 O firefox está en galego de Portugal, no de Brasil e agora no de Galicia... cal é o problema?
Nom me parece mal que o firefox esteja no galego da Galiza ademais do internacional (é dizer gz ao lado de br, pt), é dizer até poderia entender umha adaptaçom do galego internacional à Galiza, mas depois de baixar a nova versom e compará-la coa que de sempre tenho em galego internacional desde o primeiro dia (pois algo melhor será essa versom para os galegos e galegas que a castelhana por muito que gostemos da enxebre gz, digo eu) fico algo desapontada pois resulta que a versom galega, é uma simples adaptaçom do castelhano.
acaso, É o castelhano a norma de correcçom do galego, e o espelho no que se deve olhar como dialecto dele?.
Será que ao sermos espanhóis os nossos modelos só podem ser espanhóis e cozidos na RAE e em Madrid?
Será que é próprio de muitas das pessoas que defendem a língua honradamente é deixarem (como pàrvos) que lhes roubem a carteira?.
A nossa língua som dinheiros e eu nom gosto de que me tirem os dinheiros e o capital que muito custou tê-los
Beijos Laurinha
Laurinha, nom podia ser doutro jeito, o galego com ñ é sempre galego-castelhano, e cada vez menos galego e mais castalhano. O alguém escoitava fai dez anos tempos compostos com o verbo haver?.
Que bem, já há software com ventá...nas!
É un gran avance para estes humildes 2 millóns amplos que coñecen a lingua nai da súa terra. O que suceda na RAG é asunto aparte e hai outros cauces para cambialo.
Laurinha: "galego internacional" é esta mesma lingua na que escribo e agora na que está o meu Firefox.
Desapóntate o que queiras, pero goza do momento, é unha festa para a lingua: FIREFOX EN GALEGO. Unha pequena vía para afirmarnos no mundo, temos cultura propia.
#10
"galego internacional" é esta mesma lingua na que escribo"
"Unha pequena vía para afirmarnos no mundo, temos cultura propia."
No further comment required.
Cando hai unha nova deste tipo, sempre escribe algún comentario algún lusista amargado que di: "eu ja o tinha em galego"... Que teimudos carallo!
#1 Por certo Castelao non escribiu "A nossa língua vive e floresce em Portugal" xa que non era lusista. Colle Sempre en Galiza o podes comprobar.
O reino da Galiza tinha duas regiões principais o Alto Minho (a actual Galiza) e Portucale (actual Portugal).
O rei Garcia da Galiza ficou dominado pelo castelhano passando a região galega do Alto Minho a colónia de Castela. Os galegos da região galega de Portucale não aceitaram a colonização castelhana tornaram-se independentes e fundaram Portugal.
Serão os portugueses galegos ? Sim ou não?
A língua é a mesma. Temos de limpar os 3 séculos escuros em que os castelhanos nos proibiram de falarmos obrigando-nos a "hablar".
Mais tarde ou mais cedo teremos o nosso idioma nativo bem escrito:
http://br.youtube...
http://br.youtube...
http://br.youtube...
http://br.youtube...
http://br.youtube...
http://br.youtube...
#14 Quero esclarecer que até ao século XIX o país vizinho se chamava reino de Portugal e Algarves. Portugal era o território que se tornou independente da Galiza e Algarves eram os territórios a sul do rio Tejo reconquistados aos mouros (actuais províncias do Alentejo e Algarve).
Se no parlamento Europeu oralmente o Português e o Galego são a mesma língua porque será que o Estado espanhol através da RAG quer isolar o galego na norma escrita e não aceita o padrão internacional? E gasta milhões de Euros dos nossos impostos a criar um dialecto padrão isolasionista artificial?
É uma questão política com receio da Galiza ganhar autonomia e chegar à independência.
Porque a nossa língua ao contrário do catalão e basco por exemplo tem uma dimensão mundial sendo falada em todos os continentes por cerca de 300 milhões de pessoas e é oficial em 10 países incluindo a Região Autónoma de Macau na China.
Acresce ainda o facto que sem ser idioma oficial é também a língua materna falada e escrita de milhões de pessoas de territórios em vários continentes, com destaque para a Índia no antigo Estado Português da Índia ( Goa, Damão, Diu, Dadrá e Nagar-Aveli) que foi português durante 5 séculos.
É também língua oficial das principais organizações mundiais como na União Africana (onde o espanhol não é), no Mercosul e na União Europeia onde oralmente é reconhecido como galego.
O galego e o português foi a mesma língua oficial falada e escrita em Portugal e na Galiza até os castelhanos a terem extinguido oficialmente na Galiza. Só a reintegração da nossa língua materna faz acabar com a colonização linguística dos galegos. A RAG tenta impor definitivamente a colonização castelhana da língua e isolar os galegos dos povos que falam a nossa língua materna. Tudo porque se teme das vantagens económicas e culturais que a Galiza obtém por entrar num mercado de cerca de 300 milhões de pessoas. Por isso todos os galegos e galegas se devem opôr ao dialecto “portuñol” da RAG. Nós temos como língua materna uma das mais importantes do mundo, não precisamos de a trocar por um dialecto criado artificialmente pela RAG para nos isolar no mundo.
O tema da nossa língua galega tem dominado constantemante os artigos de opinião.
Porém a imagem que transmitem essas opiniões não são verdadeiras porque a redacção de Vieiros faz censura e corta o acesso a todos aqueles que de uma forma aberta defendam que o Portugês e o Galego são a mesma língua.
No mesmo periodo de tempo contei na página de vieiros os usuários que escreveram sobre o tema em Vieiros e tive conhecimento que o triplo desses tinham sido censurados.
Há pelo menos 3 vezes mais pessoas a quererem dar a sua opinião e são impedidas só porque defendem que o galego e o português são o mesmo idioma e escrevem galego na norma internacional e não no dialecto “portunhol” da RAG...
Haja liberdade de expressão. Senão estasse a enganar a opinião pública.
Para #2 Lidor:
O que se opõe ao avanço do galego é a xenofobia e o sectarismo.
Umha melhor redacçom do título da notícia seria:
«Novo Firefox, em galego ILG-RAG»
pois esse excelente navegador já existia em galego.
Para #13 bcngz:
Devias olhar além da grafia e ficar com a mensagem, com o que Castelão escreveu. Alguém que diz que a nossa língua floresce em Portugal nom é «lusista»? Todo o galeguismo histórico é reintegracionista desde as suas origens. Olha umha pequena amostra:
http://www.agal-gz.org/modules...
Analisa criticamente os estereótipos que nos metem na cabeça, como: «um país diferente, umha língua diferente», etc.
A nossa língua nom tem as fronteiras que lhe querem impor. És bem livre de defenderes umha visom linguística que isola o galego da sua história e das pessoas que no mundo falam variantes dele, mas respeita os que nom comungamos com essa visom.
Concordo Piorno. São cabeçalhos mal expressados.
"Os isolacionistas xa poden navegar"
"O galego ILG-RAG chega con un mes de retraso"
"Os internautas galegos xa poden aprender a chamarlles separadores ás abas do Firefox"
"Prema no novo Firefox a tecla F1 e disfrute as ventaxas do galego ILG-RAG"
Quanto a Lidor e o seu "Lei de Berto, 2.0: calquera avance da lingua galega será posto en cuestión polo reintegracionismo":
Pois como "penso ergo sum" (ou "coito ergo sum", diria o Leo), questiono que o meu Firefox3 até hoje não o tivesse no meu idioma.
Igual para ser um bom patriota galego deveria de usar a versão espanhola ou inglesa aguardando a tradução partindo da espanhola feita por voluntários um mês depois. Mas que lhe imos fazer, eu estou já canso de abrir e fechar abas.
Que não estamos em contra, amigos. Como se o quereis traduzir ao dálmata. Estupendo. Isso sim, escrevede-o com a ortografia do dálmata.
Cogito ergo sum, que non coghito ergo sum, que pode dar lugar a malentendidos discriminatorios, dixit.
Enquanto o galego era proibido na Galiza durante os séculos XVI, XVII e XVIII manteve-se no antigo condado galego a sul do rio Minho.
Por isso o galego actual é o português actual. Quem diz o contrário não defende o progresso e desenvolvimento da Galiza. Faz o jogo do colonizador.
Escrever em galego na norma internacional é a única forma de perservarmos a nossa identidade e sermos respeitados no mundo.
#21, Fóra colonizadores portugueses!
#21, non dea mágoa, o galego nunca se prohibiu, senón que se marxinou á clase labrega e dos gremios. O galego seguía igual de "prohibido" no XIX e inda peor, porque se lle retirou a Galicia a súa denominación de Reino e quedou sen entidade algunha, como catro provincias no territorio español. De aí o rexurdimento e os inicios do galeguismo. Concordo en que hai unha identidade galego-portuguesa, pero tamén galego-leonesa-asturiana e galego-castelá, ademais das numerosas identidades locais (mindoniense, viguesa, coruñesa, betanceira...). A identidade é comunicación, non illamento nin isolación, polo que resulta curioso ver un reintegracionista pulando por fechar fronteiras... estamos en guerra, ou? Non, eu non teño saudade nin do Imperio Español nin do Portugués. Estamos en rede, como estaban os transhumantes casteláns, galegos e portugueses, e co Firefox máis aínda.
En galego internacional: metede o portugués pola caralla.
Tanto medo ao que a nosa lingua non sexa hipermega universal con tropecentos milleiros de falantes; que máis ten se entrementres se deturpa pola boca de neofalantes que botan as forzas en meteren os máximos chiscos ao portugués (tanto che lles ten aos portugueses que se derreten por nos falar no castelhano), mais esquecen no camiño a fonética, a perna esquerda dun idioma.
si home si... temos que volver falar galego do século XIII... Colonialismo portugués, érache boa...
#21 concordo na integra com o GALIZAPAIS e quem diz o contrário é espanholista ou Galício e não GALEGO da GALIZA.
A volorização negativa ao comentário de GalizaPais só demonstra como os traidores da Pátria galega vivem na Galiza em liberdade e os GALEGOS continuam oprimidos e com medo de falarem
#21 infelizmente os portugueses estão distantes da causa galega. A história separou esta família.
Porque se os portugueses tivessem sensíveis à opressão na Galiza já há muito que nos tinham ajudado a nos libertarem da colonização castelhana e contribuído para uma Galiza livre. Os portugueses do século XXI têm um espírito anti-colonialista.
Em #14 foi escrito:
"O reino da Galiza tinha duas regiões principais o Alto Minho (a actual Galiza) e Portucale (actual Portugal).
O rei Garcia da Galiza ficou dominado pelo castelhano passando a região galega do Alto Minho a colónia de Castela. Os galegos da região galega de Portucale não aceitaram a colonização castelhana tornaram-se independentes e fundaram Portugal.
Serão os portugueses galegos ? Sim ou não?
A língua é a mesma. Temos de limpar os 3 séculos escuros em que os castelhanos nos proibiram de falarmos obrigando-nos a "hablar".
Mais tarde ou mais cedo teremos o nosso idioma nativo bem escrito:
http://br.youtube...
http://br.youtube...
http://br.youtube...
http://br.youtube...
http://br.youtube...
http://br.youtube...
Comentário histórico indesmentível. Galiza livre de Galícios (espanholistas). Na Galiza só pode haver GALEGOS. Fora os traidores que nem o nome do país sabem..
#24 Se os portugueses gostassem de colonizar povos irmãos vê aqui o que tinha acontecido aos castelhanos na versão dos próprios castelhanos. http://es.wikipedia.org/wiki/B...
Hoje em vez de serem os castelhanos a chamarem terroristas aos independentistas Bascos, Galegos ou Catalães eram os Portugueses a chamarem terroristas aos independentistas Castelhanos.
Portugal por mais de uma vez na história destruiu a elite e o exército castelhano podendo tomar por completo o poder e colonizar castela.
Viva Galiza livre de Galícios (espanholistas).
Para quem não entendeu a versão castelhana escrita em #30. Tem aqui a versão independente de um galego que vive fora da colonização castelhana:
A padeira Brites de Almeida não foi uma mulher vulgar. Era nacionalista, grande, com os cabelos crespos e muito forte. Não se enquadrava nos típicos padrões femininos e tinha um comportamento masculino. Nasceu em Faro (Algarve) Portugal, de família pobre e humilde. O Reino de Portugal tinha sido fundado só há 240 anos e os portugueses sentiam-se ainda galegos.
Mais do que nacionalismo português havia um sentimento contra Castela e Leão pelo facto de pouco tempo antes os independentistas galegos terem sido esmagados por exércitos desses reinos, após terem Aclamado por toda a Galiza e reforçado a Aclamação em Corunha do Rei de Portugal D. Fernando como rei da Grande GALIZA incluindo o Alto Minho (Galiza actual) Portugal (actual Portugal até ao rio Tejo) e Algarves ( actuais províncias portuguesas do Alentejo e Algarve).
Para o povo português a derrota castelhana em Aljubarrota para além de ser decisiva para Portugal representava um ajuste de contas com Caslela e Leão pelo que tinham feito aos irmãos independentistas galegos.
O dia 14 de Agosto de 1385 amanheceu com a notícia da invasão de Portugal pelo exército castelhano constituído por mais de 30000 homens criando as condições para a batalha de Aljubarrota. A padeira Brites de Almeida não conseguiu resistir ao apelo da sua natureza. Pegou na primeira arma que achou e juntou-se ao exército português que só com 6500 homens já incluindo 300 arqueiros ingleses naquele dia derrotou o invasor castelhano que tinha um poderoso exército com mais de 30000 homens incluindo castelhanos, franceses e genoveses. Depois da derrota castelhana chegou a casa cansada mas satisfeita, despertou-a um estranho ruído: dentro do forno estavam sete castelhanos escondidos. Brites pegou na sua pá de padeira e matou-os logo ali. Tomada de zelo nacionalista, liderou um grupo de mulheres que perseguiram os fugitivos castelhanos que ainda se escondiam pelas redondezas. Conta a história que Brites acabou os seus dias em paz junto do seu marido lavrador mas a memória dos seus feitos heróicos ficou para sempre como símbolo da independência de Portugal. A pá foi religiosamente guardada como estandarte de Aljubarrota por muitos séculos, fazendo parte da procissão do 14 de Agosto.
A Batalha de Aljubarrota foi uma entre muitas que o invasor castelhano foi derrotado e humilhado em Portugal. Versão castelhana indesmentível: http://es.wikipedia.org/wiki/B...
No fim da batalha nenhum comandante português ficou ferido. Dos 5 comandantes castelhanos 2 foram mortos( Juan de Rye e Pedro Álvarez Pereyra), 2 ficaram gravemente feridos e prisioneiros ( Pero López de Ayala e Gonzalo Nuñez de Guzmán ) e 1 (o Rei D. Juan I de Castela) fugiu gravemente ferido, beneficiando da clemência do Rei de Portugal. O rei D. Juan de Castelha ostentou falsamente o título de Rei de Portugal sem nunca o ter sido porque nunca foi aclamado pelo povo nem em cortes e foi derrotado militarmente pelos portugueses. Morreram mais de 10000 homens do lado castelhano (em 2004 um historiador espanhol diz sem fundamento que só morreram 3000) e 6000 foram presos. A certeza é que dos mais de 30000 homens do exército comandados por D. Juan I de Castela que invadiram Portugal só menos de um terço voltam. Chegaram a casa só menos de 7000 homens muito feridos. Dois (2) rios na zona de Aljubarrota ficaram entopidos com os corpos mortos das tropas castelhanas. O povo matava todos os soldados castelhanos que debaixo de humilhação tentavam fugir até que o Rei de Portugal pediu clemência ao povo pelos derrotados para que alguns podessem partir. Só este pedido de clemência do Rei português que o povo obedeceu, permitiu o regresso de menos de 7000 dos derrotados onde se incluia o Rei D. Juan de Catela após humilhação popular. Das mãos da padeira Brites de Almeida foi salvo e feito presioneiro o comandante castelhano Pero López de Ayala já com dentes, pernas e braços partidos, quase sem vida, pelo exército português que o queria vivo para dar informações e ser peça de negociação da paz definitiva. Na sociedade machista da época a humilhação foi tão grande que os castelhanos se dividiram em duas explicações, uns diziam que Brites de Almeida não era uma mulher normal tinha grandes mãos com seis dedos em cada uma, outros que tinha sido um sonho ou uma lenda. A verdade é que a biografia desta mulher está documentada desde o nascimento até à sua morte. A grande superioridade numérica de nada valeu aos castelhanos. Nesta batalha morreu a élite do exército castelhano, fidalgos e nobres dos mais importantes. Foi decretado luto em Castela por 2 anos.
Deste facto histórico temos de tirar conclusões:
Os portugueses só com 6500 homens ganharam contra um exército com mais de 30000 porque usaram a inteligência. Quando o Rei de Portugal sobe da invasão estava à mesma distância de Aljubarrota que as forças castelhanas e ainda teve de reunir as tropas. Teve a inteligência de empurrar os castelanos para o melhor local para os portugueses vencerem a batalha e conseguiu. Ou seja conduziu a guerra desde o início.
Com este facto histórico não se pretende insentivar a violência mas a inteligência. Hoje não é com guerras ou guerrilha que a Galiza conquistará a sua autodeterminação conforme está consagrado na carta das Nações Unidas. Os patriótas galegos têm meios políticos e económicos para inverter esta situação de forma à Galiza deixar de ser um território colonizado onde a vontade castelhana prevalece. É só usar a INTELIGÊNCIA.
Como é possível os espanholistas divisionistas isolasionistas Galícios afrontarem em plena GALIZA os GALEGOS?
O galego foi proibido sim na Galiza durante os séculos XVI, XVII e XVIII manteve-se no antigo condado galego a sul do rio Minho.
Por isso o galego actual é o português actual. Quem diz o contrário não defende o progresso e desenvolvimento da Galiza. Faz o jogo do colonizador. São os Galícios.
Escrever em galego na norma internacional é a única forma de perservarmos a nossa identidade e sermos respeitados no mundo.
A Galiza é para os Galegos e nada nos faz calar.
Escrever Galego na norma internacional é respeitar os nossos pais e avós. É a via para uma Galiza livre. Os espanholistas/galícios é que ficam preocupados por deixarem de nos explorar e viverem à custa do trabalho dos galegos.
A história que os colonialistas espanholistas têm ensinado nas escolas aos galegos é falsa e destrocida.
No século XVI os castelhanos não só proibiram o idioma galego como expulsaram os galegos da administração na Galiza e os substituiram pelos invasores castelhanos.
A recuperação da galicidade na Galiza só é possível através da normalização ortográfica na nossa língua nativa o galego na norma internacional.
É natural que num país ocupado os comentários patriotas sejam valorados negativamente. Os parasitas Galícios estão sempre do lado do ocupante, vivem a sugar o sangue do nosso trabalho.
Vivam os heróis e patriotas galegos que não se vendem por interesses pessoais.
Galizapais, nom seja tam duro com todos os isolacionistas. Hai-nos que nom tenhem má fe, simplesmente ainda nom abrirom os olhos. A realidade é demasiado dura pra aceptar. Moitos deles tambem merecem respeto polo seu trabalho. Dea-lhes tempo pra assimilar a realidade, nom os descalifique ou meta todos no mesmo saco.
#35 os isolasionistas aindam acham pouco os trezentos anos de proibição do galego na Galiza. A extinsão do nome galego ao nosso idioma materno. Repare-se neste filme brasileiro sobre a origem da língua portuguesa em que somos ignorados nem sequer como pais do português actual somos referidos: http://br.youtube...
Tudo isto por culpa dos Galícios/espanholista e ainda há quem os defenda depois do crime cultural de seculos que têm feito ao nosso povo. Há quem nem saiba o nome do nosso país.
A China que tão criticada é pelo desrespeito pelos direitos humanos respeita a cultura e o idioma das populações da Região Autónoma de Macau.
O Galego/português é falado e é idioma oficial na China (Região Autónoma de Macau)
http://br.youtube...
Residentes em Macau de naturais do antigo Estado Português da Índia
http://br.youtube...
O galego sempre foi oficial. O dialecto artificial da RAG não é galego mas sim "portunhol"
# 37 GalizaPais A China não só respeita a Região Autónoma de Macau como promove o encontro de todos os irmãos falantes
http://br.youtube...
# 37 GalizaPais A China não só respeita a Região Autónoma de Macau como promove o encontro de todos os irmãos falantes
http://br.youtube...
A Galiza está poluída de Galícios/espanholistas, de quem não sabe sequer o nome do país e de lacaios do poder de Madrid. Porém também existe uma maioria de GALEGOS oprimidos culturalmente e economicamente. No idioma existe a maior opressão e enquanto não recuperarmos em pleno a nossa língua nativa e materna escrita na norma internacional não temos meios de crescer como país. Os Galícios/espanholistas sabem disso e tudo fazem para nos manter prisioneiros dos castelhanos. Onde está o patriotismo nos políticos galegos? É aí que está a solução.
O "portunhol" que a RAG nos quer vender como dialecto adoptivo é como nos estar a obrigar a adoptar um filho de um estranho defeituoso e rejeitar-mos o verdadeiro saudável.
Los gallegos tienen que asumir que fueron asimilados . Hoy son españoles.
El gallego y el portugués eran iguales pero después del gallego estar prohibido 3 siglos los idiomas se quedaron desfasados en el tiempo. Ahora ya es otro
#42 que pouca vergonha esta . Os galícios/espanholistas põem as patas em cima dos galegos! Vivemos em neocolonialismo quando o colonizador transforma uma Nação em Comunidade Autónoma.
#42
"Los gallegos tienen que asumir que fueron asimilados. Hoy son españoles."
Todos? Nom! Há uns poucos que resistem agora e sempre à assimilaçom! E a vida nom é doada para as forças do estado e os seus acólitos (RAG, etc) na Galiza ...
História amigo, leia a história: 700 anos de assimilaçom, 70 de des-assimilaçom. A roda segue a virar ... El-pensa você que o estado espanhol é eterno?
Ora, espanhol, teu pai! Veja, eu tambem posso insultar!
#42
La cuestión del idioma de Galicia no se reduce la una cuestión literaria. Para España los gallegos pueden tener cómo segunda lengua a continuación al español cualquier idioma o dialecto que no ponga en causa los intereses del Estado Español. Hay un grupo de gallegos que insisten en la reintegración de su idioma histórico. Comprendo que sea romántico bajo el punto de vista cultural. Pero ese idioma es peligroso para el Estado español porque:
Con la recuperación del gallego/portugués en Galicia esta región española me quedaba muy conectada políticamente a los países lusófonos. Aún sin ser un país independiente Galicia pasaba a influenciar la política internacional a través de Brasil, Portugal etc..Hoy quién es el presidente de la Comisión Europea? El portugués Durão Barroso. Con Galicia conectada a los países lusófonos España aún me despertaba con un Galeguista a chefiar Europa y a hacer directivas favorables a Galicia contra España. Brasil es el país con más fuerza política en América Latina y fuerte candidato para brevemente ser miembro permanente del Concelho de Seguridad de las Naciones Unidas. Portugal es miembro fundador de la OTAN. Vean como Portugal sin disparar un tiro ganó la guerra contra la poderosa Indonesia en Timor haciendo este territorio en Estado independiente. Bastó Portugal decir a los E U lo que era el interés portugués.
La propia China afirma que una de sus prioridades es una relación especial con los países lusófonos y mantiene el Portugués como idioma oficial en parte de su territorio. La India sin tener el portugués como lengua oficial mantiene los pueblos de los territorios de la antigua India Portuguesa conectados a la lusofonia. El problema es económico y político, Galicia escribiendo en la norma Gallego/portugués dejaba en la práctica de necesitar de depender de España. La RAG al estar a crear un dialecto assumidamente isolasionista sólo para gallegos que hablen entre sí está a defender el Estado como es su obligación. Los gallegos fueron asimilados aunque las conexiones lingüísticas y hasta de sangre con portugueses sean muchas. Hoy son españoles. Hay quien ponga Galicia al frente de España. Yo pongo España en primer lugar.
No sé adecuar muy bien mi castellano al gallego, pero da para percibir!
#45 Não passa de uma confissão de um espanholista/galício.
Fica-te bem galeguizar algumas palavras mas as tuas ideias são do pior que o colonialismo espanhol representa na Galiza.
A Galiza é reconhecida como Nação IRMÃ e estimada em Portugal.
Anxo Quintana e o Presidente da Republica de Portugal Cavaco Silva
http://br.youtube.com/watch?v=...
Quando será que o Estado espanhol deixa os galegos participarem nos jogos da lusofonia?
Veja o exemplo da China: http://br.youtube...
Mais tarde ou mais cedo teremos o nosso idioma nativo bem escrito:
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http://br.youtube...
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http://br.youtube...
#45 Nin sabes de historia nin de castelán. É surrealista que alguén dos teus che entre polo aro. Seguide bendicindo o Imperio Portugués como único infalible para chegar á verdade política. Pero nunha pausa podiades ler algo, non?
Os isolatas dizem que o galego teve um desenvolvimento separado do Galego/português durante os séculos escuros de fins de XVI a fins de XVIII.
Mas pode-se chamar desenvolvimento a:
- Um idioma proibido na Galiza nesse periodo?
- Idioma que deixou de ser escrito?
- Idioma falado só em casa e no mundo rural?
-Idioma que se transmitiu de pessoa a pessoa e de pais para filhos de OUVIDO com todas as deturpações daí resultantes?
- Os galegos obrigados a "hablar" castelhano em vez de falar o seu idioma nativo original da Galiza?.
O que a RAG está a fazer é tentar apagar a nossa cultura original e substituí-la pela castelhana através do dialecto artificial “portunhol”.
Com humor: http://br.youtube.com/watch?v=...
http://br.youtube...
http://br.youtube...
http://br.youtube...
http://br.youtube...
Comezo a entende-la censura previa de Vieiros. Isto é un ataque en toda regra a unha páxina de afíns (Vieiros) por non usa-la norma que os atacantes queren. Non obstante, non gastan tanto esforzo en atacar aos non-afíns. Será que o voso narís é o voso horizonte?