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REACCIÓNS

A AELG achaca as declaracións de Steiner ao seu "descoñecemento temerario" da nosa cultura

O colectivo de escritores coida necesario impulsar as estruturas internacionais de promoción da lingua e da cultura galegas.

Redacción - 19:15 27/08/2008

A Asociación de Escritores en Lingua Galega (AELG) emitiu un comunicado para lamentar "profundamente as declaracións de George Steiner a respecto do noso idioma e da nosa literatura". A entidade amosa a súa sorpresa polo feito de que "unha persoa de probada valía intelectual, que no seu día recibiu o premio Príncipe de Asturias da Comunicación, manifeste un descoñecemento tan elevado da nosa literatura e non teña reparos en demostralo".

A AELG refírese a entrevista concedida por Steiner, do que di que amosou "un total desprezo polo que non coñece, facendo gala da súa ignorancia e demostrando unha nula gratitude cos cidadáns do Estado que un día o premiou". En calquera caso, a AELG quere pensar que non se trata dun prexuízo, senón de "descoñecemento temerario da nosa tradición literaria", polo que convida a George Steiner "a visitar o noso país e coñecer a nosa lingua e a nosa cultura", que "aínda hoxe é obxecto de admiración e estudo en todos os países do mundo".

Para a AELG, estas declaracións demostran que é necesario "impulsar as estruturas estábeis xa existentes e espalladas polo mundo, destinadas á promoción e ensino da lingua e da cultura galegas" e crear outras que apoien a "necesaria internacionalización da nosa lingua e cultura desde presupostos claramente identificadores dunha terra con cultura milenaria e unha identidade propia".


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Comentarios (68)

carxeva #1 27/Agosto/2008 carxeva
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Parabéns á AELG!!!

-Xavier #2 27/Agosto/2008 -Xavier
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O pior não é o desconhecimento da literatura ou/e da cultura galegas que possa ter George Steiner. É lícito desconhecer uma cultura pois não se podem conhecer todas, ou é bem fácil de compreender o desconhecimento doutras culturas, embora seja a galega uma cultura bem próxima da francesa. O pior é que George Steiner faz uma distinção entre "línguas importantes" e "línguas que o não são". Uma verdadeira intelectual, ou um verdadeiro intelectual, um ser humano que mantenha uma atitude reflexiva perante a vida, uma relação de diálogo com aquilo que caracteriza a Humanidade, tem de saber que todas as línguas são importantes per se, pois as línguas pertencem, sem serem propriedade, às pessoas, e, constroem a diversidade que nos caracteriza como Povo Humano. Nenhuma língua é mais importante do que outra como nenhum ser humano é mais importante do que outro.

Se alguém indica que uma língua ou um grupo de línguas são mais importantes do que outras, está a criar e difundir a ideia de umas "línguas superiores" condicionando a superioridade dessas línguas ao status social, económico, político, etc., e estabelecendo uma "classe linguística superior", ou, mais exatamente, umas "classes linguísticas superiores" (umas por cima das outras seguindo toda uma hierarquia), o que constitui em si mesmo a aplicação da doutrina racista no âmbito linguístico: o nazismo linguístico.

Estas ideias de línguas superiores a outras estão ainda bastante estabelecidas em grande parte da população mundial, devido a que a reabilitação ou normalização real das línguas submetidas socialmente no Planeta está ainda sob uns mínimos graças à ideologia dominante do imperialismo linguístico. Em matéria de idiomas, e em matéria de compreensão dos preconceitos presentes na nossa sociedade, pouco se tem avançado realmente de modo geral em toda a parte, talvez devido a que detrás de todo isto há uma ideologia que toca cada uma das línguas, e a defesa de um idioma (não a exaltação ou o imperialismo linguístico), queiramo-lo ou não, está ligada à defesa de uma nação ou de uma cultura que estão subjugadas por outra língua, cultura e/ou nação. As línguas não são armas, mas o Poder usa-as como armas de assimilação doutras culturas, línguas e povos. Nada há mais formoso culturalmente que a diversidade das línguas e culturas, e nada caracteriza mais o Ser Humano na Natureza que esta diversidade, conjuntamente com a sua identidade comum: a vida. De facto, o conhecimento cultural é talvez um dos maiores interesses das viagens que se realizam no mundo entre turistas, para além da paisagem, quer artística, quer natural.

Concordo com a AELG em que é necessária a internacionalização da nossa cultura. "España" dá mostras reiteradas de que a nossa cultura não lhe interessa. O primeiro lugar de interesse para a Galiza se projectar internacionalmente é Portugal, e eis onde o Governo deve trabalhar. E não só o Governo da Galiza, mas também todas aquelas instituições públicas ou privadas, fundações, associações, meios de comunicação, pessoas, etc., que estão verdadeiramente interessadas na projeção da nossa cultura internacionalmente. É compromisso de todas e todos. Mas também, logo de Portugal, haveria outros muitos países em que centrar-se, nomeadamente aqueles que pertencem ao âmbito da Galeguia ou Lusofonia, e aqueles com quem temos ligações históricas, abertos à possibilidade de culturas mais afastadas que o não estão tanto verdadeiramente do ponto de vista humano.

Um sente uma certa mágoa comprovando a incapacidade para refletir de George Steiner a respeito da Linguagem da Vida, dos línguas humanos. Esta "intelectualidade" é um reflexo claro da Idade Média cultural e reflexiva que atravessa Ocidente em muitos aspectos.

Por isso, amigas, amigos, saúde e reflexão, que são necessidades básicas do ser humano.

lugris #3 27/Agosto/2008 lugris
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Parabéns á Asociacion de Escritores en Lingua Galega non esperaba menos.

LOIS_DE_SILAN #4 27/Agosto/2008 LOIS_DE_SILAN
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O presidente da Xunta, a presidenta do Parlamento, os reitores das universidades galegas, o presidente do Consello da Cultura, o da Real Academia, ... seguro que non han tardar en mandarlle unha queixa formal ó lercho do Steiner!

Xa veredes que ben defenden os intereses xerais da Galiza!

stavroguin #5 27/Agosto/2008 stavroguin
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A verdade é que o recordatorio puido facerllo o entrevistador.Pero en vez de recordarlle algún escritor célebre da nosa cultura limítase a decirlle que "Eles-é decir,eses paletos do noroeste-din que é unha parte esencial da súa identidade"

Asumamos a nosa parte de culpa: os cataláns votan a partidos catalanistas,defenden á morte a súa lingua,traducen ao catalán calquera obra publicada tamén en castelán,en síntese,fanse notar,fanse escoitar.Aprendamos un pouquiño do seu marabilloso chauvinismo cultural,e tal vez o número de iñorantes acerca do noso decreza

xoca #6 28/Agosto/2008 xoca
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Aqui dan-se por válidas certas afirmacións que a min sorprenden-me moito: Valia iteletual (p.e.)do Steiner , eu non lla vexo a un lingüista que se tira a piscina sen água, é preciso se prudente, primeiro comprobar que esta ten líquido, cousa que non fixo co galego. Se se descoñece de algo é mellor non emitir xuízos.

mercedes #7 28/Agosto/2008 mercedes
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Coñecía apreciabeis escritos de Steiner, polo que cando lín na intelixente entrevista do "Babelio" Juan Cruz o comentario sobre o galego quedei abraiada: unha manifestación de absoluta ignorancia e prepotencia. Ademáis da AELG ¿Respostará a RAG? compridamente?.

harizti #8 28/Agosto/2008 harizti
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Como xa apuntou alguén, o pior non é o desprezo do Sr. Steiner polo galego, outra vaca no millo, senón o seu desprezo polo que considera culturas menores. Ao carallo a igualdade!

fillotolo #9 28/Agosto/2008 fillotolo
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Eu achácoas a que é un completo maleducado, pero non me estrana, Austria está chea de reductos nazis e fascistas, e todo se pega. Hitler morreu e este pronto a de ir

mceleiro #10 28/Agosto/2008 mceleiro
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Que se lhe pode dizer ao fulano este quando os próprios galegos (gallegos) têm um desconhecimento similar?

"Lingua galega" de "Galicia"? Manda caralho!

OBSERVADOR #11 28/Agosto/2008 OBSERVADOR
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Pois eu vejo que opina como todo estrangeiro que conhece a caralhada ILG-RAG essa que vendem como língua da GaliCIA.

Com isso não se vai a nenhures. E não venham com que Rosália escrevia assim porque não é certo. Assim não escrevem NEM ELES. "Nin diós".

carxeva #12 28/Agosto/2008 carxeva
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Os reintegratas, com sempre, esvarando... Patético.

fillotolo #13 28/Agosto/2008 fillotolo
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Eu respecto ao reintegracionistas, máis eles respétannos a nós?? Parece mentira que haxa tanto burro que non sexa capaz de ver máis aló do seu fuciño..

Sara_Mago #14 28/Agosto/2008 Sara_Mago
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sim. os reintegratas somos sujos e nojentos. esvaramos como lesmas inmundas. os reintegratas somos como os negratas, nom comemos mais do que bocatas e levamos roupas baratas.

ora bem, nos defendemos umha lingua e vous a chouzinha que vos da de comer, por poucos anos...

Sara_Mago #15 28/Agosto/2008 Sara_Mago
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nos nom vivemos de ser reintegratas, mas tu sim que vives de ser isolata. preferes afogar o galego na estreitez absurda da bolsa plastica castelhana, antes de te arriscar a perder o cholhinho.

bertus #16 28/Agosto/2008 bertus
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"nos nom vivemos de ser reintegratas, mas tu sim que vives de ser isolata"
...
Acabades coa paciencia a un santo. Pouca simpatía vos estades gañando aproveitando o de Steiner para sementar división. Ese debate agora non procede. Pero para algúns, inda que digan que non viven diso, é o único. Non vos debe dar pra máis a cabeza.

independencia #17 28/Agosto/2008 independencia
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Lusistas,un 0 no eido cultural,un -1 no eido político.

E o Steiner ese debe saber tanto de literatura galega como eu de literatura ucraniana.

stavroguin #18 28/Agosto/2008 stavroguin
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Pois aos cataláns valles moi ven no recoñecemento da súa lingua sen necesidade dunha versión internaciónal no ámbito da lusofonía

Unha lingua non morre se o povo que a fala non a deixa.A ortografía non é máis que unha convención arbitraria sen a maior importancia.Só as fixacións e as fobias de algúns pódenlle dar máis importancia da que ten.E xa é bastante complicada a situación do galego para empeorala facendo experimentos con gaseosas ortográficas,agora que temos dúas xeneracións escolarizadas en galego e unha literatura e uns medios de comunicacións consolidados
Ao final ,o odio dos lusistas cara á lingua e comparable ao dos mesetarios do manifiesto

Solución:emigrade a Lisboa.Aquí sodes minoría.E non perdades o tempo intentendo convertirme:só leo as respostas en galego normativo.Cando quero leer en portugués,tiro de Jorge Amado ou de Castelo Branco,non dos vosos castrapos

Por certo,non vivo do isolinismo

lenin #19 28/Agosto/2008 lenin
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O 99,99% dos que escribimos en galego na Galiza escribimos en "portunhol", idioma inventado por franquistas e isolacionistas de postín.
Malia que desapareza o galego o noso legado seguirá estando vixente grazas ós 300 millóns de persoas que o falan.
Tentádesnos reeducar e aprender a escribir correctamente, pero resistímonos.
A maioría da xente que vive en Galiza non sabe nin que existides, ainda que a vosa labor é importantísima, gradiáns da sacrosanta lusofonía dentro do territorio que é o seu celme...

Grazas por permanecer sempre aí lusistas e non cruzar a fronteira, que paciencia tedes con nós.

stavroguin #20 28/Agosto/2008 stavroguin
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Eu respeto a libertade de escrever na grafía lusista dentro da libertade de expresión de cada un

O que non aturo son os redentores,machacóns e irrespetuosos,tipo testigo de xeová,que aplican calificativos como vasalhos (sic),castrapeiros,espanholeiros e colonizados a moitos que defendemos cada día a nosa lingua e non comulgamos coas súas teorías.E que neste foro e outros,desvían temas interesantes coma este cara ao muiño da súa monomanía ortográfica

Galicia ou Galiza (tanto me ten),poderá ou non ser alg´´un día independene de España.O que nunca foi nin será é formar parte de Portugal

Idevos facendo á idea

Maiakovsky #21 28/Agosto/2008 Maiakovsky
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Buff, isto faise cansino, eh?

Non é un pouco 'rallante' que se convirta calquer tema de debate-noticia no eterno retorno agonal reintegracionismo-isolacionismo? Eu -malia previo recoñecemento de ignorancia lingüística sólida- simpatizo moito co reintegracionismo, mais case me facedes recapacitar con tanto erre que erre...

Lidor #22 28/Agosto/2008 Lidor
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Négome a usar a linguaxe destes que esperan a que calquera insulte a nosa lingua e a nosa cultura para darlle ao insultador un apoio matizado. Son aillacionistas cara ao pobo galego, prefiren "reintegrarse" (?) na lingua portuguesa a integrarse na cultura nacional.

Estamos fartos de que enmerden debates, TODOS os debates interesantes coa súa crítica "cultural" e sempre sempre equiparando españolismo e galeguismo.

E Xavier, se realmente cres iso de que "O primeiro lugar de interesse para a Galiza se projectar internacionalmente é Portugal" significa:

1.-Que non cres na proxección internacional da cultura galega madura, plena e independente. Es colonialista?

2.-Que non coñeces moi ben a mentalidade portuguesa.

Verémonos na próxima aldraxe a Galiza, aí estaredes vós dicindo que tampouco lles falta algo de razón.

Carlinhos #23 28/Agosto/2008 Carlinhos
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Ao Steiner esse nom lhe falta razom; imo-nos deixar de lérias, o galego na Galiza, tanto considerado isoladamente como fazendo parte da Lusofonia; nom é umha língua séria; nem decente; nem normal; nem razoável (esses qualificativos dos que tanto gosta Mariano Rajoi)porque nom é a língua das elites. O galego nom é umha língua de Poder do século XV até hoje. Para que a "língua proletária do nosso povo" fosse a língua do poder na Galiza tinha de haver democracia; isto é, poder popular.
Ainda hai classes.

antoniosilva959 #24 28/Agosto/2008 antoniosilva959
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Steiner deve se referir ao dialecto "portuhnol" e não ao galego que foi a segunda literatura mais importante na época medieval e hoje é uma das línguas mais importantes do mundo.O português/galego é o idioma oficial de 10 países, incluindo a Região Autónoma de Macau na China. Adiciona ainda o facto que sem ser idioma oficial é também a língua materna de milhões de pessoas de territórios em vários continentes, com destaque para a Índia no antigo Estado Português da Índia ( Goa, Damão, Diu, Dadrá e Nagar-Aveli) que foi português durante 5 séculos.
É também língua oficial das principais organizações mundiais como na União Africana, no Mercosul e na União Europeia.
É a língua materna de mais de 300 milhões de pessoas de países de todos os continentes do mundo.
Se o verdadeiro galego, conhecido hoje como português devido à opressão na Galiza pelos castelhanos não valorizasse o nosso país os españolistas não o tentavam afastar dos galegos o mais possível com a invenção do “portuñol”, gastando com isso muitos milhões de euros dos nossos impostos. O galego-português é um dos idiomas mais falados e importantes no mundo.

antoniosilva959 #25 28/Agosto/2008 antoniosilva959
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#20
Para um verdadeiro galego dizer GALIZA ou Galícia não é a mesma cousa porque Galícia é GALIZA em castelhano e um galego de verdade deve falar o nome do seu país no idioma galego e não no do colonizador.

Sara_Mago #26 28/Agosto/2008 Sara_Mago
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Bueno, hombre, bueno. Eu vos son provocador pero, fuera coñas, o de que o jallejo e o portujes son a misma lingua non o cree ni dios. Ni dios. O jallejo non ten nada que ver co portujes, hombre, nada. Os reintejasionistas esos poñiaos eu a sachar patacas na huerta, xa verias ti como espabilaban, ai si. Cajun diola. Ademas, os portujeses son todos unos muertos de hambre, carallo, unos muertos de hambre. Non ves ti como veñen aqui, pa traballar, por unhos sueldos de miseria. Que tes unha puta miseria esto, hombre. Que no hai derecho, hombre. Anda, ide rascar os collos por ai adelante, hombre. No me tocar los cojones. O portujes. Anda ya.

carxeva #27 28/Agosto/2008 carxeva
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A Sara-Mago "o educado": eu non recibo subvención ningunha, nestes momentos estou no paro, así que menos lerias rapaz. Levo máis de trinta anos loitando polo galego e pola cultura da Galiza, así que dificilmente vaime dar leccións ningún reintegracionista. Sodes uns expertos en desviar a atención e das poucas simpatías que podía ter por vós, vendo as vosas respostas vou ter que darlle a razón mesmo a Ferrín cando vos chama algo. Galicia tamén se di na área oriental de sempre e non é ningunha españolización, aínda que eu empregue Galiza por cuestións ideolóxicas. No Brasil din Galicia e debe ser tamén por colonización. Patético.
E do que fala de millóns de persoas, inclúe tamén a cantidade de poboación con dialectos e linguas propios en Angola, Mozambique e Brasil? O mesmo argumento cos españois en Latinoamérica, como se todo o mundo falase español ou portugués. Neses estados fálanno as elites, máis o pobo a maioría nada, na India xa desapareceu hai tempo, de Macau case non fica nada e do Timor desaparecerá. É igual que defender o colonialismo español.
Deberiades escribir en portugués padrón porque o voso tampouco é portugués, é unha mestura que gusta moito da "diferenza", e que é moi guai e do que a poboación galega pasa de vós.
Cando falaredes de Steiner que é aquí o importante? Unídevos ao inimigo, que iso está moi ben... Lamentábel.

-Xavier #28 28/Agosto/2008 -Xavier
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Lidor #22:

Não gosto de desviar o tema do âmbito em que está inserido para um tema de tipo pessoal. Não se trata do que eu "creia" ("non cres..."), nem do que eu "seja" ("Es..."), nem do que eu "conheça" ("Non coñeces"). Trata-se da língua, e esta, a língua galega, quer olhes para ela com olhos isolacionistas, quer olhes para ela com olhos reintegracionistas, tem o seu PRIMEIRO, que não o único, lugar de possível projeção internacional em Portugal. E digo "PRIMEIRO lugar de possível projeção internacional" por diversos motivos, principalmente linguísticos e geográficos, assim como geo-políticos ou/e económicos.

Temos um passado comum que do ponto de vista histórico, como linguístico, como geográfico, esteve e está presente para muitas e muitos galegos, e também para alguns e algumas portugueses e portuguesas. Que sejam poucos ou muitos depende de factores externos a nós, fatores que a nós compete-nos modificar.

Ninguém duvida da ligação existente entre a Galiza e Portugal, quer do ponto de vista reintegracionista, quer do isolacionista. De facto, o isolacionismo, ainda que com outro olhos, manifesta e tem manifestado certa preferência polo Português como "lingua máis próxima da galega" (deixo na norma RAG e entre aspas para diferenciar pontos de vista). De facto, em conversas com isolacionistas têm-me manifestado que, "sendo o Galego unha lingua independente do Portugués, debemos proxectar internacionalmente a nosa lingua, a nosa cultura, e a nosa literatura primeiro en Portugal" polos motivos aduzidos previamente (deixei mais uma vez entre aspas e em norma RAG aquele discurso isolacionista para diferenciar pontos de vista).

Que dizer, uma visão como a minha no aspecto que tu indicavas é assumida sem quaisquer problemas por isolacionistas, porque defender a projeção em primeiro lugar do "Galego"/Galego (seja qual seja a grafia) e da literatura galega em Portugal não significa necessariamente ser "colonialista", nem "non crer na proxección internacional da cultura galega madura", nem "non coñecer moi ben a mentalidade portuguesa".

A mentalidade portuguesa não é muito diferente da galega em muitos aspectos. Na Galiza não se vive ativamente em geral o idioma como uma necessidade, como algo que devamos preservar e normalizar verdadeiramente. É uma mágoa, mas não se vê a necessidade real do idioma. Há grupos de pessoas que lutamos por esse motivos, pola normalização real do Galego, mas não é um "clamor" de todo o povo. E isso não significa que não possamos defender o idioma porque grande parte do povo galego viva de costas voltadas para a defesa do idioma. A "mentalidade portuguesa" de que falas é bastante alheia aos problemas nacionais da Galiza, mas também isso acontece na Galiza em grande parte da população. Contudo, eu, na minha experiência de contato por razões de trabalho e vida em Portugal (será que se pode viver em Portugal sendo um lusista convencido e desconhecer Portugal e a "mentalidade portuguesa"(como apontas tu)?) posso afirmar que um português ou uma portuguesa podem ser tanto ou mais sensíveis do que nós aos problemas nacionais da Galiza se estes são previamente explicados. O que não se conhece, não pode ser defendido. É isso precisamente o que eu digo: a Galiza precisa de projetar-se internacionalmente através do seu aliado cultural em primeiro lugar, que é por motivos linguísticos e geográficos Portugal. Isso não quer dizer que não possa haver outros países e culturas para projetar a nossa cultura, literatura., etc., mas é evidente que desaproveitarmos uma porta aberta para a projeção da nosa cultura como é Portugal não é inteligente.

Não convirtamos isto numa conversa de acusações-perguntas particulares. Tu perguntas-me se sou colonialista porque queira projetar a cultura galega em Portugal. Evidentemente, a resposta já está na pergunta. Querer projetar a cultura galega na Argentina nao seria definido como colonialista, .. porquê ia ser "colonialista" fazê-lo em Portugal?

Dizes , Lidor 22# também isto: "Son aillacionistas cara ao pobo galego, prefiren "reintegrarse" (?) na lingua portuguesa a integrarse na cultura nacional." Eu diria que os e as reintegracionistas galegas e galegos somos tão povo galego como tu.

Saúde e reflexão.

P.S.: Qual o problema de que Portugal conheça a Galiza? Eu, de facto, conheço muitos portugueses e portuguesas enamorados e enamoradas da Galiza, e defensores e defensoras da cultura da Galiza e da sua identidade como povo. Evidentemente que existe uma enorme ignorância da Galiza em Portugal, mas também na própria Galiza existe essa ignorância, do próprio país, como de Portugal. Não podemos acusar os e as vizinhas portuguesas de desconhecerem aquilo que nós, galegas e galegos, desconhecemos em geral bastante, como é o nosso próprio país e a nossa própria cultura.

carxeva #29 28/Agosto/2008 carxeva
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Os que non somos reintegracionistas somos TAN POBO GALEGO coma ti e de Portugal pouco podemos agardar, non hai máis que visitalo e como falando en galego respontan en español e pedíndolles que o fagan en portugués se negan.

-Xavier #30 28/Agosto/2008 -Xavier
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carvexa:

É que eu não disse quem era do povo galego ou não. Mas acusam o reintegracionismo de isolacionar-se do povo galego. E eu digo-vos que quem isola o reintegracionismo não é o próprio reintegracionismo, mas o espanholismo claramente delimitado e o "galeguismo" isolacionista.

Eu tenho morado em Portugal e sempre que vou a Portugal falo em Galego e nunca me respondem em Espanhol, e nunca se negaram a falar-me em Português excepto numa ocasião em que me uma pessoa me falava em Espanhol porque sabia donde era eu e porque se tratava de uma pessoa que desvalorizava o Português e valorizava muito o Espanhol. Mas eu a essa pessoa falava-lhe em Galego e ela num péssimo Espanhol e afinal acabou por mudar ele de língua porque nem sabia muito bem o que falava e não dominava o Espanhol, para além de que eu não falava em Espanhol, nem falo na Galiza nem em Portugal. Além disso, se um Português ou um Galego quer falar-me em Espanhol, eu não lhe imponho em que língua tem que falar-me, nem na Galiza nem em Portugal. Se tu decides falar em Espanhol com ele é a tua vontade. Eu falo em Galego e noto que a normalmente as pessoas tendem a falar o meu idioma, ainda que também convive com pessoas que só usam ou usam preferentemente o Espanhol, porque estou em contato com todo tipo de falantes. Por isso, cada um fala da feira segundo lhe vai nela.

Saúde e reflexão.

Biosbardos #31 28/Agosto/2008 Biosbardos
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"Temos um passado comum que do ponto de vista histórico, como linguístico, como geográfico"

Que demo nos estar a contar, un pasado común geográfico? que demo dis con iso? que estamos no mesmo continen? Histórico? Temos máis pasado con España que con Portugal, fai as contas que queiras. E lingûístico... con matices.

E mira que eu son filoportugués pero quitádeles a un todas a s ganas.

-Xavier #32 28/Agosto/2008 -Xavier
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Biosbardos #31:

retratas-te tu mesmo: "Temos máis pasado con España que con Portugal". Se te interessa a projeção em "España" ou a "historia común" com "Espanha", defende-a tu, porque no reintegracionismo não encontrarás a ideologia espanholista de defesa de um passado histórico comum com "España".

Já expliquei em #2 que ""España" dá mostras reiteradas de que a nossa cultura não lhe interessa."

Sara_Mago #33 28/Agosto/2008 Sara_Mago
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Carxeva:

Tu entraches na discusom com desqualificaçoes gratuidas desde a primeira mensagem. a populaçom galega "passa de nos" (quem quer que seja esse nos) em exactamente a mesma medida na que "passa de vos" (quem quer que seja esse vos).

Porem, "De diez cabezas, nueve embisten y una piensa".

#18 Se os catales tivessem umha lingua equivalente ao que o Português significa para nos, nom seriam reintegracionistas, porque nunca se teriam desintegrado ;-) Todos os catales com os que tenho falado coincidem em que é um luxo que a nossa lingua seja oficial no estado vizinho e umha das mais importantes do mundo. Saberas que Catalunha solicitou o acceso na francofonia para ter apoios internacionais.

Quando se esta em inferioridade de conciçoes, o que nom se pode fazer e renunciar a nemhumha vantagem comparativa, por pequena que esta for.

Os catalaes tenhem umha burguesia fortemente catalanista. Isto é o mais importante.

Nos nom temos isso. Entom, que fazemos, convencemos a burguesia galega do galeguismo ou fazemo-nos burgueses nos? Outra opçom nom ha (ficaria a via revolucionaria, mas nom vejo eu a gente muito disposta).

Nos o que temos é a galegofonia. Nos o que temos é umha lingua internacional. Mas como somos suicidas e autodestructivos, renunciamos a essa vantagem comparativa (grande ou pequena, tanto tem), e fazemos do galego um dialecto subordinado ao castelhano. Entom, numha situaçom ja de por si desfavoravel, levamos todas as de perder. E estamos a perder.

Se queredes cruzificar e anatemizar os que fazem umha analise realista, pois adiante. O galego tera umha morte analgesica, que é do que se trata.

Lidor #34 28/Agosto/2008 Lidor
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Eu propoñería que os xestores de Vieiros abrisen un fío só para a discusión reintegracionista e que así puidésemos tratar en paz os temas que afectan ao noso país e que non teñen que ver con esas cousas.

Penso que gran parte dos lectores estamos fartos de que catro ou cinco persoas se encarguen de reconducir ao seu monotema todas as demais discusións.

Sara_Mago #35 28/Agosto/2008 Sara_Mago
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Resulta que nos somos traidores porque tratamos temas tabu...

Erasmo #36 28/Agosto/2008 Erasmo
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Fíxadevos ben neste fío e pensade un chisco:

El Pais publica unha entrevista con Steiner na que (pon na súa boca) o que quere poñer para que tódolos galegos empecemos a pelexar cos de fóra e despois cos de dentro...?

Pois eu teño para mín -que aínda co Steiner se columpie- o verdadeiro VIRUS está nese xornal medio páxina dominical do PSOE (en vísperas electorais e negociando o Estatuto Catalán) medio sistema de Control Social de certas mentes ilustradas (A.Escritores en Lingua Galega e todos lendo El Pais...?) que fanlle un grande favor ós que tiveron a fermosa idea de poñer certos temas ó alcance dunha firma internacional como Steiner (para ENVENENAR e dicir por persoa interposta as cousas que eles mesmos pensan!)

¿É moi revirado? Pois eu teño para min que aínda me quedo corto !

http://blogs.que.es/692/2008/8...

Só unha proba fiel do que son capaces de facer algúns medios de DES-INFORMACIÓN SOCIAL (ou de Control Social?)

Antes de chamarme paranoico... por que non comenzades a escribir artigos nesta liña a ver como baila o ghato...?

E a Steiner eu non lle pago nin siquera os percebes que lle van dar os "nosos escritores en lingua galega"...

- Xúrovolo !

Sara_Mago #37 28/Agosto/2008 Sara_Mago
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Por umha vez, espero que nom seja a ultima, estou 100 % dacordo com Erasmo

OBSERVADOR #38 28/Agosto/2008 OBSERVADOR
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Eu também.

piugo #39 29/Agosto/2008 piugo
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Moi ben a AELG. Parabéns

stavroguin #40 29/Agosto/2008 stavroguin
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Miércoles 27 de agosto de 2008 Contacte con laopinióncoruña.es | RSS NOTICIAS
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El intelectual George Steiner, Premio Príncipe de Asturias 2001, causa malestar en Galicia tras despreciar en unas declaraciones la lengua y la literatura gallegas.

12:55




Ramón Villares. La Opinión

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ISABEL BUGALLAL. A CORUÑA. Ignorancia, ligereza, desinformación -quizá malintencionada- y prejuicios. Es lo que ha demostrado uno de los intelectuales europeos más brillantes de los últimos cincuenta años. A George Steiner (París, 1929), Premio Príncipe de Asturias 2001, le pudo su debilidad. En una entrevista, Steiner se atrevió a despreciar la lengua y la literatura de Galicia. Comparándolas con las de Cataluña, son irrelevantes, vino a decir. Y en Galicia sus opiniones han sentado como un tiro.
-Pero, cambiando de tema, me han dicho que hay una universidad en España en la que es obligatorio hablar en gallego, dice en una entrevista a El País Semanal.
-Igual que es obligatorio en Cataluña compartir el catalán con el castellano.
-¡Pero no me compare el catalán con el gallego! El catalán es un idioma importante, con una literatura impresionante. Pero el gallego ¿por qué ha de ser obligatorio en una universidad?
La reacción a tales opiniones ha sido unánime. El presidente de la Real Academia Galega, Xosé Ramón Barreiro, calificó de "estupideces" esas declaraciones de Steiner. "Está fuera de órbita y sus palabras no tienen interés alguno. Cuando una persona no tiene conocimiento directo de una cosa no puede opinar con esa ligereza. Además, el gallego se habla mucho más que el catalán", señaló Barreiro.
Manuel Rivas se llevó un "sobresalto" y "un chasco" al leer las palabras del pensador. "La Real Academia Galega debía estar ya mandando una carta a Steine, no regañándolo, sino para informarlo de los valores de nuestra cultura y de nuestra literatura".
"También el presidente de la Xunta debía aprovechar su notoriedad para invitar a venir a Galicia", manifiesta el autor de Os libros arden mal y As chamadas perdidas. "Yo, por mi parte, le enviaré un informe sobre la realidad cultural de Galicia", adelanta Rivas.
"No hay que dejarse llevar por la cólera. Es uno de los grandes intelectuales de nuestro tiempo y hay que darle información", añade el escritor coruñés, partidario de evitar los enfrentamientos políticos por aspectos menores y de "hacer un trabajo de comunicación" para dar a conocer la cultura gallega.
"Fue un desliz no malintencionado con información malintencionada. Tiene malos informantes, es falso lo que le hacen decir". "En ninguna de las tres universidades de Galicia está obligado en gallego como única lengua y dudo de que su empleo llegue al 50%" , dice Rivas.
En cuanto a la relevancia del idioma y de su literatura, Rivas considera que lo dicho por Steiner "denota que desconoce los Cancioneros de la poesía medieval, que son una joya de la literatura universal".
El escritor Suso de Toro se pregunta igualmente "quién habrá metido ese veneno" a Steiner. "Parece propio de una operación para crear un enfrentamiento ideológico", manifiesta el autor de Caixón desastre y Trece badaladas. En opinión de De Toro, a Steiner "le pierde la vanidad" y la "egolatría". A menudo, dice, "cuando reflexiona, su voz es la de una vedette", y reprocha al intelectual de origen judío una postura "altanera, caprichosa y autoritaria". A veces, sostiene De Toro, mezcla "la observación lúcida con la estupidez, dejando caer una opinión con gran insolencia, porque sí, sin argumentar".
Con Steiner, según De Toro, "hay que ser críticos y distinguir el grano de la paja". Su postura ante el gallego "es la observación de una persona que no sabe de lo que habla. Desconoce la literatura medieval e ignora las Cantigas, y habla de un país que no es el suyo con un prejuicio xenófobo, al considerar que una lengua es inferior a otra".
Para el presidente del Consello da Cultura Galega, el historiador Ramón Villares, "es un desliz de una persona que sabe mucho pero no de todo": "Si hay un idioma recuperado o inventado no es el gallego ni el catalán, sino el hebreo".
"Steiner es un genio, un tipo de intelectual importante, pero eso no es una garantía absoluta, todos los genios tienen algún lunar", afirma Villares. "Galicia, vista desde las alturas de París, Londres o Los Ángeles parece poca cosa" y "el punto de vista el decisivo", añade.
Villares recuerda que en la Universidad las dos lenguas -gallego y castellano- son oficiales, aunque en la junta de Gobierno y en los actos administrativos suele expresarse en gallego. "Hay documentación, incluso, que está, además, en inglés. No sé cuál es el problema. Y si se trata de la tradición literaria, el gallego tiene una extraordinaria literatura medieval que no se puede echar por la borda".
"Steiner da a entender que no sabe mucho de las diferentes literaturas que hay en este país. Tiene el típico prejuicio europeo, que se encargó Pujol de propagar, y ahora ERC, de que el catalán es el idioma del Liceo, y el gallego el de unos bárbaros aislados. Su modelo de (alta) cultura se fundamenta en la cantidad de tradición que una lengua acumula, no en la calidad de esa tradición. Por supuesto, la baja cultura ni la considera. Es un tipo de pensamiento muy superado, que no me interesa", afirma el escritor coruñés Agustín Fernández Mallo.
"Creo que no hay que exigir tanto nivel en los diferentes idiomas autonómicos para ejercer trabajos en puestos públicos, porque restan oportunidades a personas muy competentes. No veo justo que un tipo de Albacete tenga que hacer un examen de gallego para ser profesor de matemáticas en
A Coruña, ya que, en justa correspondencia, a un tipo gallego deberían hacerle un examen de español si va a dar clase de matemáticas a Albacete; y a lo mejor tampoco lo aprueba. Veo una asimetría que resta oportunidades a los que han nacido en una región con un solo idioma; no me parece justo. Más bien un disparate", sostiene el autor de Nocilla Dream y de Joan Fontaine Odisea.
Desde la perspectiva de Antón Lopo, autor de obras como Os homes só contan até tres, As tres mortes de Lorenzo Varela y Sucios e desexados, declaraciones como las de Steiner demuestran "grandes prejuicios" y ponen de relieve que "la sabiduría y la inteligencia a veces no sirven de nada" y "nos convierte en perfectos ignorantes".
"Demuestra que personas que admiramos, cuando están desinformadas, son capaces de decir disparates", manifiesta Manuel Bragado, director de Edicións Xerais, que se siente "decepcionado". Sus opiniones revelan "ignorancia y un conocimiento prejuicioso de la realidad cultural de Galicia", puesto que "no se puede pensar que unas lenguas son más importantes que otras". "Los mitos también se pueden venir abajo", lamenta Bragado, para quien las declaraciones de Steiner deben servir para "hacernos reflexionar sobre la necesidad de darnos a conocer a fin de ser reconocidos": "Es un síntoma de lo que nos queda todavía por caminar".

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46 comentarios
Comentario enviado el día 27-08-2008 a las 23:47:23

A palabras necias oidos sordos.

saludos

Autor: lingua galega
Comentario enviado el día 27-08-2008 a las 23:17:54

Steiner, pailán.

Autor: Pepa
Comentario enviado el día 27-08-2008 a las 22:28:10

Dous erros de Steiner: 1º Non hai idiomas máis importantes ca outros; 2º ¿o catalán unha literatura impresionante? ¿o que? ¿La vaca cega? Incrible, e eu que admiraba a Steiner...

Autor: Xerardo
Comentario enviado el día 27-08-2008 a las 22:12:14

Ooooohhhhhhhhh un mártir que le prohibieron hablar gallego hace 30 años!!!!!! con eso esta todo justificado!!! pide una compensación económica amigo, o por que no te incluyes en la memoria histérica, pero que casualidad, justo los que menos hablan el gallego son los menores de 30 años, que casualmente no vivieron con el tío paco, pero claro es una herencia fascista no?

Así vamos, dando pena....... en fin, el cuento de paco ya no cuela campeón, por cierto justo en monte alto cuando me tomo los vinos, vamos escucho el gallego a todas horas no veas, es algo increíble, se nota que que la mano de pako de dejo notar no? Es eso por supuesto.
Madialeva te falto uno entonces no? mucho hablar pero me parece que no cuela ehhhhhhh

Autor: ParraKo
Comentario enviado el día 27-08-2008 a las 22:06:11

No es solo steiner el que desprecia el gallego ,entre los gallegos,a la vista esta,hay muchos que tambien lo hacen,pero no es por que no lo conozcan,es por que les da verguenza decir que nacieron en galicia,en una aldea o en un pueblo de los muchos que ahora estan abandonados,otros,aprendieron el castellano en alemania,en francia y por que no decirlo ,en a coruña,y por que saben hablarlo-que no escribirlo- ya se creen unos eruditos del idioma castellano y se permiten insultar con palabras malsonantes como "estupido"y otros mas finos.Otros se las dan de academicos,cuando lo unico que parece ser que leyeron es educacion para la ciudadania,por lo mucho que protestan conta ese libro,en fin ,por sus obras los conocereis

Autor: xan
Comentario enviado el día 27-08-2008 a las 21:14:27

Os hai que presupoñen demasiado e demostran ben pouco. Que un intelectual e literato demostre tanta iñorancia e falta de respeto é preocupante. Eu non leín ningún libro chinés e coñezo pouquísimos e non desprecio nin o chinés nin a súa literatura nin o cantonés nin outros dialectos idiomas ou dialectos chinos que descoñezo.
Eu si leín algunhas cántigas de Sta. María e tamén de escarnio e maldicer. Eu leín Sempre en Galicia de Castelao. E tamén leín libros de Suso de Toro ou de Ramón Villares. E por suposto que lin ate o final El Quijote, ademáis xa non o teño na casa porque o regalei a quen o quería ler. Pero outros non len libros e opinan que todos fan o mesmo.

Fan coma Steiner, falan de oídas.

Autor: Madialeva
Comentario enviado el día 27-08-2008 a las 20:55:31

O que é unha pena é que dentro do noso pobo aínda haxa tanto antigalego e anticultura.E como se agora un portugués renega da súa língua e se pon a defender a imposición do francés por exemplo.Como se pode falar de imposición do galego despois do que nos fixeron aquí os españois.Anos e anos de imposicións da súa língua e prohibicións de usar a nosa.E aínda hai quen di que somos os galegos os que estamos a elixir libremente falar en español.Isto é esperpéntico xa.Xente tan cerrada e con tanto autoodio que non ve o que ten diante.Paletos,acomplexados do carallo.Viva o noso pobo e a nosa língua.

Autor: Outro de Monte Alto
Comentario enviado el día 27-08-2008 a las 20:14:31

Xiele, a este lo soltó Rouco en la meseta para que apaste a gusto. Hay que estar al loro;cualquier día nos aparece por piedrafita, disfrazado de cabra y pastoreado por algún pepero para, poco a poco, ganarse la confianza de los Guardianes del Castrapo, y adoctrinarlos en la Lengua de Castela, que e unha das mais universais que exinten. Fai o favor, encárgate tí de que esto non se leve a cabo.

Autor: Opinante.F1X
Comentario enviado el día 27-08-2008 a las 20:07:12

A mi lo que me da pena es que si dice lo mismo del Catalán o el Euskera no puede entrar en esas comunidades en el resto de su vida. Aquí lo invitamos a gastos pagados... Es cierto lo de que "mexan por nós e dicimos que chove".

Autor: Eduardo
Comentario enviado el día 27-08-2008 a las 20:07:04

El día que el señor Steiner se automarginó como acreditado lingüista debía de estar bajo los efluvios etílicos de unos mojitos caribeños patrocinados por la Consellería de Cultura de la Señora Bugallo. ¿Cómo es posible que un genio literario como este señor pueda atentar contra un idioma, sea el que sea, con semejante ligereza? No habrá nadie en su entorno que le sugiera una rápida y contundente reparación de tan grave e inconveniente error. Como se puede andar así por la vida.
No sé por que me da la impresión que la única toma de contacto con el idioma gallego que llego a hacer este señor fue leer los geniales comentarios del afamado Maestro Xiele, habituales en este foro, sobre todo los realizados en sus horas bajas.
Como dice Manolo Rivas, hay que enviar urgentemente al Sr. Steiner un contenedor con libros, escritos en gallego por gallegos, como los que llevaron a Cuba recientemente, para ser usados como adornos curiosos en los desvalidos anaqueles de sus vetustas bibliotecas revolucionarias. Cuando aprenderán los de Cultura de la Xunta donde están los verdaderos promotores de una cultura.


Autor: Opinante.F1X
Comentario enviado el día 27-08-2008 a las 20:00:11

Tiene razón Erasmo, siempre se citan a los mismos de siempre, pero es que la literatura y el pensamiento gallego ha finiquitado con estos autores, que por cierto, algunos son un coñazo leerlos. Cuantos de este foro han leído las Cantígas de Sta. María de Alfonso X, o Sempre en Galiza de Castelao, se lee lo mismo, o sea NADA, lo mismo que leemos el Quijote que todos tenemos en casa, pero que ni dios acaba de meterle el diente hasta el final.

Autor: SANZ
Comentario enviado el día 27-08-2008 a las 19:56:45

STEINER, COMO DICE rAMÓN vILLARES TIENE UN LUNAR, PERO TAN GRANDE QUE LE CUBRE TODA LA CABEZA, ENSOMBRECIENDOLA. Estos intelectuales se escuchan a si mismo, y porque reciben unos cuantos premios, a veces no merecidos, se creen dioses e infalibles. El gallego es tan importante ó mas que el catalán, y como tal hay que respetarlo.

Autor: ANONIMO 2
Comentario enviado el día 27-08-2008 a las 19:21:47

Perales canta razón tes. A min páganme cartos meus pais todolos días para entenderme con eles en galego. É ben certo que falar non ten cancelas. Abre os ollos que Galicia poderá ser España, pero o que non será nunca e Castilla.

Autor: Javier Suárez
Comentario enviado el día 27-08-2008 a las 19:05:22

Se ben Steiner tamén di tonterías ( é importante co Pais as publique nestes momentos precisamente!) o que non comprendo é por que cando temos que xustificar a nosa literatura SEMPRE ACODIMOS A IDADE MEDIA ?

Vai ser que non temos xa outra cousa que dicir 'en galego'?

Autor: Erasmo
Comentario enviado el día 27-08-2008 a las 18:29:05

la lengua la habla el pueblo (vease lo q. hablan los niños en las escuelas ó galego-escuelas) y los políticos los elije el pueblo ya está bien de IMPONER esto no es una "dictadura" en las proximas eleciones, fuera y que vengan otros, se creen q. somos "tontos" es darles vueltas, menos trabajr les vale todo.

Autor: hercules
Comentario enviado el día 27-08-2008 a las 18:23:06

Nos ha descubierto que la literatura gallega actual es de nivel bajisimo y subencionadisima.Como la catalana solo que esta debe subencionarlo a el.La literatura gallega despues de Alfonso X rey de Castilla y de Leon, pasa a una fase cada vez mas oral y acabara solo utilizandose para falarlle as vacas.Despues aparecera este neogalego inventado que no tiene nada que ver con el gallego tradicional.

Autor: galizo no
Comentario enviado el día 27-08-2008 a las 17:51:18

Genial!!!! menos mal que alguien habla claro por fin, a ver si así algunos se van dando de cuenta que no vamos a ningún sitio con la tontería de imponer el gallego a toda costa.
Por suerte los que podemos escoger libremente y sin ninguna presión, hablamos las dos lenguas cuando y donde queramos.
La chavalada pasa del gallego(solo se les tenia que escuchar en el correlenguas y a los que salieron entrevistados por la TVBNG, en castellano perfecto hablaban)
Libros, prensa, revistas, películas etc etc no tienen salida y eso es innegable.
Y por supuesto...... los 5 o 6 que aquí escriben no conseguirán cambiarlo por mucho insulto, alusiones a fascistas, peperos, tonechos y estupideces varias.
Y por lo menos, de hablar o escribir en gallego, seria mejor que lo hicieran de verdad, no en castrapo común que tan de moda esta ahora.

Autor: ParraKo
Comentario enviado el día 27-08-2008 a las 17:50:00

Vaioa ó. Agora resulta que os que falamos a nosa lingua somos galeguistas e temos predeterminado unha coor política.
¡Vaia por Diós!
¡Que poucas luces teñen alguns !.
Do do Steiner ese... non se merece comentario ningún.

Autor: Angel
Comentario enviado el día 27-08-2008 a las 16:59:34

Juan Manuel Serrat no hubiera sido el cantante que fué si se limitase a cantar en catalán. Con eso lo digo todo

Autor: HERCULINO
Comentario enviado el día 27-08-2008 a las 16:39:07

Hay que defender el idioma español gallego tanto pome el urgente cese de la persecución del idioma español castellano.
Galicia bilingüe ¡ya!

Autor: Breogán
Comentario enviado el día 27-08-2008 a las 16:28:53

Un señor que sólo dijo la VERDAD. El gallego, igual que el catalán y el vascuence son lenguas MUERTAS mantenidas a base de dinero.

Autor: Perales
Comentario enviado el día 27-08-2008 a las 15:38:40

Steiner é un intelectual de medio pelo, o que si ten prestixio é a lingua galega, con literatura dende fai mil anos.

Zipaios hai moitos.


Autor: Coruñes autentico
Comentario enviado el día 27-08-2008 a las 15:03:52

A min, traeme sin coidado que ese señor desprece ou non ao galego,el non o é,por tanto a sua opinion,somentes pode ser unha falta de respeto por algo que non coñoce,eu non lle daria moita importancia,que non hay maior desprezo que non da aprezo,o que si me parece ferente,e o caso de alguns galegos que un dia si e outro tamen renegan da sua lingua,a min pareceme ben que cada quen fale o que lle pareza e cando queira,mais non e razoable avergoñarse do que falaron os seus pais e os seus abos,eso é o que fai mas pobre a un pais

Autor: xan
Comentario enviado el día 27-08-2008 a las 14:49:37

Dende logo que é un persoaxe estrano e controvertido. Fala de que Blair negociou durante moito tempo (algo que acó está mal visto) pero eu pregúntome ¿EN QUE IDIOMA NEGOCIOU? Esto é unha tontería, pero como as que di el. Xa que o idioma segundo el e apreciable ou despreciable.

O que máis me chama a atención na noticia tal y como a da a Opinión é que fale de oídas, xa que non sabe desa Universidade na que só se usa o galego (naide o sabe xa que non existe) pero como alguen llo comentou xa ten argumentos para tirar o galego por terra.
Señor Steiner lea as Cantigas de Santa Maria de Afonso X o Sabio ou as cantigas de amigo, amor e maldizer. A obra da xenial e fantástica Rosalía de Castro. Ou da voluminosa obra do padre Sarmiento (berciano, por certo). Ou de Curros Enríquez. Ou de Castelao, o grande Castelao. Ou do enciclopédico e moderno Otero Pedrayo. Ou do noso case nóbel Méndez Ferrín (aínda que non llo darán por falar unha lingua asoballada coma o galego).

Autor: Madialeva
Comentario enviado el día 27-08-2008 a las 14:37:54

1º Os vascos non conciben o mundo exterior e por iso son violentos. Segundo esta estúpida teoría, todos os falantes de éuscaro son violentos, é dicir, son etarras.
2º Falar linguas estrañas íllate do exterior e fai que sexa incomprensible para ti. A min o alemán, por exemplo, paréceme unha lingua estraña de c... Iso íllaos do mundo? Entón que fan en todos os mercados do mundo? Por que é unha potencia?
3º Os vascos non se comunican co mundo exterior. Refírese a Marte ou a Venus? Porque que eu saiba os vascos comunícanse cos habitantes de La Rioja e de Navarra e de España.. os cales, por certo, van traballar a Euskadi, onde os recibirán falando en éuscaro e a tiros, segundo o honroso profesor Steiner. Tamén disque que hai vascos que están fóra de Euskadi e non andan a tiros. Non sei... ao mellor son contos!


Autor: Madialeva
Comentario enviado el día 27-08-2008 a las 14:37:38

Perlas da entrevista de Steiner:
""Mire el problema vasco. ¡Cuánto me equivoqué con este tema! Cuando el asunto del IRA estaba llegando a su fin, publiqué un artículo considerando que con ETA pasaría lo mismo. Y no, ETA sigue matando.
¿Qué pasa? ¿Cuál es su opinión? No lo sé. Ese idioma tan misterioso es muy raro, muy poderoso. Quizá por eso a alguna de esa gente le resulta tan imposible aceptar el mundo exterior. Pero no estoy seguro de nada. De lo que sí que no tengo dudas es de que es un problema gravísimo.
¿Insinúa que el idioma es la raíz del problema? Quizá. Pero, cambiando de tema, me han dicho que hay una universidad en España en la que es obligatorio hablar en gallego.""


Autor: Madialeva
Comentario enviado el día 27-08-2008 a las 14:21:36

Las lenguas son cultura, y el gallego es cultura, aunque lo hable como única lengua una parte pequeña de la población en Galicia. Será cultura mientras no se trate de imponer hablarlo a los gallegos y a los que vengan de afuera, y esto se está empezando a imponer desde la Xunta. Los gallegos hemos adoptado el castellano como lengua madre y la conocemos y la hablamos la inmensa mayoría, sin renunciar a nuestra otra lengua que proceden del mismo tronco llamado latín. Dicho esto, para mí la opinión del señor Steiner tiene la misma validez que la de cualquier otro ciudadano. No considero de mayor valor sus opiniones porque vengan de el, un afamado escritor e intelectual ?que sabemos las chorradas que dicen algunos- que las que opiniones del común de los mortales Lo mismo digo de las criticas que está recibiendo, no son relevantes, en algunos casos prima más el amor propio que otra cosa. Lo importante en sí, es que si el idioma gallego nos es útil a los gallegos a estas alturas del siglo XXI.

Autor: SANZ
Comentario enviado el día 27-08-2008 a las 13:35:24

Algúns din que se está a subvencionar a cultura. Din que si non se subvencionan os libros en galego non se venden. Eu pregúntome ¿Saben que libros escribíu Steiner? ¿Compraron libros de Steiner?. Non coincido con esas opinións, xa que logo ¿Para que existen as bibliotecas? Eu creo que non é necesario mercar os libros pois si só nos reximos polo valor do mercado poderíase dar o caso de que só se publicaran libros morbo ou libros basura (como está a suceder cos programas de televisión). A literatura é un instrumento cultural e de coñecemento de primeiro orde. E normal que haia subvencións á literatura pois non se pode permitir que desapareza. Ademáis tamen se subvencionan os libros en castelán (ou en calqueira idioma) un exemplo son os libros de texto das escolas.
O que non acabo de comprender son os fins cos que un escritor despreza unha lingua (a que sexa, calqueira) cando ese escritor sabe da importancia de calqueira lingua. ¿Porque non escribe só en un idioma e prohibe que se traduza a súa obra? Non sei cales motivos lle levaron a Steiner a dicir esas barbaridades pero dende logo que non estou dacordo con el (igual que tampouco o están os escritores que saen despois opinando e tampouco o está a persoa que escribíu a noticia (como o demostra na primeira frase)
Steiner demostrou iñorancia, lixereza, desinformación (pode que malintencionada) e prexuízos

Autor: Madialeva
Comentario enviado el día 27-08-2008 a las 13:30:09

Xa lle gostaria ós cataláns: Rosalia de Castro, C.Emilio Ferreiro, Álvaro Cunqueiro, Castelao, Neira Vilas, Vicente Risco, Blanco Amor, Rafael Dieste, Otero Pedrayo, A. Fole, Castroviejo, Dario Xoan Cabana... podería seguir con Manuel Rivas, Novo Neyra, Margarita Ledo e moitos que non caberían eiquí... A ignorancia é a nai de tódalas desgrazas...

Autor: sstraperlo
Comentario enviado el día 27-08-2008 a las 13:26:25

E que a imposicion linguistica por decreto disto sabe moito a lingua galega,o que non saben son os ciudadanos epañoles da Gran Castilla ?¿¡Os tonechos de rajoi son ciudadanos de terceira, o mais baixo da escal evolutiva¿?¡ Que mentes, os galegos estamos obligados a falar a lengua de Castilla,pero elés no estan obligados a falar a nosa ?¿¡ Seguro que Losantos ten unha explicacion catolica-cientifica, sempre hai que recordar que promozionar o castelan e gratis?¡¡


Autor: xiele
Comentario enviado el día 27-08-2008 a las 12:41:33

Non é unha ironía; non teño ningún problema en ter máis en común con un tipo de Albacete e o que quero é un bo médico, dame igual que non saiba falar galego, xa o aprenderá ou non iso será cousa del, aunque persoalmente o que prefiriria é que os nosos funcionarios aprendesen mais mediciña, enxeñería, matemáticas, pedagoxía etc., non mais idiomas, agas por suposto os ensinantes de linguas.
Por certo, non coñezo esa "administrazón da Galiza" da que falas, ¿quizais te refiras a administración autonómica, provincial e municipal de Galicia?

Autor: Xan Torás
Comentario enviado el día 27-08-2008 a las 12:28:05

Nos encanta hacerrnos pajas mentales, la literatura en gallego representa lo que representa, eso que esta super protegida a nivel economico y los estamentos oficiales son los que mas la compran para sostener tiradas que si tuvieran que vivir del mercado, ningun editor se jugaria su pasta, oye, pero con la pastita de todos, cualquiera. Igual que si un escritor frances quiere editar en patois, lo hace con su dinero o el dinero de su editorial, que lo mas normal es que le diga que lo haga en frances, si quiere vender libros y ganar su dinerito. La edicion es cultura, claro, la que es, pero tambien es una industria, sobre todo esto.
Detras de todo esto esta el chiringuito del nacinalismo, que a algunos les va muy bien, y sirve de coartada para todo.
Pero, venga, sigamos con los brindis al sol y hablando d elos pajaritos preñados.

Autor: Baudio
Comentario enviado el día 27-08-2008 a las 12:23:31

O galego e o castelán son linguas romances, que proveñen do latín, e como tales, na súa orixe, están lexitimadas coma linguas. Non todo debe ser falar en galego, nin o castellanito de "te voy dicir una cosa" dos e das "finolis", senón que é unha riqueza cultural que non se debe perder, por moitas razóns. Obrigar é inaxeitado, mais deixalo esquecer é certamente discutible.

Autor: Parruliño
Comentario enviado el día 27-08-2008 a las 12:21:49

Xiele nunca insulta sempre deixo a blasfemia de lado porque cando hai argumentos non fai falta insultar.


Autor: xiele
Comentario enviado el día 27-08-2008 a las 11:59:09

Parece mentira que se publiquen comentarios como os que estou a ler nesta páxina. Respecto que cada quen fale como lle dé a gana, mais sempre que non ofenda a miña lingua. O galego é cultura (guste ou non guste) e a nosa literatura é unha das mellores e valiosas do mundo. Pódenos gustar ou non o que se escribe actualmente (a literatura en castelán actual non é que sexa exquisita) pero non se pode desacreditar deste xeito dende o descoñecemento absoluto.

Autor: Galiza
Comentario enviado el día 27-08-2008 a las 11:56:13

Xiele: sectario antiespañol. Po lo menos xa non insultas, ni faltas a o respeto, xa e algo.

Autor: js
Comentario enviado el día 27-08-2008 a las 11:36:08

Agardo que o que comenta Xan Torás sexa unha ironia. Como pode dicer este home, o tal Agustín Fernández Mallo, o disparate que di. Nós, os galegos, temos unha avantaxe sobor da xente de Albacete, i é unha língua própria. Por mor diso, se un albaceteño quer traballar para a administrazón da Galiza, terá que coñecer o idioma. En troques, se un galego quer traballar en Albacete, xa coñece o idioma, porque nós somos bilingïstas; iso se non desprezamos o que é noso. Entón teremos máis en común con un tipo de Albacete.
Quero espresar todo o meu respeito pola vila de Albacete e todo o seu pobo e a sua cultura

Autor: Senti Docomun
Comentario enviado el día 27-08-2008 a las 10:58:22

jaaa, ya era hora de que alguien con sentidiño nos diera un par de soplamocos. El nivel de nuestra literatura es actualmente de verdadera risa, pero bueno, le da de comer a mucho arribista que vive de subvenciones y viajecitos por traducir sus cuentecillos al gallego. Bien por Steiner!!!

Autor: Alegre con la noticia
Comentario enviado el día 27-08-2008 a las 10:46:37

Non soo comentar as opinións dos outros letores, máis creo que polo bén da cultura e da razón, non se pode admitir que se diga que un idioma, calquera que sexa, non serve para nada. Tódolos xeitos de comunicación serven para non estar só neste mundo e compartir algo cos demáis. O saber non ocupa lugar. ¿Que maior tesouro hai que o saber e a cultura? Poder expresarse e poder ler en varios idiomas é un valor engadido para as persoas, digno de admiración e non de desprezo.

Autor: Opinador
Comentario enviado el día 27-08-2008 a las 10:23:49

¿pero de que nos sorprendemos? ¿se os propios galegos menosprezamos e humillamos a nosa lingua tódolos días, que vai facer un estranxeiro?

Autor: MonteAlto
Comentario enviado el día 27-08-2008 a las 09:30:50

Después de lo que hicieron con nuestra lengua, que la convirtieron en castellano con estructura gallega, nadie se tiene que ofender. (le sacaron las palabras y el sonido)

Autor: jcvg
Comentario enviado el día 27-08-2008 a las 09:23:17

Por moi inteletual que sexa, con esas declaracións quedou coma un ignorante. O patronato do Premio Príncipe de Asturias debe intervir para reprobarle a súa impertinencia contra dos galegos a da súa lingua, oficial neste estado chamado España.

Autor: Opinador
Comentario enviado el día 27-08-2008 a las 08:51:54

Vaia páxaro o Steiner. Entón que desapareza o Xaponés tamén, e como non o Griego, o Suahili, o Búlgaro e etc. E por suposto tamén o hebreo, esa lingua que Steiner coñece e domina pero que segundo di el non sirve para ren. Con dous ou tres idiomas chéganos ¿non? para que queremos máis?
Parece mentira que un persoeiro como Steiner fale tan á lixeira e diga este tipo de sandeces. As cousas antes de dicilas hai que pensalas e informarse.

Autor: Madialeva
Comentario enviado el día 27-08-2008 a las 08:47:54

Tiene toda la razón, el gallego además de ser irrelevante no sirva para nada mas que unos cuantos galleguistas sigan con su cantinela de Galiza, separatismo y a cobrar alguna subvencion

Autor: Con el gallego me pasa como con el tabaco, no vuelvo a tocarlo
Comentario enviado el día 27-08-2008 a las 08:34:37

Non penso que a literatura galega en galego sexa inferior a literatura catalana en catalán. E de feito se temos en conta toda a literatura galega (escrita maioritariamente en castelán e galego) e, na miña opinión, superior un canto menos comparabel a literatura catalana no seu conxunto (escrita maioritariamente en catalán e español).

Doutra banda estou totalmente de acordo con Agustín Fernández Mallo. "Creo que no hay que exigir tanto nivel en los diferentes idiomas autonómicos para ejercer trabajos en puestos públicos, porque restan oportunidades a personas muy competentes. No veo justo que un tipo de Albacete tenga que hacer un examen de gallego para ser profesor de matemáticas en A Coruña, ya que, en justa correspondencia, a un tipo gallego deberían hacerle un examen de español si va a dar clase de matemáticas a Albacete; y a lo mejor tampoco lo aprueba. Veo una asimetría que resta oportunidades a los que han nacido en una región con un solo idioma; no me parece justo. Más bien un disparate"
A min tamén paréceme un disparate.

Autor: Xan Torás
Comentario enviado el día 27-08-2008 a las 08:31:03

Seguro que non pisou Galiza na sua vida,son as amistades de algun epañolito que ten unha editorial que lle traduze os libros. E que gastar os cartos de todos en promocionar o castelan no mundo é desprestixiar a nosa lingua,ao mismo tempo. Como dixo Breogan "A critica convertida en sistema, a negacion do conocimento é da verdadeira estimacion da Lingua galega". Xa ten a prensa do regimen un martir pra sua causa,xa pode ingresar na nomima xunto o Savater.?¿¡ Estos do PP estan faltos de valares intectuales?¿¡

Autor: xiele



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Erasmo #41 29/Agosto/2008 Erasmo
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¿Quenes son os escritores en lingua galega para espallar a nosa cultura polo mundo adiante? Eu penso que máis de un viaxaría gratis toda a vida... se lle costearan a cirimonia...!

Que dificil é estar vivo...

suso #42 29/Agosto/2008 suso
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E mesmo bom ler os textos completos, demoradamente, e não deixar-se levar por uma reação viscera. Na mesma entrevista, o Sr. Steiner afirma que "ele faz amor em quatro idiomas" Será que tem quatro amantes simultâneos/as ou mais...? um/a amante políglota? ou será que com a língua (as línguas) suplanta alguma outra carência? Vamos, este tipo é um fantasmão, um caralhão que continua a jogar a "èpater le bourgeois" em pleno século XXI, e o engraçado é que ainda o consiga, e que exista ainda gente a se escandalizar porque fala de como se masturbam os xordo-mudos (também na entrevista) ou de que há línguas superiores e inferiores. Olha, rapaz, vai lá fazer amor com alguma das tuas línguas e deixa-nos em paz.

Ora, já mais a sério, o Xavier faz uma análise excelente no seu primeiro contributo. Não há línguas melhores do que outras. Mas o Steiner não parece um "supremacista linguístico" usual: na mesma frase despreça o galego mas louva o catalão; um autêntico supremacista linguístico, um Paco Vazquez, Ragoi, Losantos, ou Savater, meteriam o catalão no mesmo saco de "linguas inferiores". O que lhe acontece a Steiner é quiçá que pensa no galego não como língua, senão mais bem como uma espécie de dialecto, um "bable", um "patois", algo similar ao "black english" ao "cheli" ou mesmo o "corunho". Isto é, o "cheli", essa gíria da Movida Madrilenha, era o muito respeitável jeito de falar de certas gentes que diziam cousas como "passssa, tronko, nojvamo papeár unos bocatas y unas birritas? Naturalmente, esta forma de comunicarem-se é tão boa como qualquer outra, mas ninguêm pensaria em "codificá-la" e utilizá-la nas aulas da universidade Complutense. Então, a questão é: tem razão o Steiner em ver o galego assim? Temos feito um bom trabalho em codificar e normalizar bem a nossa língua? Por que vê o Steiner claramente que o Catalão é um idioma e não assim o Galego?

paupau #43 29/Agosto/2008 paupau
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estigma gallego:mexan pro nós e hai que dicer que chove.Ainda por cima convidalo a coñecer isto, e supoño que darlle unha mariscada,home.Steiner descualificase ao desprezarnos, e nós preparámoslle unhas zamburiñas..O sempiterno complexo de inferioridade,a cautela gallega,a gaiteirada...

carxeva #44 29/Agosto/2008 carxeva
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Non poñades novas do libelo fascista xornal ese da Coruña, poñer o de Agustín Mallo é a putadiña que lle gusta a eses inimigos da prensa que se instalaron na Galiza desde fóra e que ademais coidan no fondo e na superficie como Steiner (Faro de Vigo, La Opinión, La Coz, El País, La Vieja España, etc.).
E aos reintegracionistas arrimade máis o ombreiro e non coincidades coas opinións dos españolistas que aparecen no xornal fascista da Coruña. Que tedes máis cachola ca eles, nonsi?

Sara_Mago #45 29/Agosto/2008 Sara_Mago
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mais que eles nom sei, mais que alguns dos que comentam por aqui temos. o espanholhismo é isolacionista.

independencia #46 29/Agosto/2008 independencia
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Cachola os lusistas?Home a ver quen....
Lusistas: 0 no eido cultural, -1 no eido político

Lusistas=Espanolistas. Xente clasista e imperialista.
E debo dicirlle a Antonio Silva que en Macao falan chinés.Ai os lusistas,imperialistas frustrados,fillos do autoodio,snobs sen cultura.

aovellaquemira #47 29/Agosto/2008 aovellaquemira
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#46 Pois para mim que isto é galego (português):
http://www.library.gov.mo/pt/i...

Com tudos os respeitos, o isolacionismo, a normativa isolacionista e as instituções espanholas na Galiza que a sustentam são produto do espanholismo.
É o isolacionismo o que colhe o brinquedo e os prejuíços espanholeiros face a Portugal e os fai seus, belicamente seus. É o isolacionismo, em uma execução das ideis espanholeiras, quem abandona a tradição escrita da nossa língua, os vínculos culturais com o Norte de Portugal e a vantagem comparativa incalculável que supõe o facto de a nossa língua se falar em 8 estados.
Volvo a dizer, na minha opinião, os isolacionismas são os soldadinhos fieis do espanholismo, os que lhe fazem o trabalho. Às vezes com esmero demais. Até Touriño mandou um observador à CPLP, caralho. Que não fazeis mais que mirar para as quatro províncias que vos dixérom que somos.

antoniosilva959 #48 29/Agosto/2008 antoniosilva959
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Nós galegos temos só duas opções línguísticas ou queremos escrever em galego-português medieval, podendo introduzir algumas espanholices léxicas da RAG (portunhol) ou escrever em galego-português actual na norma internacional.

Escrever em galego-português medieval é assim:
“O galego-portugués tivo case 700 anos de existencia oficial e plena, pero as derrotas que a nobreza galega sufriu ao tomar partido polos bandos perdedores nas guerras de poder de finais do s. XIV e primeiros do s. XV provoca a asimilación da nobreza galega e a dominación castelá, o que leva consigo unha opresión e unha desaparición pública, oficial, literaria e relixiosa da lingua galega ata finais do s. XIX. Son os chamados Séculos Escuros. O galego-portugués en Portugal, pola súa banda, gozou durante este período dunha protección e desenvolvemento libre grazas a que Portugal foi o único territorio peninsular que permaneceu alleo ao dominio lingüístico do castelán. No seu momento foi lingua culta fóra dos reinos de Galiza e Portugal nos reinos veciños de León e Castela. Escribiu en galego, por exemplo, o rei Afonso X o Sabio, as "Cantigas de Santa María". A súa importancia foi tal que se considera a segunda literatura durante a Idade Media, só despois do Occitano.”

Escrever em galego-português actual no padrão internacional é assim:
“O galego-português, comum à Galiza e a Portugal, teve setecentos anos de existência oficial como língua culta e plena, mas as derrotas que os nobres galegos sofreram ao tomar partido pelos bandos perdedores nas guerras pelo poder em finais do séc. XIV e princípios do XV provoca a assimilação da nobreza galega e a dominação castelhana, levando à opressão e ao desaparecimento público, oficial, literário e religioso da língua até finais do século XIX. São os chamados "Séculos Escuros". O português, por seu lado, durante este período gozou de protecção e desenvolvimento livre, graças ao facto de Portugal ter sido o único território peninsular que ficou fora do domínio linguístico do castelhano. No seu momento teve certo uso como língua culta, fora dos reinos da Galiza e de Portugal, nos reinos vizinhos de Leão e Castela. Escrevendo em galego, por exemplo, o rei castelhano Afonso X o Sábio, as suas "Cantigas de Santa Maria". A sua importância foi tal que se considera a segunda literatura durante a Idade Média só depois do Occitano.”
As consequências das opções são as seguintes:
- Se na Galiza se optar por escrever o “portunhol” da RAG ou o galego-português medieval, o galego nunca passará de um dialecto regional isolacionista sem qualquer utilidade e por isso morrerá no tempo. Ficará somente o idioma do colonizador o castelhano.
- Se pelo contrário a Galiza optar pela sua língua materna actualizada no padrão escrito internacional tem as portas abertas ao mundo por ter um idioma com cerca de 300 milhões de pessoas falantes em todos os continentes, oficial em 10 países incluindo a Região Autónoma de Macau na China.
Acresce ainda o facto que sem ser idioma oficial é também a língua materna falada e escrita de milhões de pessoas de territórios em vários continentes, com destaque para a Índia no antigo Estado Português da Índia ( Goa, Damão, Diu, Dadrá e Nagar-Aveli) que foi português durante 5 séculos.
É também língua oficial das principais organizações mundiais como na União Africana (onde o espanhol não é), no Mercosul e na União Europeia onde já oralmente o galego e o português é reconhecido como o mesmo idioma.
O galego e o português foi a mesma língua oficial falada e escrita em Portugal e na Galiza até os castelhanos a terem extinguido oficialmente na Galiza. Só a reintegração da nossa língua materna faz acabar com a colonização linguística dos galegos. A RAG tenta impor definitivamente a colonização castelhana da língua e isolar os galegos dos povos que falam a nossa língua materna. Tudo porque se teme das vantagens económicas e culturais que a Galiza obtém por entrar num mercado de cerca de 300 milhões de pessoas. Por isso todos os galegos e galegas se devem opôr ao dialecto “portuñol” da RAG. Nós temos como língua materna uma das mais importantes do mundo, não precisamos de a trocar por um dialecto criado artificialmente pela RAG para nos isolar no mundo. Não sou reintegracionista sou realista.

antoniosilva959 #49 29/Agosto/2008 antoniosilva959
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"46 independencia
Vá a Macau e veja que o nome de todas as ruas estão escritas em Português e Chinês. Depois informe-se quais são as duas línguas oficiais do território. Opção do Estado Chinês. Verá que o Português é a língua oficial em conjunto com o Chinês.

antoniosilva959 #50 29/Agosto/2008 antoniosilva959
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#46 Independencia
Como resposta ao imperalismo lusista quero informar que Macau tinha sido oferecido pela China a Portugal há cerca de 500 anos por serviços que os portugueses prestaram à China na sua defesa militar contra estrangeiros. Portugal teve a iniciativa de propor a devolução do território e só à 3ª vez a China aceitou essa devolução. Será que Espanha tem esse comportamento com Ceuta? Melila? Olivença?

antoniosilva959 #51 29/Agosto/2008 antoniosilva959
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Sabe que o único país em África que tem o Espanhol como língua oficial o vai trocar pelo Português?
É verdade a Guiné Equatorial oficializou recentemente o idima Português e pediu a Portugal, Brasil, Angola, Moçambique, Guiné- Bissau, São Tomé e Principe, Timor , Cabo Verde e Macau que enviassem livros e professores que a Guiné Equatorial paga.
90% da população da Guiné Equatorial já fala o Criolo Português pelo que não será difícil a substituição pelo espanhol que quase ninguém fala.
O governo quer acelarar o processo para banir o castelhano do território o mais rápido possível. Na transição o castelhano é também língua oficial.
Veja: http://pt.wikipedia.org/wiki/G...

antoniosilva959 #52 30/Agosto/2008 antoniosilva959
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"15
"nos nom vivemos de ser reintegratas, mas tu sim que vives de ser isolata"
Acertou em cheio. É por haver na Galiza quem vive a servir Madrid que estamos colonizados.

-Xavier #53 30/Agosto/2008 -Xavier
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antoniosilva959 #52 diz:
"É por haver na Galiza quem vive a servir Madrid que estamos colonizados."

Também tu acertaste em cheio. Obrigado polos teus comentários. Contudo, eu não cairia no erro de distinguir entre "línguas importantes" e "línguas não importantes". Na realidade, na verdade, só há línguas humanas, tão importantes umas como as outras, como tão importante é um ser humano como outro.

Mas o que acontece é que dividir a nossa língua (como faz o isolacionismo radical) em variedades estandardizadas separadamente é um suicídio linguístico e cultural, além de nos inserir a nossa língua no âmbito do Espanhol, convertendo-a de facto num dialecto deste.

É preciso lembrar que, ainda que algumas pessoas dizem que o povo galego escreve em "Galego" ou que defende o Galego isolacionista como argumento de peso para defender o "Galego" (ou Galenhol), eu só constato que grande parte do povo galego não sabe escrever na sua língua nem numa grafia espanhola nem numa galega, e que vive alheio a este tipo de assuntos. Portanto, esse argumento de que o povo defende o isolacionismo é falso.

A proposta que o reintegracionismo oferece a todo o povo galego é a da possibilidade de ter a sua língua em bom estado e capacitada para se desenvolver naturalmente desde ela própria, e não subjugada polo Espanhol e tendo o Espanhol como referência e padrão, uma proposta que é factível, como constatamos as pessoas que utilizamos o Português padrão na escrita para a nossa língua materna, embora nos tenham ensinado a grafá-la de um outro jeito (o espanhol) na escola, na sua cativa presença nos meios de comunicação,...

Há quem diga que quando vai a Portugal sempre lhe falam em Espanhol. É curioso porque essa é a mesma maneira de agir que tenho visto em pessoas de algumas aldeias que conheço e que falam num Galego maravilhoso e que quando chega alguém que fala nesse "Galego" isolado mudam para o Espanhol, porque simplesmente esse "Galego" que lhes falam é um castrapo evidente. Se se lhes fala num péssimo Galego, espanholizado fonética, léxica e sintacticamente, às pessoas em Portugal, é normal que respondam (se sabem) em Espanhol, porque o mesmo acontece entre algumas pessoas na Galiza.

Muita malta isolacionista (isolacionista não é quem usa a norma isolacionista, mas quem é partidário/a de isolar o Galego) vive em Espanhol mesmo que falem e consumam alguns produtos em "Galego", mas a sua língua de referência é sempre o Espanhol e a sua cultura de referência é sempre a espanhola e os meios de comunicação espanhóis. Tratam de promover "Galicia" no âmbito espanhol, linguística e culturalmente, porque vivem em "España", e precisamente por isso se tem criado uma "língua" artificial que nem tem base na fala nem na escrita. Inclusive algumas pessoas isolacionistas permitiram-se "corrixir" o galego de excelentes escritores/as sem conhecerem (@s "correctores/as") verdadeiramente o Galego. É curioso, por exemplo, como edições originais de livros de Otero Pedrayo em que aparece em inúmeras ocasiões a interpolação do pronome, esta aparece nas edições em "Galego" isolado apagada e reconvertida na versão idêntica do Espanhol (veja-se: "...que o não fago..." por "...que não o fago...", ambas corretas em Galego mas se se modifica para a segunda é uma "corrección" que não é tal, mas uma simples fugida do Galego(-Português) para o Espanhol).

O Português padrão está vivo e tem uma correspondência na fala e na escrita. O apagamento dessa vitalidade é tarefa do isolacionismo porque não confia numa Galiza com um idioma independente do Espanhol verdadeiramente. A verdadeira independência do nosso idioma está ao lado da sua forma genuina, conservado em Portugal. Outra cousa, diferente, é o facto de conservarmos o léxico galego (não o espanhol), palavras usadas na Galiza plenamente galegas e não usadas em Portugal, quer variantes como "dous" ou "polo/a/s" ou a distinção entre "che/te" (que nem em toda Galiza é tal e como diz a norma RAG), ou outras palavras e, logicamente, provérbios genuinamente galegos.

Bem, saúde, reflexão e boa noite.

aovellaquemira #54 30/Agosto/2008 aovellaquemira
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#53 Aplauso, Xavier. Obrigado por tão espantoso comentário.

kandinsky #55 30/Agosto/2008 kandinsky
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...mais sóo os iñorantes
e féridos e duros,
imbéciles e escuros
non nos entenden, non.

Gaias #56 30/Agosto/2008 Gaias
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Pq a RAG nunca sae en defensa da lingua que din representar?. Alguen escoitou a esta academia defender o galego ante estes ataques ou os ataques de Galicia Bilingue?.
Esa institucion precisa de verdadeiros academicos comprometidos coa nosa lingua e cultura e xente con ganas de quentar o sillon e cobrar a fin de mes.

antoniosilva959 #57 31/Agosto/2008 antoniosilva959
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#56
Em "15 foi dito:
"nos nom vivemos de ser reintegratas, mas tu sim que vives de ser isolata"
Acertou em cheio. É por haver na Galiza quem vive a servir Madrid que estamos colonizados. Acrescento: Na RAG há muita gente que ganha dinheiro por ser isolata.

LOIS_DE_SILAN #58 31/Agosto/2008 LOIS_DE_SILAN
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Ó meu entender, e dentro da política cultural e mais do actual marco xurídico político de soberanía ESPAÑOLA sobre A Galiza, a política lingüística que os galegófilos debemos esixir para A Galiza vai cima da seguinte trepia:

1º pé.

Cumprimento rigoroso do ordenamento xurídico vixente e aplicábel (empezando polos xulgadores!): na Galiza na súa lingua ESPAÑOLA oficial propia coma en Castela na súa coma en ... na súa; sen prexuízo de usarmos linguas alleas con quen lexitimamente aínda descoñeza a territorial propia (desarraigamento ou por motivos igualmente especiais: docendi causa, iocandi causa, ... ).

Isto significa v. g. que o TC use o galego para comunicarse oficialmente cos suxeitos de dereito da Galiza (lingua de destino).

2º pé.

Bilingüismo necesario: lingua propia do territorio e mais unha outra acordada polas comunidades lingüísticas do planeta como interlingua, lingua ponte ou lingua antidiscriminatoria que permita a comunicación e integración de calquera membro de calquera comunidade lingüística con calquera outro e, daquela, en calquera outra do mundo.

A interlingua substituiría o castelán como lingua oficial en todo o territorio do Estado e sería cooficial coas linguas propias do territorio.

3º pé.

Harmonización gráfica ou escrita co galego normalizado de fóra da Galiza.

O primeiro pé da trepia esixe:

1 Un servizo de balde, supervisado pola RAG, de asesoramento sobre o uso correcto da lingua galega que considere igualmente correcto tanto os actuais criterios da RAG coma os doutras institucións análogas para o galego de fóra da Galiza.

2 Outro servizo, tamén de balde, de asesoramento iuslingüístico, representación e defensa xurisdicionais.

3 Accións compatíbeis do resto de entidades públicas, privadas e particulares.

O segundo:

1 Accións na Galiza, no Estado e mais no eido internacional, nomeadamente coas outras comunidades lingüísticas.

2 Accións compatíbeis do resto de entidades públicas, privadas e particulares.

E, o terceiro pé da trepia:

1 Accións da RAG coas institucións análogas do galego de fóra.

2 Accións compatíbeis do resto de entidades públicas, privadas e particulares.

antoniosilva959 #59 1/Setembro/2008 antoniosilva959
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#58
Um país quando está colonizado por outro não é fácil impor a sua língua materna com o apoio do Estado colonizador é isso que acontece na Galiza.
O idioma galego teve setecentos anos comuns a Portugal e Galiza de existência oficial como língua culta e plena, mas as derrotas que os nobres galegos sofreram ao tomar partido pelos bandos perdedores nas guerras pelo poder em finais do século XIV e princípios do XV provoca a assimilação da nobreza galega e a dominação castelhana, levando à opressão e ao desaparecimento público, oficial, literário e religioso da língua até finais do século XIX na Galiza. São os chamados "Séculos Escuros". O galego em Portugal, por seu lado, durante este período gozou de protecção e desenvolvimento livre, graças ao facto de Portugal ter sido o único território peninsular que ficou fora do domínio linguístico do castelhano. Após a criação do Reino de Portugal o galego começou a ser chamado de galaico-português ou galego-português. Durante os "Séculos Escuros" de opressão castelhana o idioma galego foi extinto oficialmente na Galiza e imposto a castelhano. Só nos meios rurais e familiares continuou a ser falado. Os galegos foram desalbefabetizados no seu idioma materno e castigados com o castelhano. Pelo contrário os portugueses durante esses séculos tiveram a maior expansão da sua História, a língua que falavam era a usada por todos os povos nas transações comerciais por toda a África oriental e ocidental, Brasil, Canadá atlântico, Índia e toda a Ásia incluíndo o Japão e China. O idioma que os portugueses falavam por todos os continentes era o galego-português, mas estava extinto pelos castelhanos na própria Pátria Galega por isso começou a ser olvidada a palavra galego restando só português como o nome do idioma.
A RAG nos está a criar um dialecto por uma questão meramente política. O receio que alguém ainda tem, que a Galiza se torne independente se tiver um idioma, com uma norma escrita de valor internacional. O português/galego é o idioma oficial de 10 países, incluindo a Região Autónoma de Macau na China. Adiciona ainda que sem ser idioma oficial é também a língua materna de milhões de pessoas de territórios em vários continentes, com destaque para a Índia no antigo Estado Português da Índia ( Goa, Damão, Diu, Dadrá e Nagar-Aveli) que foi português durante 5 séculos. É também língua oficial na União Africana, no Mercosul e na União Europeia. É a língua materna de mais de 300 milhões de pessoas de países de todos os continentes do mundo.
Se o verdadeiro galego, conhecido hoje como português devido à opressão na Galiza pelos castelhanos não valorizasse o nosso país os españolistas não o tentavam afastar dos galegos o mais possível com a invenção do “portuñol”, gastando com isso muitos milhões de euros dos nossos impostos. O galego-português é um dos idiomas mais falados e importantes no mundo.

O “portuñol” da RAG não tem qualquer futuro e é uma arma para destrocer e destruir o que resta do galego na Galiza. Na verdade o galego do século XXI é o português tudo o resto é política de destruição da nossa cultura e idioma materno. Faça como eu, diga não ao “portuñol” tente escrever o melhor galego-português que sabe.
Veja estes filmes:
http://br.youtube.com/watch?v=.....

http://br.youtube.com/watch?v=.....

Novo comentario

antoniosilva959 #60 1/Setembro/2008 antoniosilva959
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Não se inventa um dialecto no século XXI e se dá depois a uma Nação que já tem uma língua desde o século IX.

antoniosilva959 #61 1/Setembro/2008 antoniosilva959
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Em vieiros os temas mais importantes e aqueles que são mais visitados e comentados, estão sempre relacionados com a defesa de nossa língua materna quer seja de uma forma directa ou indirecta.
Para provar esta afirmação temos por ordem os temas mais comentados:
• 1- “¡Non me compare o catalán co galego! O catalán é un idioma importante...”
• 2-“ Vidal-Quadras critica as chiscadelas de Rajoy cos "independentistas suevo-celtas"
• 3"A política lingüística deste Goberno foi continuísta se non de retroceso"
• 4- A AELG achaca as declaracións de Steiner ao seu "descoñecemento temerario" da nosa cultura
Entre 6 dos temas mais comentados estão 4 e a semana passada 5 que dizem respeito è lingua ou ao nacionalismo galego.
O grande acesso ao site de Vieiros tem o posto quase permanentemente em primeiro lugar no Diretório do Google devido à grande quantidade de consultas que estes temas têm mercido. http://www.google.com/Top/Worl...
Isto prova que a consciência do povo galego está cada vez maior na defesa da sua Pátria, Cultura e idioma materno e que o dialecto da RAG só servirá para o Estado gastar milhões dos nossos impostos, porque haverá integratas sempre porque não dependem de o serem para viverem, enquanto os isolatas muitos são, porque precisam para viverem.
A Galiza é uma Nação colonizada . O galego-português na norma internacional é um meio imprescidível para a descolonização da Prátria Galega.
Galiza Federada ou Independente só com o se idioma materno na norma escrita internacional e não com dialectos fabricados no século XXI pela RAG para uma Nação que já tem a sua lígua materna desde o SéculoIX

LOIS_DE_SILAN #62 3/Setembro/2008 LOIS_DE_SILAN
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#59, antoniosilva959!

"Um país quando está colonizado por outro não é fácil impor a sua língua materna com o apoio do Estado colonizador é isso que acontece na Galiza."

Certamente!, e éche por iso precisamente polo que nunca debe ser esquecida esa realidade, ese contexto; pois, doutro xeito mudamos o "non doado" en "imposíbel", os colonizados en entusiastas colaboracionistas voluntarios do colonizador.

"A RAG nos está a criar um dialecto por uma questão meramente política. O receio que alguém ainda tem, que a Galiza se torne independente se tiver um idioma, com uma norma escrita de valor internacional."

Un dialecto de cal sistema lingüístico, do galego ou do castelán? Desde cando unha "norma escrita" é capaz de dialectizar unha lingua? Desde cando unha lingua "com uma norma escrita de valor internacional" ou non, per se, produce ou evita a independencia dun país?

"Se o verdadeiro galego, conhecido hoje como português devido à opressão na Galiza pelos castelhanos não valorizasse o nosso país os españolistas não o tentavam afastar dos galegos o mais possível com a invenção do “portuñol”".

Desde cando un idioma, per se, valoriza un país? Desde cando os españolistas son máis intelixentes que os demais galegos para veren eles esa valorización e nós non? Acaso só algúns galegos escollidos sodes quen de ver esa valorización per se dunha lingua nun país?

"O “portuñol” da RAG não tem qualquer futuro e é uma arma para destrocer e destruir o que resta do galego na Galiza. Na verdade o galego do século XXI é o português tudo o resto é política de destruição da nossa cultura e idioma materno."

Desde cando unha norma escrita destrúe, per se, un idioma? Acaso chamarlle portugués ó galego da Galiza non é unha maneira de destruir o galego?

Ese exceso de crenzas carentes de correlato material ou lóxico verbo do pendente proceso normalizador do galego na Galiza non che nos vai axudar moito ós filogalegos.

-Xavier #63 3/Setembro/2008 -Xavier
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LOIS-DE_SILAN, dizes: "Desde cando unha norma escrita destrúe, per se, un idioma?"

Comento:

Bem, uma norma 'per se' é claro que não destrói um idioma. A norma não tem vontade, pois, mas acho que dá para perceberes, para percebermos, que se utilizamos normas divergentes (não normas diferentes em pequenos aspetos, mas divergentes mesmo) para representarmos o mesmo idioma, obviamente não é que se destrua o idioma, é que se divide o idioma. Mas quem se referia a que se destrói o idioma ao usar a norma espanhola da RAG para o Galego falado na Galiza queria dizer, como é óbvio, que se destrói o idioma na Galiza, porque se separa, isto é, fragmentasse, e, aliás, e mais importante ainda, porque se dialetaliza EM DIREÇÃO ---> Espanhol. O problema divide-se em dous: por uma parte separa-se o Galego da Galiza do Galego falado em Portugal, Brasil, etc., ficando isolado o Galego da Galiza, e, por outra parte, dissolve-se o nosso idioma no Espanhol (só na Galiza, é claro, mas eu é que quero conservar o meu idioma também na Galiza, e não apenas como se fosse numa reserva, mas como um idioma nacional). Não todo o nosso idioma se dissolve no Espanhol, é óbvio, mas sim a parte do nosso idioma que é falado e usado em território político-administrativo e sob jurisdição espanhola. Que curioso que seja o território político-administrativo o que marque a "lingua" (assim, sem acento, que não a Língua) que falamos e as fronteiras que ela deve ter, fronteiras que marcam a divisão externa (sócio-política) e que também incidem internamente na forma da língua (padrão ortográfico e ortofonético).

Porquê chamar-lhe Português ao Galego da Galiza pode ser uma maneira de destruir o Galego? Não será que se desconhece o significado da sinonímia e o que ela comporta? Não será que podemos chamar a um idioma por dous nomes, como lhe acontece ao Espanhol ou ao Catalão? Chamar-lhe ao Espanhol "Espanhol", ou ao Catalão "Catalão", não significa desvalorização das formas "Castelhano" e "Valenciano", nem que sejam idiomas diferentes o Castelhano e o Espanhol. Eu uso indistintamente "Galego" e/ou "Português" e não tenho qualquer problema, nem me sinto menos galego, nem acho que esteja a perder a minha "identidade" genuinamente galega, porque a minha identidade linguística é a minha língua, não algumas diferenças entre a minha fala e outra ou outras.

Por certo, não acredito em nada, não tenho quaisquer crenças e sim um correlato material na minha língua, que acrescento dia-a-dia na Galiza, não num bairro de Lisboa como alguma pessoa gostaria. E é que o Galego, para além de ser Português, não só se fala em Lisboa, mas também em Viveiro, Chantada ou Malpica, como em toda a Galiza, e é neste território onde periga SOB DOMÍNIO DO ESPANHOL. QUEBRAR ESSE DOMÍNIO É QUE LIBERTA O GALEGO. Portanto, mais claro, impossível: QUEBRAR ESSE DOMÍNIO. Eu pergunto: Qual é a lógica do que consagra a ideia de Língua apenas a um nome e apenas a uma grafia, que, neste caso, é a espanhola? Respondo: A lógica dessa consagração é a dissolução pseudoidentitarista puramente nominalista onde interessa mais um nome do que a própria Língua, onde se lhe rouba aos utentes, às utentes, da Língua a sua própria Língua, disfarçada de Espanhol e dependente do Espanhol, quer nos usos vulgares, quer nos usos cultos.

Por certo, LOIS-DE-SILAN, erras quando dizes "Desde cando un idioma, per se, valoriza un país?" comentando o que escreveu antes antoniosilva959 onde falava de que o Galego valorizasse o nosso país. "Valorizar" significa "dar ou aumentar o valor de", "alcançar mais valor ou importância",... Logicamente a "importância" deve ser entendida aqui como "importância" ou "valor" na própria sociedade e no contato com outros povos e culturas da mesma expressão linguística, não no âmbito da concorrência ou da superioridade com outras línguas externamente. Portanto, diz bem o antoniosilva 959# quando falava no Galego como factor de valorização, porque o nosso idioma VALORIZA o nosso país, quer dizer DÁ-LHE VALOR AO NOSSO PAÍS, AUMENTA O VALOR DO NOSSO PAÍS, nomeadamente no próprio país e no âmbito do relacionamento internacional.

Parabéns ao antoniosilva959 pola sua preocupação real polo Galego e polo seu excelente Galego, e pesares para ti, LOIS_DE_SILAN, polo desconhecimento e pola carência de preocupação real polo idioma e apenas pola imagem que uma palavra possa sugerir. O idioma é algo mais que o seu próprio nome, igual que tu, ou eu, somos algo mais que o nome com que a gente nos conhece, pois alguns, algumas, inclusive temos mais de um nome, ou inclusive três nomes polos que as pessoas nos conhecem, e isso não faz com que deixemos de ser os e as que somos. Se a identidade fosse um nome... ai! isso sim seria um problema.

Saúde e reflexão.

LOIS_DE_SILAN #64 4/Setembro/2008 LOIS_DE_SILAN
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#63, -Xavier!, recoñeces:" Bem, uma norma 'per se' é claro que não destrói um idioma."; mais, logo entras nos "riscos" da diverxencia normativa obviando que a diverxencia SEMPRE é RELATIVA. Isto é, se a norma do galego da Galiza está ou queda afastada da norma do galego de fóra da Galiza, a norma do galego de fóra da Galiza TAMÉN queda ou está afastada da norma do galego da Galiza .

Amparando a falacia do antoniosilva959 (#59) substitúes destrución por división (que non che é máis que unha concreta forma de destrución!); mais, cabe insistir en que TAMPOUCO produce, per se, tal división ningunha norma gráfica.

" ... porque se dialetaliza EM DIREÇÃO ---> Espanhol." Non!, insisto, a norma non dialectaliza un dialecto do sistema galego nun dialecto do sistema castelán. Éche a diglosia castelán vs. galego na Galiza a que produce esa eventual dialectalización, non unha norma de representación gráfica.

" Que curioso que seja o território político-administrativo o que marque a "lingua" (assim, sem acento, que não a Língua) que falamos e as fronteiras que ela deve ter, fronteiras que marcam a divisão externa (sócio-política) e que também incidem internamente na forma da língua (padrão ortográfico e ortofonético)." .... E, sabéndoo por que segues a manter a falacia atribuíndolle á norma efectos que non produce. O problema do galego na Galiza non é, madia leva, de norma gráfica; senón de SUBSTITUCIÓN, de diglosia, de SOBERANÍA POLÍTICA. De aí que sexa absolutamente contraproducente pretender brandir mellores ou peores argumentacións filolóxicas cando o problema debe ser situado no eiro xurídico político, no da iuslingüística, no dos dereitos, obrigas e cargas que o SOBERANO español recoñece na Galiza ós galegousuarios.

"Porquê chamar-lhe Português ao Galego da Galiza pode ser uma maneira de destruir o Galego? Não será que se desconhece o significado da sinonímia e o que ela comporta?"

Non, éche precisamente porque si se coñece o significado da sinonímia filolóxica e mais os seus significados socio lingüístico e socio político.

"... o Galego, para além de ser Português, não só se fala em Lisboa, mas também em Viveiro, Chantada ou Malpica, como em toda a Galiza, e é neste território onde periga SOB DOMÍNIO DO ESPANHOL."

E debes saber engadir que ese perigo é independente da norma gráfica; tampouco se che quebra ese dominio polo simple feito de usares unha ou outra norma escrita.

"Portanto, diz bem o antoniosilva 959# quando falava no Galego como factor de valorização, porque o nosso idioma VALORIZA o nosso país, quer dizer DÁ-LHE VALOR AO NOSSO PAÍS, AUMENTA O VALOR DO NOSSO PAÍS, nomeadamente no próprio país e no âmbito do relacionamento internacional."

Si, por iso agora o noso país vale, polo menos!, o duplo ... con dúas linguas oficiais.

Esa valorización non cha produce unha ou outra lingua, pertenza ou non a un ou outro sistema lingüístico. O valor dun país vénche dado polo que individual e colectivamente un país faga ... nunha ou en varias linguas!

" ... e pesares para ti, LOIS_DE_SILAN, polo desconhecimento e pola carência de preocupação real polo idioma e apenas pola imagem que uma palavra possa sugerir."

A ignorancia éche moi temeraria; mais, quédoche obrigado por me leres ... outra volta será con máis atención.

Un saúdo.

"

LOIS_DE_SILAN #65 4/Setembro/2008 LOIS_DE_SILAN
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#63, -Xavier!, recoñeces:" Bem, uma norma 'per se' é claro que não destrói um idioma."; mais, logo entras nos "riscos" da diverxencia normativa obviando que a diverxencia SEMPRE é RELATIVA. Isto é, se a norma do galego da Galiza está ou queda afastada da norma do galego de fóra da Galiza, a norma do galego de fóra da Galiza TAMÉN queda ou está afastada da norma do galego da Galiza .

Amparando a falacia do antoniosilva959 (#59) substitúes destrución por división (que non che é máis que unha concreta forma de destrución!); mais, cabe insistir en que TAMPOUCO produce, per se, tal división ningunha norma gráfica.

" ... porque se dialetaliza EM DIREÇÃO ---> Espanhol." Non!, insisto, a norma non dialectaliza un dialecto do sistema galego nun dialecto do sistema castelán. Éche a diglosia castelán vs. galego na Galiza a que produce esa eventual dialectalización, non unha norma de representación gráfica.

" Que curioso que seja o território político-administrativo o que marque a "lingua" (assim, sem acento, que não a Língua) que falamos e as fronteiras que ela deve ter, fronteiras que marcam a divisão externa (sócio-política) e que também incidem internamente na forma da língua (padrão ortográfico e ortofonético)." .... E, sabéndoo por que segues a manter a falacia atribuíndolle á norma efectos que non produce. O problema do galego na Galiza non é, madia leva, de norma gráfica; senón de SUBSTITUCIÓN, de diglosia, de SOBERANÍA POLÍTICA. De aí que sexa absolutamente contraproducente pretender brandir mellores ou peores argumentacións filolóxicas cando o problema debe ser situado no eiro xurídico político, no da iuslingüística, no dos dereitos, obrigas e cargas que o SOBERANO español recoñece na Galiza ós galegousuarios.

"Porquê chamar-lhe Português ao Galego da Galiza pode ser uma maneira de destruir o Galego? Não será que se desconhece o significado da sinonímia e o que ela comporta?"

Non, éche precisamente porque si se coñece o significado da sinonímia filolóxica e mais os seus significados socio lingüístico e socio político.

"... o Galego, para além de ser Português, não só se fala em Lisboa, mas também em Viveiro, Chantada ou Malpica, como em toda a Galiza, e é neste território onde periga SOB DOMÍNIO DO ESPANHOL."

E debes saber engadir que ese perigo é independente da norma gráfica; tampouco se che quebra ese dominio polo simple feito de usares unha ou outra norma escrita.

"Portanto, diz bem o antoniosilva 959# quando falava no Galego como factor de valorização, porque o nosso idioma VALORIZA o nosso país, quer dizer DÁ-LHE VALOR AO NOSSO PAÍS, AUMENTA O VALOR DO NOSSO PAÍS, nomeadamente no próprio país e no âmbito do relacionamento internacional."

Si, por iso agora o noso país vale, polo menos!, o duplo ... con dúas linguas oficiais.

Esa valorización non cha produce unha ou outra lingua, pertenza ou non a un ou outro sistema lingüístico. O valor dun país vénche dado polo que individual e colectivamente un país faga ... nunha ou en varias linguas!

" ... e pesares para ti, LOIS_DE_SILAN, polo desconhecimento e pola carência de preocupação real polo idioma e apenas pola imagem que uma palavra possa sugerir."

A ignorancia éche moi temeraria; mais, quédoche obrigado por me leres ... outra volta será con máis atención.

Un saúdo.

-Xavier #66 4/Setembro/2008 -Xavier
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LOIS_DE_SILAN,

Obrigado polo teu comentário anterior, a sério. Independentemente que não concorde com boa parte do que expões, acho interessante a maneira de fiares os argumentos e agradeço o respeito que demonstras nas tuas argumentações. Mas de facto, algumas das cousas que tu dizes não contradizem necessariamente o que eu escrevi anteriormente. Agradeço muito o teu comentário polo comentário em si e porque, infelizmente, muitas das pessoas que defendem o isolacionismo linguístico galego nos comentários de VIEIROS não têm nem uma mínima parte do respeito que tu tiveste no teu anterior comentário, para além de não terem uma expressão dialéctica à altura do tema tratado, e comprovar que há alguém com quem debater é, polo menos, digno de agradecer..

Eu não nego que algumas das cousas que tu dizes façam sentido, inclusive estou de acordo em algumas delas, e estou tão preocupado pola normalização do idioma como tu podes está-lo. Concordo, pois, em que é a existência da diglossia interlingual (essa que tu chamas "diglosia") é a que provoca a perda de falantes, e que o status do Galego face ao Espanhol seja o que é, jurídica e socialmente, mas a existência dessa diglossia interlingual não implica que os argumentos reintegracionistas não sejam válidos, nem que devam adiar-se. Há quem ridiculiza o reintegracionismo dizendo que para o reintegracionismo o problema da Galiza é o "ñ" (sic). Claro que o problema da Galiza não é nem um "ñ" nem um "ll". Contudo, convém repararmos em que palavras usamos quando falamos ou escrevemos. Se falamos do Galego, falamos de LÍNGUA, e se falamos da Galiza falamos da nação. Algo tão óbvio mas que algumas pessoas confundem: PAÍS e LÍNGUA. Mas, regressando ao tema, o problema linguístico galego atual é muito mais complexo: é um problema interno e um problema externo. Mas uma cousa não anula a outra. Que exista uma dependência sócio-cultural não invalida que isso tenha uma plasmação na ortografia, mas também nos relacionamentos linguísticos para além da ortografia, quer dizer, nos contatos culturais doutro género. O reintegracionismo é algo mais amplo que uma luta restauradora da ortografia histórico-etimológia galega, quer dizer, da ortografia galega. É uma visão aberta do idioma na sua projeção internacional. Muitas pessoas já usamos o Galego internacionalmente. Usamo-lo na Galiza com os relacionamentos internacionais (externos administrativamente, mas internos linguisticamente) e usamo-lo na Galiza (internamente no âmbito nacional e no linguístico). Não esqueçamos que não há outra ortografia galega que a que se usa em Portugal, a outra "ortografia" é a espanhola. Vejamos apenas um fragmento que tu comentaste (é tarde e não tenho agora tempo para mais, o que lamento imenso). Eu dizia:

"Que curioso que seja o território político-administrativo o que marque a "lingua" (assim, sem acento, que não a Língua) que falamos e as fronteiras que ela deve ter, fronteiras que marcam a divisão externa (sócio-política) e que também incidem internamente na forma da língua (padrão ortográfico e ortofonético)."

E tu respondeste:

.... E, sabéndoo por que segues a manter a falacia atribuíndolle á norma efectos que non produce. O problema do galego na Galiza non é, madia leva, de norma gráfica; senón de SUBSTITUCIÓN, de diglosia, de SOBERANÍA POLÍTICA.

Comento: (Que falácia?) Eu não atribuo à norma efeitos sobre a soberania política, mas sobre a soberania linguística. Falamos em âmbitos diferentes e de cousas "enfocadas" de diferente modo. Eu falo em língua, e tu falas em soberania política. Não digo que a Língua não seja política, porque também o é, mas há um plano estritamente linguístico, de soberania linguística, do que tu "foges" (desculpa a palavra), ou do que tu te desvias, para procurares um âmbito mais político ou jurídico-político ou sócio-político-jurídico. (Desculpa desta volta esta última palavra composta ;-) )

Tu indicas que "o problema debe ser situado no eiro [=eido] xurídico político, no da iuslingüística, no dos dereitos, obrigas e cargas que o SOBERANO español recoñece na Galiza ós galegousuarios [e galegousuarias]" e eu indico que esse é UM dos problemas, o da normalização externa, social, chamado habitualmente como "normalização", mas eu falo de UM OUTRO problema, que não deixa de existir porque exista dfiglossia interlingual, pois eu falo da normalização interna, interna dentro da língua, não da nação ou da "comunidade autónoma". Eu situo a soberania e o âmbito no plano linguístico, ultrapassando as fronteiras LINGUÍSTICAS IMPOSTAS POR ESPANHA e seguidas por alguns e algumas "galeguistas" e inclusive galeguistas (sem aspas) de boa fé -talvez tu entre eles- ;-), que só vem parte do problema, ou apenas um problema.

Dizes: "Si, por iso agora o noso país vale, polo menos!, o duplo ... con dúas linguas oficiais."

Comento: Não nego que o valor de um país seja algo que esteja além da sua Língua. Há outras cousas importantes no país, é claro, mas aqui falamos em Língua e a isso me referia, e falava na importância da Língua, não na importância do país. Tenho a certeza de que um país que valoriza a sua língua não se concede a si próprio o mesmo valor e importância que aquele que não concede valor à sua língua. Acho que nisso concordarás. Portanto, o Galego valoriza, dá valor à Galiza não polo facto de ser o Galego uma língua, mas polo facto de ser A LÍNGUA PRÓPRIA DA GALIZA (que não a língua exclusiva da Galiza, mas também de Portugal, do Brasil, etc.). O valor do Espanhol como língua própria da Galiza é, nesse sentido, ZERO. Portanto, o Espanhol não VALORIZA a Galiza. O Espanhol valoriza "España". Acho que nisso também concordarás.

Como dizia, é tarde. Setembro chegou carregado de trabalho e de chuva. Que tudo esteja bem contigo e boa noite.

Saúde e reflexão.

LOIS_DE_SILAN #67 4/Setembro/2008 LOIS_DE_SILAN
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#66, -Xavier, dis:

" ... estou tão preocupado pola normalização do idioma como tu podes está-lo."

Mais, a pre-ocupación non abonda. Hai que ocuparse!, e non de calquera maneira.

Se non hai lingua éche absolutamente irrelevante que a norma da súa representación visual sexa unha ou varias.

Na estratexia normalizadora éche imprescindíbel sabermos identificar e diferenciar o principal do accesorio.

O principal enténdoche que é: na Galiza na súa lingua territorial propia coma en Castela na súa coma en ... na súa; sen prexuízo de usarmos linguas alleas con quen lexitimamente aínda descoñeza a propia do territorio (ou iocandi causa, docendi causa ou outras causas igualmente xustificadas). E o accesorio, que non irrelevante!, a concreta e provisoria forma ou norma da súa representación visual.

Moitos din verbo desta problemática que "o importante é comunicarse", con independencia da lingua que se use, "con tal de entendérmonos"; mais, obvian que se usamos conscientemente a lingua propia, sabendo que é propia e que a usamos porque sabemos ou cremos que tamén é tan válida coma calquera outra, comunicamos TAMÉN iso, esa relación de propiedade da lingua e mais de, polo menos, igual valor da lingua propia verbo doutras propias, ou non!, para outros.

Analogamente acontece, certamente!, cando se usa a lingua propia por escrito e valéndose dunha norma carente do sorriso do soberano (capas sociais que de facto ou de iure teñen o control social): tamén se comunica unha discrepancia co soberano, unha rebeldía ou insubmisión.

Mais, para ir ás guerras semella razoábel dispor de medios suficientes como para ter algunha probabilidade de ganalas: de nada serve termos moitas e boas armas se non dispomos de soldados suficientes que queiran e saiban manexalas.

É, certamente, aberrante que o galego da Galiza teña bendita polo soberano español unha norma de representación visual e o galego de fóra outra ou outras; mais, sendo isto moi importante, máis importante aínda che é que o galego se consolide na Galiza como lingua hexemónica ... e dentro do marco xurídico político do Reino de España (que tamén permite a insubmisión normativa!): a lingua que non existe non precisa ser visualmente representada.

O galego na Galiza precísache de todos: isolacionistas, reintegracionistas e demais castrapistas!

Un saúdo.

teixugo #68 11/Setembro/2008 teixugo
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É ISTO CERTO?:

A (norma)reintegracionista considera o galego, chamado galego-português, português da Galiza ou portugalego, como uma variedade mais do português e assim aposta pela adopção duma norma ortográfica comum ou muito semelhante. Esta foi recentemente considerada válida e ACEITE em tribunal.

É IGUALMEBTE ACEITE EM QUALQUER OUTRO ÂMBITO: TRABALHO, IMPRESSOS...?

OBRIGADO

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