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PRESENTACIÓN OFICIAL DE GALEUSCA

Galeusca, a nosa Historia facémola nós

Nun acto no Museo de Historia de Cataluña, Uxío-Breogán Diéguez, Josu Chueca e Jordi Casassas presentaron o manifesto dos tres países.

Redacción - 17:30 09/09/2008
Chueca, Diéguez, Casassas e Alcoberro

Chueca, Diéguez, Casassas e Alcoberro

Historiadores galegos, cataláns e vascos presentaron este martes en Barcelona o manifesto Galeusca, co que pretenden abrir unha liña de colaboración baseada nos puntos comúns que teñen as historias e as historiografías dos tres países. O acto desenvolveuse no Museo de Historia de Cataluña nas vésperas da Diada catalá, do mesmo xeito que se presentara en Galiza no Día da Patria.

O acto abriuno o director do museo, Agustí Alcoberro. A continuación, o profesor Enric Pujol, da Universidade de Barcelona, leu o documento fundacional de Galeusca en catalán. Despois interviñeron representantes dos tres países: Uxío-Breogán Diéguez Cequiel, por Galiza, que é tamén o coordinador do grupo; Josu Chueca Intxusta, profesor titular de Historia Contemporánea da Universidade de Euskadi polo País Vasco, e Jordi Casassas i Ymbert, catedrático de Historia Contemporánea da Universidade de Barcelona, por Cataluña.

Diéguez explicou que a iniciativa de crear o grupo xurdiu debido a que "nos demos conta da importancia que ten coñecer e recoñecer mutuamente as tres historiografías no marco europeo" e polas súas "problemáticas comúns", polo que "pensamos botar a andar tamén programas comúns". Deste xeito, efectuaranse encontros e seminarios para facer balance da situación das tres historiografías e desenvolveranse liñas de investigación sobre o pasado das nosas respectivas nacións".


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Comentarios (44)

-Xavier #1 9/Setembro/2008 -Xavier
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Parabéns aos historiadores e historiadoras que dão um passo e dous e três passos à frente, juntos e juntas, à procura da história ocultada pola historiografia espanhola a respeito das nossas três nações irmãs. Para quando uma historiografia castelhana que erga a verdadeira história de Castela, condenada a ocultar-se sob o domínio do imperialismo espanhol e sob a etérea indefinição do termo "España"? Para quando uma Castela "desespañolizada" e verdadeiramente genuína?

Saúde e reflexão!

Gaviotero #2 10/Setembro/2008 Gaviotero
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¿Qué países? ¿Dónde? ¿Cuántas presentaciones oficiales hacen cada mes estos tipos de Galeusca, todos ellos minoritarios en sus respectivas comunidades autónomas?

Total, luego cada uno va por su lado para "sacar tajada" del único país que sí existe: España.

Añado: ¿en qué idioma se entendieron estos tipos? ¿En esperanto? ¿O en su lengua materna, la de todos ellos, que no es otra que el español?

Gaviotero #3 10/Setembro/2008 Gaviotero
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El único punto histórico en común que tienen las regiones de Galicia, las Vascongadas y Cataluña es su pertenencia a una gran nación como es España.

carxeva #4 10/Setembro/2008 carxeva
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Ten coidadiño que podes sufrir a gripe aviar por paifoco.

Menan #5 10/Setembro/2008 Menan
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Gaviotero, non sei, pero o mellor son eu o que se confunde, mais penso que son distintos os Galeuscat político ca iste novo que penso que é unicamente de estudio histórico (iso si, de liña craramente nacionalista). Sexa da liña que sexa, so agardo que o fagan dun xeito histórico rigoroso. Un saudo a todos

antoniosilva959 #6 10/Setembro/2008 antoniosilva959
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O Reino Suevo é o berço do Reino da Galiza.
http://pt.wikipedia.org/wiki/R...

-Xavier #7 10/Setembro/2008 -Xavier
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Galiza, Catalunya e Euskal Herria são nações que ultrapassam os limites do Estado espanhol. No primeiro caso, o nosso, a Galiza livre que era o condado portucalense conquistou territórios ao Sul e criou o Estado português que todas e todos hoje conhecemos. No segundo caso, o País Basco ou Euskal Herria é hoje em dia um país dividido em dous Estados: o Estado espanhol e o Estado francês, berço do Estado centralista e onde se criou essa substantivo aberrante chamado "patois", para vergonha da língua francesa. No terceiro caso, Catalunya, ou Catalunha na nossa Língua, ou na também histórica denominação "Països Catalans" (Países Catalães), verificamos mais uma vez que é um território nacional (embora possamos falar nele de vários países, incorporando à acepção "país" um sentido próximo do usado no Francês, por exemplo). Portanto, quem diga que cada uma destas três nações é uma "região" de "España" não apenas está a indicar uma falsidade histórica, mas também algo que não se verifica nem na atualidade.

A ignorância ligada ao desinteresse é especialmente perigosa.

Saúde e reflexão.

-Xavier #8 10/Setembro/2008 -Xavier
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P.S.: Acrescento que os Países Catalães ou a Catalunha também têm um território sob administração jurídico-político-militar francesa, a chamada Catalunha Norte:

http://en.wikipedia.org/wiki/N...
http://ca.wikipedia.org/wiki/C...

trasancos #9 11/Setembro/2008 trasancos
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Parabéns a todos as persoas que levaron adiante esa iniciativa malia que a certas persoas, incluído o "pajarraco" que merodea nos comentarios de vieiros, lles pareza mal e lles provoque salpullidos nos seus españolísimos cutis.

http://www.terra-galega.org

rubem #10 11/Setembro/2008 rubem
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Não gosto de responder ao troll, por aquilo de que não é bom botar-lhe de comer.
Mas, já que alguns de vós lhe respondestes, parece-me curioso que nenhum lhe dissesse nada sobre o que é, ou mais bem o que não é, um partido minoritário.
Dos três partidos políticos que formam Galeuscat, o que menos representação tem é o BNG, e desde logo, a obtenção de 1 de cada 5 ou 6 votos nas eleições não são próprias dum partido minoritário.
Enquanto a CiU e EAJ-PNV, não é que sejam minoritários é que são maioritários em Catalunha e no Pais Basco.
Em qualquer caso, o número ou proporção de votos não nega legitimidade democrática para fazer tantas presentações e actos políticos como quiserem.
Se lhe molesta que tenha eco nos meios, te-no fácil que entre na prensa nacionalista espanhola, que essa sim que é maioritária, e aí já verá como não lhe aparecem esses incómodos partidos (os cómodos, UPyD, Ciudadanos..., esses não, esses terão sítio abundo).
Fazer o esforço de buscar o que molesta é um comportamento masoquista.

rinlo #11 11/Setembro/2008 rinlo
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Afinal, o facto de existir Galeusca (que deveria ser Cateug para ponderarmos formigas e elefantes) reflicte a realidade social espanhola. Pergunto-me qual será a língua de trabalho... (probavelmente business english).

A mim, nem me parece que Espanha seja uma naçom nem tampouco que o sejam as outras três. Chamemo-las "entidades de control socio-histórico-políticas".

tonohxc #12 11/Setembro/2008 tonohxc
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Gaviotero, busca a definición de país nun diccionario e xa verás o que pon.
Galiza, Euskadi (PAIS Vasco) ou Cataluña son paises con todas as da lei.
Nación tamén son, pero non está reflectido legalmente.

Non hai maior sordo que o que non quere ouvir...

tonohxc #13 11/Setembro/2008 tonohxc
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É máis.

País: Territorio que constitúe unha unidade xeográfica ou política limitada.

Nación: Comunidade de individuosa cunha lingua, territorio, vida económica e idiosincrasia colectivos, con vínculos culturais e historia común.

Gaviotero, dime cal de estas definicións, sacadas de diccionario, non cumple Galiza.

-Xavier #14 11/Setembro/2008 -Xavier
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rinlo #11 escreveu:

Pergunto-me qual será a língua de trabalho... (probavelmente business english).

Eu não mo perguntaria. Provavelmente seja o Espanhol polos motivos históricos de imposição do Espanhol que todas e todos conhecemos, que como qualquer outra língua não comum dos três países (o Espanhol não é língua comum de Euskal Herria, Galiza e Catalunha) pode servir de língua auxiliar como qualquer outra.

Qual o problema em se usar uma língua auxiliar, seja o Espanhol ou seja a que for? Eu praticamente nunca uso o Espanhol, mas como língua auxiliar não tenho qualquer problema em usá-la se existe uma impossibilidade de comunicação e não tenho alguma outra língua auxiliar com a que possa comunicar-me.

Defender a nossa língua não é desvalorizar que podemos usar (se sabemos) como línguas auxiliares (fora do nosso espaço linguístico) o Inglês, o Francês, o Árabe, etc., e inclusive o Espanhol, é claro.

Saúde e reflexão.

RealistaGalego #15 11/Setembro/2008 RealistaGalego
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Sabem o que se passa quando um deputado galego fala em galego no parlamento Europeu?

1 A cabine de tradutores espanhola cala-se por o galego ser para eles uma língua extrangeira que não entendem.
2 A cabine de tradução portuguesa reconhece como a mesma língua e passam a fazer a tradução do galego para todas as restantes línguas dos deputados europeus.
Assim os deputados galegos podem falar na sua língua materna no parlamento europeu ao contrário dos bascos ou catalães.Tudo isto por a oralidade do galego ser português independentemente dos sotaques como acontece entre Portugal, Brasil e os restantes países irmãos da fala.
Então porque será que o Estado espanhol gasta milhões dos nossos impostos para criar uma ortografia isolasionista que para além de nos isolar no mundo transforma o muito falado idioma galego num dialecto ultra-minoritário?

antoniosilva959 #16 11/Setembro/2008 antoniosilva959
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Se o parlamento Europeu reconhece que oralmente o Português e o Galego são a mesma língua porque será que o Estado espanhol através da RAG quer isolar o galego na norma escrita e não aceita o padrão internacional? E gasta milhões de Euros dos nossos impostos a criar um dialecto padrão isolasionista artificial?

É uma questão política com receio da Galiza ganhar autonomia e chegar à independência.
Porque a nossa língua ao contrário do catalão e basco por exemplo tem uma dimensão mundial sendo falada em todos os continentes por cerca de 300 milhões de pessoas e é oficial em 10 países incluindo a Região Autónoma de Macau na China.
Acresce ainda o facto que sem ser idioma oficial é também a língua materna falada e escrita de milhões de pessoas de territórios em vários continentes, com destaque para a Índia no antigo Estado Português da Índia ( Goa, Damão, Diu, Dadrá e Nagar-Aveli) que foi português durante 5 séculos.
É também língua oficial das principais organizações mundiais como na União Africana (onde o espanhol não é), no Mercosul e na União Europeia onde oralmente é reconhecido como galego.
O galego e o português foi a mesma língua oficial falada e escrita em Portugal e na Galiza até os castelhanos a terem extinguido oficialmente na Galiza. Só a reintegração da nossa língua materna faz acabar com a colonização linguística dos galegos. A RAG tenta impor definitivamente a colonização castelhana da língua e isolar os galegos dos povos que falam a nossa língua materna. Tudo porque se teme das vantagens económicas e culturais que a Galiza obtém por entrar num mercado de cerca de 300 milhões de pessoas. Por isso todos os galegos e galegas se devem opôr ao dialecto “portuñol” da RAG. Nós temos como língua materna uma das mais importantes do mundo, não precisamos de a trocar por um dialecto criado artificialmente pela RAG para nos isolar no mundo.

-Xavier #17 11/Setembro/2008 -Xavier
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RealistaGalego#15:

Porque não interessa a "España" um Galego livre, independente, mas um Galego dependente do Espanhol. Isso na prática significa uma dialetalização do Galego em direção --> "Español" de "España".

E porquê não interessa um Galego livre, independente do Espanhol?

Porque a "España" só lhe interesse uma Galiza "española", que possa dominar e que sinta o "Español" como "Lengua nacional" e como única "lengua común", embora esta língua seja uma língua não comum (da comunidade) na Galiza.

Talvez outras pessoas possam apontar outros motivos que gostaria de ler. Reparai em como algumas pessoas atacavam dialeticamente o facto de o deputado da Batasuna falar em Inglês no Parlamento Europeu. Tenho escutado comentários em que se dizia que deveria falar Espanhol. Mas eu pergunto: se a sua língua nativa ou materna dele era o Basco, porquê teria de falar em Espanhol? Porque outras pessoas o queiram? De facto, a única maneira de "denunciar" que ele não tem direito a se expressar em Euskara no Parlemento Europeu é expressando-se numa língua diferente do Espanhol para chamar a atenção de algum jeito perante a visão monolítica "1 Estado=1 língua" e que se visibilice a carência de direitos linguísticos que se lhe outorga ao Euskara (e a outras línguas) no Parlamento Europeu, assim como nos seus respectivos territórios. É preciso não esquecer que no Estado espanhol não se reconhecem direitos linguísticos aos cidadãos e cidadãs nem às línguas (excepto o Espanhol), mas, e limitados, a alguns territórios. Nem é oficial o Aragonês,..., nem é oficial o Catalão em zonas em que se fala historicamente, nem o Galego, nem o Euskara tem o mesmo status em todo o seu território, etc. A "España" o único que lhe interessa é dividir. Quanto pior estejam os outros idiomas diferentes do Espanhol, quanto mais divididos estejam, melhor para a imposição do Espanhol.

Saúde e reflexão.

OBSERVADOR #18 11/Setembro/2008 OBSERVADOR
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Euskadi e os Països Catalans são tão irmãos da Galiza quanto Castela.

Deixemos os irmãos viver nas suas casas, tranquilinhos.

Não sei qual é a teima de conviver na casa da mãe (EspaÑa). Hoje, se Galiza fosse independente, um dos últimos países com quem teria relação seria com a Catalunya. Não temos NADA em comum com eles mais que alguma letra do abecedário.

Galaico2008 #19 11/Setembro/2008 Galaico2008
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Exemplo de deputados galegos que falaram em Galego no parlamento europeu:

http://br.youtube.com/watch?v=....

Lisboeta #20 11/Setembro/2008 Lisboeta
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Xavier,

>>Talvez outras pessoas possam apontar outros motivos que gostaria de ler. <<

Na minha opinião trata-se de claustrofobia imperial ... Pela vontade demonstrada pela Catalunha e País Basco a passagem da Espanha para uma Federação estará a poucas décadas de distância. Nessa altura "Castela" "precisa" de manter o acesso ao Atlântico para se sentir que se mantém com a latitude da península.

A única cartada que resta é apostar, já não na "Doma" mas sim na aculturação *definitiva* da Galiza. O que estou a dizer é que os tiques imperiais levam a reações pouco respeitáveis mas que nos dias de hoje "têm" que ser levadas a cabo de formas inteligentes. Para perceber como o raciocínio funciona basta ver as reações da Russia em relação a alguns estados que já lhe "pertenceram" e já não pertencem mais... já vimos Ossétia do Sul, Abkásia e provavelmente a seguir assistiremos a uma "provocação" ucraniana na Crimeia...

Infelizmente é indispensável para que o processo de aculturação tenha sucesso em "tempo útil" evitar a todo o custo a entrada cultural da Galiza na Lusofonia e assim impedir que a Galiza se descubra a si própria. Por isso será de esperar que a chegada em sinal aberto das TVs Lusófonas possa ser aceite em termos de princípio mas que a sua implementação seja adiada no tempo por medidas dilatórias até que a normalização do castelhano se possa estender a toda a Galiza. Nessa altura já não haverá perigo porque a identidade de que fala Rosa Diez já terá sido maioritariamente esquecida.

Também será de esperar num curto espaço de tempo, o pedido de estatuto de observador da CPLP para a Galiza (que será "aceite" por Madrid), em que os observadores nomeados terão necessariamente uma "linha RAG". Como diz o ditado "Mantém os teus amigos próximos de ti, e os teus inimigos mais próximos ainda..."

Será preciso um milagre ou uma grande crise económica para que as classes dirigentes galegas descubram e tratem de promover o galego em vez de o liquidar. Não estou a criticar os galegos directamente mas sim uma tendência muito galaico-portuguesa (nossa) de alguma burguesia e classes dirigentes que pensam que enquanto há dinheiro (cartos) está tudo bem ...

Saudações Lusófonas

Xeonllo #21 11/Setembro/2008 Xeonllo
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Observador: ¿non pensas que é bo que exista unha solidariedade e colaboración entre as nacionalidades minoritarias incluídas forzosamente no estado español frente aos que as queren diluír nun estado feito segundo o modelo de Castela?

Galaico2008 #22 11/Setembro/2008 Galaico2008
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Polo dereito a vivirmos en galego
http://br.youtube...

Galaico2008 #23 11/Setembro/2008 Galaico2008
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O galego coma idioma internacional
http://br.youtube.com/watch?v=...

Afonso_ch #24 11/Setembro/2008 Afonso_ch
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Diz lisboeta: "Para perceber como o raciocínio funciona basta ver as reações da Russia em relação a alguns estados que já lhe "pertenceram" e já não pertencem mais... já vimos Ossétia do Sul, Abkásia e provavelmente a seguir assistiremos a uma "provocação" ucraniana na Crimeia..."

Eu acho que este paralelismo está fóra de todo lugar. Se alguma similitude se pode usar seria por a Geórgia onde se le Rusia. Pois foi a Geógia que pretendeu tomar pelas armas uns territórios que estavam fóra do seu controle, foi a Geórgia que iniciou a guerra contra a Ossétia, e foi o nacionalismo georgiano que teve a ilusão de construir a Grande Geórgia.

Ou é que imos crer isso de que foram os rusos quêm atacaram primeiro??

O caso da Criméia é um bocadinho mais complexo, pois foi território ruso até que ao ucraniano rusófilo do Nikita Kruchov lhe deu por ceder graciosamente o território à República Socialista Soviética da Ucrânia, e até hoje. Mas a maioria da população da Criméia é rusófona e rusófila.
Podíamos falar também dos tártaros deportados pelo Staline ou de Sebastopol... o imperialismo ruso não é o único culpável companheiro!


Atenção piada:
Sabeis por que o cidadão georgiano Ioseb Besarionis Dze Jughashvili também conhecido por Iosif Stalin é ainda hoje considerado um herói na Geórgia??
- porque ele matou muitos rusos!




*por certo, em português Abecásia ou Abcásia

Lisboeta #25 11/Setembro/2008 Lisboeta
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Olá Afonso,

>>Eu acho que este paralelismo está fóra de todo lugar. <<

No sentido que referes tens toda a razão, referia-me apenas ao paralelismo de "criatividade" com que ex-impérios tentam resolver os desafios que se lhes colocam ...

Abecásia ... fui atingido pela febre dos kapas ... :)

Lisboeta #26 11/Setembro/2008 Lisboeta
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>>Ou é que imos crer isso de que foram os rusos quêm atacaram primeiro??<<

Tanto quanto sei, foram os georgianos que abriram as hostilidades, o que não significa que não tenham existido provocações prévias que, em conjunto com a incapacidade dos dirigentes georgianos de prever o que estava a caminho, originou o que se sabe ... ou seja: Calculismo 5 - Estupidez 0

Afonso_ch #27 11/Setembro/2008 Afonso_ch
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Não sei eu se estas justificando a actitude dos georgianos numas presuntas provocações prévias, que evidentemente têm existido mas, no mínimo, pelas duas partes.

O que na minha opinião sim que é uma provocação é iniciar uma guerra horas depois de decretar um cessar-fogo (o Saakashvili mesmo o anunciou na tv), justo na inauguração duns Jogos Olímpicos, com as tuas tropas atacando os seus companheiros rusos da missão de mantemento da paz, e arrasando uma cidade, sem qualquer valor estrategico, com fogo de artilharia de saturação (fogueteria tipo Grad como se viu na tv); facto este último que pode ser considerado como crime de guerra.

Os rusos limitaram-se a dar uma resposta rápida, eficaz, e muito PROPORCIONAL, totalmente dentro da legalidade internacional!!


O que sim que tenho dificuldade em entender é o que foi que levou ao Saskashvili a cometer tal asneira, por muito que os EUA lhe tivessem autorizado/permitido/ordenado

Lisboeta #28 11/Setembro/2008 Lisboeta
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>>O que sim que tenho dificuldade em entender é o que foi que levou ao Saskashvili a cometer tal asneira, por muito que os EUA lhe tivessem autorizado/permitido/ordenado<<

Tenho a mesma dúvida e como não tenho dados reais para além do que nos é dito, apenas posso analisar quem foram os beneficiários da situação.

Beneficiario #1 - Rússia - Aproveitamento da situação do Kosovo enquanto a memória internacional em relação ao Kosovo está fresca, com uma "facturação final" de duas anexações simultâneas ...

Beneficiário #2 - EUA - Reforço dos pedidos de adesão à Nato e aumento de protagonismo dos EUA, deixando um pouco os Europeus a falar sozinhos ...

Por isso me parece que os georgianos foram triplamente enganados ... pela Rússia, pelos EUA, e pela sua própria estupidez e ganância, na forma com que analisaram a situação político-militar.

Gaviotero #29 11/Setembro/2008 Gaviotero
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Menan, el nacionalismo es incapaz de ser riguroso por naturaleza.

-Xavier, me encantan tus afirmaciones: "No terceiro caso, Catalunya, ou Catalunha na nossa Língua, ou na também histórica denominação "Països Catalans" (Países Catalães)" Que sepas que la denominación de Países Catalanes que utilizan los propios nacionalistas catalanes no es política sino cultural. Aprende un poco, por tanto, aunque sea del nacionalismo catalán, antes de pretender ir más allá e inventarte nacioncillas o paisillos de la señorita Pepis. Ah, y deja de fantasear, porque a día de hoy, desde hace siglos y por muchos siglos más, Galicia, Cataluña y las Vascongadas son regiones de España.

Rubén, tú y tu gallego lusista sí que sois minoritarios. El PNV y CiU son minoritarios. El BNG, prácticamente inexistente si no fuera porque el PSOE (¡¡¡un partido español!!! pero bien que se agarra a él el BNG...) le mantiene con vida en las instituciones a las que nunca llegaría por sí solo.

tonohxc, ninguna de las dos se ajusta, entre otras cosas porque la legislación define a Galicia como una comunidad autónoma y a España como una Nación. Porque Galicia es políticamente parte de España y tiene como única lengua oficial que debe ser conocida por todos los gallegos el español, aparte de tener otra lengua oficial que sin embargo no tienen el deber de conocer sus habitantes.

Vamos, es que no se puede ser más español.

Lo siento por ti, que se ve que no te gusta, o que como tus compañeros de comentarios, vivís en otra realidad.

Fantasear no es lo mío.

rubem #30 11/Setembro/2008 rubem
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NÃO ALIMENTE OS TROLLS

A Wikipedia define os trolls como pessoas que publicam comentários ou opiniões aparentemente destinados a incitar a controvérsia ou o conflito.

Como o Pedro de Lara nos programas de auditório dos anos 70 e 80, trata-se de uma figura cuja atitude básica é discordar e discutir, realizando um papel que pode ser lúdico e até provocar reflexão, mas que exige um certo cuidado, pois pode facilmente desviar o foco e reduzir o valor potencial de qualquer discussão.

A presença de trolls se intensifica conforme aumenta a popularidade do debate, e é natural que eles procurem locais onde haja abundância de questões em que possam polemizar, e onde os riscos de ver sua identidade exposta e associada aos seus atos sejam minimizados.

Mas a qualidade das discussões de que participamos depende de cada um de nós, e assim como se fosse em uma sala de debates aberta, muitas vezes a solução para lidar com os criadores de caso é continuar a discussão sem dar mais do que o mínimo de atenção necessária às suas intervenções.

Peço que resistam à tentação de tentar debater com os trolls que estão aparecendo com cada vez mais freqüência, por mais que os argumentos, exemplos, comparações e metáforas deles pareçam errados e insultuosos. Não alimente os trolls! Eles não querem ser convencidos, e nem estão ali para aprender com o que o público que discute com eles responder, portanto todo esforço para catequisá-los poderia ser melhor empregado fazendo algo em prol da comunidade.

tirei-no de:

http://br-linux.org/linux/node...

rubem #31 11/Setembro/2008 rubem
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Voltando para o caso, eu pensava que Ossetia do Sul era legitimamente território georgiano.

Lisboeta #32 11/Setembro/2008 Lisboeta
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Ruben,

>>Voltando para o caso, eu pensava que Ossetia do Sul era legitimamente território georgiano.<<

Legitimamente sim, mas estas regiões já "pediram" a sua integração na Federação Russa e tanto o Presidente Russo como a Duma já deram a sua opinião positiva, ou seja, a Rússia já as anexou... depois da história da Sérvia e do Kosovo quem é que vai explicar à Rússia que vai ter que as devolver à Georgia, quando a maioria dos Ossetas e Abecases aparentemente são russófonos e favoráveis à separação... ?

rubem #33 12/Setembro/2008 rubem
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Já, eu perguntava porque não estava seguro, e ademais porque é um matiz.
O de Kosovo, vai justificar, por ser precedente, muitas Ossétias arredor do globo, sobre todo se interessa às potências com poder (quer dizer, aquelas com bons serviços de inteligência e exercito).
Putin já o avisou do perigo quando se foi reconhecendo a independência do Kosovo pola Europa adiante.

Afonso_ch #34 12/Setembro/2008 Afonso_ch
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#28: eu não sei quem é verdadeiramente o mais beneficiado com esta guerra. O tempo o dira.

Mas acho que entre eles não estam os EUA que foram incapazes de dar o apoio necesário ao seu aliado georgiano; muito mau exemplo este para outros países que confiam a sua segurança ao amigo americano.
Os EUA perderam também o controlo estratégico sobre o oleoduto BTC.
De que a Geórgia poida agora vir a integrar-se na NATO difícil o vejo, na medida de que os russos marcaram claramente quais são os límites e que não vam permitir ultrapassar certas barreiras. EEUU já pretendera a incorporação da Geórgia e da Ucrânia e foram os europeus que se opuxeram, para além de que os estatutos da própria NATO não permitem a adesão de países com conflitos sem resolver.
Esta última podia ser uma das causas prováveis do ataque georgiano, e dizer resolver pelas bravas os seus problemas territóriais para assim poder apresentar um expediente de ingresso limpo. É evidente que eles não conseguiram nada disto.

Entre os beneficíados está a Rúsia que indicou claramente a quem quiser ouvir que isso de andar a construir pipelines para bordear o seu território não é um asunto assim tão fácil. No que diz respeito ao transporto do petróleo do Cáspio cara Europa há que contar com a Rúsia sim ou sim.
A respeito da Ossétia e da Abecásia não está claro quais seriam os intereses russos, em principio o mais favorável para Moscovo era o mantemento do status quo sem andar a mexer nas fronteiras do Cáucaso. Chega com dizer que por quase 20 anos eles se recusaram a reconhecer a independência das duas repúblicas separatistas. Semelha que Rusia ganha, mas nem tanto.

A UE... em fim, na sua linha habitual. E esperando que aos ruskis não lhes de por subir muito o preço do gás este inverno.

Um outro país que tem algo a ganhar foi a Turquia que viu reforçado o seu papel no Caúcaso. E também será casualidade mas começaram conversas para restabelecer as relações com a Armênia, curioso! É de resaltar que com o melhoramento (altamente dificultoso) das relações azeri-armeno-turcas o papel da Geórgia ficaria muito disminuido. Só é preciso dar uma olhada num mapa é comprovar o grande rodeio que teve de dar o famoso BTC precisamente para evitar território armeno.

Mesmo o Irão ganhou algo de segurança na medida que anteriormente a Geórgia era uma base quase segura para um posível ataque estadounidense.

Mas nem eu acredito que os EUA jogasem uma partida com quase todas as cartas para perder, eles algo têm de esconder.
Pode ser que quixeram jogar o factor surpressa confiando em que os rusos não iam intervir. Já anteriormente a Geórgia tinha retomado o controle da Ajária (território georgiano autónomo e aliados de Moscovo), e do Vale do Kodori na Abecásia sem que os rusos mexeram um dedo. Outra cousa não se entende

Afonso_ch #35 12/Setembro/2008 Afonso_ch
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#31:
Sobre a legitimidade da pertença à Geórgia dos territórios da Ossétia do Sul e mais da Abcásia moito se pode falar. Começando pela momento da sua indepenência da URSS e em visto de isso, da proclamação da sua própria independência por esas repúblicas.
Mas para o caso a nível internacional juridicamente faciam parte da Geórgia, embora o governo de Tiflis não tivesse o controlo do território.

Acá temos de ir ao ano 1975 e a Acta Final de Helsínquia da OSCE, onde se estabelece o marco jurídico pelo que se vão regir os países europeus, refrendada por todos eles com caracter vinculante e sancionada pela ONU.
Pois bem uma das disposições fundamentais da referida Acta era a referente ao respeito da integridade territorial dos países europeus e da inviolabilidade das suas fronteiras exteriores. Este era o documento jurídico base no relacionamento entre os diferentes estados. E embora se poida discutir muito sobre a sua efectiva implementação, o facto é que ficou definitivamente convertido em papel molhado com o reconhecimento da independência do Kosovo, violando assim todo princípio nele recolhido.
A Acta Final de Helsínquia era o intrumento jurídico que determinava a legitimidade das fronteiras dos países europeus. A partires disto as fronteiras de um qualquer país chegam até o ponto onde tenha o seu último soldado, nem mais nem menos.
O Direito Internacional está morto.
A Geórgia não controlava parte do seu território, a Geórgia perde esse território; não há mais nada.

Afonso_ch #36 12/Setembro/2008 Afonso_ch
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#32:
já não é por entrar em polémicas, mas nem a Abecásia nem a Ossétia têm pedido a sua integração no território da Federação Rusa, nem a Rusia ia aceitar isso, ao menos pelo momento.

O que foi feito é que a Rúsia reconheceu a INDEPENDÊNCIA dessas duas repúblicas, e mesmo acho que nestes dias foram estabelecidas as correspondentes embaixadas.

E também não, nem ossetas nem abcaces são rusófonos, pois eles têm as suas próprias línguas que nada têm a ver com o russo. O que sim é que a maioria da população desses territórios dispõe de passaporte russo, o que evidentemente não implica que falem ruso.




Com tudo espero não ter sido muito ralhante, e ter servido de pequenina ajuda.

Saúdos

LiberdadeGaliza #37 12/Setembro/2008 LiberdadeGaliza
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O poder político do colonizador espanhol permite que todos aqueles que nom aceitem ser colonizados e reprimidos como ser humanos na Galiza sexam apelidados de RADICAIS.
Quem serón os RADICAIS os colonizadores que permanentemente oprimem ou os oprimidos galegos que só querem viver na sua terra como galegos.
É claro que os RADICAIS são os colonizadores espanholistas que hai séculos que nos oprimem diariamente na nossa terra.
Hai discriminación lingüística en Galiza? Nom só lingüística mas em tudo. Na verdade os galegos têm o direito à INDIGNAÇÃO. Os RADICAIS são os colonizadores, os colonizados têm o direito de tudo fazerem para defenderem os seus direitos HUMANOS. Chamar RADICAIS aos galegos é mais uma humilhação. A Galiza é uma NAÇÃO ocupada por tiranos espanholistas. Acabe-se a colonização que xá nom hai RADICAIS galegos. Os ocupantes querem dividir a Galiza impondo o castelhano nas Nações ocupadas. A sra Rosa por exemplo olvida que Galiza é uma nação e como tal tem o direito de ter a sua própria lingua e nom a do ocupante.
http://br.youtube...
http://br.youtube.com/watch?v=...
http://br.youtube...

LiberdadeGaliza #38 12/Setembro/2008 LiberdadeGaliza
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O galego coma idioma internacional
http://br.youtube...

Lisboeta #39 12/Setembro/2008 Lisboeta
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Afonso,

Obrigado pelas muitas informações que desconhecia. Penso no entanto que a situação que se vive já é uma anexação "de facto". Para isso basta olharmos para o encadeamento de acontecimentos;

Reconhecimento da Independência da Ossétia do Sul e da Abecásia
http://www.wtopnews...


Lider da Ossétia do Sul declara querer fazer parte da Rússia
http://inthenews.co.uk/news/in...

Apoio da Rússia a qualquer decisão que os Ossetas tomem
http://inforos.com/?id=21878

"Preparação da Operação Crimeia"
http://inforos.com/?id=21274

rubem #40 12/Setembro/2008 rubem
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Que os ossétios tenham passaporte russo não é só porque eles quiseram, foi mais bem porque Rússia os concedeu no seu momento maciçamente como medida de pressão.
Enquanto às vantagens para os EUA que se derivam da intervenção georgiana e da resposta russa, já o descobriremos, o que me custa crer é que fosse um erro de cálculo, a força dos dois exércitos é bem conhecida.

Lisboeta #41 12/Setembro/2008 Lisboeta
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Afonso,

Apareceu-me mais uma notícia que parece indicar que a integração não será para já ...

http://ultimahora.publico.clix...

saudações lusas

LiberdadeGaliza #42 13/Setembro/2008 LiberdadeGaliza
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Deixem de comentar a Ossétia, Kosovo e outros. Comentem a situaçom humilhante da Galiza colonizada na Europa dita democratica em pleno século XXI.
Os espanholistas tratam criminalmente os patriotas galegos, catalães ou bascos como se fossem pedófolos.
Sr "Lisboeta" vocês em Portugal têm uma das mais baixas taxas de criminilidade do mundo, nom têm "terrorismo", són conhecidos como um povo de brandos custumes. Porém toda a história de Portugal é feita com guerras e batalhas com os castelhanos na defesa da integridade de Portugal.
A derrota mais humilhante para os castelhanos foi em Aljubarrota em que uma uma mulher, de seu nome Brites de Almeida, padeira com a pá do forno a ferver ajudou o exército luso a derrotar o poderoso exército invasor castelhano. http://pt.wikipedia.org/wiki/B...
Agora sr "Lisboeta" pense se os seus antepassados nom tivessem derrotado muitas vezes os castelhanos,Portugal era hoxe uma colónia de Espanha como é a Galiza.
Polo passado guerreiro dos portugueses tenho a certeza que os nacionalistas lusos se tornavam ton "terroristas" que transformavam os bascos da ETA em santos comparativamente.

LiberdadeGaliza #43 13/Setembro/2008 LiberdadeGaliza
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"gaviotero" se estivesses en Aljubarrota uma simples padeira acabava contigo à pazada. Nós galegos librava-nos dum colionalista.
http://pt.wikipedia.org/wiki/B...
http://pt.wikipedia.org/wiki/P...

LiberdadeGaliza #44 13/Setembro/2008 LiberdadeGaliza
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Trocar um idioma por um dialecto é burrice.
Trocar um idioma materno por um dialecto de opçon maior burrice é.
Trocar um idioma com expresson internacional por um dialecto minoritário e artificial mais burrice ainda é.
Aceitar a colonizaçom com resignaçom nom têm qualificaçom!!

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