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Desconforme coa inscrición

A oposición dun veciño complica a colocación da placa en memoria de Plácido Castro

"Aquí viviu desterrado Plácido Castro, a voz que acadou o recoñecemento internacional de Galicia como nación", reza o lema.

Fernando Arrizado - 20:30 28/09/2008

Tal e como avanzabamos a semana pasada, a Fundación Plácido Castro está a xestionar co departamento de Cultura do Concello de Vigo a colocación dunha placa na honra deste histórico galeguista, concretamente no número 11 da rúa Reconquista.

Búscase con este xesto recuperar a memoria de quen hai 75 anos, como secretario de Relacións Internacionais do Partido Galeguista, representou a Galiza no IX Congreso de Nacionalidades Europeas, xuntanza onde se recoñeceu internacionalmente por primeira vez o carácter nacional do noso país. Ou que como participante no Pacto de Compostela, foi protagonista na xestación de Galeuzca.

Xulio Ríos, director do Igadi e máximo impulsor dos actos que se realizan arredor da súa figura (a semana pasada entregouse o Plácido Castro de tradución, fallado hai uns meses, e organizouse unha mesa redonda sobre o acontecemento histórico de setembro de 1933) confirma que a colocación da placa, no entanto, está a sufrir algúns contratempos.

Di que algúns veciños de Reconquista, 11, non están demasiado conformes coa inscrición que consta na mesma, obra do escultor local Pepe Morales, e que isto está a provocar o adiamento do acto. O lema reza exactamente así: "Aquí viviu desterrado Plácido Castro, a voz que acadou o recoñecemento internacional de Galicia como nación".

"Negociando coa comunidade"
Confirma as palabras de Ríos o concelleiro vigués de Cultura, Xesús López Carreira (BNG): "Estamos negociando co presidente da comunidade. Iniciamos as xestións antes do verán e pretendemos manter unha xuntanza cos veciños. Nós estamos moi interesados na colocación da placa e por suposto apoiamos o acto".

No entanto, o edil réstalle importancia as trabas postas á instalación do memorial e minimiza esta oposición a un único veciño ao que "non lle gusta" a inscrición e que, ao parecer, se resiste a aceptar o recoñecido, entre outros, polos participantes no IX Congreso de Nacionalidades Europeas hai xa máis de 15 lustros: que Galiza é nación.


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Comentarios (13)

Hermerico #1 28/Setembro/2008 Hermerico
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U

Hermerico #2 28/Setembro/2008 Hermerico
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Um facha desses que dim que Espanha é a única naçom

moledo #3 28/Setembro/2008 moledo
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Se mal não lembro houve há poucos anos uma placa a Placido Castro que foi destroçada nem passando um par de meses da sua inauguração. Esta viria substituir aquela. Alguém lembra /sabe disto em pormenor? É para maliciar desses nachos da comunidade.

semprecelta #4 29/Setembro/2008 semprecelta
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#3

Aquí se lembra:

Setembro de 1933: Galiza, unha nación en Europa
http://www.vieiros.com/nova/69...

E aquí esta a nova da destrución da primeira placa:

Destrúen unha placa en memoria de Plácido Castro
http://vello.vieiros...

galeguzo #5 29/Setembro/2008 galeguzo
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#4 Caráfio! A placa ia ser reposta "nas próximas semanas"... pois mira que choveu desde DEZEMBRO DE 2003!!

Carlinhos #6 29/Setembro/2008 Carlinhos
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#3, #4 Os que estam ao pé do monte do Castro som-vos muito "plácidos" co espanholismo e co Capital.

Autodeterminacao #7 30/Setembro/2008 Autodeterminacao
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O Reino Suevo teve início no ano de 409 e foi a mais antiga estrutura política das regiões que incluia a actual Galiza , Norte e Centro de Portugal depois da queda do domínio romano. Este Reino é o berço do futuro Reino da Galiza não só pelo contributo da consolidação do idioma galego como as fronteiras desde Reino e a caracterizazão humana ser praticamente a mesma do futuro Reino da Galiza e ainda hoje incluindo o norte e centro de Portugal. Foi o primeiro reino que se separou do Império romano e cunhou moeda. Os suevos eram um povo germânico que entrou no noroeste da Península Ibérica mas com pouca população. Rapidamente tomaram o controlo do território devido à grande capacidade de organização, mas com o seu número reduzido não modificaram grandemente a cultura, pelo contrário foram até assimilados. http://pt.wikipedia.org/wiki/R...
As duas palavras conhecidas mais antigas escritas em Galego cunhadas em pedra “ Pai e Filho” atribui-se à época do Reino Suevo.
Os suevos introduziram o catolicismo no ano de 449 nos territórios a norte do rio Tejo ( Galiza, Norte e Centro de Portugal). http://pt.wikipedia.org/wiki/I...

Mais tarde os visigodos ocuparam o Reino Suevo, mas não alteraram nada a nível de população, língua e cultura, mantiveram as dioceses suevas de Tuy, Braga, Orense, Iria, Bretonha, Lugo, Astorga, Viseu, Coimbra, Idanha e Porto.
Com o Reino Suevo nasceu a Nação Galega politicamente como Estado independente

Autodeterminacao #8 30/Setembro/2008 Autodeterminacao
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O idioma Galego subreviveu durante a invasão muçulmana e a reconquista Cristã

Por volta do ano 711 quase toda a Peninsula Ibérica foi invadida e ocupada por árabes.
Para os povos da Galiza ocupada por Castela e da Galiza livre (Portugal) pode dizer-se que a sua história começou com a reconquista cristã e reposição da herança da matriz humana, linguista e territorial do Reino Suevo. A relação com os povos da antiga Lusitânia e Galécia não tem quantitivamente a relação que oficialmente se dá devido às invasões que estes territórios sofreram e deslocações de populações.
No século VIII a Galiza foi uma zona de guerra até que Dom Afonso um chefe asturiano reconquistou toda a Galiza de hoje, Norte e Centro de Portugal aos muçulmanos e foi restabelecido o território, tecido humano e línguistico que tinha existido no Reino Suevo. Nasceu então o Reino da Galiza, praticamente com a mesma caracterização do Reino Suevo. Dom Fernando, rei de Leão e Castela, notabilizou-se consolidando as reconquistas e quando faleceu em 1065 reconheceu as diferentes nacionalidades e repartiu os seus domínios pelos filhos: Sancho ficou com o Reino de Castela, Afonso com o Reino de Leão e Astúrias, e Garcia com o Reino da Galiza (e portanto com o condado de Portugal transformado mais tarde em reino independente por galegos que não queriam depender do rei de Leão e Castela após este ocupar a Galiza). Depois de varias lutas entre os irmãos, morto Sancho e destronado Garcia, Afonso VI de Castela ocupa todos os reinos criados pelo seu pai, tornando-se assim rei de Leão, de Castela e de Galiza. O rei Garcia da Galiza foi transformado em figura decorativa obrigado a prestar vassalagem ao rei castelhano. Muitos galegos opuseram-se e por isso dois terços da Galiza, o condado de Portugal tornou-se independente. A outra parte (Galiza de agora) ficou colonizada por Castela até hoje.

carmeraia #9 30/Setembro/2008 carmeraia
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Decatouse alguén por certo de que na publicidade de Vieiros do CANAL LUOFONÍA hai unha imaxe do Monumento aos descubridores?? Espero que o erro teña que ver coa total ignorancia do responsable (e de todas as demais persoas que non se decataron), porque calquera pode pensar que agora Vieiros fai apoloxía do FASCISMO...

carmeraia #10 30/Setembro/2008 carmeraia
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Decatouse alguén por certo de que na publicidade de Vieiros do CANAL LUOFONÍA hai unha imaxe do Monumento aos descubridores?? Espero que o erro teña que ver coa total ignorancia do responsable (e de todas as demais persoas que non se decataron), porque calquera pode pensar que agora Vieiros fai apoloxía do FASCISMO...

Autodeterminacao #11 30/Setembro/2008 Autodeterminacao
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Portugal é uma Nação Galega.
No foclore popular no centro de Portugal ainda hoje se dança e canta com honra na origem galega
http://br.youtube.com/watch?v=...

GalizaPais #12 1/Outubro/2008 GalizaPais
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Temos de exigir já. Emilio Pérez Touriño é o culpado de não estarmos a receber em canal aberto as televisões portuguesas na Galiza.
Não merece mais o nosso voto porque está a fazer o jogo dos espanholistas contra a língua e cultura galega.
Emilio Pérez Touriño não pediu ao governo central e não faz intensão de o fazer está a mentir.

GalizaPais #13 1/Outubro/2008 GalizaPais
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Andam por aí espanholistas a valorar negativamente os comentários galegos. Nós somos tolerantes com os estrangeiros, mas queremos na Galiza viver como galegos, quem não quizer que vá embora. Galiza é dos galegos. Basta de séculos de opressão.

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