De acordo com as previsões estatísticas, o desemprego no Estado espanhol afectará no ano próximo a 4,5 milhões de persoas, uma cifra que no segundo trimestre de 2009 chegou a 4,14 milhões, sem que deva servir de consolo que o incremento sobre o primeiro trimestre, 126,7 mil persoas, fora menor que o que se vinha produzindo con anterioridade. A taxa de desemprego coloca-se assim em 17,92%, duplicando á média da UE, 8,7% e superando desmedidamente à dos demais Estados membros. Não só à dos que têm menos desemprego, como Holanda, Áustria ou Dinamarca, com 3,2%, 4.3% e 4,5%, senão também à de alguns de menor renda per capita, como Romenia entre os recém incorporados ou Grecia entre os máis antigos, com 6,1% e 7,6%.
No Estado espanhol a taxa de desemprego castiga ainda mais aos trabalhadores estrangeiros, prejudicando a 1,04 milhões de trabalhadores, 28% do total dos ocupados, dentro de um grupo social de 4,791% milhões de persoas.
Os dados revelam que no Estado espanhol coincidem duas crises superpostas: a global, que levou aos paises da UE a uma cifra de desemprego de 8,7% e a EEUU de 9,5%, e outra particular derivada de um crecimento irresponsável e insustentável, fundamentado basicamente no sector da construção, que explica aquel 17,92% de desempregados e uma parte substancial da imigração dos últimos anos.
O dia que se anuncie o fim da crise global, no Estado espanhol ficará ainda por resolver o problema da crise específica, que afecta a polo menos a metade dos 4,5% milhões de desempregados previstos para 2010. Uma boa parte trabalhavam na construção e actividades relacionados com ela, sem que possam nem devam voltar a esse sector. Todos têm direito a trabalhar, mas a maioria são persoas que só contavam com um contrato temporário, não dispondo em geral da qualificação necessária para se integrarem em actividades tecnologicamente mais avançadas, como as que se di desde o Governo estatal que substituirão às que como a construção predominaram até agora na criação de emprego. Um problema quase irresolúvel que é precisso resolver.
Não se encontrará uma solução nem silenciando-o ou ignorando-o, como fixo o Presidente do Governo estatal, quando dixo que aqui se sairá da crise ao mesmo tempo que os demais Estados da UE, nem servindo-se irresponsavelmente do problema demandando, como fixo o Presidente do Partido Popular, remedios milagreiros como a reforma laboral, a redução de impostos e a austeridade. Sabendo antes de nada que a crise obriga a melhorar as prestações devidas aos desempregados, é de tolos que, tratando-se de cómo reempregar a máis de dous milhões de pessoas que necessitam uma requalificação profissional, se pretenda começar com reformas que incluam a rebaixa da cotações sociais e a redução de salários e vaiam na direção do livre despedimento e a anulação da indemnização correspondente, como pretendem os agitadores da Confederación Española de Organizaciones Empresariales, o PP e incluso responsáveis do Banco de España. Uma via essa que atenta contra os direitos laborais conquistados e não resolve em absoluto o problema colocado, como mostra significativamene o facto de os EEUU, onde reina esse sistema de relações laborais, terem com a crise uma porcentagem de desemprego superior à media da UE e muito mais que alta que a da maioria dos Estados membros da União.
A questão e cómo criar num tempo razoavelmente curto dous milhões de novos empregos que se definam por uma certa carga tecnológica e inovadodra ao tempo que se melhora a qualificação profissional dos desempregados e se abre a porta aos xovens que entram na idade de trabalhar. Este é o desafio real para os poderes públicos, para os verdadeiros empresarios e para os trabalhadores. Uma questão esta da que não se fala e que atinge mais directamente às Comunidades Autónomas com maior desemprego como Andalucia (17,92%), Aragón (25,41%), Baleares (18,15%), Valencia (21,22%) ou Murcia (20,16%) e menos a outras -a que menos o País Vasco (10,52%)-, entre elas Galiza, que neste momento tem un nível de desemprego de 12,93%, mui por debaixo da média estatal.
E esta unha ocasião que Galiza não pode perder. Sem sofrer na mesma medida as consequências da crise da construção e do crecimento insustentável da economia que se produzíu na economia estatal, um Governo galego que merecer tal nome deveria trabalhar num ambicioso plano de criação de empresas e emprego que se apoie na relevante capacidade da indústria e dos sectores primarios do país, permitindo acabar com as graves carências que ainda obrigam a emigrar a tanta gente, tão preparada como temos.
Em que te baseias pra falar de auto-odeio?? U-lo?? Por que??
#1
E que tal se ti escreves em agálico, ragueiro hipócrita?! Vas falar ti de autoodio! Um galego pode escrever 1000 folhas em castelám, basta que escreva umha em português (no melhor que puder) para que saltedes os galenholes a expor sem pudor o vosso anti-lusismo espanholista! O dia que vós deixedes de escrever umha linha em espanhol, de falar um simples dia em espanhol, de ler ou escrever num jornal do país um artigo em galego para 100 em castelám , entom poderedes falar de autoodio e lusismo, pailães hipócritas!
Unidade Galega
Cuestións gramaticais ao marxe, quixera "invadir" este espazo cunha pregunta xeral a todo o que poida ter algunha información.
Está activa en internet unha plataforma autodenomidada “colectivo 17m” (http://www.colectivo17m.org) que está a empregar un símbolo, cando menos para mín moi apreciado (foi o primeiro partido ao que votei, nas primeiras eleccións nas que o puiden facer), a UNIDADE GALEGA de fináis dos anos 70 (e supoño que para o sr. Nogueira moito máis).
Descoñezo que se agocha nesta plataforma, porén quero facer dous comentarios a “quén somos”:
“boa parte da sociedade galega, farta do panorama social e económico que está a vivir a nosa terra, non se sente representada por ningunha das tres grandes formacións políticas do país, as cales, incapaces de aportar solucións aos problemas reais da xente (!?), danlle constantemente ás costas aos galegos, vivindo moi afastados do verdadeiro día a día destes”.
(Non estou de acordo con esta afirmación, a representación política non é un sentimento é a aplicación práctica dunha ideoloxía e dunha ética política. Por outra banda, o obxectivo na situación actual é un ataque á identidade galega, un intento de imposición da cultura española no país para a partir de aí, manter as posicións de poder por parte de certa oligarquía de casino).
“consideramos necesaria a creación dunha alternativa para todos os nacionalistas e galeguistas de corazón”
(Eu non son” nacionalista e galeguista de corazón”, son galego de razón.
Nacionalismo e galeguismo non son posicións distintas, corresponden ao mesmo concepto: para ser galeguista compre ter un concepto de Galicia como nación).
Quén son?
#1 Há uma série de usuários que intervenhem sempre com os seus comentários com o único objecto de provocar e até insultar para dividir o galeguismo de forma que isolacionistas e reintegracionistas caiam no enfrontamento pessoal e cheguem a posturas irreconciliáveis. Quem sao estas pessoas (ou pessoa)? Que é o que pretendem (pretende)?
Lembremos que no recente informe das FAES fai-se referéncia explícita a estes debates bizantinos e sinalam-se como uma das pricipais causas de fractura ideológica dentro do galeguismo.
Um pouco de sentidinho. Os provocadores ou o provocador, pois pode ser uma única pessoa com diferentes alias, podem ser espanholeiros, ppeiros, falangistas, nazistas, picoletos, etc. Poderia ser qualquer um. Nao caiamos na trampa.
completamente de acordo co comentario 5
Léese a Larsson e despois pasa o que pasa, menos paranoia que hai comentarios que están a un paso de pedir a reinstauración da Censura(#5). Cada comentarista e dono das súas verbas, e só cae na provocación e o insulto aquel que quere caer. hai que non lle fai falla moita provocación para insultar.
Há contas erradas neste Estado. Quando um faz uma análise macroeconómica de qualquer variável e a compara por Comunidades Autónomas sem ensinar nem sequer um pouco do mapa fiscal, parece que uns cidadãos estão destinados a pechar, a trabalhar e a não ter e outras ao contrário.
Navarra e o País Basco têm um fraude fiscal privilegiado. No primeiro caso, ilegítimo por quanto se declaram os mais espanhóis de jeito maioritário, mas não para pagar impostos. No caso basco, legítimo: pamamos-lhes para que sejam espanhóis, por via de acordo constituiçonal e seguem sem o querer ser (contados os ilegalizados).
Ceuta e Melilla são praças mantidas artificialmente por via de gasto público e ausência de impostos (não há IVE, 50% de irpf, etc.). O mesmo que Canárias que, ademais, vem potenciado polo destino preferente de fundos comunitários até chegar às aberrações dos 12.000 euros por hectárea de plátanos Vs 300 por hectárea de milho na Gz (por exemplo).
Madrid é o poço sem fundo do gasto público. Cada vez mais o gêmeo de Paris. Trabalham lá mais de 300.000 funcionários do Estado pagados com os dinheiros de cidadãos de todas as Comunidades Autónomas mas que só revertem no PIB e no fomento da economia da Comunidade Autónoma mais artificial de todas. Só o túnel da M30 (5.000 milhões de euros) custa tanto como a metade do orçamento anual da Junta de Galiza (10.500). Por não falar dos 15.000 milhões de euros que Pepe Blanco lhe vem de injectar à comunidade para a melhora de toda a infraestrutura ferroviária, particularmente o metro. No entanto Galiza segue sendo a única Comunidade sem rede de comboios de proximidade.
E por citar só o caso andaluz... paro, economia sumergida, matemento da economia com os impostos de todos... mas o Ave Madrid-Sevilla inaugurou-se em 1992. Há 17 anos que há Ave na Andaluzia.
Como todo o demais, o Ave, o combóio de proximidade, o IRPF, o IVA, a ausência dum autêntico cánon hidroeléctrico, etc. são dinheiro público. Ingresos (ou ausència deles) e gastos. Uns participam mais nos primeiros e outros nos segundos. Que é do que vai todo.
Como corolário: os problemas de Espanha que os resolvam os espanhóis. Nós deviamos mirar só por nós. Particuarmente polos impostos que paganos e os serviços que não recebemos e polos que outros deixam de pagar. No entanto temos um presidente que vai da mão a negociar com Castela e Leão...
ps. Deviamos falar em Comunidade Autónoma e em Galiza para incluir, quando menos, as pessoas e territórios sob administração asturiana e casteloleonesa no último.
eu tamé completamente de acordo co comentario 5
#11
#11
Concordo. Os galegos somos demasiado burros para compreendermos o português. Para o espanhol somos moi listos porém. Queremos espanhol e galenhol, ou galego light, ou galego para os burros de 20 a 30 anos. O português está bem para ir comprar às feiras e falarmos nos puticlubs c'as brasileiras.
DIREITO A IGNORANCIA JA
EU QUERO SER BURRO, E QUE MEUS FILHOS SEJAM TAM OU MAIS BURROS CA MIM
LIBERTAD, LIBERTAD, LIBERTAD (de burrice)
Já se mira, lendo asneiras como as de #11, a preparação e a ideologia que se incute no Ensino na Galiza.
Moi de acordo co comentario 7.
O nacionalismo galego está como está.Unha miga de lusismo era o que faltaba para chegar á desfeita final.
Menos Espana e menos Portugal.
1. Artigo de opinión (é o que entrei a ler): Camilo amosa o camiño, mais acho que non hai gobernantes atentos. Concordo con #8
2. Comentarios: os reintegracionistas son os máis valentes galego-falantes. Rogaría un chisco de respecto a #1 e #11
O problema é o sistema capitalista no que vivemos, onde a dívida tem mais valor que as cousas materiais.
Quando falam (agora já nom tanto) de injecçom de liquidez sempre me pergunto: entom que nom haja liquidez é o problema? Esse é realmente o problema? Se o dinheiro é criado polos bancos (o euro o Banco Central Europeu), pois que premam o botom de criar mais dinheiro, home. Se afinal o dinheiro nom é mais do que um papel, o valor é dado de comum acordo. Claro, o problema nom é que nom haja liquidez, o problema é que o dinheiro nom vale o que dim que vale, porque o dinheiro nom se come. O problema é que este sistema que temos agora basea-se na especulaçom, nom na produçom real e material de bens.
Como se pode perceber das minhas palavras sou um completo iletrado em economia, mais é que por moito que me explicassem o seu funcionamento nunca ia poder entender que o sistema monetario baseado em dívidas e inflaçons funcione, e nom só, que todos nós creamos que é o único possível. Como é possível que os Bancos sejam os donos do dinheiro e os estados os que tenham que pedir emprestado a uma taxa o mesmo?
Este fim-de-semana estive na aldea da minha avoa, perto de Agolada. Ainda que os seus poucos habitantes som todos religiosos, e a maioria votantes do PP, constatei que a sua maneira de viver era moi comunista. Todos os vizinhos se ajudavam entre si, todos partilhavam os frutos da terra de todos, se alguém precisava algo tinha quem lho figesse, e nessas trocas todos tiravam partido. Um dia por mim outro por ti. Claro que quando lhe dixem ao carteiro, um home duns 55 anos que nos veu traer umha carreta de patacas que na vila havia um espírito comunista olhou-me de riba para baixo e espetou-me: comunistas o caralho. Aqui somos gente de bem!
Por falar um pouco dos outros comentários: o galego é a mesma língua que o português, isso pouca discussom tem, mas parece que a moitos lhes dá vergonha os traços próprios da nossa variedade, e nom me refiro aos castelanismos, claro. Deveriamos estar orgulhosos da nossa evoluçom e da nossa maneira de ser. Nom partilho desde logo o dito de "Mais vale um castelhanismo que nos achegue que um hiperenxebrismo que nos afaste". O português está cheo de castelanismos, mais cheo, ainda que parece que estes castelanismos a alguns sectores "lusistas" nom lhes molestam.
Vivamos a língua com normalidade e fagamos dela um instrumento de comunicaçom, que é do que se trata.
#1 #11 #14 soam a apocaliptismo picoleto. temos duas normativas, e que? qual é o problema? vai-se dessintegrar a Galiza por isso?
#7 quem falou de censura? falo de passar dos trolls espanholeiros usurpadores disfarcados de Reboiras, GZs e demais.
arzaya... o feito de usar o "Y" no teu sobrenome é claro indício de auto-ódio e de submetimento ao inimigo.
Cara Sara-Mago (se fores Sara e não Mago): Os disturbadores costumam andar mascarados, poucos dizem o seu nome e apelidos: quase nunca se identificam. É desde o anonimato que levantam celeumas, tão parvos quanto eles são. Viste algum desses que dissesse alguma "coisinha" assisada? Já não um silogismo, mas apenas uma frase pequena, como «Opino así: espaÑa, qué gran nación!» Nem isso são capazes de dizer, embora outros o pensem e digam por eles... Pobrinhos!
CantinflasGZ:
Podias escolher um "nick" um bocadinho mais elaborado...
Não sei se por seres de 20-30 anos desconheces quem era Cantinflas; era um palhaço mexicano de calças caídas e bigodinho partido que muito fez rir á geração dos teus pais, embora o homem era um bocado maçador por vezes... em castelhano ainda existe a expressão "ser un cantinflas" para designar um fulano que é um palhaço, um badulaque... Por isso, se escreves com esse "nick" qualquer cousa que digas fica falta de seriedade...
Agil, cantos apelidos brasileiros teñen y? cantas veces aparece y na ortigrafía medieval? O falar non ten cancelas. A nación galega precisa un modelo claro, político e de lingua. A norma AGAL non é a norma portuguesa. Ningún político españo falaría en "arxentino" para o seu público. Porque Nogueira ao fai en portugués e mesmo non escribe en norma AGAL cando é evidente que sabe? Porqué alterna galego e portugués neste medio, é para marearnos? non indica isto unhas concepcións lingüísticas erráticas. Así en vez do contido, fixámonos na forma..interesante artigo, no entanto
arzaya, no meu computador não escuto a Camilo falar. Apenas o posso ler. Quem se fixou na norma foste tu no primeiro comentário. E venha flame... mais uma. Tem de ir a norma por diante. Não podes falar do conteúdo.
Não há modelo de língua mais claro, disponível, provado e abrangente de todos os espaços científico-técnico-literários do que o Acordo Ortográfico. Nem mais sólido, precisamente por estar amplamente divulgado. Chama-lhe português se queres. O nome é indiferente e, de facto, Português é perfeitamente válido.
pobre camilo!
dam-lhe por todas partes, até no DNI ... escreva em português ou em galenhol, ham-lhe cair as críticas pola escolha que for ... é a "cruz" dos galeguinhos ... nem rubimos enm baixamos, e afinal caem-nos as óstias por encima e por embaixo!
Coido que já me chegou o tempo de ler o seu artigo, igual até é interessante, ainda que para interessante, o comentário do ovellaquemira em #8. Tomem nota
#21
arzaya, acho o teu respeito pola "autoridade da oficialidade" um pouquinho suspeitosa ... e a tua rigidez intelectual também. Parte dela é produto da aculturaçom espanhola, que nom te deixa ver que o espanhol é umha língua de escrita extraordinariamente foneticista, o qual pode ser umha vantagem ... para os que quiseremm aprender a falar e escrever espanhol. Transpor essa característica para o galego, fazendo dela um critério básico nom vai fazer bem nenhum ao galego. Olha para as outras línguas, e verás que se pode aprender a escrevê-las, nom é necessário criar umha ilusom de univocidade perfeita fala = escrita
Que tal se deixarmos que cada um escreva como lhe pete, com tal de nom usar os "ñ" os "ll" e nom banir qualquer portuguesismo por ser suspeito de lepra?
De 24 comentarios, soamente 2 ou 3 fan referencia ao artigo de Camilo Nogueira.
A verdade é que estou farto de que en calquera nova todos volten ao rego do debate illacionista-reintegracionista.
A min o que máis gracia me fai é o ofendidos e insultados que vos amosades os reintegracionistas polo simple feito de non compartirmos o voso criterio. A cada un que opina o contrario a vós (aínda que mire 100 veces máis polos intereses de Galiza e faga bastante máis que vós) de seguido o tachades de "espanholista", "sumiso do Estado","imperialista", que se falamos "portunhol" ou "galenhol".... Iso si que é tolerancia.
Entón, quen é o que insulta aquí?
Ala, xa podedes botar fóra o veleno coma fascistas nunha grada de fútbol
Daninho, eu cada vez teño máis a sensación de que hai moito nazi escudándose detrás de certas ideas. O tal "cade" xa nos chamou burros a todos, a nivel particular e xeral, ademais da falta de respecto que hai en descualificar o idioma no que escribimos.
#25
a ver hom, nom sejas tam daninho! Quem começou a "gresca"? Pois foi-che um tal arzaya, que em #1, escreveu "O feito de o artigo estar escrito en "case portugués", desprezando a norma AGAL, é un claro signo de autoodio"
Aí está hom, o camilo, bem comprometido com a causa, acusado de autoodio, e quem fez tal acusaçom? Nom che foi um reintegrata, meu. O facto de os reintegracionistas falarem aqui é um reflexo da marginaçom que sofrem. Os mais dos isolatas nem debatem , como tenhem as rédeas, "no hay más cojones".
Mas ti podes ler o que o "ovellaquemira", reintegrata, escreveu em #8. Isso é-che interessante. Venha hom, debatamos sobre o artigo e o comentário do "ovellaquemira", e deixemo-nos de caralhadas
A última alínea do artigo do Camilo, que a meu ver o resume, eu entendo-a como grave acusação ao "gobernícolo" atual da CAG:
«E esta unha ocasião que Galiza não pode perder. Sem sofrer na mesma medida as consequências da crise da construção e do crecimento insustentável da economia que se produzíu na economia estatal, um Governo galego que merecer tal nome deveria trabalhar num ambicioso plano de criação de empresas e emprego que se apoie na relevante capacidade da indústria e dos sectores primarios do país, permitindo acabar com as graves carências que ainda obrigam a emigrar a tanta gente, tão preparada como temos.»
Sabe-se, e o primeiro o Camilo, que este "gobernícolo" não fará nada do que no artigo se propõe: Por incapacidade sobretudo ideológica.
Como no ensino todas as medidas que está a tomar este "gobernícolo" procuram desmantelar o ensino público e, de passagem, o galeguizador, também nos outros campos abrirá a bilha à iniciativa "privada" ou privante. Mesmo promoverá a construção selvagem e a destruição da paisagem galega. São as duas faces de exterminar o que nos faz galegos, junto como a língua: O povoamento e o ecossistema.
Acabarão juntos, o "gobernícolo" e o seu ppartido por malvender as caixas galegas às forâneas.
Mas é "gobernícolo" saído dumas "elecciones democráticas", à maneira bourbónica...
Esnobismo lisboeta fora da Galiza
#29
arzaya, ti és mais parvo do que queres dar a entender.
Imaginas Feijoo ou Tourinho falando com sotaque madrileno e empregando palavras claramente espanholas e nom galegas? Diremos, ou viraram tolos, ou estám a zombar dos galegos? Ou dos de madrid?
Sera que eles escolhem a opçom snob, que o de madrid da-che moito prestígio, podes falar na COPE e todo!
Já era hora de exigir seriedade à clase política!
Fora o esnobismo madrileno!
..........
arzaya, eu acho o teu antilusismo nojentamente hipócrita
#28 A fusão de Caixa Galicia com Caja Madrid é um reflexo do que está fazendo Feijoo com os postos de livre designação: trazendo a médio gabinete de Esperança Aguirre para nos governar (e nos nacionalizar).
No momento em que se fusionem passo-me a Caixa Catalunya ou a La Caixa.
arzaya, cansas meu. Escreve como queiras e deixa de apelar ao (teu) dogma e coordenadas ideológicas. Há um ano eras o mais firme defensor em Vieiros do Ilga-Rag... agora escreves em Agal e apelas a que a gente escreva em Agal... vás bem! :-D.
É óbvio que eu tenho um auto-nojo enorme e com tal de não parecer galego... até escrevo em Português :-P [em Português internacional: Acordo Ortográfico, não em Português de Portugal, que está em extinção].
Moi bom artigo, como acostumam ser os de Camilo: um sopro de ar fresco. Alegro-me de que já comece a empregar a norma internacional para tratar temas domésticos, e não só ao falar do Brasil e demais. Mágoa que alguns só reparem nisso, e ainda por riba seja para criticar! (melhor dito, para atacar) A respeito disto:
#11 (cantinflasgz), dis: "A nosa xeración (entre 20 e 30 anos) estudou en galego e maiormente español. Por tanto co portugués so xeras problemas de comunicación"
Carai! Pois a geração de Camilo (70 e tantos anos) estudou integramente em espanhol. E apesar disso, não tem nengum problema de comunicação com o galego-português. Como será possível?
Graças ao Camilo, desde 1999 a 2004 se escoitou falar galego (português) no Parlamento Europeu. Ti, polo visto, terias empregado o espanhol; sobram comentários...
#14, reboirassempre, dis: "O nacionalismo galego está como está.Unha miga de lusismo era o que faltaba para chegar á desfeita final"
Cada um terá a sua opinião... a minha é que em todo caso é ao contrário: se o nacionalismo galego (e o galeguismo em sentido amplo, incluindo a defensa da língua) não está melhor, é em parte por não ter apostado claramente polo reintegracionismo. De fazê-lo, ganharia em coerência e encheria-se de argumentos a prol da utilidade do galego.
#21, 29, (arzaya): é claro que nunca escoitache falar a Camilo Nogueira (uma mágoa, recomendo-che que o fagas), senão não insinuarias que imita o sotaque lisboeta. Eu si o tenho escoitado em várias ocasiões e só lhe ouvim formas galegas.
Por certo, por que pensas que escrever "opção" é snob e "opçom" não o é? De haver qualquer esnobismo na escolha gráfica (cousa que duvido), coido que seria mais bem no segundo caso: a primeira forma é empregada por centos de milhões de persoas de toda classe e condição; a segunda apenas por alguns milheiros de persoas ilustradas. E conste que não estou para nada em contra da norma AGAL.
E por certo também... ti mesmo empregas expressões que se poderiam considerar (de aplicar o teu corsé) como snobs e portuguesas. Anda com olho, não te vaias lisboetizar!
Com certeza! com tal de nom parecer galego, o pessoal escreve em calquer cousa
Por este caminho um caralhom vai ser igual do que um caralhám
Olha para ele! Escreves em Português menos -am/-om. :-D Já o dizia eu, VÁS BEM.
Agora só falta que entendas (mais uma vez) que escrever não é falar e que podemos escrever ão e dizer am/om. Como fai o Camilo. Se queres. Que escrever am/om também não é nenhum problema.
E podias dizer algo sobre o conteúdo do artigo... que seguro que só o miraste para buscar acentos de nasalidade :-D
Tamén podemos escribir -án -ón e os portugueses ler -ão, son cinco minutos.
Eu sinto que a moitos articulistas se lles faga o mesmo ca a Nogueira, comentando a lingua na que están en vez do tema que hai neles.
#39
"Eu sinto que a moitos articulistas se lles faga o mesmo ca a Nogueira, comentando a lingua na que están en vez do tema que hai neles."
A começar por ti, bardalhas! Deixa a teima da língua e comenta sobre o tema do artigo, ou cala a boca! A ver se predicas com o exemplo!
(Mas, arzaYa, hoje as NOMIGa que tu "bem" cumpres, negam que "Y" seja letra galega... Aliás, se fores brasileiro (dado o que dizes...), por que não escreves no teu português do Brasil? Não venhas com endrôminas: És espaÑol e muito espaÑol. Por isso negas que o Galego deva escrver-se como Português.)
Parabéns ao Camilo que mais cada vez acompanha a clareza das ideias com a exposição correta!!!
Olla eu escollo o nick que me peta. Pero un político nacionalista galego non pode escribir un día en A, outro en B e outro en C, cando os destinatarios son os mesmos. Se as ideas son como o seu uso ortográfico errático, imos de cu. Polo demáis nin caso ás túas proclamas anti ñ, que aparece en galego desde o primeiro documento histórico que se coñece (nas súa adaptación caligráfica). Persoalmente non gosto do ñ, pero como me parecen caóticas e erráticas as opcións lusistas, non as uso. O que vexo que é no nacionalismo galego moito falar, pero aínda non vin unha autocrítica seria
arzaYa, caro, errático és tu, que confundes as ideias com a sua expressão... inconsequentemente. Porque, se eu aplicar esse mesmo critério à tua forma da expressão, terei de concluir que és um submetido e submisso do nacionalismo espaÑol mais túçaro e retrógrado, Vejamos. Dizes e comento:
«Olla ["olhar" é verbo "português"] eu escollo o nick que me peta. Pero ["pero" é palavra castelhana; a galega deveria ser "peró" ou "pró", segundo Ferrín] un político nacionalista galego non pode escribir ["escribir" é palavra espaÑola] un día ["día" está acentuado à espaÑola; em galego propriamente não deveria acentuar-se] en A, outro en B e outro en C, cando os destinatarios son os mesmos. Se as ideas son como o seu uso ortográfico errático, imos de cu ["imos de cu" é expressão sobre a castelhana "vamos de culo"]. Polo demáis ["polo demáis" é decalque do castelhano "por lo demás", que acentuas desnecessariamente] nin [deveria ser "nem", em correlação com "sem"] caso ás túas proclamas anti ñ, que aparece en galego desde o primeiro documento histórico que se coñece (nas súa adaptación caligráfica). [Estás solenemente errado: Ñ daquela não é o "Ñ" castelhano de hoje, mas o dígrado (?) NN que nem sempre valia pelo NH, do Galego, ou o Ñ do castelhano; antes, há bastantes N medievais que valem por NH, do Galego, ou Ñ, do castelhano. Portanto, não podes inferir o que abusivamente inferes: que o Ñ "es tan gallego como castellano", salvo que o vejas como um preanúncio do bilinguísmo harmónico ou amável, do "Frijolete"...) Persoalmente non gosto do ñ, pero como me parecen [terás de justificar ou, pelo menos, explicar por que che parecem ...] caóticas e erráticas as opcións lusistas, non as uso. O que vexo que é no nacionalismo galego moito falar, pero aínda non vin unha autocrítica seria... [Não mistures alhos com bugalhos: Ñ com autocrítica... Se queres discutir sobre o Ñ, discutamos; se queres "heterocriticar" o nacionalismo galego não "autocrítico", critica-o, mas deixa de te alporiçar e de negar gratuitamente o que não che parece bom: Razoa e explica e, então, até nos convencerás.
Antes de mais pedir desculpas ao Camilo por falar de algo do que deveriamos falar noutro lugar. E pedir desculpas ao resto dos foreiros por me meter onde nom fum chamado.
Para os fundamentalistas, que bem se vê que por aqui há moitos:
http://www.infopedia.pt/lingua...
http://estraviz.org/y
AGIL, os teus argumentos som do mais pueril que vim em moitos anos. Chamar alguém "espanholeiro" porque leva no apelido (ou no nick) umha letra ou outra. Como se a língua espanhola fosse dona das letras!! Pero ti onde vives? É que doi nos olhos ver os argumentos usados por alguns "reintegracionistas" (que se o som som-no por moda ou por snobismo) que se autoproclamam donos e defensores da língua. E di-cho outro reintegracionista (lusista nom, porque, ainda que nesta altura moro em Portugal, som galego e galeguista). Deixade (ambas partes, os que dim que umha escrita nom é galega, mais portuguesa, e os que dim que a outra é espanhola) de atacar-vos. Se nem entre nós nos entendemos quanto mais nos vam fazer caso os outros.
Xa vexo, o problema máis acuciante do galego está na súa normativa. Claro, é por iso que a xente nova no o fala. Fixate e eu aínda non me enterara. Coido, que tendo a súa importancia (grande, o cerne do asunto é a perda sideral de falantes. E, os puristas? a santa igresia.
Em (#44) JosePeres acusa-me: «AGIL, os teus argumentos som do mais pueril que vim em moitos anos. Chamar alguém "espanholeiro" porque leva no apelido (ou no nick) umha letra ou outra. Como se a língua espanhola fosse dona das letras!! Pero ti onde vives?...»
E acusa sem fundamento nenhum: Parece, caro acusador, que não leu nem o início dos comentários do arzaya nem, menos ainda, dos meus.
Ao arzaya não lhe disse "espanholeiro": Esse é qualificativo usado não por mim, mas por outros ... e com Ñ.
Leia o que disse, discuta (como lhe digo ao arzaya), dê razões e argumentos e então responderei ou contestarei, segundo convier.
Entrementes, pode ler os meus TEMAS DE LINGUÍSTICA POLÍTICA (2005) e o meu SILÊNCIO ERGUEITO (1996). Lá pode ver argumentado o que nestes comentários apenas é esboçado.
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Em (#45) fuco-lois afirma (certo?): «Xa vexo, o problema máis acuciante do galego está na súa normativa. Claro, é por iso que a xente nova no o fala. Fixate e eu aínda non me enterara. Coido, que tendo a súa importancia (grande, o cerne do asunto é a perda sideral de falantes. E, os puristas? a santa igresia.»
Caro, a "ortografia" (que parece reduzir a uso de letras, quando deve ser entendida como "escrita correta" e adequada à Comunidade nacional galega) não é problema; é apenas (ou nada menos) sintoma de problemas, vários e profundos.
A indecisão dos Notáveis galegos sobre a Ortografia (ou escrita correta... e nacional galega) está a evidenciar outras indecisões ou confusões, como podem ser as relativas ao território da Galiza e ao idioma nacional da Galiza e mesmo a relativa à gente galega.
Também é sintoma do definhamento da sociedade ou, antes, comunidade nacional galega no que atinge à economia (que Camilo bem trata) e à política, não só partidarista, mas de organização da entidade nacional galega, assim como do relacionamento entre a Galiza e o reino bourbónico, ao qual hoje está submetida e pelo qual hoje está mais cada vez desconsiderada: Onde vão indo as indústrias galegas? E a produção leiteira? E a gadeira?
A Ortografia, também denominada "la questione della lingua" galega (sobre o discutido e decidido na Itália durante séculos), é sintoma, apenas sintoma do esfarelamento a que a Galiza está submetida pelos poderes espanhóis e (também) pelas indecisões dos dirigentes (ou Notáveis) galegos, de jeito diverso, com responsabilidades diferentes.
A quem não vê "isso", sim se lhe pode perguntar «Mas tu onde é que vives ou habitas? Na Galiza ou simplesmente na "España"?»
Botei umha olhada á página desse “novo” grupo (http://www.colectivo17m.org)e a par decatei-me de que é umha palhaçada. Nom sabia que os de Galicia Dobrada estivessem tam desesperados (e dotados de meios...). Que som de Galicia Dobrada é obvio polo estúpido e o covarde. Sabe a “refogado” requentado.
"non se sente representada...."
"incapaces de aportar solucións aos problemas reais da xente....."
Estas dúas ideas son propias dos discursos de Rajoy e de medios como a Cope.
Baixo o meu punto de vista, os galeguistas estamos perfectamente representados en políticos como Camilo, Beiras, Rodriguez ou Quintana, cada un cun punto de vista que pode ser diferente, pero cunha perspectiva común. Neste senso, Nogueira e Beiras están a escribir artigos que sen dúbida todos valoramos e partillamos.
Caro Agil:
antes de mais quero-lhe pedir desculpas polo tom dos meus comentários. Pueril vejo que nom é, pois constatei hoje na wikipedia que tem vostê umha respeitável idade. Ora bem, entrando no seu discurso:
o feito de usar o "Y" no teu sobrenome é claro indício de auto-ódio e de submetimento ao inimigo.
Nom se apelida vostê Hernández de segundo? Nom digo eu que isso seja nada mau, mais é contraditório com o que lhe di ao Arzaya.
Pero ["pero" é palavra castelhana; a galega deveria ser "peró" ou "pró", segundo Ferrín]
http://www.infopedia.pt/lingua...
http://estraviz.org/pero
Portanto, não podes inferir o que abusivamente inferes: que o Ñ "es tan gallego como castellano".
Nesta última afirmaçom até coloca o pensamento do Arzaya em castelam, quando o referido comentarista nom o expresou em tal língua.
Para além de fazer umha crítica à maneira de escrever e à quantidade de expressons castelans do texto do Arzaya, o que me parece de má educaçom. Se nos pugéssemos seriamente a analisar a qualidade gramatical, ou sintáctica, ou mesmo ortográfica dos participantes de Vierios estávamos-che bons. A maioria dos que cometemos erros, segundo o seu prontuário, somos os reintegracionistas.
Sabe por quê o critico só a vostê e nom ao Arzaya? Porque, para além de que os argumentos deste último perdem credibilidade por sí próprios, eu som reintegracionista também. E doi-me ver como argumentos como os seus lhes dam a razom aos do outro lado. O maior inimigo dum reintegracionista parece que som os galegos que escrevem na realidade sociolinguística existente hoje na Galiza, os mal chamados "isolacionistas". Bastante mal está o galego como para entrarmos agora numha guerra civil linguística. E quando lhes dizemos que eles nom falam galego, mais galegol ou galego-castelam, e que nós somos os autênticos, os enxebres, que falamos galego-português, ou galego, ou simplesmente português, estamos perdendo a batalha. Quem conservou o galego durante séculos forom os nossos labregos, nom os intelectuais. Nom lhes vamos nós agora a dar liçons de galeguismo.
Bom, nom sei se me expliquei, se tiver algumha dúvida contestarei com gosto.
Um abraço,
José Peres.
En Galicia en galego.
Os que queiran escribir en portugués, que o fagan en páxinas portuguesas.
Banda de "pijos" neofalantes de ciudá! A ver se deixades de despreciar o galego que levan falando dende sempre os vosos paisanos, incluso cando vós falábades castellanito con vuestros papás!
#51
Nom, nom, paifoco galenhol.
En Galicia, en galenhol. O que ti escreves.
Na Galiza, em galego.
Nom venhas dar lições do que nom sabes, neo-falante urbanita. Antes de ti estares a mamar a merda do xabarin club eu já levava muitas vindimas e muitas aradas. E ao macho, na Galiza, ninguem lhe falou em castelám, nem em galenhol. Tem ele mais categoria ca ti, galenholito.
A ver se ides aprendendo: o galego nom é a merda espanhola da RCTV, nem o que se fala na Crunha. Quem nom o mamou na aldeia que vá para Portugal para o aprender bem, e despois já se ha-decatar o que é o galego e o que é galenhol.
Si, oh, si... portughesiño!! Eu escribo "ghalenhol", coma os meus pais, abós, muller, fillos, soghros, vesiños... Que se falo coma ti escrebes rinse de min, con rasón...!
Tamén a ti che deu a "arroutada enxebre", que tanto lles dá aghora ós que nunca a aldea pisaron? Porque vendimar e arar faríalo en soños, o en el jardín de tu chalé, o igual hasta ghabeaste en las jardineras de tu terraza...
Hala, presume aghora de neo-aldeán (o neo-enjebre, como tú prefieras) que neo-falante xa sei que o es...
Eu ben sei quen son e o que falo, por iso non vou dando a nota...
#53
Insa, a tua ignoráncia é ridícula. Inda por riva tes os colhões de me chamares neo-falante quando escreves cousas do tipo "que neo-falante xa sei que o es...", amosando o teu substrato de castelám-falante.
Nom hom, pra falar galego nom chega com ires ao "pueblo" os fins de semana, meu, e com ver o xabarin club, nom, cumpre-che muito mais, pailam urbanita, vai para a aldeia falar c'os velhos e limpar as babas da boca, e quando tenhas aprendido bem o que é falar galego e o que nom é (que polo de agora nom sabes nem puto disso, galenhol parvo) entom poderás esbardalhar o que quiseres, castrapo badoco!
Eu já estava arando c'o macho no bacelo e sachando na horta cando ti nem estavas nos colhões do teu pai, palerma. Cala a boca caralho, cala a boca e marcha p'ra Madrí, qu'alí ham-che entender tudo o dis, paspám! Ti nem sabes o que es nem o que falas, mamalom vilego!
Mira, merdento aportuguesado:
Nasín na aldea, crieime na aldea, vivo na aldea e traballo na aldea... así que cala a boca, pasmón resentido, e non pretendas dar lecsións ós que falamos ghalegho dende sempre nin "analisar" o meu xeito de escribir e "ver o meu substrato neofalante"... Menudo es ti dedusindo, eruditillo de mierda!! Seica estudiaches na universidá? Suspenderías "Análisis de Substratos" unhas cantas veses, non?
Castrapo non só mo estás a chamar a min, senón a todos os galegofalantes de toda a vida. Por iso ós reintegraciomerdentos coma ti (catro babecos) non vos atura ninghén neste país. NINGUÉN! Pero... mimá!! vós sodes máis listos, ghuapos e ghalleghos que o resto do mundo, e quen non escriba aportughesado é un "espanhol", "galenhol" e "castrapol"... Resentido do carallo!
Anda, espabila un pouco, ou date unhas labasadas na cabesa a ver espertas as neuronas e cambias o discurso, que xa me tes farto co do xabarín...
Ou mellor... marchade pa Portughal... que non pagha a pena faservos puto caso, portuñoles!
Abur, "enjebre de ciudá"!
#55
De que aldeia estás a falar, subnormal profundo, de "Vilagalenhola dos castrapeiros"? Se ti és paleo-falante (e saberás o que quer dizer este termo?) eu som-che marciano. Sondes todos igual de palermas, lendes catro páginads do Ferrin, tirades um titulinho de "galego" (=galenhol) e já pensades que sabedes galego! A aldeia nom che está a 5 km de Vigo, palerma, o anti-lusismo de mamóm retrassado mental coma ti é-che de cidade, nom che tem mais, meu filho, aí vem-se-che bem as orelhas de galenhol.
"eruditillo de mierda"
"escribir"
"Menudo es ti"
"Pero... mimá!! vós sodes máis listos, ghuapos"
Ti és um palerma subnormal galenhol, hom, nom lhe deas mais voltas. O galego nom é os dos peri-urbanos coma ti hom, ti nom sabes nem o que significa ser da aldeia, paifoco, nom sonhes hom!
Marchar para Portugal nós? Nom hom! Es ti que vas marchar para madrí, que é o único lugar que vos serve de referência aos imbecis coma vós! O teu anti-lusismo, muito espanhol, muito urbanita, é patético, e vai-che servir para o de sempre: para abrir o cu à caralha de Madrí, e chuchá-la bem , algo no qual, nom é, ti és muito experto!
Hala, a ranhá-la por aí!
Vai rañala tí, merdallán marsiano! Rañala daráseche ben, lacasán do carallo!. Pa traballar xa tamos os demais...
Repito: neste país non vos atura ninghén! NINGHEEEEEÉN!!! Sabereino eu...
E, se queres pasar por "neo-rural portughésfalante reconvertido", aprende máis palabriñas relasionadas co aghro, non me repitas catro veses o mesmo...
Tes rasón: non marchedes pa Portughal, que os portugheses non teñen culpa ninghunha e aínta taríades moi preto... Marchade p´a lúa, lunáticos hipócritas!
#57
Oes urbanita palerma semi-analfabeto. Se ti es da aldeia, repito-cho, eu som marciano. Ti ainda estavas a ver televisom quando eu já levava muita arada no bacelo, muita sacha nas patacas, muita colheita a mãu baixando o lombo, muita carregada de vendimo, que os mamalons coma ti nom viram na sua puta da vida, muita sulfatada a pé, muita marfolhada, muita regada no milho entre lusco e fusco ou bem cedo quando ti ainda estavas a tocar-te o caralho de nenito parvo na cama. E quando ti estavas trabalhando na cidá, e aprendendo bem o espanhol, eu levava-che já muito tempo trabalhando c'os pedreiros e bebendo à noite com eles nas festas das aldeias. Ti ainda nom fodiches no bacelo, pasmom, ti ainda nom trebalhache as moças na cuzinha, tens muito que adeprender hom, que aí a carom de Vigo o único que levas aprendido é a espanholada e a merda anti-lusista de nazi-espanhol nojento que és.
Sim hom, sim, vai ranhá-la e cala a boca, que ti nom sabes rem hom, nem quem és, nem o que é a Galiza, nem o que é o galego, galenhol castrapeiro parvo!
Ui! Mimadriña! Parese que leches un tratado de "Aprenda aghricultura en sinco minutos"...! Terás pasado o retobato tamén...? E irías subido no caniso de pequecho, agharrado ó rabo das vacas... E, como controlas, tanto de "substrato", saberás tamén de nitrato... Botaralo nos días de sol, non? Bueno, que preghuntas fagho...! A un experto coma ti!
"A carom de Vigo" Ja,ja! Aí lle deches! Ó ladiño mesmo! A sinco minutos do sentro? Serás marsiano! E si, televisión vin moita, no Teleclub da parroquia...
Se queres este ano podes vir botar unha man co viño (non a bebelo, borrachín. A pañalo!!) A tí déixoche os espalleres e eu doulle á lata, non vaia ser que te me hernies ou collas un cabalo no pescoso...
Hala Portuvighés! Vaille dar lecsións a outro, que con bo topaches!
Eu non sei nada, non. Sábelo tí, merdento! Como antes dixen, só sabedes chamar castrapeiros ós que lles teríades que tar aghradesidos por ter mantido viva a nosa lingua... E vós a escarallala... Uns sinverghuensas é o que sodes!
#59
A ver hom, Insa espanhol, que vejo que sabes um pouquinho tb do agro. Passa é que para poder defender e proteger a nossa língua (sim, língua, e nom o dialecto espanhol que ti queres que seja, co'as tuas continuas alusões anti-lusistas) cumpre tb um pouquinho de inteligência. E disso ti, infelizmente, nom andas muito abastado. O facto de enfiares um pouco de Madrí por eiqui ("como controlas", "bueno", "borrachín") e outro por acolá ("que con bo topaches", "sinverghuensas") nom faz dele umha língua de seu, hom, faz apenas um castrapo-crioulo pr'burrinhos e parvos coma ti!
Ti es muito galego, sim , mas o buraco d'abaixo tê-lo bem aberto para tragar de madrí, e logo botar a merda que botas pola boca. Se tivesses um mínimo de respecto pola nossa língua deixarias de mamar a caralha madrilenha que nom tiraches da boca já desde bem cativo!.
Mas ti aí nom atinges, burro, ti segues a dizer "bueno", "Galicia" e todo o que che botem pola merda da TVG, palerma. Se algum dia tiras os fucinhos do cu espanhol onde vives, poderás compreender, mas nem por essas.
Vai ranhá-la hom, vai ranhá-la, que ti nom podes dar leições nem aos retrassados mentais coma ti. Tens que tirar a caralha da boca antes de falar.
Fica tranquilo: os anti-lusistas que andam co'a caralha de Madri na boca tendes pouco futuro, ainda que Madrid ha-vos acolher de braços abertos. Hala, a ranhá-la!
Pois si, home si... Seiche bastante do aghro... e tamén do mar, do monte, un pouquiño de construcsión, outro pouquiño de mecánica, de deporte, de dereito e ata de arqueoloxía...
Pero, pa outras cousas, sonche ben burro!!
Sonche tan burro (non “retrasado mental”, nin “subnormal”... que me parecen insultos do máis irrespetuoso para certas persoas) que decidín hai tempo que o único galego que merece a pena defender é o que levamos falando os “paleofalantes” dende sempre, por moi “castrapo” que a vós vos paresa... E así, mandei a tomar polo cú a normativa, o galego xunteiro, o da TVG e o dos aburghesados-neofalantes coma vós... por aportughesado, por artifisial e por hipócritas...
Sonche tan burro que son capás de non mesturar lingua e ideoloxía política...
Sonche tan burro, que cando dou cun milhomes coma tí, cóntolle este chiste: “Ti sabes que lle di un lusista a un portughés?... Non? .... O portughés tampouco...”
Son tan burro que, para defender o noso non nesesito desprestixiar nin atacar o dos demais, nin moito menos buscar “aliansas” inexistentes en Portughal. Eu quero a Ghalisia, non odio a España...
Son tan burro, que cando foi do Prestige estiven a limpar nas praias da miña sona con xente de Madrí, de Andalusía, de Burghos... Todos cheos de merda ata as orellas!! Onde andabas tí daquela?...
Son tan burro que, cando lle quero dar lecsións dalgho a alghén, procuro dar arghumentos, non botar insultos pola boca. Contigho non pagha a pena nin intentalo, por iso fagho unha excepsión...
Pero mira: pa listos neste país xa estades tí e outros catro coma tí, que alghún día ídesnos faser ver a lus ó resto... É verdá: sodes vós os que tedes “todo o futuro por diante”... Si, oh, si... E cada ves máis!! (Dáme a risa!!)
Se ninghén vos conose, nin sabe o que é o lusismo, o reinteghrasionismo, nin di “Galiza”, nin falta que lles fai...! Sodes “os portugheses eses que andan a pintar nos sinais das carreteras”... Ides ter que cambiar de "táctica"!
Acougha, oh! Que mentres quedemos xente nas aldeas que fale ghalegho do propio, eu tarei tranquilo... e vós seghiredes a rosmar e a armar barullo, pero –por sorte- darásevos a mesma importancia que ata o de aghora: 0. Que todos sabemos con que boi labramos!
“Corto y cierro”, que hai que traballar!
#61
Primeiro de tudo, mamalom retardado, neo-falante é a puta que che pariu, coidadinho co'a merda que botas polo buraco que tens na face.
Segundo, a tua vida pessoal de anormal semi-analfabeto-espanholista-anti-lusista é tam irrelevante aqui coma ridícula. Nom me contes a tua vida, pailám, vai-lha contar aos teus amigos do PP.
Terceiro, para a próxima vez que vemhas por eiqui nom esqueças de limpar sa babas e a merda branca da boca, essa que mamas dos caralhos dos teus amigos do "pueblo" do PP, pra que che deam um cholhinho.
Cala a boca, sub-normal, e volta pr'o cu galenhol donde saiche.
Hala, a ranhá-la!
Primeiro.- Uuuuui!!! Que medo me das!!
Seghundo.- Coidadiño que.... senón... QUE!!?
Terseiro.- Polo burato que teño na cara non soltei nada, polo que non podo calar a boca... Tou escribindo, por se non te deches conta...
Cuarto.- A túa vida inventada de cando andabas "arando no baselo e sachando nas patacas" si parese moi interesante, si... Por serto, non se che ocorra botar nitrato ás prantas da túa terrasa en Vigho cando fai sol, que as queima... E, se o botas, réghaas moito pa que se desfagha ben... Recoméndoche Nitramón.
Quinto.- Procura ser máis orixinal cos insultos e descalificasións... Son os mesmos que disides sempre, e ti ighual quedas todo cheo... pero, siseramente, esa táctica non funsiona...
Aburiño meu. Que che vaia ben no próspero futuro co que soñas...
#63
Cala a boca, pailám, cala a boca, que nom sabes mais que dizer burrices. Volta para o buraco galenhol d'onde saiche, e nom esqueças de mamar-lha bem aos teus amigos do PP esta noite, que é o único que fazedes bem os galenholes que loitades por "Galicia". Ides chegar bem longe, trepas de merda, mas nem todos somos coma ti, fala-barato da cona. Hai-nos que nom gostamos coma ti de por o cu para os teus amighinhos do PP. Mas ti segue a desfrutar, meu. Ah, e antes de escrever o próximo comentário, merdám vigués (tu e a puta que che botou), limpa bem o esperma que che escorrega dos beizos ...
Dios!! (ha,ha!!)
Aí, aí!!! Vas mellorando!!! (A introducción de temática escatolóxica sempre lle da un aquel ós insultos...)
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Repítoche, parvioco: non podo calar a boca porque non tou a falaaaar... Tou a escribiiiiir... Entendeches? (Xa sei que che custa, pero fai un esforsiño...)
Vas falar ti de cus, portuñol...
Que todos os portuñoles reintegramerdentos tedes o cu como a mina de Meirama!!!
#65 #66
Cala a boca, galleguito, cala a boca, que despois começas a bater as tuas mamonadas de estúpido de meia dúzia de neuronas que levas escrevindo aqui!
Quem tem o cu mais grande ca os galenholes estúpidos coma ti, imbecil vighés? Desde cando os lusistas estám a mamar as caralhas de Madrí e dos seus acólitos em "Galicia", fala-barato de merda?
Desde cando os lusistas ganham quartos de Lisboa, em trocas de mamar umha caralha? Quem é que ganha os quartos, e quem é que pom os seus? Quem é o marginal e quem é o que está a colaborar co'a academia de barrigudos reais , do Franco e de Fraga? Quem é que está a espalhar o sotaque galenhol, a cinco vogais, e por o cu p'ra todo o que venha de madrí? Quem é que bota polo PP e silencia os atropelos contra a cultura galega?
Galegos muitos há que ainda nom acordaram, mas ti, pailãm semi-sub-normal, nunca acordarás, porque ti és um espanholista tonto galleguito, que nem tes o mais mínimo respecto pola herdança dos nosos devanceiros, nem tes a inteligéncia p'ra o compreender, fala-barato vilego!
Venha ho!, limpa a boca, e vai canda o alcalde do "pueblo", que ise quere-a bem lavada, coma só ti sabes-lha lavar ...!
#68
Que tipo de retrassado mental pode fazer e ver semelhante merda de video de caralhám vadio? Estes som os teus padrões culturais, n'é, pailám galleguito? Vai pr'o caralho hom, já perdim tempo demais com merda nojenta analfabeta coma ti! A RANHA-LA!
O mesmo digho...!
Chao, fillo de puta... Vai chupar pollas, cartos e subvensións de Madrí coa merda dos teus amighos fracasados, que a iso non disides que non e, ademais,dásevos ben...
Lacasáns, manghantes, palanquíns... Sodes a puta verghonsa de Ghalisia!!
Abur "paneleiro"!
#70
Nom, nom, filho da puta ti, "pollas" as que chuchas ti qando vas pra Madrí, caralhas as que ch'enfiam polo cu todas as noites os teus amighinhos do PP, que bem gozas delas, pailaroco burro, eu com Madrí nom tenho nada a ranhar. Os quartos e as subvenções vam para os parásitos coma vós, ainda que trabalhades bem no tema dos lavados e baixadas de calças.
Ti és, pr'além da vergonha da Galiza, a vergonha da inteligência humana.
A ver, mamom, di comigo: "viva Galicia, da-me mais polo cu, Feijoo e amigos, bueno, que eu desfruto tanto!"
ha ha ha ha ha
Desaparece, subnormal, p'ro buraco espanhol onde mexam em ti todos os dias.
HALA, A RANHA-LA!
"A ver, mamom, di COMIGO: "viva Galicia, da-me mais polo cu, Feijoo e amigos, bueno, que eu desfruto tanto!"
Non. Eu vou pasar de disilo...
Déixoche que o dighas tí só, con esa vos tan bonita que tes... Ademais, Feijoo ten espesial predilecsión por tí, pa que nos imos enghanar...!
(Ha,ha,ha!!!!)
Desta ves si: Chao, fracasado verghoñento!
#72
ha ha ha ha ha ha
Oes, subnormal da cona, ti és um fenómeno que nunca se viu!
Quem caralho será esse "Chao" de que estás a falar?!?! Já o escreveche mais acima, deve ser um fulano do teu "pueblo" c'o que tes qualquer cousa ... e lo', roubou-che a moça ou é que fodeu tua irmã?!?!
ha ha ha ha ha ha ha
Já vejo hom, já vejo, o teu é umha questom pessoal.
Força Chao, quem caralho sejas, sigue a encular a nai do badoco este que assina como "Insa"!!!!!
ha ha ha ha ha ha ha
Repite comigho: "eu som um galenho, gústa-me chuchar o caralho do alcalde do meu "pueblo" e que o "Chao" foda minha irmã e minha nai!"
ha ha ha ha ha ha ha
Força Chao, dá-lhes aí onde lhes doe!!!!
ha ha ha ha ha
"que horas son, mi corason"?, hala vai pra cama, que manhã tes moito "lavado" pra fazer!!!!
me gustas tu, ha ha ha ha ha ha!!!!!
que horas som, mi corasom?
pra ti horas de ir a ranha-la!!!!!!
http://www.youtube.com/watch?v...
Camilo Nogueira Román naceu en Lavadores (Vigo) en 1936. Enxeñeiro industrial e economista, foi eurodeputado polo BNG entre os anos 1999 e 2004.