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Sobre bilingües e bilingüismo

18:50 05/03/2008

Galicia Bilingue... Llevemos adelante una cruzada para defender que el español es nuestro idioma.....el gallego para qué? eso sobra, libertad si, no a su imposición. (Vigo Fevereiro 2008 Centro Cultural Caixanova)

Eis a mensagem bem concisa e a(s) ideia(s) clara(s) e de jeito bem preciso

Essa é a mensagem que está no lado escuro da associaçom Galicia Bilíngue, esse é o empático nome que o Partido Popular está usando, logo do fracaso de outras siglas, para mobilizar as bases mais reaccionárias e espanholistas, nom tanto na Galiza, senom também no resto do estado, pois a mensagem subliminal que leva o nome e o discurso que se acompanha, serve para amossar as ameaças que por aqui e a conta do idioma padece a sacrossanta unidade de Espanha, como diria o cardeal arcebispo de Madrid D. Rouco Varela; e todo isso contra unha política linguística do governo galego que infelizmente nom é muito diferente, que a própria que o Partido Popular véu desenvolvendo, durante os últimos quinze anos, no governo autonómico da Galiza.

O Decreto do Galego no Ensino, é o primeiro dos mandatos que correspondem ao plano de Normalizaçom Linguística elaborado polo Partido Popular e abençoado coa unanimidade das demais forças políticas parlamentares. Esse Decreto sobre a língua nacional da Galiza no ensino, é um autentico desideratum que o PSOE desde o seu controlo da política educativa, de jeito muito fraco quer levar avante, de aí que no ensino qualquer pode ser ensinante em galego, cousa muito curiosa. Nom existem perfis linguísticos para o professorado e para os centros no seu sistema de traslados e promoçons; também nom se exige ao professorado que se cumpra o arigo 33 da Lei 4/88 da Funçom Pública da Galiza no seu sistema de acesso e desenvolvimento do seu trabalho, coa bençom sindical, todo há que dizê-lo; e as normas internas da inspecçom som, nisso do galego, passar nos bicos dos pés nos seus incumprimentos maciços.

O ensino en galego na Galiza non existe
O que sim na realidade garante este Decreto, é que os nenos e nenas galegos non tenham de nenhuma das maneiras ensino em Galego, o qual é a verdadeira e autêntica realidade que se padece na Galiza; o ensino em galego na Galiza nom existe nem está garantido, por mais que esse tratado assinado na sua integridade polo estado espanhol chamado Carta Europeia das Línguas Regionais ou Minoritárias, diga que é imprescindível e por mais que o Conselho de Europa tenha reiteradamente puxado das orelhas ao estado espanhol por este e outros incumprimentos da Carta.

Alguém diria: nom as matemáticas no ensino porque traumam muito ao alunado que se tem de esforçar no seu aprendizado, ou da física, ou do inglês... ou do espanhol que segundo o último informe PISA, é umha das matérias mais problemáticas para os estudantes das comunidades castelhanas e que mais traumas produce nos escolares?

Nom o diria, porque se aperceberia a si próprio como um analfabeto. Pois fazer declaraçons como as que encabeçam este texto é isso, algo próprio de completos analfabetos dizendo barbaridades e que assim insultam os sentimentos das galegas e galegos(1).

Reclamar o direito ao nom conhecimento da Língua Nacional da Galiza e o seu manejo com um mínimo de soltura, só pode partir do desprezo pola língua e cultura deste país nosso, da sua história, do desconhecimento da utilidade dumha língua com a que estamos e somos no mundo, e que neste mundo com mais dum milhar de línguas, é a sexta em número de falantes (e a quinta na internet por diante do espanhol) pois com o nome de português a nossa fala galaica é internacionalmente conhecida.

Negar a nossa língua é negar a nossa história é negar o poder criativo do nosso povo, é negar o acesso ao conhecimento, e isso é ainda mais curioso, quando algum desses que proclama a nom imposiçom do galego (sic) está a prol de que o inglês seja lingua na que se exprimam mais matérias curriculares (2); o qual fala de que a negaçom do galego, quer dizer do vivermos e estudarmos nele, nasce do desprezo, pois só do desprezo pode nascer a proclamaçom e defesa do seu nom conhecimento.

Nom está a AGAL contra a língua castelhana, senom que o nosso é o sermos e estarmos a prol da nossa língua nacional inserida no seu diassistema internacional galego-português-brasileiro, que é objectivo extraordinariamente válido sem necessidade de desmerecermos ninguém.

Velha Gallaecia
Nom somos quem para negarmos os factos tal e como se vivem no nosso país fruto dumha história que se viveu na língua de jeito bem distinto ao norte e sul do Minho da velha Gallaecia, e nom foi por vontade dos galegos e sim vontade da Corte e as suas normas. Nem a AGAL está para andar aos ataques e protestos com nenhuma associaçom, que bem triste é ornear e pensar-se rouxinhol, e os analfabetos sempre nos merecêrom compaixom.

Mas o que sim que queremos proclamar é que, os que da negaçom dos nossos direitos colectivos, fam programa, e incidem nos aspectos mais humilhantes e esmagadores dos sentimentos mais íntimos do nosso povo, batendo no que levam já batendo muito, e pensando assim que nessa onda de humilhaçom e injustiça vam surfar os raxói de turno, que saibam que nom imos cessar em reclamar e exigir os nossos direitos.

Pois o que temos que fazer os galegos e galegas, as organizaçons do movimento normalizador e todas as preocupadas com estes temas, é reclamarmos firmes e serenamente os direitos linguísticos que som nossos e nos pertencem e exercê-los, pois da nossa energia exercendo e vivendo o que é nosso, depende o respeito aos mesmos, e amossarmos ao povo galego que por trás da negaçom dos nossos direitos colectivos como tal povo, desses direitos que nos reconhecem leis tam importantes como a Carta Europeia (3)citada, só está, a ignorância, a inquina e o auto-nojo, realmente três bem tristes figuras para quem as viva.

(1)Segundo esse prestigioso INFORME PISA da avaliaçom da eficácia e qualidade do sistema de ensinanza em diferentes estados, a Comunidade Autónoma da Galiza ocupa lugar destacadíssimo no conhecimento matemático no estado espanhol e um muito bom lugar no linguístico, muito por diante de Madri, Castelas, Andaluzia....modelos para os da Galicia Bilingüe, e bem por cima da média estatal espanhola.

(2)Reclamaçom que podem compartir com muitos membros da AGAL incluído o seu Presidente, que gostaria dumha Galiza que vive na sua língua mas que é plurilingüísta.

(3)Norma de direito positivo muito mais avançada e exigente que o Plano Normalizador do governo Fraga ou a a Lei de Normalizaçom Linguística 1/83, que há muito tempo que devia ter sido reformada

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Comentarios (46)

luisfoz #1 5/Marzo/2008 luisfoz

Muito bem, Alexandre. Nesta terra nom há mais bilingües (ou tri, ou mais) que os que somos galegófonos. Os outros som monolingües em espanhol e guardam a sua possível capacidade de se expressarem em galego bem agochadinha.

larpeiran #2 5/Marzo/2008 larpeiran

Parabéns polo artigo! As cousas claras...

Sabrexo #3 5/Marzo/2008 Sabrexo

Concordo, en Galiza os únicos bilingües somos os falantes de galego.

Barcelos #4 5/Marzo/2008 Barcelos

Pois eu non estou de acordo en que queiran que todos saiban inglés dentro de 10 anos. Non señor. Que o aprenda o que queira. Cos programas e tradutores que hai hoxe en día, xa non fai falta.

Pero me parece unha vergoña que un grupo, bastante numeroso de galegos, mal galego, por preguiza mental, opóñanse a que o galego váiase estendendo como lingua oficial en Galiza. E oponse a que os seus fillos apréndano e fáleno. Como o can do hortelano. Nin comen, nin deixan comer.

Galicia Bilingüe é unha asociación que naceu cun único obxectivo: Rematar co galego.

Dáme noxo ver a xente que tira pedras contra a súa propia terra. E logo atrévense a criticar aos cataláns, porque aman o seu.

AGIL #5 5/Marzo/2008 AGIL

Parabéns, Alexandre.
Por fim, no "mitín" do pEpE em Vigo descobriu-se que é esse partido o sustentador dos GBs. Já antes o Rajo dissera o que dissera sobre o catalão "agressivo" e sobre o galego "engolidor"...

Caotinha #6 5/Marzo/2008 Caotinha

Estou conque o ensino seja na sua totalidade na língua do país, mas o que impera nos centros de ensino é o "tourinhês", que é o estado actual de degradação ao que chegou a nossa língua.Eu pergunto. Aos políticos do "parlamentinho" do Hórreo não se lhe deberia exijir um conhecimento da língua? Porque o que ouvimos às vezes são autênticos atentados ao núcleo duro do idioma. Dá nas vistas como se adere o "tourinhês" nos falantes. Já o disse o Quintana o outro dia ao Feijó "se quere a rebancha, lha dou".Que patetice isto de serem monolingues em "tourinhês".

galeguzo #7 6/Marzo/2008 galeguzo

Os meus parabéns polo artigo, presidente :)

As cousas claras (como no teu discurso)... e o chocolate espesso (como nos discursos dos bífidos, desculpem, "bilíngues" :D)

Cuido que dentro de toda a vorágine de cousas que se têm dito sobre esta matéria, quem falou de jeito mais claro e conciso foi a Associaçom Galega da Língua (AGAL), com uma frase que, por quanto tem de lógica (e científica), devera fazer calar de uma vez qualquer polêmica. Cito textualmente e depois já direis se é ou não é de senso comum o que diz a AGAL:

«Falar da imposiçom na Galiza do seu idioma próprio é como falar da imposiçom em Castela do castelhano. Um completo absurdo».

(Fonte: http://agal-gz.org/modules...

Acho que a AGAL, como neste artigo o seu presidente, o poderia ter dito mais alto, mas dificilmente mais claro: o que se está a passar é um completo absurdo.

ecoe #8 6/Marzo/2008 ecoe

Quenes temos abondo idade, sabemos que ata os anos 1965/70 o galego como FALA HABITUAL, no rural como na cidade, é ó cento por cento a língua popular das clases traballadoras.

Polo tanto xa estaba extendido pola GZ, pois máis ben era a única en uso maioritario (maior do 95% o seu uso diario).

O que veu desde aquela foi o proceso de SUSTITUCIÓN polo "español".

xaviersouto #9 6/Marzo/2008 xaviersouto

Bom serviço à comunidade é que estais à fazer na AGAL. O curioso do assunto é que para os do PP, alem doutros, e conforme não se cansam de repetir, só existem direitos individuais. Os direitos colectivos só são reconhecidos quando a unidade ou a colectividade a ter em conta é a espanhola, nunca uma unidade geográfica, linguística ou cultural mais restrita, de menor tamanho, como poderia ser Catalunha ou Galiza. Pelo que a definição da que se parte para a determinação do sujeito de direitos é válida só se serve para defender uma muito concreta ideia do estado e do ser, da língua e cultura dos povos peninsulares, a que neste momento se concretiza na constituição do 78, e nem isso, e no caso particular de Galiza no afastamento de Portugal e da comunidade lusófona.

mmm #10 6/Marzo/2008 mmm

moito criticar o castelán, pero este artigo non está escrito en galego, e a min costoume un enorme traballo entendelo. coñezo a unha muller que só fala galego e non entende o castelán, pero é que tampouco entende cando se lle fala no galego da idade media.

eu pregúntome, a onde imos chegar?

transcribo unha parte interesante dun artigo da inciclopedia.wikia, que, aínda estando feito en ton de guasa, non lle falta razón, penso eu.


"Esta lengua, en permanente proceso de transformación, es destilada y sintetizada en los laboratorios ultrasecretos de la Sunta de Galicia, a partir del gallego, el castrapo, el castellano, el portuxés, el latín altomedieval y el sánscrito clásico. La elaboración artesanal de sus palabros (proceso llamado "normativización") sigue los siguientes pasos:

1. Se toma una palabra del castrapo.
2. Se compara con su traducción al castellano: si no se parecen en nada, vale, y se pasa al paso nº 8; si es la misma palabra o se parecen algo, se sigue el proceso en el siguiente paso.
3. Se busca un equivalente en gallego; al igual que antes, si no se parece al vocablo castellano, ir al paso nº 8; si no, pasar al siguiente paso.
4. Se busca un equivalente en portuxés; se compara con el castellano y bla, bla, bla.
5. Se busca un equivalente en latín altomedieval; se hace la misma verificación de antes.
6. Se construye un equivalente a partir de raíces protoindoeuropeas, y como siempre se compara y tal.
7. Si ni aún así se consigue una palabra diferente de la castellana, se deja la misma palabra pero se le introduce algún cambio ortográfico que la diferencie ("v" en lugar de "b" y cosas así) y en la medida de lo posible dificulte la pronunciación.
8. Si la palabra resultante es igual que en portuxés se le cambia inmediatamente algo para que tampoco se parezca a este idioma.
9. Se pule un poco para ajustarla a la ortografía vigente en el momento (es importante tener las reglas ortográficas del Sunteiro actualizadas, al igual que los antivirus).
10. Se difunde a través de los medios de comunicación de la Sunta (TVG y Radio Galega), los escritos y publicaciones oficiales y los centros de enseñanza. En colegios e institutos se actualizan el léxico y la ortografía mensualmente, aunque (de momento) no se aplican retroactivamente a los exámenes, donde las faltas restan puntos, de manera que puedes suspender dos veces por escribir la misma palabra con "b" y con "v" (un caso famoso fue la palabra "avelá" - avellana -, que a principio del curso 92-93 era con "v", a mediados de curso se cambió a "abelá" con "b" y a final de curso volvió a escribirse con "v").
Algunas grandes creaciones del Sunteiro son "grazas" (por "gracias"), "arestora" (por "agora" (ahora)) y "subhasta" (sic) (por "subasta").
A principios del S. XXI, el círculo de expertos de la Sunta para la "normalización" lingüística inició lo que muchos denominaron "cruzada para eliminar al menos el 50% de las íes en la lengua gallega", que consiste precisamente en eso: menguar (cuando no erradicar) la molesta y extranjera letra I del gallego normalizado (sunteiro). Ejemplos de la barbarie son la ya nombrada "grazas", "servizos", "espazos", etc... Como reacción a este intento de extinguir una letra del alfabeto, el ingenio popular, personificado en un grupo de irreductibles, tuvo la osada (calificada incluso por algunos como masoquista) idea de que cuando alguien les dé las "grazas", han de contestar "de nazas".
Hoy en día esta práctica está perseguida por la policía lingüística, creación de la rama nacionalista del gobierno galiciano, bajo pena de duros castigos físicos, especialmente crueles en caso de reincidencia, como la conocida patá en los cojones, aunque voces cercanas a las que pidieron su instauración exigen ahora que se suprima esta práctica por ser demasiado española. "

Sr_J #11 6/Marzo/2008 Sr_J

#10: mmm, dis que ao artigo da "inciclopedia" que citas nom lhe falta razom; pois eu nom sei onde lha ves! É, basicamente, um compéndio de prejuízos anti-galegos, desafortunadamente moi comuns entre o nosso povo. Podem-se resumir todos num: "todo lo que sea diferente a lo que le vengo escuchando toda la vida al paisaniño que vive al lado mía, no es gallego, es un invento". Pertence ao mesmo tipo de "chistes" que esses e-mails que reproduzem frases sacadas das películas emitidas na TVG, que polo visto a algumha gente lhe causam moita risa só polo feito de estar dobradas ao galego ("¡ja ja, fíjate qué risa, como suena esto en gallego! Pero si al Bruce Willis siempre lo hemos oído en español, por qué se empeñarán en traducirlo al gallego?"). Esta gentinha nom é consciente de que todos os estándares lingüísticos som em si mesmos um "invento", e que as mesmas prácticas "artificiais" que se lhe criticam ao galego estám presentes tamém no castelhano, ou no inglês ou no alemám.

Por certo que o artigo nom está escrito em "galego da idade média". Seguindo o exemplo que pos, eu digo-che que, falando com velhos desses que só sabem falar galego, é quando mais arcaísmos "medievais" tenho ouvido. E por suposto, sempre me entendim com eles, e eles comigo...

mmm #12 6/Marzo/2008 mmm

son un pouco ignorante neste aspecto, sínto se ofendín...o que me gustaría saber é de onde veñen estas palabras, xa que a min no colexo ensináronme cousa ben distinta.
"todo há que dizê-lo", "tenham de nenhuma" , eu isto na vida o vin, e non é o que falan os meus avós, a min paréceme máis portugués, pero non por iso son prexuicioso,simplemente penso que o movemento normalizador é iso, NORMALIZADOR,

mmm #13 6/Marzo/2008 mmm

e non MODIFICADOR.

arzaya #14 6/Marzo/2008 arzaya

Os comentarios referidos en "mmm" en castelán non vexo que teñan un ápice de razón. A variabilidade do galego normativo non é moito maior ca doutras linguas europeas (se cadra un pouquiño maior, pero iso estaría perfetamente xustificado pola historia). En todo caso hai linguas oficiais con moita máis variación (moitas eslavas, o árabe..). En realidade todos eses prexuízos baséanse na ignorancia , no etnocentrismo español e na xenofobia latente na historia e no pensamento hispánico desde hai moitos séculos (é curioso que non se queira falar galego..nin que se use.. e LOGO PONTIFICAR SOBRE COMO HAI QUE FALAR GALEGO, é unha actitude típica dos hispanófonos en Galicia). Por descontado é normal que solucións en regresión causen extrañeza (ou recuperacións lingüísticas- que ás veces se conservan noutras zonas), pero ese texto é un cúmulo de parvadas e opinións despectivas. Dá igual que o proceso normativo fose perfecto ou errático, iso é irrelevante para o caso, terían outra excusa para un discurso despectivo. É curioso que o invento sexa "subasta", cando o castelán perde o h do latín..ou que non se molestara en ver se "arestora" é forma viva ou non (que o é). É todo unha trapallada de comentario en castelán.

LOIS_DE_SILAN #15 6/Marzo/2008 LOIS_DE_SILAN

Parabéns pola actitude; mais, non así pola (in)formación!

A Carta europea das linguas REXIONAIS ou MINORITARIAS nin che foi pensada para as linguas oficiais nin che lles é de aplicación (nela exclúense expresamente da súa aplicación).

Cousa ben distinta éche que as castas superiores que manteñen o control social no Estado español pretendan equiparar todas as linguas españolas distintas do castelán a linguas españolas NON oficiais.

Na Constitución española do 1978 protéxenseche moito máis as linguas españolas oficiais distintas do castelán do que o fai a Carta. Outra cousa tamén che é que esas castas controladoras lograsen (vg. a través da LNL na Galiza) confinar a atención dos pouco atentos en configuracións do estatus das linguas españolas distintas do castelán manifestamente inconstitucionais.

mmm #16 6/Marzo/2008 mmm

arzaya, eu falo galego, é a miña primeira lingua, pero falo o galego que aprendín de neno, non o que nos queren impoñer os nacionalistas extremistas que non deciden onde ten que ir "v" ou "b", os que dicen "nom" no canto de "non", "quando" no canto de "cando" e trocan o "ñ" polo "h", como na idade media.

o galego non se fai no laboratorio, o galego labrárono os nosos antepasados e a nosa labor é mantelo, non convertilo en portugués.

e que conste que só é unha opinión, que eu de xenófobo non teño nada e o único que quería era saber de onde saíu esta gramática, que non me parece xustificación algunha o rollo da historia, porque ben sabido é que unha lingua é dinámica e sofre cambios, pero non se xustifica que semellante enculturación teña cabida

AGIL #17 6/Marzo/2008 AGIL

Concho, mmmmmmmm é gaviotero! Não sabiam?

lavesedo #18 6/Marzo/2008 lavesedo

mmm, penso que cometes un erro grave ao identificar como se escribe o galego con como se fala. O que escribe "nom" no canto de "non", ou "quando" e non "cando", falar hache falar igual ca nós, que o escribimos con outra normativa. Ese non é o problema. Moitos escribimos "angazo" e pronunciamos "anghaso" ou escribimos" "son de ourense" e dicimos "son d'ourense", a norma escrita é unha cousa e a lingua falada, outra. Tamén dis que non debemos converter o galego en portugués..., home, o galego xa é portugués. A nosa fala e as falas da lusofonía son o mesmo idioma, a mesma lingua para os estudosos do mundo enteiro. Outra cousa é que as especiais circunstancias históricas do país levasen a que hoxe en día a norma maioritaria sexa a que ti, ou eu, empregamos ao escribir. Pero a norma AGAL tamén é galego, iso non se pode dubidar.

Garrano #19 6/Marzo/2008 Garrano

Puegh syo eghtoi contra el nazionalighmo que me trata de imponer er ejpañó de la TVE y Antena3. En mi puebro hablamohj ejapañó toahlavía y no toleraremo lah imposisioneh de lojh nasionalihta que ze inventan palabra que no entendemoh loh ejpañol ablanteh de toahlavía! No ala imposisión! Ejpañó si! del nueghtro! madrileñuacademico nó!

AGIL #20 6/Marzo/2008 AGIL

Vamos ver, mmm: Como penso que serás espanhol/a, imagino que terás alguma notícia sobre o que acontece por Andaluzia ou por Canárias ou mesmo por Castela. Em todos esses sítios a gente "habla el castellano que aprenden de niños", mas, quando vão à escola, aprendem ("por imperativo legal") o castelhano comum que nem é andaluz nem canário nem castelhano de Castela.
E o que dizes, desculpa, indica que muito informado não estás ou que não reapras no que acontece em todas as línguas "extensas e úteis" (cito a expressão de Castelão, repetica várias vezes no Sempre em Galiza): Por ex., em castelhano escreve-se "salvado" mas na fala, em quase todas as falas de castelhano, soa "salbao" ou mesmo "salbau".
Eu tenho alunos hispanófonos de América e são capazes de ler o castelhano comum com o seu sotaque: os -S desaparecem; o C+e,i iguala-se com o S, e o Z... Por certo, têm um S como o S do galego da Costa da Morte, por exemplo, e não o S castelhano de Castela.
Tens outro glorioso erro ou uma verdade que discutes, como preferires:
Os antergos últimos (do séc. XVI até aos nossos dias) não escreveram galego ou escreviam-no como sabiam, quer dizer, desde o castelhano em que sim estavam alfabetizados.
Os antergos da época gloriosa dos Cancioneiros, esses que sabiam escrever o seu idioma, escreviam como hoje, mais ou menos, se escreve o português (que conservou a escrita GALEGA) ou como alguns dos "nacionalistas extremistas" (já quereria eu que fossem todos "extremistas" nisto...)...
...
Ainda que agora observo que o que dizes é gloriosa boutade... Não sou capaz de imaginar-te tão ignorante, quem fores...

galeguzo #21 6/Marzo/2008 galeguzo

MMM, tal e como dizes, não tens a mínima ideia, portanto não opines.

O que podes fazer, em todo o caso, é informar-te, pois é o melhor jeito de conformares uma opinião.

A Galiza e o galego são bastante mais do que a tua aldeia. Se queres ouvir dizer "nenhum", por exemplo, só tens de ir à zona do Baixo Minho (em galego castrapeiro, "niñún"). Se queres ouvir um "dizer", vais à zona da Límia (mais bem pola Baixa Límia).

"Quando" é a forma utilizada por aproximadamente a metade dos galego-falantes do Reino da Espanha, isto é, sul e leste da província de Lugo, zonas ocidentais das Astúrias Leão e Samora, assim como a maior parte da província de Ourense. Por não falarmos de que é a forma etimológica (curioso que a RAG não a defenda quando, ao tempo, afirma que a sua normativa é etimológica!) e a usada no português moderno.

O galego não se faz num laboratório? E logo a Filologia não é uma ciência :D?

E já cais depois noutro dos tópicos, do galego lavrado polos nossos ancestros... isso é a aldeanada mais grande do mundo: em todos os países as línguas têm variantes geográficas, e em todos os casos a língua nacional "culta" é o resultado de um processo artificial que se chama "codificação" ou "normativização", isto é, criar a norma culta, pois rara vez se corresponde com a língua falada de jeito "natural" em qualquer lugar físico concreto.

Portanto, é necessário criar um "galego de laboratório" (como tu o chamas) igual que existem hoje em dia um inglês de laboratório (um nos EUA, outro no Reino Unido, etc.), francês de laboratório ou castelhano de laboratório.

Dizes que tiveste dificuldade em ler este texto?? Quantos anos dizes que tens :D? Vai daí e tem um mínimo de seriedade, por favor. Colhe um processador de texto, copia e cola todo o conteúdo e dá-lhe a "procurar e substituir" (find and replace) "m " por "n " (substitui o -m final por um -n), "nh" por "ñ", "mh" por "nh", "lh" por "ll", "j" por "x", "ge" e "gi" por "xe" e "si" e "ss" por "s". Após o teres feito ficará um texto "genuinamente" castr... "galego" :D

AGIL #22 6/Marzo/2008 AGIL

Acabo de visitar inciclo essa e topo-me com isto:

«Inciclopedias en derivados del ESPAÑOL

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No comment!!! Ou sim?

galeguzo #23 6/Marzo/2008 galeguzo

NOTA: no comentário anterior, na penúltima linha, há um "si" quando deveria dizer "xi".

Por certo, e como prova, fiz no texto do Alexandre o que propugno nas últimas linhas desse comentário, e eis o resultado (espero que agora possas ler o texto sem problema :D).

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Sobre bilingües e bilingüismo
18:50 05/03/2008
Galicia Bilingue... Llevemos adelante una cruzada para defender que el español es nuestro idioma.....el gallego para qué? eso sobra, libertad si, no a su imposición. (Vigo Fevereiro 2008 Centro Cultural Caixanova)
Eis a mensaxen ben concisa e a(s) ideia(s) clara(s) e de xeito ben preciso

Esa é a mensaxen que está no lado escuro da asociaçon Galicia Bilíngue, ese é o empático nome que o Partido Popular está usando, logo do fracaso de outras siglas, para mobilizar as bases mais reaccionárias e españolistas, non tanto na Galiza, senon tambén no resto do estado, pois a mensaxen subliminal que leva o nome e o discurso que se acompaña, serve para amosar as ameaças que por aqui e a conta do idioma padece a sacrosanta unidade de España, como diria o cardeal arcebispo de Madrid D. Rouco Varela; e todo iso contra uña política linguística do governo galego que infelizmente non é muito diferente, que a própria que o Partido Popular véu desenvolvendo, durante os últimos quinze anos, no governo autonómico da Galiza.

O Decreto do Galego no Ensino, é o primeiro dos mandatos que corresponden ao plano de Normalizaçon Linguística elaborado polo Partido Popular e abençoado coa unanimidade das demais forças políticas parlamentares. Ese Decreto sobre a língua nacional da Galiza no ensino, é un autentico desideratun que o PSOE desde o seu controlo da política educativa, de xeito muito fraco quer levar avante, de aí que no ensino qualquer pode ser ensinante en galego, cousa muito curiosa. Non existen perfis linguísticos para o profesorado e para os centros no seu sistema de traslados e promoçons; tambén non se exixe ao profesorado que se cumpra o arigo 33 da Lei 4/88 da Funçon Pública da Galiza no seu sistema de aceso e desenvolvimento do seu traballo, coa bençon sindical, todo há que dizê-lo; e as normas internas da inspecçon som, niso do galego, pasar nos bicos dos pés nos seus incumprimentos maciços.

O ensino en galego na Galiza non existe
O que sin na realidade garante este Decreto, é que os nenos e nenas galegos non teñan de neñuma das maneiras ensino en Galego, o qual é a verdadeira e autêntica realidade que se padece na Galiza; o ensino en galego na Galiza non existe nen está garantido, por mais que ese tratado asinado na sua integridade polo estado español chamado Carta Europeia das Línguas Rexionais ou Minoritárias, diga que é imprescindível e por mais que o Consello de Europa teña reiteradamente puxado das orellas ao estado español por este e outros incumprimentos da Carta.

Alguén diria: non as matemáticas no ensino porque trauman muito ao alunado que se ten de esforçar no seu aprendizado, ou da física, ou do inglês... ou do español que segundo o último informe PISA, é unha das matérias mais problemáticas para os estudantes das comunidades castellanas e que mais traumas produce nos escolares?

Non o diria, porque se aperceberia a si próprio como un analfabeto. Pois fazer declaraçons como as que encabeçan este texto é iso, algo próprio de completos analfabetos dizendo barbaridades e que asin insultan os sentimentos das galegas e galegos(1).

Reclamar o direito ao non coñecimento da Língua Nacional da Galiza e o seu manexo con un mínimo de soltura, só pode partir do desprezo pola língua e cultura deste país noso, da sua história, do descoñecimento da utilidade dunha língua con a que estamos e somos no mundo, e que neste mundo con mais dun millar de línguas, é a sexta en número de falantes (e a quinta na internet por diante do español) pois con o nome de português a nosa fala galaica é internacionalmente coñecida.

Negar a nosa língua é negar a nosa história é negar o poder criativo do noso povo, é negar o aceso ao coñecimento, e iso é ainda mais curioso, quando algun deses que proclama a non imposiçon do galego (sic) está a prol de que o inglês sexa lingua na que se expriman mais matérias curriculares (2); o qual fala de que a negaçon do galego, quer dizer do vivermos e estudarmos nele, nasce do desprezo, pois só do desprezo pode nascer a proclamaçon e defesa do seu non coñecimento.

Non está a AGAL contra a língua castellana, senon que o noso é o sermos e estarmos a prol da nosa língua nacional inserida no seu diasistema internacional galego-português-brasileiro, que é obxectivo extraordinariamente válido sen necesidade de desmerecermos ninguém.

Vella Gallaecia
Non somos quen para negarmos os factos tal e como se viven no noso país fruto dunha história que se viveu na língua de xeito ben distinto ao norte e sul do Miño da vella Gallaecia, e non foi por vontade dos galegos e sin vontade da Corte e as suas normas. Nen a AGAL está para andar aos ataques e protestos con neñuma asociaçom, que ben triste é ornear e pensar-se rouxiñol, e os analfabetos sempre nos merecêron compaixom.

Mas o que sin que queremos proclamar é que, os que da negaçon dos nosos direitos colectivos, fan programa, e inciden nos aspectos mais humillantes e esmagadores dos sentimentos mais íntimos do noso povo, batendo no que levan xá batendo muito, e pensando asin que nesa onda de humillaçon e inxustiça van surfar os raxói de turno, que saiban que non imos cesar en reclamar e exixir os nosos direitos.

Pois o que temos que fazer os galegos e galegas, as organizaçons do movimento normalizador e todas as preocupadas con estes temas, é reclamarmos firmes e serenamente os direitos linguísticos que son nosos e nos pertencen e exercê-los, pois da nosa enerxia exercendo e vivendo o que é noso, depende o respeito aos mesmos, e amosarmos ao povo galego que por trás da negaçon dos nosos direitos colectivos como tal povo, deses direitos que nos recoñecen leis tan importantes como a Carta Europeia (3)citada, só está, a ignorância, a inquina e o auto-noxo, realmente três ben tristes figuras para quen as viva.

(1)Segundo ese prestixioso INFORME PISA da avaliaçon da eficácia e qualidade do sistema de ensinanza en diferentes estados, a Comunidade Autónoma da Galiza ocupa lugar destacadísimo no coñecimento matemático no estado español e un muito bon lugar no linguístico, muito por diante de Madri, Castelas, Andaluzia....modelos para os da Galicia Bilingüe, e ben por cima da média estatal española.

(2)Reclamaçon que poden compartir con muitos membros da AGAL incluído o seu Presidente, que gostaria dunha Galiza que vive na sua língua mas que é plurilingüísta.

(3)Norma de direito positivo muito mais avançada e exixente que o Plano Normalizador do governo Fraga ou a a Lei de Normalizaçon Linguística 1/83, que há muito tempo que devia ter sido reformada

AGIL #24 6/Marzo/2008 AGIL

Inciclopedia define assim o KORUÑO:
«El koruño es una lengua tribal surgida en una pequeña localidad urbana localizada en el noroeste de Galicia, cuyo nombre es Coruña. Se trata de una mezcla entre el gondwanés, el latín y el catalán. Su nacimiento data en los albores de la creación, posiblemente en el año 30.000.000.000 antes de Paco Vázquez (a.P.V.). Se ha ido adaptando a los nuevos tiempos, incorporando distintos vocablos como "truja" (pitillo).
»Una frase típica es Buah, neno, ligué a mi puril kilando con la já de mi plas en el kel,jalándole las bufas y petándole el bul como dos putos chukeles,mimá, vaya muvi, chorbo.»
...
E assim GALEGO:
???????????????
Não achei definição de GALEGO, a não ser que seja esta:
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»6. Los artículos deben tener un largo adecuado.
»7. Los aportes deben ser graciosos.
»8. El contenido debe ser original.
»9. Los aportes deben ser graciosos.
»10. Los aportes deben ser graciosos.
»Atención: antes de crear un artículo es conveniente que conozcas las cosas más básicas, las cuestiones de estilo, cómo se editan los artículos, y sobre todo cómo cumplir con los mandamientos 1,2,5,7,9 y 10.»
Com estas diretrizes releio a mensagem que "nos" colocou mmm e, com efeito, é "graciosa", de "tema notable", "de largo adecuado" (quase 20 cms.), muito "original", mas é que muito muito, e nada vandálico.
Também achei que pelo sítio esse andavam neurônios à procura dos seus amos... Pobrinhos!: Não os achavam, órfãos eles...

Sr_J #25 6/Marzo/2008 Sr_J

Visto como derivou o tema, a mim gustaria-me dizer que nom creo que mmm leve mala intençom, e nom se pode comparar com o gaviotero esse, como dizia AGIL.

Coido sinceramente que está trabucado nalgumhas cousas que di, mas nom por isso hai que se lhe botar ao pescoço... o melhor seria exponher os "nossos" argumentos (quero dizer, os reintegracionistas) com toda a paciência possível.

E um bom sítio para começar, mmm, se estás verdadeiramente interessado em saber "de onde saiu esta gramática" -aínda que mais bem é ortografia-, é o portal galego da língua: http://www.agal-gz.org/

Buscando um pouquinho por ali, atoparás excelentes textos, que se podem descargar, nos que se explica a razom dessas escolhas.

(e que conste que nom som membro de AGAL...)

AGIL #26 6/Marzo/2008 AGIL

Só chantar neste sítio o texto que chantou, desculpa, faz-me duvidar da sua boa fé. pode que seja ignorante sem má vontade, mas, lamento-o, a/o mulher/homem perdeu um pouco o sentidinho...

bcngz #27 6/Marzo/2008 bcngz

os que poñen comentarios máis longo que o propio artigo supoño que serán conscientes de que ninguén os le. Que repunante o debate lusista, proportugués, etc... Aburre.

OBSERVADOR #28 6/Marzo/2008 OBSERVADOR

haha! o Emememe foi quem começou! E sim, já a-burro...

mmm #29 6/Marzo/2008 mmm

gracias Sr_j. iso é o que pretendía, pero parece que ninguén entendeu.

BonKarallan #30 6/Marzo/2008 BonKarallan

Vieiros que ás veces elimina un comentario por consideralo ofensivo, podía dicir:
"eliminouse un comentario porque prexudicaba a vista do lector, ocupaba tres páxinas e media"

Estou de carallada. Efectivamente, só leos o afectado, ou o aburrido, ou o interesado, ou o...

LOIS_DE_SILAN #31 6/Marzo/2008 LOIS_DE_SILAN

mmm!, caer cáeche calquera, antes ou despois, unha ou máis veces: o importante éche estar disposto a erguerse.

Os habituais de Vieiros e PGL deben lembrar nosas nais e avoas: NINGUÉN NACE APRENDIDO! E teren a paciencia que elas teñen!

RICARDOREIS #32 6/Marzo/2008 RICARDOREIS

Li moi atentamente a polémica de ummm e o resto. Parabens pelo ton e a educaçao . Só quero dizer uma coisa. Vivim fora de Galiza, sei o galego de familia, do rural, até os dez anos,mais os verãos etc. quando se sinte algo não há problemas de fala-lo, a questão e querer. Não aprendi o galego gramátical, mas respeitava e imitava as verbas novas que ouvia e ainda mais defendia a sua utilizacão , porque as linguas normativizadas e dos estados son isso gramáticas baseadas em falas populares, todas as gramáticas são duras e pessadas, " no solo el gallego que dan en los colegios que es lo que hace retrasar a los alumnos". Se o galego e uma lingua ummm, precisa de ser trabalhada e estudada e cos meios que há hoxe se se quer uma lingua podese fazer normal. Dizia que não aprendi o galego, tenho estudos universitarios e semelho parecer, os colegas meus ninguem fala en galego, uma pessoa que nãao conhece essa lingua, mas sempre a considerei parte da minha dignidade pessoal, tendo que fazer bandeira sem berrar como podía. Os meus filhos são galego falantes , no instituto na turma (aula) das minhas fillas eram galego falantes elas duas e outra mais, e repito , eu não só o estereotipo de falar galego mais bem , como já disse, todo o contrario. Conhezo pessoas públicas políticamente nazonalistas e não compreendiam como os seus filhos non se engancharam o galego e os meus sim. Eu nunca lhes di clases de que deviam falar, so falava e sem vergonha en muitos sitios, sempre lhes dissem que nunca fizeram discussios pela lingua, que fai inimigos , e o que se trata e de fazer inimigos e falâ-lo, so queria que foram falantes não apostoles.
Sigo.... pois bem por circunstâncias da vida tivem que estudar português, e acrescentou o meu amor o galego, gostei muito do português, porque ia vendo a minha lingua, pese a quem lhe pese. giros, palavras, os complementos , tantas e tantas cousas, que ves a lingua da tua cultura mantida num estado que teve uma lingua normativizada. Dizia muitas vezes, isso tamen se di en galego, isso ouvia.lho a minha avo. Verbas que ainda dize a minha mai, topónimos em fim, não me estendo mais, e emocionante. Por isso escrivo nesta lingua "medieval" umm, que descovri fai pouco, e tenho cinquenta isso si acho qeu moi bem levados. Uma vez ouvi-lhe a CELA dizer "bueno si el gallego desaparece no pasa nada, también desapareció el dalmata, el ...desaparecen en el mundo no se cuantas lenguas al año", em fim sentí un dor, sob tudo ao vir dum galego, e pensei, bom se tem que morrer, morrera mas eu vou pôr o meu grau de areia, fala-lo , tratar de defende-lo como poida, e repito não é fácil, pois se vai morrer como lhe ouvi a DIAZ PARDO, há diferencia emtre os que querem uma autanasia activa ( estes tales bilingües etc. ) e os que vão temporizando que somos o resto com uma eutanasia pasiva. Mas tenho que dizer que para mim o português e un mar de tranquilidade , uma cova. un refugio, un mundo desconhecido que é muito próximo, e a herdanza histórica duma cultura gallaecia, que é moi forte e que perdurou, e que vê-se no Portugal, como ficou a lingua nossa.
Umm, compreendo-te e espero que me compreendas, se calhar não e tan dificil, a nossa salvacão está no idioma portuguès ,aliás que os portugueses não entendam.Não falo de política, falo de lingua. Cumprimentos e parabens para todos.

RICARDOREIS #33 6/Marzo/2008 RICARDOREIS

quisse dizer que coa lingua hai que tratar de fazer amigos não inimigos, como escribi no texto. Educacão, orgulho, manter sempre , ainda que não te contestem ao galego, e importante manter a convesa iniciada en galego, não cambiar, que quase sempre cambiamos os galego falantes. Um sorriso, e pra diante, falar e não barulhar com nadie, que se sepa que o que fala esta lingua e homem de preparaçao e princípios, herdeiro duma fala de grandes gentes.
As pessoas mais abertas depois somos os que falamos a nossa lingua hoje tal como é a coisa . Eu viví en Valencia, en lugares de falantes valencianos e estava introducido e não falava, mas comigo falavam sempre no seu idioma e não havia problema lingüistico.

RICARDOREIS #34 6/Marzo/2008 RICARDOREIS

esquecia-me , parabens o autor pelo artigo,gostei muito dele. é claro, bem escrito, cheo de forza e fundamento. precisamos ler coisas assim.

galeguzo #35 6/Marzo/2008 galeguzo

Sobre o de apagar comentários de três páginas e meia e, como não posso evitar sentir-me aludido (XD), pois esclareço: como já assinalei, não é um "comentário", mas uma "transliteração" do artigo do senhor Banhos para que Mmm possa entendê-lo sem dificuldades e deste jeito continuarmos um debate com pleno conhecimento de causa. Mais amostra de paciência do que esta, difícil :D

OBSERVADOR #36 7/Marzo/2008 OBSERVADOR

«gracias Sr_j. iso é o que pretendía, pero parece que ninguén entendeu.» escreveu MMM.

Afinal ele estava só a pedir informação. Criatura...

laurinha #37 7/Marzo/2008 laurinha

está claro o que pidem os amantes do galego:
Llevemos adelante una cruzada para defender que el español es nuestro idioma.....el gallego para qué? eso sobra, libertad si, no a su imposición.

está claro que isto nasce do desprezo, senom seriam conscientes da sua burrámia.

laurinha #38 7/Marzo/2008 laurinha

Alguém poderia explicar-me o que diz o Alexandre neste assunto:

.... de aí que no ensino qualquer pode ser ensinante em galego, cousa muito curiosa. Nom existem perfis linguísticos para o professorado e para os centros no seu sistema de traslados e promoçons; também nom se exige ao professorado que se cumpra o arigo 33 da Lei 4/88 da Funçom Pública da Galiza no seu sistema de acesso e desenvolvimento do seu trabalho, coa bençom sindical, todo há que dizê-lo; e as normas internas da inspecçom som, nisso do galego, passar nos bicos dos pés nos seus incumprimentos maciços.

como é a cousa nos centros?, podem-se dar aulas em galego sem sabe-lo? Nom se exige o conhecimento da língua aos professores no sistema de selecçom?

spider #39 7/Marzo/2008 spider

A min o que me molesta é o discurso ese de "de toda la vida". Antes de chegares a TV1 a tódolos recunchos do meu país na época franquista, había avós e avóas, había culleres, había tixolas, cadeiras e nobelos de la; non había tempos compostos, nin mala colocación de pronomes, había pretos e pertos máis que cercas, había cueiros e non pañais, había bicos e non besiños, non había aportacións senón achegas ... Que a norma culta é inventada, sen dúbida, coma todas. Pero que a maior parte dos "inventos" non son tal... obvio. A norma culta incluso permite a existencia de palabras coma "pero" ou "actuar" aínda que da primeira permite a moi galega forma "mais". mmm, a ortografía simplemente é a representación acordada da lingua falada. O galego normativo, segundo un punto de vista castellanoparlante, tampouco se le como se escribe.. hai que facer ligazóns e contracións que non figuran no texto (Veño de Ortigueira -> Veño dOrtigueira, É de ouro -> É douro, Isto é para o que o mereza --> Isto é pro que o mereza, Non o quero -> Nono quero), existe o n velar que hai que pronunciar, ... O portugués ten as suas propias regras, é o único que hai que saber para pronuncialas é ver as correspondencias que escribiu #21 .. Unha aperta.

Por certo, o meu galego é imposto polo meu pai cando chegamos a Galicia, pois son un galego nado na Arxentina, e eu tiña sete anos daquela!. Non creo ter ningún trauma por iso, nin precisei de medicamentos como algunha nena de GB. Agora o galego é a miña primeira lingua, á que lle falo ó meu fillo e na que traballo (aínda que teño que sufrir presións ás veces). Por suposto son bilingüe, pero contextualizando a Frei Sarmiento: coñece a túa aldea e despois sé universal. É estou dacordo con RICARDOREIS verbo de que as linguas son para ser faladas. Para discutir delas están estes animados foros, nos que as veces nos entendemos. Un saúdo.

galeguzo #40 7/Marzo/2008 galeguzo

Que cumpre ser pacientes e tolerantes? Obviamente, mas às vezes custa manter a calma e não ser um borde ao responder quando che entram a provocar e a desqualificar já de primeiras.

Por certo, que a explicação de Spider é clara e rotunda :)

AGIL #41 7/Marzo/2008 AGIL

Em (#38) laurinha diz: «Alguém poderia explicar-me o que diz o Alexandre neste assunto: "... de aí que no ensino qualquer pode ser ensinante em galego, cousa muito curiosa. Nom existem perfis linguísticos para o professorado e para os centros no seu sistema de traslados e promoçons; também nom se exige ao professorado que se cumpra o arigo 33 da Lei 4/88 da Funçom Pública da Galiza no seu sistema de acesso e desenvolvimento do seu trabalho, coa bençom sindical, todo há que dizê-lo; e as normas internas da inspecçom som, nisso do galego, passar nos bicos dos pés nos seus incumprimentos maciços."»
...
RESP.- Basta com ler o art. 33 da lei referida. Ei-lo no castelhano autêntico (segundo o TC o texto autêntico das leis é o castelhano):

«Artículo 33. Redacción según Ley 8/1992, de 24 de julio. Redacción según Ley 13/2007, de 27 de julio.

»Para dar cumplimiento a la normalización del idioma gallego en la Administración pública de Galicia y para garantizar el derecho de los administrados al uso de la lengua propia de Galicia en las relaciones con la administración pública en el ámbito de la comunidad autónoma, y en cumplimiento de la obligación de promover el uso normal del gallego por parte de los poderes públicos de Galicia que determina el artículo 6.3 de la Ley de normalización lingüística, en las pruebas selectivas que se realicen para el acceso a plazas de la Administración de la Comunidad Autónoma de Galicia, y en las entidades locales de Galicia, tendrá que demostrarse el conocimiento de la lengua gallega.

»A estos efectos, las bases de las convocatorias establecerán que una o más de las pruebas del proceso selectivo habrán de realizarse exclusivamente en lengua gallega, y ello sin perjuicio de otras pruebas adicionales, que pudieran preverse, para aquellos puestos que requieran un especial conocimiento de la lengua gallega.»

mmm #42 8/Marzo/2008 mmm

pois si observador, estaba a pedir información, ainda que as miñas maneiras non fosen as correctas ou non o parecesen porque á hora de escribir e ler non é posible entender o ton que cada quen quere expresar. a verdade é que estou moi interesado neste tema, pode que non o expresase con claridade, e pido desculpa se ofendín nalgún momento, que non era a miña intención.

e gracias a RICARDOREIS polo seu discurso, que me pareceu ben interesante e alentador.

AGIL #43 8/Marzo/2008 AGIL

mmm, desculpa que seja direto: Se pedias e querias informação, bastava com dizer assim: "Peço e quero informação" ou "Pido e quero información" ou mesmo "Pido y quiero información". E a seguir, indicar o tema ou assunto sobre o que queres e pedes informação.
Mas colocar o texto que colocaste, por que uns e outros podemos sentir-nos "ofendidos", não é a melhor maneira de pedir informação.
Acho que não preciso pôr nenhum exemplo ao caso... Ou sim?:
"Oiga, me han dicho que Vd. es un carallán, que no es capaz de atender en gallego, porque dice que no lo entiende, y que da pésima información al que se la pide: Podría decirme qué trenes hay entre Santiago y Vigo?"
No comment!

laurinha #44 8/Marzo/2008 laurinha

Sr. AGIL,
Mas tem ou nom que acreditar esse conhecimento, ou nom se aplica esse artigo?
Estam todos os sindicatos de acordo en nom
aplica-lo no ensino?
porqué?


Laura

RICARDOREIS #45 8/Marzo/2008 RICARDOREIS

Obrigado spider, umm e a todos, compreendo a AGIL e co seu último comentario achou mostrarse coma uma pessoa bem dialogante e do que se apreende muito. Os debates são muito bons para apreender, e o importante é que ganhe a nossa lingua.

AGIL #46 8/Marzo/2008 AGIL

Laurinha, não entendo a pergunta: «Mas tem ou nom que acreditar esse conhecimento, ou nom se aplica esse artigo? Estam todos os sindicatos de acordo en nom aplica-lo no ensino? porqué?»
Se o que pede é a minha opinião sobre o artigo que acima citei, dou-lha, mas não agora, que não tenho vagar.

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Alexandre Banhos

Alexandre Banhos

(A Coruña, 1954) Licenciado en Ciencias Políticas e Socioloxía, é presidente da Associaçom Galega da Língua (AGAL)

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